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Foram encontradas 175 questões.

O gráfico, disponibilizado no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresenta informações sobre o registro civil de casamentos no Estado de São Paulo.

Registro Civil de Casamentos – Estado de São Paulo

Enunciado 3355117-1

Fonte: IBGE

Com base apenas nas informações apresentadas no gráfico, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação, necessariamente verdadeira, associada ao Estado de São Paulo.

 

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Duas turmas, A e B, de cursos distintos, iniciaram aula neste semestre. Sabendo que a turma B, com 80 alunos, tem 25% a mais de alunos que a turma A, juntas, elas têm um total de alunos igual a

 

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A escola dos meus sonhos

Fico imaginando a minha escola ideal. Summer Hill? Waldorf? Eton? Mas o êxito dessas escolas depende de condições muito especiais. São filhas únicas e donzelas delicadas. O real desafio é inventar uma escola que seja boa e possa ser reproduzida para os nossos 50 milhões de alunos. Aqui vão meus devaneios.

Para começar, a escola tem de ensinar menos, para que os alunos aprendam mais. Há 27 tópicos na Matemática da nossa 4a série e 4 em Cingapura. Sem tempo para aprofundar cada ponto, o aluno ouve falar de tudo e não domina nada.

Cito um americano que sempre teve terríveis dificuldades com a Matemática. Foi ser carpinteiro. A casa típica daquele país é feita de madeira e sua planta requer alguns cálculos. Criou então, para escolas, o programa If I Had a Hammer (Se eu tivesse um martelo), no qual os alunos desenham e constroem pequenas casas. Semanas depois, as notas de Matemática dão um salto. Não adianta ouvir sermões. O que serve é viver situações que favoreçam o amadurecimento.

Isso tudo não passará de uma utopia delirante sem fórmulas para materializá-la, por isso precisamos da tecnologia para suprir, a distância, o que não existe perto.

Quando participava da formulação do Telecurso 2000, uma das melhores professoras supervisionou a montagem de um protótipo de aula. A sua preparação era sofisticada e atores profissionais atuavam em cena. Ao ver a projeção, ficou claríssimo que ela própria não seria capaz de dar uma aula tão boa. E o vídeo podia chegar a milhares de alunos.

Com atores ou com aqueles professores que são geniais em sala de aula, por que gastar o tempo dos mestres forçando-os a repetir a mesma aula, dia após dia? Melhor que se dediquem a interagir e dar mais protagonismo aos alunos. Para isso, devem ser abastecidos com sugestões minuciosas de como proceder. É hora de propor projetos inteligentes e que explorem as conexões da teoria com a prática.

A educação precisa incorporar a divisão de trabalho e a especialização de funções. Um sabe mais teoria, outro se especializa na preparação de materiais de ensino, e assim por diante. Na sala de aula não precisamos de um gênio polivalente, mas de alguém para liderar o processo, motivar, ajudar e atender os que tropeçam. Na sua retaguarda deve ter um exército de especialistas, chegando a ele pela via dos abundantes avanços das tecnologias digitais.

Pelo menos na teoria, a viabilidade dessa escola dos meus sonhos é assegurada por uma complementaridade bem articulada do que acontece na aula com o que é preparado em agências centrais, que devem respaldar a escola com uma imensidão de recursos. E a tecnologia permite essa fluidez.

Materializar um plano tão ambicioso está no reino das utopias. Julgo que tecnicamente é viável e faz todo o sentido. Porém as barreiras institucionais e políticas são formidáveis.

(Claudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/a-escola-dos-meus-sonhos-para-50-milhoesde-alunos/?utm_source=estadao:mail Publicado em 06.12.2020. Adaptado

A frase que está em conformidade com a norma-padrão encontra-se na alternativa:

 

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A escola dos meus sonhos

Fico imaginando a minha escola ideal. Summer Hill? Waldorf? Eton? Mas o êxito dessas escolas depende de condições muito especiais. São filhas únicas e donzelas delicadas. O real desafio é inventar uma escola que seja boa e possa ser reproduzida para os nossos 50 milhões de alunos. Aqui vão meus devaneios.

Para começar, a escola tem de ensinar menos, para que os alunos aprendam mais. Há 27 tópicos na Matemática da nossa 4a série e 4 em Cingapura. Sem tempo para aprofundar cada ponto, o aluno ouve falar de tudo e não domina nada.

