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According to Bakhtin and Voloshinov, language should
primarily be understood as:
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For Bakhtin, the utterance must be understood as:
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Analise as sentenças a seguir quanto à colocação pronominal:
I. Sempre se colocou à frente de seu tempo.
II. Quem me explicará as razões dessa decisão?
III. Ele queria lhe falar sobre as mudanças que promoveria no setor.
IV. Após a reunião, todos se recordarão das decisões tomadas democraticamente.
A colocação pronominal está correta em:
I. Sempre se colocou à frente de seu tempo.
II. Quem me explicará as razões dessa decisão?
III. Ele queria lhe falar sobre as mudanças que promoveria no setor.
IV. Após a reunião, todos se recordarão das decisões tomadas democraticamente.
A colocação pronominal está correta em:
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Assinale a alternativa que apresenta o correto uso da
pontuação em todas as ocorrências da sentença:
(Excertos retirados e adaptados de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/09/26/de-quanta s-horas-de-sono-voce-realmente-precisa-em-cada-etapa-da-vida.htm. Acesso em 01 out. 2025.)
(Excertos retirados e adaptados de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/09/26/de-quanta s-horas-de-sono-voce-realmente-precisa-em-cada-etapa-da-vida.htm. Acesso em 01 out. 2025.)
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quem são os povos quilombolas?
Os povos quilombolas são descendentes de pessoas negras escravizadas que resistiram à escravidão no Brasil. Durante os séculos de escravidão no país, muitos fugiram das fazendas de café e das plantações de cana-de-açúcar e formaram comunidades conhecidas como quilombos, geralmente em áreas de difícil acesso, como as matas.
O termo "quilombo" vem da língua banto e significa "povoação". Essas comunidades funcionavam com base na coletividade com desenvolvimento social, econômico e político. Com o tempo, mesmo após a destruição de muitos quilombos, as comunidades sobreviventes se fortaleceram e passaram a preservar suas tradições e identidades.
Atualmente, segundo o Decreto n.º 4.887/2023, uma comunidade quilombola é um grupo étnico-racial que se autodeclara como tal, ou seja, que se reconhece como descendente de quilombo e mantém práticas culturais, sociais e religiosas próprias. O reconhecimento leva em conta critérios étnico-raciais e culturais, respeitando o direito à autodeclaração, algo fundamental para a valorização da diversidade e da identidade quilombola no país.
Os quilombolas são agricultores, guardiãs de sementes, marisqueiras e pescadores, apanhadores de flores, de coco-babaçu, de açaí, de buriti e outras práticas com base no cultivo.
Um dos quilombos mais conhecidos da história do Brasil é o Quilombo dos Palmares, fundado no século XVI na região da Serra da Barriga, localizada em Alagoas. [...] Durante quase cem anos, Palmares resistiu aos ataques de tropas portuguesas, holandesas e bandeirantes paulistas, sendo destruído em 1695. [...] Os ataques aos quilombos aconteciam porque os negros escravizados fugiam das fazendas, em busca de liberdade e para escapar de violências que sofriam. Muitos quilombolas foram mortos por resistirem à recaptura e suas moradias destruídas. Essa destruição também tinha o objetivo de impedir que os fugitivos cultivassem a terra, inclusive a cana-de-açúcar. Para os senhores de engenho, atacar o Quilombo dos Palmares significava não apenas recuperar a mão de obra escravizada, mas também garantir que o plantio de cana ficasse restrito às suas próprias fazendas. [...]
Atualmente, os quilombos continuam sendo espaços de preservação cultural e resistência. Nessas comunidades, os quilombolas mantêm costumes, religiões, formas de plantio, culinária e conhecimentos tradicionais passados de geração em geração.
[...]
Quilombolas e o meio ambiente
Os povos quilombolas vivem em regiões com grande riqueza natural e podem exercer papel importante na proteção desses espaços. Ao proteger florestas, rios e manguezais, essas comunidades ajudam a evitar a degradação ambiental e garantem a manutenção do equilíbrio da natureza. [...] Eles também se organizam, muitas vezes, para enfrentar ameaças como a pesca predatória, o despejo de resíduos e o avanço de empreendimentos que colocam em risco o meio ambiente.
