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Beleza e Deleite
Gisele Kato
Para recuperar o prestígio perdido, a Bienal deste ano se espelha naquela que ficou conhecida como uma das melhores edições do evento até agora: a de 1998, com curadoria de Paulo Herkenhoff. A 24ª Bienal teve como tema a Antropofagia e combinou muito bem uma arte mais conceitual – e talvez mais “difícil” de ser compreendida pelo grande público -, com peças de deleite quase imediato. Na época, misturaram-se pelo Pavilhão do Parque do Ibirapuera nomes como o norteamericano Bruce Neuman, a alemã Eva Hesse (1936- 1970), o coletivo europeu CoBrA e a brasileira Tarsila do Amaral (1886 – 1973) – todos popstars no peculiar e milionário star-system das artes plásticas.
A 29ª edição da Bienal de São Paulo tem como título um verso do poema Invenção de Orfeu, do alagoano Jorge de Lima: “Há sempre um copo de mar para um homem navegar”. A frase, de forte tom utópico, resume um dos temas da mostra: a relação entre arte e política. Mas a política aqui deve ser entendida como algo bem amplo: “O que nos interessa é ressaltar a possibilidade de a própria arte levar a outro entendimento do mundo”, diz o curador Moacir dos Anjos. “Buscamos o que desestabiliza as noções, o que avança por outros campos disciplinares”, completa Agnaldo Farias, também curador. Seguindo essa lógica, a própria distribuição dos artistas pelos 27 mil metros quadrados de área expositiva foge bastante do modelo convencional. Com uma cenografia assinada pela arquiteta Marta Bogéa, os selecionados encontram-se organizados pelo prédio em espécies de ilhas, que permitem que os espectadores conheçam o evento sem ter caminhos predeterminados. Eles serão levados, assim, a concretizar a ideia de navegação, já que terão que “singrar” o espaço expositivo, em vez de percorrer os corredores retilíneos comuns em mostras do tipo. Seis “terreiros”, como são chamados os espaços de descanso, terão ainda uma programação paralela, com espetáculos de teatro, dança, música e performances, além de palestras e projeções.
Fonte: Adaptado da Revista Bravo de setembro de 2010.
Analise o período destacado do texto e assinale a alternativa CORRETA:
“Para recuperar o prestígio perdido, a Bienal deste ano se espelha naquela que ficou conhecida como uma das melhores edições do evento até agora: a de 1998, com curadoria de Paulo Herkenhoff”.
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A civilização egípcia desenvolveu-se no vale fértil do rio Nilo. Ao aprender a controlar esse rio, os egípcios se colocaram no percalço da civilização.
A partir dessa premissa, leia as assertivas a seguir:
I. Os egípcios acreditavam que o faraó era ao mesmo tempo um deus e um homem, a encarnação terrena do deus Hórus. Ele era o governante absoluto, mantinha a justiça na terra e manifestava a vontade do céu.
II. A religião era o centro da vida dos egípcios. Suas crenças religiosas eram a base da arte, da medicina, da astronomia, da literatura e do governo.
III. Os egípcios eram politeístas, inclusive adoravam animais, pois acreditavam que os deuses também se manifestavam na forma de bichos.
IV. Um aspecto fundamental da religião egípcia era a crença na vida após a morte. Por meio das pirâmides- túmulos, da mumificação e da arte funerária, mostravam o enorme desejo da eternidade e de superar a morte.
Assinale a alternativa CORRETA:
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261539
Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Assinale a afirmativa que caracteriza o ensino de música no Brasil do período Colonial:
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O ensino das diferentes linguagens das artes tem suas especificidades e características. Isso não impede que atividades com arte façam inferências a outros conteúdos não específicos ou sejam utilizadas como recurso ou apoio metodológico de outras áreas. As técnicas de abordagem dos conteúdos específicos das linguagens da arte devem ser pautadas na pesquisa e na escolha da melhor estratégia para seu ensino. Essa escolha dependerá também da faixa etária dos alunos, das suas capacidades motoras e cognitivas entre outros fatores. Em comum, o ensino das artes:
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O seguinte texto servirá de base para questão:
Cadê o povo nas ruas do voto indireto?
Marcos Sá Corrêa
O sufrágio universal que me perdoe, mas já houve no Brasil sucessões presidenciais menos desanimadoras do que esta. O regime, na época, era militar. A Presidência da República, reservada a generais de quatro estrelas. E a eleição, um assunto de gabinete que, depois de amarrado em conchavos internos, os políticos civis obedientemente ratificavam pelo voto de cabresto da maioria governista.
Tudo isso, no fundo, podia ser mais ou menos como é hoje. Mas não envolvia na tramóia 130 milhões de eleitores. Livres e isentos de compromissos com a conspiração palaciana, os brasileiros podiam observar de fora a sucessão e sabotá-la como melhor lhe aprouvesse.
Cada troca de guarda no Palácio do Planalto era então um desgaste. De erosão em erosão, a ditadura foi se desmantelando aos poucos, sempre que um presidente deixava a casca para dar lugar a outro. Olhando para trás, de preferência nos livros de Elio Gaspari sobre a história da ditadura, fica evidente que ela trincou definitivamente em 1977, quando o presidente Ernesto Geisel, no feriado de 12 de outubro, demitiu o general Sylvio Frota da dupla função de ministro do Exército e candidato dos quartéis a sargento-mor do regime.