Cito um americano que sempre teve terríveis dificuldades com a Matemática. Foi ser carpinteiro. A casa típica daquele país é feita de madeira e sua planta requer alguns cálculos. Criou então, para escolas, o programa If I Had a Hammer (Se eu tivesse um martelo), no qual os alunos desenham e constroem pequenas casas. Semanas depois, as notas de Matemática dão um salto. Não adianta ouvir sermões. O que serve é viver situações que favoreçam o amadurecimento.

Isso tudo não passará de uma utopia delirante sem fórmulas para materializá-la, por isso precisamos da tecnologia para suprir, a distância, o que não existe perto.

Quando participava da formulação do Telecurso 2000, uma das melhores professoras supervisionou a montagem de um protótipo de aula. A sua preparação era sofisticada e atores profissionais atuavam em cena. Ao ver a projeção, ficou claríssimo que ela própria não seria capaz de dar uma aula tão boa. E o vídeo podia chegar a milhares de alunos.

Com atores ou com aqueles professores que são geniais em sala de aula, por que gastar o tempo dos mestres forçando-os a repetir a mesma aula, dia após dia? Melhor que se dediquem a interagir e dar mais protagonismo aos alunos. Para isso, devem ser abastecidos com sugestões minuciosas de como proceder. É hora de propor projetos inteligentes e que explorem as conexões da teoria com a prática.

A educação precisa incorporar a divisão de trabalho e a especialização de funções. Um sabe mais teoria, outro se especializa na preparação de materiais de ensino, e assim por diante. Na sala de aula não precisamos de um gênio polivalente, mas de alguém para liderar o processo, motivar, ajudar e atender os que tropeçam. Na sua retaguarda deve ter um exército de especialistas, chegando a ele pela via dos abundantes avanços das tecnologias digitais.

Pelo menos na teoria, a viabilidade dessa escola dos meus sonhos é assegurada por uma complementaridade bem articulada do que acontece na aula com o que é preparado em agências centrais, que devem respaldar a escola com uma imensidão de recursos. E a tecnologia permite essa fluidez.

Materializar um plano tão ambicioso está no reino das utopias. Julgo que tecnicamente é viável e faz todo o sentido. Porém as barreiras institucionais e políticas são formidáveis.

(Claudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/a-escola-dos-meus-sonhos-para-50-milhoesde-alunos/?utm_source=estadao:mail Publicado em 06.12.2020. Adaptado

Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão.

 

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A escola dos meus sonhos

Fico imaginando a minha escola ideal. Summer Hill? Waldorf? Eton? Mas o êxito dessas escolas depende de condições muito especiais. São filhas únicas e donzelas delicadas. O real desafio é inventar uma escola que seja boa e possa ser reproduzida para os nossos 50 milhões de alunos. Aqui vão meus devaneios.

Para começar, a escola tem de ensinar menos, para que os alunos aprendam mais. Há 27 tópicos na Matemática da nossa 4a série e 4 em Cingapura. Sem tempo para aprofundar cada ponto, o aluno ouve falar de tudo e não domina nada.

Cito um americano que sempre teve terríveis dificuldades com a Matemática. Foi ser carpinteiro. A casa típica daquele país é feita de madeira e sua planta requer alguns cálculos. Criou então, para escolas, o programa If I Had a Hammer (Se eu tivesse um martelo), no qual os alunos desenham e constroem pequenas casas. Semanas depois, as notas de Matemática dão um salto. Não adianta ouvir sermões. O que serve é viver situações que favoreçam o amadurecimento.

Isso tudo não passará de uma utopia delirante sem fórmulas para materializá-la, por isso precisamos da tecnologia para suprir, a distância, o que não existe perto.

Quando participava da formulação do Telecurso 2000, uma das melhores professoras supervisionou a montagem de um protótipo de aula. A sua preparação era sofisticada e atores profissionais atuavam em cena. Ao ver a projeção, ficou claríssimo que ela própria não seria capaz de dar uma aula tão boa. E o vídeo podia chegar a milhares de alunos.

Com atores ou com aqueles professores que são geniais em sala de aula, por que gastar o tempo dos mestres forçando-os a repetir a mesma aula, dia após dia? Melhor que se dediquem a interagir e dar mais protagonismo aos alunos. Para isso, devem ser abastecidos com sugestões minuciosas de como proceder. É hora de propor projetos inteligentes e que explorem as conexões da teoria com a prática.

