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Foram encontradas 65 questões.

750267 Ano: 2015
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Nos termos do Código Tributário Nacional, é obrigação tributária principal:
 

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750118 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS

Os atos administrativos podem ser atingidos por vícios de espécies diversas. A hipótese na qual o agente público pratica o ato com objetivo diverso daquele previsto explicitamente em lei caracteriza o vício relativo à/ao:

 

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749681 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS

De acordo com o Art. 5º da Constituição Federal, constitui crime inafiançável e imprescritível:

I. O tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins e o terrorismo.

II. A ação de grupos armados, civis ou militares contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.

III. A prática do racismo, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.

Quais estão corretas?

 

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749640 Ano: 2015
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Considerando os termos da Consolidação das Leis do Trabalho, assinale a alternativa correta no que se refere às férias anuais dos trabalhadores.
 

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749533 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Bata na madeira”
Em diferentes culturas, é comum ver pessoas fazendo alguns movimentos rituais depois de dizer ou ouvir algo que pode ser relacionado a um “mau agouro” – bater na madeira é um exemplo conhecido dessas ações de esquiva. Agora, um estudo sugere uma explicação para o comportamento supersticioso: gestos desse tipo parecem, de alguma forma, ajudar a afastar ideias negativas da mente.
Pesquisadores da Universidade de Chicago e da Universidade Nacional de Cingapura envolveram alguns voluntários numa conversa banal. Em seguida, conduziram o assunto para um tema relacionado a um infortúnio específico. Um cientista, por exemplo, comentou tragédias automobilísticas e, depois, perguntou: “Acredita que existe alguma possibilidade de que você ou alguém próximo vá sofrer um terrível acidente de carro no próximo inverno?”. Alguns voluntários tiveram de escolher uma entre três respostas neutras apresentadas pelos pesquisadores; outros optaram por uma entre três alternativas elaboradas para soarem presunçosas, como “De jeito nenhum. Ninguém que eu conheça vai passar por isso. É simplesmente impossível”. Um pré-teste já havia confirmado que na verdade esse tipo de argumentação provocava nos participantes uma sensação que pode ser descrita como “desafiar o destino”. Os indivíduos foram instruídos, então, a tentar clarear os pensamentos enquanto batiam na parte de cima ou de baixo de uma mesa de madeira ou, se quisessem, poderiam optar por não executar nenhuma ação.
Os resultados mostraram que aqueles que tinham o sentimento de ter provocado o acaso foram mais propensos a se preocupar com acidentes de carro após a conversa. Entre os que bateram na parte superior da mesa, porém, esse receio diminuiu ao mesmo nível do dos voluntários que deram respostas que não os levavam a crer que haviam testado o destino. Já os participantes que bateram embaixo do móvel ou que não realizaram nenhuma ação continuaram aflitos. Os pesquisadores testaram também outros movimentos que sugeriam aproximação ou evasão. Por exemplo, atirar uma bola – ou somente fingir – foi capaz de reverter o efeito do mau agouro percebido, enquanto apenas segurá-la não. Ao todo, cinco experimentos publicados em junho passado na “Journal of Experimental Psychology” mostram que qualquer comportamento de esquiva pode ajudar a aliviar uma mente agitada.
As ações de esquiva parecem, de acordo com os autores, ter uma espécie de efeito amortecedor sobre a imaginação. Outras perguntas revelaram que indivíduos que o executaram tendiam a manter imagens mentais de resultados negativos mais vivas do que quem teve uma reação de esquiva. Os cientistas sugerem que esses comportamentos são comuns em todas as culturas e ajudam a confortar até mesmo os não supersticiosos, na medida em que enfraquecem a representação psíquica do evento temido.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – fev/2015)
Observe a frase abaixo e as propostas de reescrita:
“qualquer comportamento de esquiva pode ajudar a aliviar uma mente agitada.”.
I. Uma mente agitada pode ser aliviada por qualquer comportamento de esquiva.
II. Todos os comportamentos de esquiva sempre ajudam no alívio da mente agitada.
III. Para a mente agitada ser aliviada, os comportamentos de esquiva continuamente podem ajudar.
Quais estão INCORRETAS?
 

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749391 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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No Windows 7, com sua configuração padrão, quando um arquivo é excluído do disco rígido, ele não é excluído imediatamente. Em vez disso, ele é armazenado na Lixeira até que ela seja esvaziada. Para excluir permanentemente um arquivo sem antes movê-lo para a Lixeira, deve-se selecionar o arquivo e pressionar:
 

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749312 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS

Além dos direitos e garantias individuais, da forma federativa de Estado e do voto direto, secreto, universal e periódico, são cláusulas pétreas do ordenamento jurídico vigente:

 

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749251 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS

Nos termos da Lei Orgânica do Município de Uruguaiana, assinale a alternativa correta.

 

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748347 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador, o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Analise as afirmações abaixo sobre o uso dos pronomes e as expressões retomadas, assinalando V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.
( ) Em ‘nela’, o pronome retoma ‘Marte’.
( ) Em ‘lo’, retoma-se ‘desenvolvimento tecnológico’.
( ) Todas as ocorrências do pronome ‘la’ retomam ‘inteligência’.
( ) O pronome ‘seu’ retoma ‘cérebro humano’.
( ) ‘sua’ retoma ‘hardware’.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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748345 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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A respeito do Microsoft Word 2010, considerando sua configuração padrão, em português, analise as assertivas abaixo:
I. O Microsoft Office 2010 utiliza os formatos de arquivo baseados em XML, como .docx, .xlsx e .pptx, introduzidos no 2007 Microsoft Office System.
II. Um documento Word assinado digitalmente se torna somente leitura para evitar modificações.
III. O recurso de AutoRecuperação não substitui a opção de salvar manualmente o trabalho clicando em Salvar. A tarefa de salvar regularmente o arquivo é a maneira mais segura de preservar o trabalho já realizado.
Quais estão corretas?
 

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