Os quilombolas combinam conhecimento ancestral com a ação coletiva para defender seus territórios. Um exemplo é o Quilombo Kalunga, localizado na Chapada dos Veadeiros (Goiás). Em 2023, moradores atuaram como brigadistas na prevenção de incêndios florestais. O conhecimento tradicional dos kalungas sobre o manejo do fogo, somada às técnicas de pesquisadores do Cerrado que atuam junto ao quilombo, contribuíram para reduzir os incêndios e facilitar o trabalho dos agricultores locais. [...]
Diante dos efeitos das mudanças climáticas, a preservação dos territórios quilombolas se torna ainda mais urgente. [...] No Brasil, por exemplo, a mudança climática afeta a produção de alimentos e a disponibilidade de água, o que atinge diretamente comunidades tradicionais que dependem da agricultura e dos recursos naturais. [...] Para essas comunidades, isso significa enfrentar dificuldades no acesso à água potável, riscos à segurança alimentar e à continuidade de práticas culturais ligadas à terra e à natureza.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/quilombolas/#quilombolas-e-o-meio-ambient e. Acesso em 29 set. 2025. Adaptado.)
"Os povos quilombolas são descendentes de pessoas negras escravizadas que resistiram à escravidão no Brasil. Durante os séculos de escravidão no país, muitos fugiram das fazendas de café e das plantações de cana-de-açúcar e formaram comunidades conhecidas como quilombos, geralmente em áreas de difícil acesso, como as matas."
I. No primeiro período do excerto, tem-se uma oração subordinada adjetiva restritiva, cuja função é delimitar a parte de um todo. Se for posta uma vírgula, separando-a da oração principal, ela passa a ser explicativa, perdendo seu caráter restritivo: "Os povos quilombolas são descendentes de pessoas negras escravizadas, que resistiram à escravidão no Brasil".
II. Ainda a respeito do primeiro período, o pronome relativo "que" pode ser substituído por "os quais", mantendo a coesão referencial.
III. A expressão "Durante os séculos de escravidão no país" exerce a função de adjunto adverbial, localizando temporalmente a informação que segue, logo, ela modifica toda a oração seguinte.
IV. No segundo período, tem-se o uso da conjunção aditiva "e". Na primeira ocorrência, ela articula uma enumeração, conectando duas unidades com mesma função no período. Na segunda, articula uma oração coordenada, estabelecendo uma relação de adição.
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quem são os povos quilombolas?
Os povos quilombolas são descendentes de pessoas negras escravizadas que resistiram à escravidão no Brasil. Durante os séculos de escravidão no país, muitos fugiram das fazendas de café e das plantações de cana-de-açúcar e formaram comunidades conhecidas como quilombos, geralmente em áreas de difícil acesso, como as matas.
O termo "quilombo" vem da língua banto e significa "povoação". Essas comunidades funcionavam com base na coletividade com desenvolvimento social, econômico e político. Com o tempo, mesmo após a destruição de muitos quilombos, as comunidades sobreviventes se fortaleceram e passaram a preservar suas tradições e identidades.
Atualmente, segundo o Decreto n.º 4.887/2023, uma comunidade quilombola é um grupo étnico-racial que se autodeclara como tal, ou seja, que se reconhece como descendente de quilombo e mantém práticas culturais, sociais e religiosas próprias. O reconhecimento leva em conta critérios étnico-raciais e culturais, respeitando o direito à autodeclaração, algo fundamental para a valorização da diversidade e da identidade quilombola no país.
Os quilombolas são agricultores, guardiãs de sementes, marisqueiras e pescadores, apanhadores de flores, de coco-babaçu, de açaí, de buriti e outras práticas com base no cultivo.
Um dos quilombos mais conhecidos da história do Brasil é o Quilombo dos Palmares, fundado no século XVI na região da Serra da Barriga, localizada em Alagoas. [...] Durante quase cem anos, Palmares resistiu aos ataques de tropas portuguesas, holandesas e bandeirantes paulistas, sendo destruído em 1695. [...] Os ataques aos quilombos aconteciam porque os negros escravizados fugiam das fazendas, em busca de liberdade e para escapar de violências que sofriam. Muitos quilombolas foram mortos por resistirem à recaptura e suas moradias destruídas. Essa destruição também tinha o objetivo de impedir que os fugitivos cultivassem a terra, inclusive a cana-de-açúcar. Para os senhores de engenho, atacar o Quilombo dos Palmares significava não apenas recuperar a mão de obra escravizada, mas também garantir que o plantio de cana ficasse restrito às suas próprias fazendas. [...]
Atualmente, os quilombos continuam sendo espaços de preservação cultural e resistência. Nessas comunidades, os quilombolas mantêm costumes, religiões, formas de plantio, culinária e conhecimentos tradicionais passados de geração em geração.
[...]
Quilombolas e o meio ambiente
Os povos quilombolas vivem em regiões com grande riqueza natural e podem exercer papel importante na proteção desses espaços. Ao proteger florestas, rios e manguezais, essas comunidades ajudam a evitar a degradação ambiental e garantem a manutenção do equilíbrio da natureza. [...] Eles também se organizam, muitas vezes, para enfrentar ameaças como a pesca predatória, o despejo de resíduos e o avanço de empreendimentos que colocam em risco o meio ambiente.
Os quilombolas combinam conhecimento ancestral com a ação coletiva para defender seus territórios. Um exemplo é o Quilombo Kalunga, localizado na Chapada dos Veadeiros (Goiás). Em 2023, moradores atuaram como brigadistas na prevenção de incêndios florestais. O conhecimento tradicional dos kalungas sobre o manejo do fogo, somada às técnicas de pesquisadores do Cerrado que atuam junto ao quilombo, contribuíram para reduzir os incêndios e facilitar o trabalho dos agricultores locais. [...]
Diante dos efeitos das mudanças climáticas, a preservação dos territórios quilombolas se torna ainda mais urgente. [...] No Brasil, por exemplo, a mudança climática afeta a produção de alimentos e a disponibilidade de água, o que atinge diretamente comunidades tradicionais que dependem da agricultura e dos recursos naturais. [...] Para essas comunidades, isso significa enfrentar dificuldades no acesso à água potável, riscos à segurança alimentar e à continuidade de práticas culturais ligadas à terra e à natureza.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/quilombolas/#quilombolas-e-o-meio-ambient e. Acesso em 29 set. 2025. Adaptado.)
"O conhecimento tradicional dos kalungas sobre o manejo do fogo, somada às técnicas de pesquisadores do Cerrado que atuam junto ao quilombo, contribuíram para reduzir os incêndios e facilitar o trabalho dos agricultores locais".
I. A concordância do verbo "contribuir" está adequada, pois concorda com seu sujeito, cujo núcleo é "conhecimento" e "técnicas".
II. Há uma inadequação na concordância da palavra "somada". Por ela ter como referente a palavra "conhecimento", deveria estar no masculino: O conhecimento tradicional dos kalungas sobre o manejo do fogo, somado às técnicas... Isso se dá porque verbos no particípio têm valor adjetivo, concordando com o substantivo a que se referem.
III. A concordância do verbo "atuar" está adequada conforme a norma padrão, pois, ele se refere ao pronome relativo "que" e esse pronome tem como referente "pesquisadores".
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quem são os povos quilombolas?
Os povos quilombolas são descendentes de pessoas negras escravizadas que resistiram à escravidão no Brasil. Durante os séculos de escravidão no país, muitos fugiram das fazendas de café e das plantações de cana-de-açúcar e formaram comunidades conhecidas como quilombos, geralmente em áreas de difícil acesso, como as matas.
O termo "quilombo" vem da língua banto e significa "povoação". Essas comunidades funcionavam com base na coletividade com desenvolvimento social, econômico e político. Com o tempo, mesmo após a destruição de muitos quilombos, as comunidades sobreviventes se fortaleceram e passaram a preservar suas tradições e identidades.
Atualmente, segundo o Decreto n.º 4.887/2023, uma comunidade quilombola é um grupo étnico-racial que se autodeclara como tal, ou seja, que se reconhece como descendente de quilombo e mantém práticas culturais, sociais e religiosas próprias. O reconhecimento leva em conta critérios étnico-raciais e culturais, respeitando o direito à autodeclaração, algo fundamental para a valorização da diversidade e da identidade quilombola no país.
