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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como o equilíbrio nutricional influencia nossas
emoções?
O que colocamos no prato tem impacto direto sobre
nosso bem-estar. Entenda como a falta de nutrientes
pode gerar ansiedade, irritação e o que fazer para
recuperar a harmonia entre corpo e mente
Mariana Suzuki
Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de
sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber
que a concentração simplesmente desapareceu no meio
do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no
prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia
no emocional mostra que a alimentação vai muito além
da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a
disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o
que comer, como comer e até em que ritmo − podem
transformar a maneira como sentimos e encaramos cada
momento do dia.
O corpo e a mente em desequilíbrio
Quando a alimentação está desregulada, o emocional
também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes
de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando
diretamente a produção de energia e de substâncias
relacionadas ao bem-estar, como serotonina e
dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e
dificuldade de concentração", explica Brenda Arita,
nutricionista da Fundação Conecta ABA.
Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da
INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que
carências nutricionais intensifiquem sintomas de
ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses
nutrientes pode levar à diminuição na produção de
serotonina e dopamina, resultando em mau humor,
tristeza, ansiedade e irritabilidade."
Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do
complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos
provenientes das proteínas, como o triptofano, que
participam da produção de serotonina, o chamado
"hormônio do bem-estar", segundo Brenda.
A nutricionista também ressalta a importância do
intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino
e o cérebro se comunicam constantemente por meio do
chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da
serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota
intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar
mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal −
causado por estresse ou alimentação pobre em fibras −
pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e
digestão difícil."
(Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influencia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
I.Pequenas escolhas − o que comer, como comer e até em que ritmo − podem transformar a maneira como sentimos e encaramos cada momento do dia.
II.Por outro lado, o desequilíbrio intestinal − causado por estresse ou alimentação pobre em fibras − pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e digestão difícil.
O uso dos travessões nos dois excertos está correto e se justifica por delimitar um adendo, um comentário ou uma ponderação que se intercala no discurso (por causa da intercalação, há duas ocorrências do travessão dentro de cada período a fim de demarcá-la). Eles podem ser substituídos por outros sinais de pontuação, sem causar prejuízo no sentido do texto, mas essa escolha não é aleatória, ela depende do contexto. Tendo isso em consideração, assinale a alternativa que apresenta corretamente os sinais que podem ser usados em cada um dos excertos, substituindo os travessões (nas duas ocorrências dentro de cada exemplo dado):
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Como o equilíbrio nutricional influencia nossas
emoções?
O que colocamos no prato tem impacto direto sobre
nosso bem-estar. Entenda como a falta de nutrientes
pode gerar ansiedade, irritação e o que fazer para
recuperar a harmonia entre corpo e mente
Mariana Suzuki
Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de
sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber
que a concentração simplesmente desapareceu no meio
do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no
prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia
no emocional mostra que a alimentação vai muito além
da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a
disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o
que comer, como comer e até em que ritmo − podem
transformar a maneira como sentimos e encaramos cada
momento do dia.
O corpo e a mente em desequilíbrio
Quando a alimentação está desregulada, o emocional
também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes
de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando
diretamente a produção de energia e de substâncias
relacionadas ao bem-estar, como serotonina e
dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e
dificuldade de concentração", explica Brenda Arita,
nutricionista da Fundação Conecta ABA.
Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da
INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que
carências nutricionais intensifiquem sintomas de
ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses
nutrientes pode levar à diminuição na produção de
serotonina e dopamina, resultando em mau humor,
tristeza, ansiedade e irritabilidade."
Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do
complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos
provenientes das proteínas, como o triptofano, que
participam da produção de serotonina, o chamado
"hormônio do bem-estar", segundo Brenda.
A nutricionista também ressalta a importância do
intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino
e o cérebro se comunicam constantemente por meio do
chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da
serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota
intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar
mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal −
causado por estresse ou alimentação pobre em fibras −
pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e
digestão difícil."
(Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influencia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
"A nutricionista também ressalta a importância do intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente."
A respeito da palavra também , nesse contexto, é correto afirmar que:
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Como o equilíbrio nutricional influencia nossas
emoções?
