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Foram encontradas 50 questões.

221321 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Começou com Alice
O objeto veio embrulhado num papel verde estampado de motivos infantis, creio que (II) de um ursinho tocando um tambor. Muito justo. Era um presente de aniversário para uma criança que fazia 5 anos.
O objeto era um livro. O garoto o desembrulhou, contemplou aquele volume vermelho, de capa dura, cheio de páginas impressas com texto e outras ilustradas. Por coincidência, o menino tinha à mão ou no bolso um lápis de cor, também vermelho. Abriu o livro e escreveu logo na primeira página: “Ruy – 5”.
A pessoa que lhe dera o presente, uma mulher, talvez (II) uma amiga de sua mãe, comentou: “Ih, já começou a rabiscar o livro!”.
Mas ele não o rabiscou mais. Depositou o livro na cama junto com os outros presentes e só o retomou depois que a festa de aniversário acabou. O título na capa, ele o leu com alguma facilidade: Alice no país das maravilhas. Para as outras informações, que constavam do frontispício, ele não deu muita importância na hora: “Lewis Carroll. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. Companhia Editora Nacional”. Sentou-se, cruzou as pernas e abriu o livro na página 11, onde começava a história.
Nunca mais foi o mesmo menino (I).
Mais de cinqüenta anos depois, posso manusear, folhear e até reler esse livro. Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança. Mas, há tempos, achei outro, com a capa e suas 124 páginas em perfeito estado, num sebo aqui do Rio. E não o achei por acaso. Eu estava à procura dele esse tempo todo.
Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler. (III) Aprendera meio sozinho, sentado diariamente no colo de minha mãe enquanto ela lia em voz alta, a meu pedido, a coluna de Nelson Rodrigues na Última Hora, “A vida como ela é...”. De tanto ouvir o som e o significado daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo deles – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras. A partir dali, passei a aplicá-lo aos outros símbolos impressos e saí lendo tudo que via pela frente. E escrevendo, também. Antes que você se espante, saiba que não há nada de mais nisso – já aconteceu com milhares de outras crianças. Equivale ao “jeito”que alguns meninos têm para desenhar, outros para música e ainda outros para jogar futebol. (Se pudesse escolher, teria preferido este último.)
A vida nunca mais é a mesma depois que se penetra no reino das palavras. Na verdade, não me recordo de mim a não ser cercado por elas. Meus pais não liam livros, mas eram grandes consumidores de jornais. Correio da Manhã e O Jornal chegavam diariamente, por assinatura. À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues. Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda. Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas. Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica. Detalhe: os jornais e revistas raramente iam para o lixo. As pilhas se acumulavam e atravessavam os anos. Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre. Não se devia jogar as palavras fora.
Desde aquele dia remoto, já tive muitas Alices – em edições de luxo, de bolso, comentadas, com ou sem as ilustrações e em duas ou três línguas. Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas. Voltar a Alice e recriá-la com minhas palavras foi uma viagem. Mas não só. Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo.
(CASTRO, Ruy. Começou com Alice. In: MINDLIN, José et al. Dez livros
que abalaram meu mundo. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.)
Responda à questão de acordo com o texto acima.
Considere as afirmações a seguir quanto à estrutura e conteúdo do texto:
I - Com a frase “Nunca mais foi o mesmo menino”, o narrador estabelece uma ruptura no texto, passando da narração em terceira pessoa, sobre um episódio de sua infância, para a narração em primeira pessoa, retratando o momento presente e lembranças sobre como aprendeu a ler.
II - O emprego da expressão “creio que” em relação à ilustração do papel do presente e da palavra “talvez” em relação a quem era a mulher que deu o presente indica que estes aspectos não são tão importantes quanto o livro recebido como presente, que é descrito com mais detalhes.
III - Na frase “Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler.”, o emprego da expressão “Sim” indica que o narrador supõe que o leitor se surpreenderia com a ideia de que ele, aos 5 anos, já soubesse ler e fosse capaz de ler o livro “Alice no país das maravilhas”.
IV - O narrador sente que tem uma dívida para com seus pais, que, sendo leitores, lhe mostraram o prazer da leitura.
Estão corretas:
 

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221307 Ano: 2009
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Segundo a Lei Federal nº 8.112/90, ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para desempenhar o cargo.
Entre os fatores a seguir quais são observados no estágio probatório?
 