Os quilombolas são agricultores, guardiãs de sementes, marisqueiras e pescadores, apanhadores de flores, de coco-babaçu, de açaí, de buriti e outras práticas com base no cultivo.
Um dos quilombos mais conhecidos da história do Brasil é o Quilombo dos Palmares, fundado no século XVI na região da Serra da Barriga, localizada em Alagoas. [...] Durante quase cem anos, Palmares resistiu aos ataques de tropas portuguesas, holandesas e bandeirantes paulistas, sendo destruído em 1695. [...] Os ataques aos quilombos aconteciam porque os negros escravizados fugiam das fazendas, em busca de liberdade e para escapar de violências que sofriam. Muitos quilombolas foram mortos por resistirem à recaptura e suas moradias destruídas. Essa destruição também tinha o objetivo de impedir que os fugitivos cultivassem a terra, inclusive a cana-de-açúcar. Para os senhores de engenho, atacar o Quilombo dos Palmares significava não apenas recuperar a mão de obra escravizada, mas também garantir que o plantio de cana ficasse restrito às suas próprias fazendas. [...]
Atualmente, os quilombos continuam sendo espaços de preservação cultural e resistência. Nessas comunidades, os quilombolas mantêm costumes, religiões, formas de plantio, culinária e conhecimentos tradicionais passados de geração em geração.
[...]
Quilombolas e o meio ambiente
Os povos quilombolas vivem em regiões com grande riqueza natural e podem exercer papel importante na proteção desses espaços. Ao proteger florestas, rios e manguezais, essas comunidades ajudam a evitar a degradação ambiental e garantem a manutenção do equilíbrio da natureza. [...] Eles também se organizam, muitas vezes, para enfrentar ameaças como a pesca predatória, o despejo de resíduos e o avanço de empreendimentos que colocam em risco o meio ambiente.
Os quilombolas combinam conhecimento ancestral com a ação coletiva para defender seus territórios. Um exemplo é o Quilombo Kalunga, localizado na Chapada dos Veadeiros (Goiás). Em 2023, moradores atuaram como brigadistas na prevenção de incêndios florestais. O conhecimento tradicional dos kalungas sobre o manejo do fogo, somada às técnicas de pesquisadores do Cerrado que atuam junto ao quilombo, contribuíram para reduzir os incêndios e facilitar o trabalho dos agricultores locais. [...]
Diante dos efeitos das mudanças climáticas, a preservação dos territórios quilombolas se torna ainda mais urgente. [...] No Brasil, por exemplo, a mudança climática afeta a produção de alimentos e a disponibilidade de água, o que atinge diretamente comunidades tradicionais que dependem da agricultura e dos recursos naturais. [...] Para essas comunidades, isso significa enfrentar dificuldades no acesso à água potável, riscos à segurança alimentar e à continuidade de práticas culturais ligadas à terra e à natureza.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/quilombolas/#quilombolas-e-o-meio-ambient e. Acesso em 29 set. 2025. Adaptado.)
"Diante dos efeitos das mudanças climáticas, a preservação dos territórios quilombolas se torna ainda mais urgente. [...] No Brasil, por exemplo, a mudança climática afeta a produção de alimentos e a disponibilidade de água, o que atinge diretamente comunidades tradicionais que dependem da agricultura e dos recursos naturais. [...] Para essas comunidades, isso significa enfrentar dificuldades no acesso à água potável, riscos à segurança alimentar e à continuidade de práticas culturais ligadas à terra e à natureza".
I. A crase em "acesso à água potável" se dá porque o substantivo "acesso" é regido pela preposição "a" que, no contexto, se une ao artigo definido que acompanha "água", exigindo o uso do acento grave.
II. Em "riscos à segurança alimentar e à continuidade de práticas culturais", a palavra "risco(s)" é, nesse contexto, regida pela preposição "a". Porém, essa mesma palavra pode ser regida pela preposição "para", que pode substituir "a", sem prejuízo no sentido. Nesse caso, uma redação adequada para o trecho é: riscos para a segurança alimentar e para a continuidade de práticas culturais.