O que colocamos no prato tem impacto direto sobre
nosso bem-estar. Entenda como a falta de nutrientes
pode gerar ansiedade, irritação e o que fazer para
recuperar a harmonia entre corpo e mente
Mariana Suzuki
Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de
sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber
que a concentração simplesmente desapareceu no meio
do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no
prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia
no emocional mostra que a alimentação vai muito além
da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a
disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o
que comer, como comer e até em que ritmo − podem
transformar a maneira como sentimos e encaramos cada
momento do dia.
O corpo e a mente em desequilíbrio
Quando a alimentação está desregulada, o emocional
também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes
de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando
diretamente a produção de energia e de substâncias
relacionadas ao bem-estar, como serotonina e
dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e
dificuldade de concentração", explica Brenda Arita,
nutricionista da Fundação Conecta ABA.
Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da
INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que
carências nutricionais intensifiquem sintomas de
ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses
nutrientes pode levar à diminuição na produção de
serotonina e dopamina, resultando em mau humor,
tristeza, ansiedade e irritabilidade."
Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do
complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos
provenientes das proteínas, como o triptofano, que
participam da produção de serotonina, o chamado
"hormônio do bem-estar", segundo Brenda.
A nutricionista também ressalta a importância do
intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino
e o cérebro se comunicam constantemente por meio do
chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da
serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota
intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar
mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal −
causado por estresse ou alimentação pobre em fibras −
pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e
digestão difícil."
(Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influencia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
I.A introdução é encabeçada por uma enumeração de fatos articulados entre si por meio da coordenação de orações.
II.No primeiro período da introdução, a conjunção ou não exerce exatamente a relação de alternância, como se o sintoma do desequilíbrio nutricional fosse um ou outro dos elencados, mas podendo ocorrer mais de um ao mesmo tempo. É possível inferir isso a partir da mobilização de conhecimentos prévios do leitor em seu processo de interpretação, assim como pela construção, na sequência textual, do período "ela impacta diretamente o humor, a disposição e a clareza mental".
III.O trecho "Talvez a resposta esteja no que você colocou no prato" tem a função de problematizar os sintomas indicados no início do parágrafo e delimitar o enfoque temático, que está relacionado à alimentação. Dessa forma, a autora direciona o texto para aquilo se propõe a discutir.
É correto o que se afirma em:
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recuperar a harmonia entre corpo e mente
Mariana Suzuki
Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de
sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber
que a concentração simplesmente desapareceu no meio
do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no
prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia
no emocional mostra que a alimentação vai muito além
da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a
disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o
que comer, como comer e até em que ritmo − podem
transformar a maneira como sentimos e encaramos cada
momento do dia.
O corpo e a mente em desequilíbrio
Quando a alimentação está desregulada, o emocional
também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes
de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando
diretamente a produção de energia e de substâncias
relacionadas ao bem-estar, como serotonina e
dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e
dificuldade de concentração", explica Brenda Arita,
nutricionista da Fundação Conecta ABA.
Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da
INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que
carências nutricionais intensifiquem sintomas de
ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses
nutrientes pode levar à diminuição na produção de
serotonina e dopamina, resultando em mau humor,
tristeza, ansiedade e irritabilidade."
Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do
complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos
provenientes das proteínas, como o triptofano, que
participam da produção de serotonina, o chamado
"hormônio do bem-estar", segundo Brenda.
A nutricionista também ressalta a importância do
intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino
e o cérebro se comunicam constantemente por meio do
chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da
serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota
intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar
mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal −
causado por estresse ou alimentação pobre em fibras −
pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e
digestão difícil."
(Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influencia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
I.O pronome relativo "que" tem como referente "vitaminas do complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos provenientes das proteínas".
II.A preposição "entre" tem o sentido de "junto de" e não de "através de".
III.A grafia da palavra "bem-estar" é flexível, podendo ser escrita, no contexto do excerto, também sem hífen − "bem estar".
