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Foram encontradas 50 questões.

251990 Ano: 2009
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS

De acordo com a Constituição Federal, analise as sentenças relativas à Educação:

I – Piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, nos termos de lei federal, é um dos princípios que norteia como o ensino será ministrado.

II - Os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no ensino fundamental, médio e na educação infantil.

III - A educação básica pública terá como fonte adicional de financiamento a contribuição social do salário-educação, recolhida pelas empresas na forma da lei.

IV - O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental.

V - Dentre outras garantias expressas no artigo 208 da Constituição Federal, o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 6 (seis) anos de idade.

Assinale a alternativa correta:

 

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251968 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
No que diz respeito aos saberes dos educandos, é correto afirmar, segundo Paulo Freire:
 

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251950 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
“Podemos dizer, sem muita chance de errar, que boa parte de nossa história foi sempre perpassada pela questão fiscal. Assim, desde o Brasil Colônia, nós assistimos, de um lado, um governo central sempre ávido em criar e cobrar tributos, e pouco afoito em bem aplicá-los e, de outro, uma elite sempre refratária em pagá-los e buscando, geralmente com sucesso, transferir para as camadas mais pobres e remediadas da população o ônus de manutenção dos serviços públicos.” (PINTO, 2000, p.7).
A partir da citação acima José Marcelino Pinto (2000) faz uma crítica em relação à estruturação do sistema de receitas públicas para as políticas sociais no Brasil. Segundo o autor, podemos dividir a história do financiamento da educação no Brasil em três fases:
 

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251941 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Para Danilo Gandin (2001), o planejamento deve ser participativo, e em seu livro A prática do planejamento participativo ele explica o significado dessa participação. Qual a alternativa que melhor atende a explicitação do autor?
 

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251939 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Começou com Alice
O objeto veio embrulhado num papel verde estampado de motivos infantis, creio que de um ursinho tocando um tambor. Muito justo. Era um presente de aniversário para uma criança que fazia 5 anos.
O objeto era um livro. O garoto o desembrulhou, contemplou aquele volume vermelho, de capa dura, cheio de páginas impressas com texto e outras ilustradas. Por coincidência, o menino tinha à mão ou no bolso um lápis de cor, também vermelho. Abriu o livro e escreveu logo na primeira página: “Ruy – 5”.
A pessoa que lhe dera o presente, uma mulher, talvez uma amiga de sua mãe, comentou: “Ih, já começou a rabiscar o livro!”.
Mas ele não o rabiscou mais. Depositou o livro na cama junto com os outros presentes e só o retomou depois que a festa de aniversário acabou. O título na capa, ele o leu com alguma facilidade: Alice no país das maravilhas. Para as outras informações, que constavam do frontispício, ele não deu muita importância na hora: “Lewis Carroll. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. Companhia Editora Nacional”. Sentou-se, cruzou as pernas e abriu o livro na página 11, onde começava a história.
Nunca mais foi o mesmo menino.
Mais de cinqüenta anos depois, posso manusear, folhear e até reler esse livro. Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança. Mas, há tempos, achei outro, com a capa e suas 124 páginas em perfeito estado, num sebo aqui do Rio. E não o achei por acaso. Eu estava à procura dele esse tempo todo.
Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler. Aprendera meio sozinho, sentado diariamente no colo de minha mãe enquanto ela lia em voz alta, a meu pedido, a coluna de Nelson Rodrigues na Última Hora, “A vida como ela é...”. De tanto ouvir o som e o significado daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo deles – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras. A partir dali, passei a aplicá-lo aos outros símbolos impressos e saí lendo tudo que via pela frente. E escrevendo, também. Antes que você se espante, saiba que não há nada de mais nisso – já aconteceu com milhares de outras crianças. Equivale ao “jeito”que alguns meninos têm para desenhar, outros para música e ainda outros para jogar futebol. (Se pudesse escolher, teria preferido este último.)
A vida nunca mais é a mesma depois que se penetra no reino das palavras. Na verdade, não me recordo de mim a não ser cercado por elas. Meus pais não liam livros, mas eram grandes consumidores de jornais. Correio da Manhã e O Jornal chegavam diariamente, por assinatura. À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues. (I) Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda. (II) Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas. (III) Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica. Detalhe: os jornais e revistas raramente iam para o lixo. As pilhas se acumulavam e atravessavam os anos. Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre. Não se devia jogar as palavras fora.
Desde aquele dia remoto, já tive muitas Alices – em edições de luxo, de bolso, comentadas, com ou sem as ilustrações e em duas ou três línguas. Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas. Voltar a Alice e recriá-la com minhas palavras foi uma viagem. Mas não só. Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo.
(CASTRO, Ruy. Começou com Alice. In: MINDLIN, José et al. Dez livros
que abalaram meu mundo. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.)
Responda à questão de acordo com o texto acima.
A seguir são apresentadas versões de algumas frases do texto. Observe:
I - “À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues.”.
À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, cuja linha política detestava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues.
II - “Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda.”.
Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a lacerdista Tribuna da Imprensa.
III - “Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas.”.
Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias, que eram poderosos jornais cariocas.
Marque a alternativa cuja avaliação sobre as versões das frases esteja correta.
 