A educação precisa incorporar a divisão de trabalho e a especialização de funções. Um sabe mais teoria, outro se especializa na preparação de materiais de ensino, e assim por diante. Na sala de aula não precisamos de um gênio polivalente, mas de alguém para liderar o processo, motivar, ajudar e atender os que tropeçam. Na sua retaguarda deve ter um exército de especialistas, chegando a ele pela via dos abundantes avanços das tecnologias digitais.

Pelo menos na teoria, a viabilidade dessa escola dos meus sonhos é assegurada por uma complementaridade bem articulada do que acontece na aula com o que é preparado em agências centrais, que devem respaldar a escola com uma imensidão de recursos. E a tecnologia permite essa fluidez.

Materializar um plano tão ambicioso está no reino das utopias. Julgo que tecnicamente é viável e faz todo o sentido. Porém as barreiras institucionais e políticas são formidáveis.

(Claudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/a-escola-dos-meus-sonhos-para-50-milhoesde-alunos/?utm_source=estadao:mail Publicado em 06.12.2020. Adaptado

Considere as frases elaboradas com base no texto.

• O aluno ouve inúmeras explicações acerca do conteúdo, mas nem sempre .

• Os vídeos educativos podem chegar a muitos estudantes, rompendo distâncias e os tópicos de maneira eficaz.

• Enquanto um especialista prepara atividades, outro pode em sala de aula.

De acordo com a norma-padrão de emprego e de colocação dos pronomes, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, por:

 

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A escola dos meus sonhos

Fico imaginando a minha escola ideal. Summer Hill? Waldorf? Eton? Mas o êxito dessas escolas depende de condições muito especiais. São filhas únicas e donzelas delicadas. O real desafio é inventar uma escola que seja boa e possa ser reproduzida para os nossos 50 milhões de alunos. Aqui vão meus devaneios.

Para começar, a escola tem de ensinar menos, para que os alunos aprendam mais. Há 27 tópicos na Matemática da nossa 4a série e 4 em Cingapura. Sem tempo para aprofundar cada ponto, o aluno ouve falar de tudo e não domina nada.

Cito um americano que sempre teve terríveis dificuldades com a Matemática. Foi ser carpinteiro. A casa típica daquele país é feita de madeira e sua planta requer alguns cálculos. Criou então, para escolas, o programa If I Had a Hammer (Se eu tivesse um martelo), no qual os alunos desenham e constroem pequenas casas. Semanas depois, as notas de Matemática dão um salto. Não adianta ouvir sermões. O que serve é viver situações que favoreçam o amadurecimento.

Isso tudo não passará de uma utopia delirante sem fórmulas para materializá-la, por isso precisamos da tecnologia para suprir, a distância, o que não existe perto.

Quando participava da formulação do Telecurso 2000, uma das melhores professoras supervisionou a montagem de um protótipo de aula. A sua preparação era sofisticada e atores profissionais atuavam em cena. Ao ver a projeção, ficou claríssimo que ela própria não seria capaz de dar uma aula tão boa. E o vídeo podia chegar a milhares de alunos.

Com atores ou com aqueles professores que são geniais em sala de aula, por que gastar o tempo dos mestres forçando-os a repetir a mesma aula, dia após dia? Melhor que se dediquem a interagir e dar mais protagonismo aos alunos. Para isso, devem ser abastecidos com sugestões minuciosas de como proceder. É hora de propor projetos inteligentes e que explorem as conexões da teoria com a prática.

A educação precisa incorporar a divisão de trabalho e a especialização de funções. Um sabe mais teoria, outro se especializa na preparação de materiais de ensino, e assim por diante. Na sala de aula não precisamos de um gênio polivalente, mas de alguém para liderar o processo, motivar, ajudar e atender os que tropeçam. Na sua retaguarda deve ter um exército de especialistas, chegando a ele pela via dos abundantes avanços das tecnologias digitais.

Pelo menos na teoria, a viabilidade dessa escola dos meus sonhos é assegurada por uma complementaridade bem articulada do que acontece na aula com o que é preparado em agências centrais, que devem respaldar a escola com uma imensidão de recursos. E a tecnologia permite essa fluidez.

Materializar um plano tão ambicioso está no reino das utopias. Julgo que tecnicamente é viável e faz todo o sentido. Porém as barreiras institucionais e políticas são formidáveis.

(Claudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/a-escola-dos-meus-sonhos-para-50-milhoesde-alunos/?utm_source=estadao:mail Publicado em 06.12.2020. Adaptado

O trecho reescrito a partir do texto apresenta o sinal indicativo de crase empregado corretamente em:

 

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A escola dos meus sonhos

Fico imaginando a minha escola ideal. Summer Hill? Waldorf? Eton? Mas o êxito dessas escolas depende de condições muito especiais. São filhas únicas e donzelas delicadas. O real desafio é inventar uma escola que seja boa e possa ser reproduzida para os nossos 50 milhões de alunos. Aqui vão meus devaneios.

Para começar, a escola tem de ensinar menos, para que os alunos aprendam mais. Há 27 tópicos na Matemática da nossa 4a série e 4 em Cingapura. Sem tempo para aprofundar cada ponto, o aluno ouve falar de tudo e não domina nada.

Cito um americano que sempre teve terríveis dificuldades com a Matemática. Foi ser carpinteiro. A casa típica daquele país é feita de madeira e sua planta requer alguns cálculos. Criou então, para escolas, o programa If I Had a Hammer (Se eu tivesse um martelo), no qual os alunos desenham e constroem pequenas casas. Semanas depois, as notas de Matemática dão um salto. Não adianta ouvir sermões. O que serve é viver situações que favoreçam o amadurecimento.

Isso tudo não passará de uma utopia delirante sem fórmulas para materializá-la, por isso precisamos da tecnologia para suprir, a distância, o que não existe perto.

Quando participava da formulação do Telecurso 2000, uma das melhores professoras supervisionou a montagem de um protótipo de aula. A sua preparação era sofisticada e atores profissionais atuavam em cena. Ao ver a projeção, ficou claríssimo que ela própria não seria capaz de dar uma aula tão boa. E o vídeo podia chegar a milhares de alunos.

Com atores ou com aqueles professores que são geniais em sala de aula, por que gastar o tempo dos mestres forçando-os a repetir a mesma aula, dia após dia? Melhor que se dediquem a interagir e dar mais protagonismo aos alunos. Para isso, devem ser abastecidos com sugestões minuciosas de como proceder. É hora de propor projetos inteligentes e que explorem as conexões da teoria com a prática.

A educação precisa incorporar a divisão de trabalho e a especialização de funções. Um sabe mais teoria, outro se especializa na preparação de materiais de ensino, e assim por diante. Na sala de aula não precisamos de um gênio polivalente, mas de alguém para liderar o processo, motivar, ajudar e atender os que tropeçam. Na sua retaguarda deve ter um exército de especialistas, chegando a ele pela via dos abundantes avanços das tecnologias digitais.

Pelo menos na teoria, a viabilidade dessa escola dos meus sonhos é assegurada por uma complementaridade bem articulada do que acontece na aula com o que é preparado em agências centrais, que devem respaldar a escola com uma imensidão de recursos. E a tecnologia permite essa fluidez.

Materializar um plano tão ambicioso está no reino das utopias. Julgo que tecnicamente é viável e faz todo o sentido. Porém as barreiras institucionais e políticas são formidáveis.

(Claudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/a-escola-dos-meus-sonhos-para-50-milhoesde-alunos/?utm_source=estadao:mail Publicado em 06.12.2020. Adaptado

Assinale a alternativa em que a frase do sexto parágrafo apresenta a inserção de circunstância adverbial de modo: É hora de propor projetos inteligentes e que...

 

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A escola dos meus sonhos

Fico imaginando a minha escola ideal. Summer Hill? Waldorf? Eton? Mas o êxito dessas escolas depende de condições muito especiais. São filhas únicas e donzelas delicadas. O real desafio é inventar uma escola que seja boa e possa ser reproduzida para os nossos 50 milhões de alunos. Aqui vão meus devaneios.

Para começar, a escola tem de ensinar menos, para que os alunos aprendam mais. Há 27 tópicos na Matemática da nossa 4a série e 4 em Cingapura. Sem tempo para aprofundar cada ponto, o aluno ouve falar de tudo e não domina nada.

Cito um americano que sempre teve terríveis dificuldades com a Matemática. Foi ser carpinteiro. A casa típica daquele país é feita de madeira e sua planta requer alguns cálculos. Criou então, para escolas, o programa If I Had a Hammer (Se eu tivesse um martelo), no qual os alunos desenham e constroem pequenas casas. Semanas depois, as notas de Matemática dão um salto. Não adianta ouvir sermões. O que serve é viver situações que favoreçam o amadurecimento.