É correto o que se afirma em:
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nosso bem-estar. Entenda como a falta de nutrientes
pode gerar ansiedade, irritação e o que fazer para
recuperar a harmonia entre corpo e mente
Mariana Suzuki
Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de
sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber
que a concentração simplesmente desapareceu no meio
do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no
prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia
no emocional mostra que a alimentação vai muito além
da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a
disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o
que comer, como comer e até em que ritmo − podem
transformar a maneira como sentimos e encaramos cada
momento do dia.
O corpo e a mente em desequilíbrio
Quando a alimentação está desregulada, o emocional
também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes
de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando
diretamente a produção de energia e de substâncias
relacionadas ao bem-estar, como serotonina e
dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e
dificuldade de concentração", explica Brenda Arita,
nutricionista da Fundação Conecta ABA.
Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da
INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que
carências nutricionais intensifiquem sintomas de
ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses
nutrientes pode levar à diminuição na produção de
serotonina e dopamina, resultando em mau humor,
tristeza, ansiedade e irritabilidade."
Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do
complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos
provenientes das proteínas, como o triptofano, que
participam da produção de serotonina, o chamado
"hormônio do bem-estar", segundo Brenda.
A nutricionista também ressalta a importância do
intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino
e o cérebro se comunicam constantemente por meio do
chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da
serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota
intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar
mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal −
causado por estresse ou alimentação pobre em fibras −
pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e
digestão difícil."
(Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influencia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
(__)No 3º parágrafo, o termo "segundo" é uma preposição e poderia ser substituída pela locução prepositiva "de acordo com", "conforme". O mesmo ocorre no final do 4º parágrafo.
(__)Ainda no 3º parágrafo, a expressão "mau humor" foi grafada de modo equivocado. O correto seria "mal humor".
(__)No período "é comum que carências nutricionais intensifiquem sintomas de ansiedade, irritabilidade ou tristeza", a oração introduzida por "que" tem a função de sujeito da oração principal "é comum", sendo uma oração subordinada subjetiva.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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Conheça mais sobre o hidrogênio, a promissora alternativa aos combustíveis fósseis
Por Vitor Francisco Ferreira
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/conheca-mais-sobre-o-hidrogenio-a-promissora-alternativaaos-combustiveis-fosseis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
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Conheça mais sobre o hidrogênio, a promissora alternativa aos combustíveis fósseis
Por Vitor Francisco Ferreira
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/conheca-mais-sobre-o-hidrogenio-a-promissora-alternativaaos-combustiveis-fosseis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por Vitor Francisco Ferreira
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/conheca-mais-sobre-o-hidrogenio-a-promissora-alternativaaos-combustiveis-fosseis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por Vitor Francisco Ferreira
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/conheca-mais-sobre-o-hidrogenio-a-promissora-alternativaaos-combustiveis-fosseis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por Vitor Francisco Ferreira
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/conheca-mais-sobre-o-hidrogenio-a-promissora-alternativaaos-combustiveis-fosseis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
I. No trecho “Pilar do desenvolvimento humano, a energia tem sido usada desde os primórdios da civilização” (l. 01-02), a vírgula é utilizada para isolar um elemento de natureza adjetiva que funciona como um aposto deslocado, podendo ser suprimida sem prejuízo sintático.
II. Em “essas fontes não renováveis e altamente poluentes geram desafios profundos ao meio ambiente e à saúde humana” (l. 16-18), a omissão da vírgula após “poluentes” é obrigatória, pois separa o sujeito (“essas fontes não renováveis e altamente poluentes”) do seu predicado (“geram desafios profundos”).
III. No excerto “Entre as alternativas estão as energias solar, eólica, geotérmica, maremotriz e a obtida por biomassa” (l. 22-23), as vírgulas são empregadas para separar elementos que exercem a mesma função sintática, contribuindo para a clareza da lista.
IV. No trecho “o descongelamento do permafrost (que é o solo que passa todo o ano congelado e que cobre 25% da superfície terrestre do Hemisfério Norte)” (l. 37-38), os parênteses são usados para introduzir uma explicação ou detalhamento de um termo técnico, ajudando o público leigo a conhecer o vocabulário científico.
Quais estão corretas?
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