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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisTipos de documentoCorreio eletrônico (e-mail) 1
Considere que a UNIPAMPA tenha criado uma comissão de funcionários para tratar do resgate histórico e cultural do prédio onde está instalado o campus de Sant’Ana do Livramento e que a comissão deva enviar uma correspondência oficial à UNIPAMPA, em que solicite maior prazo para concluir o estudo. Com base nesse cenário, julgue os itens subsequentes.
Qualquer membro dessa comissão poderá enviar um e-mail ao diretor do campus, dispensando-se a certificação digital do remetente, por se tratar de expediente interno à UNIPAMPA.
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Os itens que se seguem apresentam trechos adaptados de depoimentos de alunos da UNIPAMPA. Julgue-os quanto à obediência às normas gramaticais de emprego dos sinais de pontuação e das classes de palavras, assim como de organização sintática da oração e do período.
Percebo que “arriscar-se” em uma instituição que dá seus primeiros passos é desbravador e, ao mesmo tempo, nebuloso, pois não sabemos com clareza onde fincarmos os pés, mas queremos construir um espaço educacional que proporcione amadurecimento, conhecimento e crescimento a todos: professores, funcionários e alunos.
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Os itens que se seguem apresentam trechos adaptados de depoimentos de alunos da UNIPAMPA. Julgue-os quanto à obediência às normas gramaticais de emprego dos sinais de pontuação e das classes de palavras, assim como de organização sintática da oração e do período.
Sinto-me honrado em fazer parte das primeiras turmas que se formarão nesta universidade, sempre desejada pelos gaúchos do sul do estado, sendo hoje uma realidade graças à todos aqueles que, de alguma forma, colaboraram para a realização desse maravilhoso projeto.
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Os itens que se seguem apresentam trechos adaptados de depoimentos de alunos da UNIPAMPA. Julgue-os quanto à obediência às normas gramaticais de emprego dos sinais de pontuação e das classes de palavras, assim como de organização sintática da oração e do período.
Desafios, temo-los todos os dias; imperfeições, esbarramos nelas a cada hora — o diferencial é como agimos diante deles.
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Esta história foi-me contada por uma flautista,
integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na
cidade que se erguia no centro do país.
Sabendo que um projeto moderníssimo de
universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos
desejaram visitar as obras do auditório da universidade.
Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho
de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e
andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um
concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho
dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o
espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e
estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o
sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade
de tocar.
Os operários aproximaram-se em silêncio
respeitoso, sintonizados numa densa emoção.
A música terminou e entre abraços e adeuses a
orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.
Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário
comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é
tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que
eu queria para ele.”
A frase ecoa em meu pensamento semestre após
semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa
os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de
seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero
encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a
certeza de que aquele desejo se realizou.
Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Em “aproximaram-se” (l.16) e “Encaminhando-se” (l.20), o pronome “se” indica reciprocidade da ação expressa pela forma verbal em ambos os casos.
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Esta história foi-me contada por uma flautista,
integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na
cidade que se erguia no centro do país.
Sabendo que um projeto moderníssimo de
universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos
desejaram visitar as obras do auditório da universidade.
Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho
de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e
andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um
concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho
dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o
espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e
estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o
sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade
de tocar.
Os operários aproximaram-se em silêncio
respeitoso, sintonizados numa densa emoção.
A música terminou e entre abraços e adeuses a
orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.
Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário
comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é
tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que
eu queria para ele.”
A frase ecoa em meu pensamento semestre após
semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa
os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de
seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero
encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a
certeza de que aquele desejo se realizou.
Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Na voz da flautista, o período “Comovidos (...) concerto” (l.7-10) estaria gramaticalmente correto se fosse dito assim: Todos ficamos comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho de uma escola fincada no futuro; então pegamos os instrumentos e ali mesmo, entre escoras e andaimes, improvisamos um concerto.
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Esta história foi-me contada por uma flautista,
integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na
cidade que se erguia no centro do país.
Sabendo que um projeto moderníssimo de
universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos
desejaram visitar as obras do auditório da universidade.
Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho
de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e
andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um
concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho
dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o
espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e
estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o
sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade
de tocar.
Os operários aproximaram-se em silêncio
respeitoso, sintonizados numa densa emoção.
A música terminou e entre abraços e adeuses a
orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.
Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário
comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é
tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que
eu queria para ele.”
A frase ecoa em meu pensamento semestre após
semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa
os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de
seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero
encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a
certeza de que aquele desejo se realizou.
Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Depois de ouvir a história de uma musicista, a autora do texto reproduziu-a, ocultando os próprios sentimentos.
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Esta história foi-me contada por uma flautista,
integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na
cidade que se erguia no centro do país.
Sabendo que um projeto moderníssimo de
universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos
desejaram visitar as obras do auditório da universidade.
Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho
de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e
andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um
concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho
dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o
espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e
estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o
sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade
de tocar.
Os operários aproximaram-se em silêncio
respeitoso, sintonizados numa densa emoção.
A música terminou e entre abraços e adeuses a
orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.
Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário
comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é
tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que
eu queria para ele.”
A frase ecoa em meu pensamento semestre após
semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa
os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de
seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero
encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a
certeza de que aquele desejo se realizou.
Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Quanto à tipologia textual, o texto caracteriza-se como uma narrativa.
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Ao assumir uma nova posição como administrador, um empregado de determinada organização se defrontou com as seguintes situações: diversos empregados desenvolviam sua própria maneira de elaborar as planilhas de prestação de contas que deveriam ser submetidas ao departamento financeiro; os empregados estavam frustrados com a remuneração recebida no desempenho de suas atividades. A principal medida adotada pelo novo administrador foi instituir um programa de cargos e salários com o objetivo de avaliar o mérito de cada empregado por meio de uma avaliação de desempenho do tipo escala gráfica. Essa reestruturação de cargos demandou uma nova estrutura organizacional, com a criação de dois novos departamentos. Esses novos departamentos estão em conflito, pois se consideram merecedores do recebimento da maior parte da provisão de recursos previstos.
Com relação à situação hipotética acima descrita, julgue os itens a seguir, de acordo com as teorias da administração.
Se o administrador adotar o recrutamento externo como forma de agregar novos colaboradores para a organização, ele terá a vantagem de aproveitar o investimento em treinamento desenvolvido pelos outros.
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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais Pedagógicos
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional — Lei n.º 9.394/1996 — reorganizou os níveis escolares, classificando-os em duas etapas: educação básica e educação superior. Com base nessa lei, julgue os próximos itens.
A partir dessa lei, a educação especial pode ser definida como aquela oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais.
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