Sem que os políticos dessem um pio ou as ruas se manifestassem, rompeu-se ali seu condão de perpetuar o regime. Perdendo poder de sagrar presidentes, o Exército deixou de mandar na República. E, como Gaspari resumiu com ofuscante clareza, Geisel tomou posse em 1974 de uma ditadura sem ditador e encerrou o governo em 1979 como ditador sem ditadura.
Os políticos vieram no rastro, para tomar conta do espólio. Por isso, a política brasileira teria, dali para a frente, um toque indisfarçável de teatralidade. Maquiado às pressas em 1979 nos camarins do Planalto, para trocar a carranca de chefe do Serviço Nacional de Informações pelo sorriso postiço de candidato à popularidade instantânea, o general João Figueiredo, sucessor de Geisel, deixaria o palácio pela porta dos fundos em 1985, depois de presidir a conversão formal da ditadura em anarquia.
Figueiredo não passava de um comediante enredado numa tragédia. Mas prestou um serviço inestimável aos políticos. Deu-lhes tempo de sobra para ensaiar a coreografia da volta ao poder. E até que eles fizeram bonito em 1984, com a campanha das Diretas-Já. Tiraram de casa milhões de brasileiros para berrar embaixo dos palanques que queriam escolher eles mesmos seus presidentes da República. Mesmo quando, lá em cima, os chefes da torcida já discutiam o atalho para o Palácio do Planalto.
Uma das miragens da redemocratização era que, com ela, essas coisas iriam acabar. O que acabou mesmo foi a temporada de comícios, de multidões, de energia transformadora e outros adereços do voto direto, desde que ele se provou mais dócil que o voto indireto às nomeações do palácio. E o pior é que nem dá mais para gritar “Diretas-Já”.
Fonte: Istoé, 29/09/2010.
Observe o seguinte trecho:
“Maquiado às pressas em 1979 nos camarins do Planalto, para trocar a carranca de chefe do Serviço Nacional de Informações pelo sorriso postiço de candidato à popularidade instantânea, o general João Figueiredo, sucessor de Geisel, deixaria o palácio pela porta dos fundos em 1985, depois de presidir a conversão formal da ditadura em anarquia”.
Qual das alternativas a seguir apresenta uso análogo do sinal indicativo de crase?
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Diferentes projeções cartográficas foram desenvolvidas para permitir a representação da esfericidade terrestre num plano (que são os mapas
e as cartas), cada uma priorizando determinado aspecto da representação, como a dimensão ou a forma. As projeções cartográficas são classificadas quanto à superfície de projeção e às propriedades. Quanto às propriedades, podem minimizar as deformações ocorridas em relação às áreas, aos ângulos ou às distâncias. Assim, quanto às propriedades, pode-se considerar que:
e as cartas), cada uma priorizando determinado aspecto da representação, como a dimensão ou a forma. As projeções cartográficas são classificadas quanto à superfície de projeção e às propriedades. Quanto às propriedades, podem minimizar as deformações ocorridas em relação às áreas, aos ângulos ou às distâncias. Assim, quanto às propriedades, pode-se considerar que:
I. A projeção Conforme não deforma os ângulos em torno de quaisquer pontos.
II. A projeção Equivalente não altera as áreas, conservando, assim, uma relação constante com a sua correspondência na superfície terrestre.
III. Na projeção Equidistante os comprimentos são representados em escala uniforme.
Assinale a alternativa CORRETA:
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A Nova História, surgida dos estudos em torno da Revista dos Annales (criada em 1929), tem exercido um papel bastante relevante no direcionamento dos estudos históricos e, em especial, tem influenciado no direcionamento das novas metodologias do ensino de História.
Nesse sentido, analise as assertivas abaixo:
I. Os Annales estão essencialmente preocupados com a análise das estruturas, e não simplesmente com a narrativa dos acontecimentos, como os historiadores tradicionais.
II. A Nova História se preocupa também com a chamada história “vista de baixo”, ou seja, a história de pessoas comuns.
III. O movimento da Nova História questiona o limite do paradigma da história tradicional ao sugerir que os documentos oficiais seriam as únicas fontes científicas para as pesquisas históricas. Uma das grandes discussões em torno dessas críticas é a classificação estabelecida para marcar o início da história, que seria com a escrita; antes disso teríamos a pré-história.
IV. Os Annales também contestam a ideia historicista de que a História é objetiva, pois se sabe que é pouco provável a reconstituição dos fatos como eles realmente aconteceram, pois é impossível olhar o passado sem o ponto de vista particular.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Um grupo de pessoas se refere à Floresta Amazônica como o “pulmão do mundo”. Você considera essa afirmação:
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O professor Carlos nas suas aulas propõe situações desafiadoras e significativas para seus alunos. Nessas atividades considera as estratégias e os procedimentos utilizados pelos alunos para construir conceitos e não somente para obter uma resposta. Como avaliação observa a capacidade de argumentação e justificação dos procedimentos escolhidos e utilizados.
Com base nessa descrição, e em concordância com as DCM’s, podemos dizer que o professor Carlos nas suas aulas de matemática lança mão da metodologia denominada:
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A Síndrome de Down pode ocorrer em indivíduos do sexo masculino e do sexo feminino. Crianças com Síndrome de Down podem apresentar língua grande e grossa, pescoço curto e grosso, genitália pouco desenvolvida, cardiopatias e alguma forma de comprometimento mental. