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Sabendo que o !$ \log 6=a !$ e !$ \log 2=b !$, o valor de !$ \log 12 !$ é
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As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) representam um problema sério, tendo um impacto econômico significativo nos pacientes e sistemas de saúde, em todo o mundo. No entanto, a correta higiene das mãos, considerada uma ação simples, mas realizada no momento certo e da maneira certa, pode salvar vidas. Partindo dessa premissa, analise as afirmativas abaixo:
I. No processo de higienização antisséptica das mãos, o enxágue deverá ser realizado com água corrente no sentido das mãos para os cotovelos, retirando todo o resíduo do produto.
II. O uso regular de luvas dispensa a higienização das mãos antes e após contatos que envolvam mucosas, sangue ou outros fluidos corpóreos, secreções ou excreções.
III. A higienização das mãos com o uso de antissépticos deve ser realizada toda vez que o técnico de enfermagem entrar em contato com o paciente ou com equipamento/mobiliário.
IV. A fricção antisséptica com uso de preparações alcoólicas tem como finalidade reduzir a carga microbiana das mãos. Nesse procedimento, as mãos devem secar livremente, sem utilização de papel toalha.
V. A higienização simples das mãos deve ter duração mínima de dois minutos, tendo como finalidade remover microrganismos.
Estão CORRETAS
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Percebemos o uso indevido da vírgula na alternativa
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Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
As atividades de recebimento abrangem desde a recepção do material na entrega pelo fornecedor até a entrada nos estoques. Sobre o processo de armazenamento, são necessários alguns cuidados especiais. Sobre estes, é CORRETO afirmar que
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Sobre Infecção do Trato Urinário (ITU), leia as afirmações abaixo:
I. A ITU é a infecção mais comumente adquirida durante cuidados de saúde; aproximadamente 80% dessas infecções resultam da utilização de um cateter uretral.
II. Diferentes microrganismos causam a infecção do trato urinário relacionada ao cateter; a flora do cólon do próprio paciente, incluindo a Escherichia coli, continua sendo o patógeno causador mais comum.
III. Os pacientes com ITUs inferiores apresentam disúria, quando a urina passa pelos tecidos inflamados. Febre, calafrios, náuseas, vômitos e mal-estar se desenvolvem, conforme a infecção se agrava.
Está CORRETO o que se afirma em
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Um Sistema de Numeração (SND) é um conjunto de símbolos e de regras utilizado para escrever números (CENTURION, 1994). Essas normas permitem operar quantidades de forma organizada, chegando a resultados consistentes. Nos primeiros anos do ensino fundamental, os professores precisam trabalhar o SND, explicando suas peculiaridades. Analise as proposições que tratam das características do Sistema de Numeração Decimal.
I. É posicional; um mesmo algarismo em diferentes posições assume diferentes valores.
II. As trocas são feitas a cada agrupamento de dez (por isso, dizemos que a base é dez); dez unidades formam uma dezena; dez dezenas formam uma centena e assim por diante.
III. O símbolo zero representa a ausência de quantidade.
IV. Usa dez símbolos para representar qualquer quantidade.
V. Um mesmo número tem valores e símbolos diferentes.
Estão CORRETAS apenas
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Observe os enunciados que seguem:
I. A pressa é inimiga da perfeição.
II. Quando os porcos bailam, adivinham chuva.
III. Para bom entendedor, meia palavra basta.
É CORRETO afirmar que há duas orações em
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Texto 1
Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”
A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente
Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.
NOVA ESCOLA: O que é o brincar?
Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.
NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?
RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.
NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?
RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.
NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?
RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.
NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?
RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.
O enunciado: “O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando.” está articulado de modo a manter os sentidos originalmente pretendidos em:
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Analise o emprego do sinal de crase no trecho:
“o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas”.
Assinale a alternativa em que o emprego desse sinal está igualmente adequado.
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Acerca dos direitos da Pessoa com Deficiência, analise as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) Os serviços socioassistenciais destinados à pessoa com deficiência em situação de dependência deverão contar com cuidadores sociais para prestar-lhe cuidados básicos e instrumentais.
( ) É assegurado a todas as pessoas que têm deficiência o benefício mensal de 1 (um) salário-mínimo conhecido como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
( ) A pessoa com deficiência tem direito à moradia digna, no seio da família natural ou substituta, com seu cônjuge ou companheiro ou desacompanhada, ou em moradia para a vida independente da pessoa com deficiência, ou, ainda, em residência inclusiva.
( ) É dever do Estado assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando-a a salvo de toda forma de violência, negligência e discriminação.
( ) Quando esgotados os meios de atenção à saúde da pessoa com deficiência no local de residência, será prestado atendimento fora de domicílio, para fins de diagnóstico e de tratamento, garantidos o transporte e a acomodação da pessoa com deficiência, mas não os de seu acompanhante.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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