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O Art. 16, da Lei nº 1.011/1993, que “Dispõe sobre o regime jurídico único do funcionalismo do município, das autarquias e das fundações municipais de Barracão”, estabelece: Posse é a aceitação expressa das atribuições, deveres e responsabilidades inerentes ao cargo público, com o compromisso de bem servir, formalizada com a assinatura do termo pelo Diretor do Departamento de Administração, na administração direta e pela autoridade competente nas demais e pelo empossado.
§ 1º A posse ocorrerá no prazo de 90 (noventa) dias contados da publicação do ato de provimento, prorrogável por mais 30 dias (trinta) dias, a requerimento do interessado.
§ 2º Em se tratando de funcionário em licença, ou afastado por qualquer outro motivo legal, o prazo será contado do término do impedimento.
§ 3º A posse não poderá dar-se mediante procuração específica.
§ 4º Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação.
§ 5º No ato da posse, o funcionário apresentará, obrigatoriamente, declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública.
§ 6º Será tornado sem efeito o ato de provimento, se a posse ocorrer no prazo superior ao previsto no § 1º.
São verdadeiros os §§:
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Barracão, não são objetivo dos cidadãos do Município:
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O Art. 15, da Lei nº 2.056/2015, que “Dispõe sobre o quadro de pessoal do executivo municipal de Barracão e dá outras providências”, estabelece que os servidores nomeados para os cargos públicos de provimento efetivo, ao entrar em exercício, ficam sujeitos a estágio probatório por prazo ininterrupto de 36 (trinta e seis) meses.
Parágrafo único. No período mencionado no caput deste artigo, as habilidades e a capacidade funcional do servidor serão objeto de avaliação de desempenho, na forma estabelecida em regulamento, observados, entre outros, os seguintes fatores:
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No mês de janeiro foi realizada uma pesquisa com turistas que visitaram a cidade de Foz do Iguaçu buscando identificar qual o local turístico visitado na cidade que eles mais gostaram. Das pessoas que responderam o questionário, 175 disse que gostou mais do Parque das Aves, 160 pessoas gostaram mais das Cataratas do Iguaçu e 120 pessoas relataram que gostaram mais do Marco das Três Fronteiras. Além disso, 40 pessoas gostaram mais do Parque das Aves e das Cataratas do Iguaçu, 30 pessoas gostaram das Cataratas do Iguaçu e do Marco das Três Fronteiras, 55 pessoas gostaram do Parque das Aves e do Marco das Três Fronteiras e ainda, 20 pessoas disseram que gostaram do Parque das Aves, das Cataratas do Iguaçu e do Marco das Três Fronteiras. Sabendo disto, quantas pessoas gostaram mais, apenas das Cataratas do Iguaçu?
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Um supermercado está fazendo uma promoção para conseguir moedas. Quem trouxer moedas de R$ 0,10 ganha um desconto de 5% no valor total de sua compra. As clientes Maria e Marieta chegaram ao mesmo tempo no caixa 1 e 2 respectivamente. Maria trouxe um total de R$25,20 em moedas, sendo moedas de R$ 0,10 e de R$ 0,25 e o número de moedas de 25 centavos era o dobro do número de moedas de 10 centavos. Marieta trouxe um total de R$ 12,75 em moedas, sendo moedas de R$ 0,10 e de R$ 0,25, mas o número de moedas de 25 centavos era o triplo do número de moedas de 10 centavos. Sabendo disso, quantas moedas de R$ 0,10 o mercado conseguiu com Maria e Marieta?
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Uma piscina tem a forma de um paralelepípedo retangular, cujas medidas são 18 m de comprimento, 15 m de largura e 120 cm de profundidade. A mangueira de água utilizada para encher a piscina tem uma vazão de 900 litros por minuto. Sabendo disso, para encher completamente a piscina serão necessários quantos litros de água e quanto tempo?
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Um grupo de advogados comprou uma grande sala comercial que tem o formato retangular e a dividiu em quatro cômodos, também retangulares, conforme ilustra a figura abaixo. Sabendo que a área da recepção é igual a 8m² e que as áreas das salas 1 e 3 são, respectivamente, 16m² e 12m², então a área da sala 2 e a área total deste escritório, em metros quadrados, são respectivamente igual a:

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Foram comprados macarrão do tipo espaguete e parafuso. Toda a compra foi entregue em 20 caixas, com 34 pacotes cada uma. Sabendo-se que cada caixa continha 4 embalagens de macarrão do tipo parafuso a mais do que do tipo espaguete, o número de pacotes entregues, de macarrão do tipo parafuso, foi:
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Considere o fragmento de texto abaixo para as questões 01 a 10:
[...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior.
Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia.
Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa.
Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar.
Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]
CERSOSIMO, Samuel Oliveira. O “eu” no trabalho acadêmico: considerações sobre a proibição ao uso da primeira pessoa do singular nos textos científicos. Disponível em: https://www.academia.edu/.
Assinale a alternativa em que todas as palavras recebem acento gráfico pela mesma regra de acentuação.
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Considere o fragmento de texto abaixo para as questões 01 a 10:
[...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior.
Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia.
Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa.
Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar.
Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]
CERSOSIMO, Samuel Oliveira. O “eu” no trabalho acadêmico: considerações sobre a proibição ao uso da primeira pessoa do singular nos textos científicos. Disponível em: https://www.academia.edu/.
Assinale a alternativa que apresenta uma oração subordinada introduzida por uma conjunção que exige o modo subjuntivo.
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