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244140 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Responda à questão a partir da seguinte citação:
“Por coordenação e acompanhamento compreendem-se as ações e os procedimentos destinados a reunir, a articular e a integrar as atividades das pessoas que atuam na escola, para alcançar objetivos comuns. Para que essas duas características mais gerais de uma instituição se efetivem, são postas em ação as funções específicas de planejar, organizar, dirigir e avaliar. A condução dessas funções, mediante várias ações e procedimentos, é o que se designa gestão, a atividade que põe em ação um sistema organizacional.”
(LIBÂNEO; OLIVEIRA; TOSCHI, 2008, p.293-294).
De acordo com os autores, a organização e a gestão da escola visam:
 

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244132 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
“Perceber-se interdisciplinar é, sobretudo, acreditar que o outro também pode ser ou tornar-se interdisciplinar.”
Sobre a pesquisa interdisciplinar na prática pedagógica, considere as afirmativas a seguir:
I- Todo projeto interdisciplinar competente nasce de um lócus bem delimitado; é fundamental contextualizar-se para poder conhecer.
II- O “lócus” do grupo é a Comunicação e é importante destacar que esse eixo norteador não tem relação direta com as pesquisas individuais realizadas anteriormente pelos pesquisadores, o que comprova a vontade coletiva de buscar um novo conhecimento. A definição do próprio tema de pesquisa foi um processo coletivo.
III- As dificuldades encontradas frente a instituições não podem desestimular a ousadia do pesquisador. O grupo teve de se reconstruir para reformular o seu caminhar novamente.
IV- Uma atitude interdisciplinar se identifica pela “ousadia da busca, da pesquisa, da transformação” e nos projetos interdisciplinares encontram-se possibilidades do pensar, questionar e construir um projeto voltado para a construção da escola inclusiva.
V- Para haver a execução de um projeto interdisciplinar, uma das possibilidades é a pesquisa coletiva. Além disso, é necessário haver uma pesquisa nuclear que catalise as preocupações dos diferentes pesquisadores e, outra, chamada de satélite, em que cada componente tenha o seu pensar individual e solitário.
 