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194995 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Responda à questão a partir do trecho transcrito do livro “Educação e a crise do capitalismo real” de Gaudêncio Frigotto:
“O trabalho, nesta perspectiva, não se reduz a 'fator', mas é, por excelência, a forma mediante a qual o homem produz suas condições de existência, a história, o mundo propriamente humano, ou seja, o próprio ser humano. Trata-se de uma categoria ontológica e econômica fundamental. A educação também não é reduzida a fator, mas é concebida como uma prática social, uma atividade humana e histórica que se define no conjunto das relações sociais, no embate dos grupos ou classes sociais, sendo ela mesma forma específica de relação social. O sujeito dos processos educativos aqui é o homem e suas múltiplas e históricas necessidades (materiais, biológicas, psíquicas, afetivas, estéticas, lúdicas). A luta é justamente para que a qualificação humana não seja subordinada às leis do mercado e à sua adaptabilidade e funcionalidade, seja sob a forma de adestramento e treinamento estreito da imagem do mono domesticável dos esquemas tayloristas, seja na forma da polivalência e formação abstrata, formação geral ou policognição reclamadas pelos modernos homens de negócio (VEBLEN, 1918) e os organismos que os representam.” (FRIGOTTO, 2003, p.31).
No trecho acima transcrito, Gaudêncio Frigotto (2003):
 

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194260 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Segundo Marília Spósito no livro Gestão Democrática:
“Dentre os caminhos para a efetiva democratização do ensino público, um deles tem sido apontado com muita força, nas últimas décadas, por educadores e forças progressistas: a democratização da gestão do sistema educativo, envolvendo a participação dos setores mais amplos, como pais, moradores, movimentos populares e sindicais.” (SPÓSITO, 2002, p.42).
Para a autora um dos caminhos para a efetivação da gestão democrática é a participação da comunidade escolar; no entanto, ela também aponta algumas dificuldades para a democratização da gestão. Dentre elas estariam:
 

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110225 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
“Nas escolas, por exemplo, não basta que os professores, isoladamente ou mesmo em conjunto, definam 'como' e 'com que' vão 'passar' um conteúdo preestabelecido, dando, assim, um caráter de só administração ao trabalho escolar; é necessário que se organizem para definir que resultados pretendem buscar, não apenas em relação a seus alunos, mas no que diz respeito às realidades sociais, e que, a partir disto realizem uma avaliação circunstanciada de sua prática e proponham práticas alternativas para ter influência na construção social.” (GANDIN, 2000). Dada a necessidade de organização, de acordo com Gandin o planejamento participativo possui três níveis:
1. O primeiro nível é a colaboração.
2. O segundo nível é o que poderíamos chamar de nível de decisão.
3. Há um terceiro nível de participação, embora, na prática, ele seja muito pouco frequente. Poderíamos chamá-lo de construção em conjunto.
Abaixo apresentamos alternativas que correspondem a cada nível. Enumere de 1 a 3 qual número corresponde cada uma das alternativas abaixo:
( ) Aí se pode construir um processo de planejamento em que todos, com o seu saber próprio,com sua consciência, com sua adesão específica, organizam seus problemas, suas idéias, seus ideais, seu conhecimento da realidade, suas propostas e suas ações. Todos crescem. Juntos, transformam a realidade, criam o novo, em proveito de todos e com o trabalho coordenado.
( ) É o nível em que a “autoridade” chama as pessoas a trazerem sua contribuição para o alcance do que esta mesma “autoridade” decidiu como proposta.
( ) O “chefe” decide que todos vão “decidir”; leva, então, algumas questões a um grande plenário ou a alguns grupos e manda que todos decidam.
( ) Em geral, são decididos aspectos menores, desconectados da proposta mais ampla, e a decisão se realiza como escolha entre alternativas já traçadas, sem afetar o que realmente importa.
( ) É o nível mais frequente na prática concreta hoje, embora, pelo que foi dito acima, não se pudesse chamar verdadeiramente de participação a esta prática.
( ) As estruturas existentes normalmente dificultam esse tipo de participação, mesmo quando as pessoas, inclusive os governantes e os chefes, a desejem.
A sequência correta é:
 

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110222 Ano: 2009
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
“Digna de nota também foi a participação do Brasil, em março de 1990, na "Conferência de Educação para Todos", em Jomtien, na Tailândia, que resultou na assinatura da Declaração Mundial sobre Educação para Todos. Essa conferência, que teve como co-patrocinador, além da UNESCO e do UNICEF, o Banco Mundial, vai inaugurar a política, patrocinada por esse banco, de priorização sistemática do ensino fundamental, em detrimento dos demais níveis de ensino, e de defesa da relativização do dever do Estado com a educação, tendo por base o postulado de que a tarefa de assegurar a educação é de todos os setores da sociedade.” (PINTO, 2000).
No que se refere ao financiamento da educação e aos reflexos da Declaração Mundial sobre educação para Todos no Brasil, é INCORRETO afirmar que:
 

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105208 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
A avaliação institucional é um tema discutido mais recentemente a partir da década de 1980. A avaliação institucional é uma proposta apresentada por diversos sistemas públicos de ensino para a análise da organização escolar. Este tipo de proposta surge da necessidade de re-significação do sentido histórico da avaliação, que foi sempre utilizada para seleção e classificação; no entanto, a proposta é resgatá-la como um processo a serviço da aprendizagem de toda comunidade escolar. Portanto, para a avaliação institucional contribuir com o aperfeiçoamento das ações na escola ela deve ser:
 

