Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Barracão-PR
O termo “Restos a Pagar Não Processados” refere-se a:
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Barracão-PR
- Escrituração ContábilTransações ContábeisVariações PatrimoniaisFatos Modificativos, Permutativos e Mistos
Considerando o seguinte lançamento contábil, assinale a alternativa que melhor representa o ato ou fato administrativo que está sendo contabilizado:
Débito - 1.1.2.1.x.xx.xx Créditos Tributários a Receber (P) Crédito - 4.1.1.x.x.xx.xx VPA – Tributos |
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Barracão-PR
A adoção do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) é obrigatória para as entidades abaixo, EXCETO:
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Barracão-PR
Sobre a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) é INCORRETO afirmar que:
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Barracão-PR
- Escrituração ContábilTransações ContábeisNatureza das Transações no Setor Público
- Escrituração ContábilPlano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP)
Todas as movimentações listadas abaixo correspondem a contas contábeis que constam no Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) e são Variações Patrimoniais Aumentativas (VPA) ou Variações Patrimoniais Diminutivas (VPD) de um mesmo período. Considerando apenas estas movimentações, qual é o valor do Resultado Patrimonial desse Período?
AMORTIZAÇÃO DE IMOBILIZADO | R$ 250.000,00 |
DIARIAS PESSOAL CIVIL | R$ 320.000,00 |
ENCARGOS PATRONAIS - RPPS | R$ 900.000,00 |
IMPOSTOS, TAXAS E CONTRIBUIÇÕES DE MELHORIA | R$ 3.000.000,00 |
JUROS E ENCARGOS DE EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS CONCEDIDOS | R$ 430.000,00 |
JUROS E ENCARGOS DE EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS OBTIDOS | R$ 380.000,00 |
JUROS E ENCARGOS DE MORA SOBRE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS | R$ 30.000,00 |
REMUNERAÇÃO A PESSOAL ATIVO CIVIL - ABRANGIDOS PELO RPPS | R$ 4.500.000,00 |
SERVIÇOS DE TERCEIROS - PJ | R$ 3.340.000,00 |
TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS PARA A EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA | R$ 10.000.000,00 |
USO DE MATERIAL DE CONSUMO | R$ 1.160.000,00 |
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Considere o fragmento de texto abaixo para as questões 01 a 10:
[...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior.
Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia.
Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa.
Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar.
Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]
CERSOSIMO, Samuel Oliveira. O “eu” no trabalho acadêmico: considerações sobre a proibição ao uso da primeira pessoa do singular nos textos científicos. Disponível em: https://www.academia.edu/.
Assinale a alternativa que apresenta uma característica linguística desse texto que NÃO é indicada quando considerado o contexto de Redação Oficial.
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A ditadura militar no Brasil, acabou no ano de 1985, depois de grandes movimentações políticas, como as manifestações por eleições diretas. Em 1988, foi promulgada a Constituição Federal de 1988, que é também conhecida como:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Barracão-PR
Com base na Lei 14.133/2021 (denominada de Nova Lei das Licitações e Contratos Administrativos) é correto afirmar que:
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O Art. 16, da Lei nº 1.011/1993, que “Dispõe sobre o regime jurídico único do funcionalismo do município, das autarquias e das fundações municipais de Barracão”, estabelece: Posse é a aceitação expressa das atribuições, deveres e responsabilidades inerentes ao cargo público, com o compromisso de bem servir, formalizada com a assinatura do termo pelo Diretor do Departamento de Administração, na administração direta e pela autoridade competente nas demais e pelo empossado.
§ 1º A posse ocorrerá no prazo de 90 (noventa) dias contados da publicação do ato de provimento, prorrogável por mais 30 dias (trinta) dias, a requerimento do interessado.
§ 2º Em se tratando de funcionário em licença, ou afastado por qualquer outro motivo legal, o prazo será contado do término do impedimento.
§ 3º A posse não poderá dar-se mediante procuração específica.
§ 4º Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação.
§ 5º No ato da posse, o funcionário apresentará, obrigatoriamente, declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública.
§ 6º Será tornado sem efeito o ato de provimento, se a posse ocorrer no prazo superior ao previsto no § 1º.
São verdadeiros os §§:
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O Art. 15, da Lei nº 2.056/2015, que “Dispõe sobre o quadro de pessoal do executivo municipal de Barracão e dá outras providências”, estabelece que os servidores nomeados para os cargos públicos de provimento efetivo, ao entrar em exercício, ficam sujeitos a estágio probatório por prazo ininterrupto de 36 (trinta e seis) meses.
Parágrafo único. No período mencionado no caput deste artigo, as habilidades e a capacidade funcional do servidor serão objeto de avaliação de desempenho, na forma estabelecida em regulamento, observados, entre outros, os seguintes fatores:
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