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244128 Ano: 2009
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
No que concerne à educação e à Nova Ordem constitucional, tendo por referência o artigo 26 da Educação Básica, Seção I das disposições gerais, constitui-se uma nova abordagem o ensino de:
 

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244120 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Começou com Alice
O objeto veio embrulhado num papel verde estampado de motivos infantis, creio que de um ursinho tocando um tambor. Muito justo. Era um presente de aniversário para uma criança que fazia 5 anos.
O objeto era um livro. O garoto o desembrulhou, contemplou aquele volume vermelho, de capa dura, cheio de páginas impressas com texto e outras ilustradas. Por coincidência, o menino tinha à mão ou no bolso um lápis de cor, também vermelho. Abriu o livro e escreveu logo na primeira página: “Ruy – 5”.
A pessoa que lhe dera o presente, uma mulher, talvez uma amiga de sua mãe, comentou: “Ih, já começou a rabiscar o livro!”.
Mas ele não o rabiscou mais. Depositou o livro na cama junto com os outros presentes e só o retomou depois que a festa de aniversário acabou. O título na capa, ele o leu com alguma facilidade: Alice no país das maravilhas. Para as outras informações, que constavam do frontispício, ele não deu muita importância na hora: “Lewis Carroll. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. Companhia Editora Nacional”. Sentou-se, cruzou as pernas e abriu o livro na página 11, onde começava a história.
Nunca mais foi o mesmo menino.
Mais de cinqüenta anos depois, posso manusear, folhear e até reler esse livro. Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança. Mas, há tempos, achei outro, com a capa e suas 124 páginas em perfeito estado, num sebo aqui do Rio. E não o achei por acaso. Eu estava à procura dele esse tempo todo.
Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler. Aprendera meio sozinho, sentado diariamente no colo de minha mãe enquanto ela lia em voz alta, a meu pedido, a coluna de Nelson Rodrigues na Última Hora, “A vida como ela é...”. De tanto ouvir o som e o significado daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo deles – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras. A partir dali, passei a aplicá-lo aos outros símbolos impressos e saí lendo tudo que via pela frente. E escrevendo, também. Antes que você se espante, saiba que não há nada de mais nisso – já aconteceu com milhares de outras crianças. Equivale ao “jeito”que alguns meninos têm para desenhar, outros para música e ainda outros para jogar futebol. (Se pudesse escolher, teria preferido este último.)
A vida nunca mais é a mesma depois que se penetra no reino das palavras. Na verdade, não me recordo de mim a não ser cercado por elas. Meus pais não liam livros, mas eram grandes consumidores de jornais. Correio da Manhã e O Jornal chegavam diariamente, por assinatura. À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues. Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda. Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas. Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica. Detalhe: os jornais e revistas raramente iam para o lixo. As pilhas se acumulavam e atravessavam os anos. Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre. Não se devia jogar as palavras fora.
Desde aquele dia remoto, já tive muitas Alices – em edições de luxo, de bolso, comentadas, com ou sem as ilustrações e em duas ou três línguas. Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas. Voltar a Alice e recriá-la com minhas palavras foi uma viagem. Mas não só. Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo.
(CASTRO, Ruy. Começou com Alice. In: MINDLIN, José et al. Dez livros
que abalaram meu mundo. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.)
Responda à questão de acordo com o texto acima.
A palavra “Getulio” está grafada sem acento, provavelmente porque na época da notícia o nome do presidente era grafado desta forma; entretanto, pelas regras ortográficas vigentes e segundo a pronúncia corrente desta palavra, deve-se grafar “Getúlio”. Observe as palavras seguintes e marque a alternativa cujas palavras deveriam ser acentuadas porque obedecem à mesma regra de acentuação de “Getúlio”.
 

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244109 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
“As mudanças vividas na atualidade (décadas de 80 e 90) em nível mundial, em termos econômicos, sociais e culturais, com a transnacionalização da economia e o intercâmbio quase imediato de conhecimentos e padrões sociais e culturais, através das novas tecnologias da comunicação, entre outros fatores, têm provocado uma nova atuação dos Estados nacionais na organização das políticas públicas, por meio de um movimento de repasse de poderes e responsabilidades dos governos centrais para as comunidades locais. Na educação, um efeito deste movimento são os processos de descentralização da gestão escolar.” (MEDEIROS, 2006).
A partir desse contexto, em relação à gestão escolar, conforme Medeiros, é INCORRETO afirmar que:
 

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