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105206 Ano: 2009
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
De acordo com a Lei nº 8.666, de 21 de Junho de 1993, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, analise os itens seguintes:
I- As compras, sempre que possível, deverão submeter-se às condições de aquisição e pagamento semelhantes às do setor privado.
II- Os preços registrados serão publicados mensalmente para orientação da Administração, na imprensa oficial.
III- As licitações serão efetuadas no local onde se situar a repartição interessada, salvo por motivo de interesse público, devidamente justificado.
IV- É facultado às unidades administrativas utilizarem-se de registros cadastrais de outros órgãos ou entidades da Administração Pública.
V- Na concorrência para a venda de bens imóveis, a fase de habilitação limitar-se-á à comprovação do recolhimento de quantia correspondente a 15% (quinze por cento) da avaliação.
Assinale a opção correta:
 

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105205 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Começou com Alice
O objeto veio embrulhado num papel verde estampado de motivos infantis, creio que de um ursinho tocando um tambor. Muito justo. Era um presente de aniversário para uma criança que fazia 5 anos.
O objeto era um livro. O garoto o desembrulhou, contemplou aquele volume vermelho, de capa dura, cheio de páginas impressas com texto e outras ilustradas. Por coincidência, o menino tinha à mão ou no bolso um lápis de cor, também vermelho. Abriu o livro e escreveu logo na primeira página: “Ruy – 5”.
A pessoa que lhe dera o presente, uma mulher, talvez uma amiga de sua mãe, comentou: “Ih, já começou a rabiscar o livro!”.
Mas ele não o rabiscou mais. Depositou o livro na cama junto com os outros presentes e só o retomou depois que a festa de aniversário acabou. O título na capa, ele o leu com alguma facilidade: Alice no país das maravilhas. Para as outras informações, que constavam do frontispício, ele não deu muita importância na hora: “Lewis Carroll. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. Companhia Editora Nacional”. Sentou-se, cruzou as pernas e abriu o livro na página 11, onde começava a história.
Nunca mais foi o mesmo menino.
Mais de cinqüenta anos depois, posso manusear, folhear e até reler esse livro. Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança. Mas, há tempos, achei outro, com a capa e suas 124 páginas em perfeito estado, num sebo aqui do Rio. E não o achei por acaso. Eu estava à procura dele esse tempo todo.
Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler. Aprendera meio sozinho, sentado diariamente no colo de minha mãe enquanto ela lia em voz alta, a meu pedido, a coluna de Nelson Rodrigues na Última Hora, “A vida como ela é...”. De tanto ouvir o som e o significado daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo deles – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras. A partir dali, passei a aplicá-lo aos outros símbolos impressos e saí lendo tudo que via pela frente. E escrevendo, também. Antes que você se espante, saiba que não há nada de mais nisso – já aconteceu com milhares de outras crianças. Equivale ao “jeito”que alguns meninos têm para desenhar, outros para música e ainda outros para jogar futebol. (Se pudesse escolher, teria preferido este último.)
A vida nunca mais é a mesma depois que se penetra no reino das palavras. Na verdade, não me recordo de mim a não ser cercado por elas. Meus pais não liam livros, mas eram grandes consumidores de jornais. Correio da Manhã e O Jornal chegavam diariamente, por assinatura. À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues. Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda. Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas. Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica. Detalhe: os jornais e revistas raramente iam para o lixo. As pilhas se acumulavam e atravessavam os anos. Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre. Não se devia jogar as palavras fora.
Desde aquele dia remoto, já tive muitas Alices – em edições de luxo, de bolso, comentadas, com ou sem as ilustrações e em duas ou três línguas. Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas. Voltar a Alice e recriá-la com minhas palavras foi uma viagem. Mas não só. Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo.
(CASTRO, Ruy. Começou com Alice. In: MINDLIN, José et al. Dez livros
que abalaram meu mundo. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.)
Responda à questão de acordo com o texto acima.
Considere o seguinte trecho: “Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança.”.
É possível substituir o advérbio “Naturalmente”, mantendo a correção gramatical e a coerência textual, por:
 

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105199 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Responda à questão a partir da seguinte citação de Gaudêncio Frigotto no livro Metodologia da pesquisa educacional de Ivani Fazenda (Org.):
“Essa delimitação não autoriza, porém, que se coloquem numa mesma 'bruaca' os diferentes enfoques acima aludidos, e nem mesmo que tais abordagens não dêem conta de um certo nível de compreensão da realidade. As visões pseudoconcretas, metafísicas, ou empiricistas da realidade são determinadas leituras desta realidade. É preciso frisar, porém, que os métodos que se fundam nesta perspectiva não são epistemologicamente radicais. Não atingem as leis fundamentais da organização, desenvolvimento e transformação dos fatos e problemas histórico-sociais.” (FRIGOTTO, 2006, p.72).
Nesta citação Gaudêncio Frigotto está criticando quais enfoques metodológicos?
 

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