Isso tudo não passará de uma utopia delirante sem fórmulas para materializá-la, por isso precisamos da tecnologia para suprir, a distância, o que não existe perto.

Quando participava da formulação do Telecurso 2000, uma das melhores professoras supervisionou a montagem de um protótipo de aula. A sua preparação era sofisticada e atores profissionais atuavam em cena. Ao ver a projeção, ficou claríssimo que ela própria não seria capaz de dar uma aula tão boa. E o vídeo podia chegar a milhares de alunos.

Com atores ou com aqueles professores que são geniais em sala de aula, por que gastar o tempo dos mestres forçando-os a repetir a mesma aula, dia após dia? Melhor que se dediquem a interagir e dar mais protagonismo aos alunos. Para isso, devem ser abastecidos com sugestões minuciosas de como proceder. É hora de propor projetos inteligentes e que explorem as conexões da teoria com a prática.

A educação precisa incorporar a divisão de trabalho e a especialização de funções. Um sabe mais teoria, outro se especializa na preparação de materiais de ensino, e assim por diante. Na sala de aula não precisamos de um gênio polivalente, mas de alguém para liderar o processo, motivar, ajudar e atender os que tropeçam. Na sua retaguarda deve ter um exército de especialistas, chegando a ele pela via dos abundantes avanços das tecnologias digitais.

Pelo menos na teoria, a viabilidade dessa escola dos meus sonhos é assegurada por uma complementaridade bem articulada do que acontece na aula com o que é preparado em agências centrais, que devem respaldar a escola com uma imensidão de recursos. E a tecnologia permite essa fluidez.

Materializar um plano tão ambicioso está no reino das utopias. Julgo que tecnicamente é viável e faz todo o sentido. Porém as barreiras institucionais e políticas são formidáveis.

(Claudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/a-escola-dos-meus-sonhos-para-50-milhoesde-alunos/?utm_source=estadao:mail Publicado em 06.12.2020. Adaptado

Considere os trechos do texto.

• Não adianta ouvir sermões, o que serve é viver situações... (3º parágrafo)

• ... alguém para liderar o processo, motivar, ajudar e atender os que tropeçam, , na sua retaguarda deve ter um exército de especialistas... (7º parágrafo)

• Materializar um plano tão ambicioso está no reino das utopias, julgo que tecnicamente é viável... (último parágrafo)

Para que as relações estabelecidas entre os trechos sejam, respectivamente, de explicação, conclusão e oposição, e estejam em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas por:

 

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A escola dos meus sonhos

Fico imaginando a minha escola ideal. Summer Hill? Waldorf? Eton? Mas o êxito dessas escolas depende de condições muito especiais. São filhas únicas e donzelas delicadas. O real desafio é inventar uma escola que seja boa e possa ser reproduzida para os nossos 50 milhões de alunos. Aqui vão meus devaneios.

Para começar, a escola tem de ensinar menos, para que os alunos aprendam mais. Há 27 tópicos na Matemática da nossa 4a série e 4 em Cingapura. Sem tempo para aprofundar cada ponto, o aluno ouve falar de tudo e não domina nada.

Cito um americano que sempre teve terríveis dificuldades com a Matemática. Foi ser carpinteiro. A casa típica daquele país é feita de madeira e sua planta requer alguns cálculos. Criou então, para escolas, o programa If I Had a Hammer (Se eu tivesse um martelo), no qual os alunos desenham e constroem pequenas casas. Semanas depois, as notas de Matemática dão um salto. Não adianta ouvir sermões. O que serve é viver situações que favoreçam o amadurecimento.

Isso tudo não passará de uma utopia delirante sem fórmulas para materializá-la, por isso precisamos da tecnologia para suprir, a distância, o que não existe perto.

Quando participava da formulação do Telecurso 2000, uma das melhores professoras supervisionou a montagem de um protótipo de aula. A sua preparação era sofisticada e atores profissionais atuavam em cena. Ao ver a projeção, ficou claríssimo que ela própria não seria capaz de dar uma aula tão boa. E o vídeo podia chegar a milhares de alunos.

Com atores ou com aqueles professores que são geniais em sala de aula, por que gastar o tempo dos mestres forçando-os a repetir a mesma aula, dia após dia? Melhor que se dediquem a interagir e dar mais protagonismo aos alunos. Para isso, devem ser abastecidos com sugestões minuciosas de como proceder. É hora de propor projetos inteligentes e que explorem as conexões da teoria com a prática.