III. Em "a mudança climática afeta a produção de alimentos e a disponibilidade de água", há uma inadequação da regência verbal de "afetar". Esse verbo, no sentido de "atingir" é transitivo indireto, pedindo a regência da preposição "a", portanto, a redação correta seria "a mudança climática afeta à produção de alimentos e à disponibilidade de água".
IV. Em "dependem da agricultura e dos recursos naturais", a regência verbal está adequadamente estabelecida, uma vez que o verbo "depender" é transitivo indireto, regido apenas pela preposição "de".
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Leia o texto que segue. Ele foi extraído da obra Ideias para adiar o fim do mundo, composta por duas palestras e uma entrevista feitas por Ailton Krenak e que foram transcritas e organizadas no livro.
"Nosso tempo é especialista em criar ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta, faz chover. O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. Então, pregam o fim do mundo como uma possibilidade de fazer a gente desistir dos nossos próprios sonhos. E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim."
(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 13.)
"O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida".
(__) A palavra "zumbi" foi usada em sentido figurado, caracterizando e restringindo o substantivo "humanidade", ou seja, aquela que apenas vagueia na vida, que está morta-viva, à espera do fim.
(__) Nesse contexto, o verbo "convocar" (no particípio, "convocados") tem como sinônimo o verbo "invocar", o qual pode substitui-lo mantendo o sentido: "O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo invocados a integrar..."
(__) A palavra "fruição" foi usada adequadamente e tem o sentido de "desfrute, proveito, gozo, prazer".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Leia o texto que segue. Ele foi extraído da obra Ideias para adiar o fim do mundo, composta por duas palestras e uma entrevista feitas por Ailton Krenak e que foram transcritas e organizadas no livro.
"Nosso tempo é especialista em criar ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta, faz chover. O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. Então, pregam o fim do mundo como uma possibilidade de fazer a gente desistir dos nossos próprios sonhos. E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim."
(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 13.)
I. O dançar, o cantar e o contar histórias são exemplos de experiências de vida que Krenak mobiliza para comparar, de alguma maneira, duas instâncias da nossa sociedade: a das pessoas comprometidas com o desenvolvimento, que levam a sério o fim do mundo, e a das pessoas hipnotizadas pelo prazer, pela vida desregrada e sem compromisso social.
II. Ainda que vivamos em um tempo especialista em destruir, de alguma forma, o sentido de viver em sociedade, há coletivos espalhados pelo mundo que resistem a essa vida sem sentido, indo na contramão de um mundo que, convencido de seu fim, não sonha mais, não constrói sentidos para o viver.
III. A humanidade que tem sido ofertada pelo nosso tempo é uma humanidade que não tolera o prazer. Para nos convencer a fazer parte dessa humanidade, o argumento está no fim do mundo, que se aproxima, logo, não há pelo que sonhar. Para Krenak, adiar o fim do mundo está em o ser humano não ceder a essa humanidade zumbi, mas resistir, tendo mais uma história para contar.
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Leia o texto que segue. Ele foi extraído da obra Ideias para adiar o fim do mundo, composta por duas palestras e uma entrevista feitas por Ailton Krenak e que foram transcritas e organizadas no livro.
"Nosso tempo é especialista em criar ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta, faz chover. O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. Então, pregam o fim do mundo como uma possibilidade de fazer a gente desistir dos nossos próprios sonhos. E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim."
(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 13.)
"E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim."
(__) A expressão "contar mais uma história" se refere a uma vida com sentido, pois, para contar mais uma história é preciso viver, o que, de acordo com o texto, pede de nós movimento, vida em sociedade, sonhos.
(__) A palavra "sempre" é um advérbio, desempenhando a função de adjunto adverbial. No caso do excerto, ele modifica a locução verbal "poder contar", conferindo-lhe uma noção de constância, de continuidade. Essa construção estabelece o sentido pretendido por Krenak de que, contando mais uma história continuamente, adiamos o fim do mundo.
(__) A locução verbal "estaremos adiando" (estar + gerúndio) é comumente usada em textos orais, como é o caso da palestra. Ela poderia ser substituída por "adiaremos", mantendo o sentido do texto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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