A educação precisa incorporar a divisão de trabalho e a especialização de funções. Um sabe mais teoria, outro se especializa na preparação de materiais de ensino, e assim por diante. Na sala de aula não precisamos de um gênio polivalente, mas de alguém para liderar o processo, motivar, ajudar e atender os que tropeçam. Na sua retaguarda deve ter um exército de especialistas, chegando a ele pela via dos abundantes avanços das tecnologias digitais.

Pelo menos na teoria, a viabilidade dessa escola dos meus sonhos é assegurada por uma complementaridade bem articulada do que acontece na aula com o que é preparado em agências centrais, que devem respaldar a escola com uma imensidão de recursos. E a tecnologia permite essa fluidez.

Materializar um plano tão ambicioso está no reino das utopias. Julgo que tecnicamente é viável e faz todo o sentido. Porém as barreiras institucionais e políticas são formidáveis.

(Claudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/a-escola-dos-meus-sonhos-para-50-milhoesde-alunos/?utm_source=estadao:mail Publicado em 06.12.2020. Adaptado

Assinale a alternativa em que as duas passagens do texto apresentam palavras e/ou expressões em sentido figurado.

 

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A escola dos meus sonhos

Fico imaginando a minha escola ideal. Summer Hill? Waldorf? Eton? Mas o êxito dessas escolas depende de condições muito especiais. São filhas únicas e donzelas delicadas. O real desafio é inventar uma escola que seja boa e possa ser reproduzida para os nossos 50 milhões de alunos. Aqui vão meus devaneios.

Para começar, a escola tem de ensinar menos, para que os alunos aprendam mais. Há 27 tópicos na Matemática da nossa 4a série e 4 em Cingapura. Sem tempo para aprofundar cada ponto, o aluno ouve falar de tudo e não domina nada.

Cito um americano que sempre teve terríveis dificuldades com a Matemática. Foi ser carpinteiro. A casa típica daquele país é feita de madeira e sua planta requer alguns cálculos. Criou então, para escolas, o programa If I Had a Hammer (Se eu tivesse um martelo), no qual os alunos desenham e constroem pequenas casas. Semanas depois, as notas de Matemática dão um salto. Não adianta ouvir sermões. O que serve é viver situações que favoreçam o amadurecimento.

Isso tudo não passará de uma utopia delirante sem fórmulas para materializá-la, por isso precisamos da tecnologia para suprir, a distância, o que não existe perto.

Quando participava da formulação do Telecurso 2000, uma das melhores professoras supervisionou a montagem de um protótipo de aula. A sua preparação era sofisticada e atores profissionais atuavam em cena. Ao ver a projeção, ficou claríssimo que ela própria não seria capaz de dar uma aula tão boa. E o vídeo podia chegar a milhares de alunos.

Com atores ou com aqueles professores que são geniais em sala de aula, por que gastar o tempo dos mestres forçando-os a repetir a mesma aula, dia após dia? Melhor que se dediquem a interagir e dar mais protagonismo aos alunos. Para isso, devem ser abastecidos com sugestões minuciosas de como proceder. É hora de propor projetos inteligentes e que explorem as conexões da teoria com a prática.

A educação precisa incorporar a divisão de trabalho e a especialização de funções. Um sabe mais teoria, outro se especializa na preparação de materiais de ensino, e assim por diante. Na sala de aula não precisamos de um gênio polivalente, mas de alguém para liderar o processo, motivar, ajudar e atender os que tropeçam. Na sua retaguarda deve ter um exército de especialistas, chegando a ele pela via dos abundantes avanços das tecnologias digitais.

Pelo menos na teoria, a viabilidade dessa escola dos meus sonhos é assegurada por uma complementaridade bem articulada do que acontece na aula com o que é preparado em agências centrais, que devem respaldar a escola com uma imensidão de recursos. E a tecnologia permite essa fluidez.

Materializar um plano tão ambicioso está no reino das utopias. Julgo que tecnicamente é viável e faz todo o sentido. Porém as barreiras institucionais e políticas são formidáveis.

(Claudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/a-escola-dos-meus-sonhos-para-50-milhoesde-alunos/?utm_source=estadao:mail Publicado em 06.12.2020. Adaptado

Considere as passagens do texto.

O real desafio é inventar uma escola que seja boa... (1º parágrafo)

• Porém as barreiras institucionais e políticas são formidáveis. (último parágrafo)

Os trechos destacados estão reescritos preservando o sentido do texto na alternativa:

 

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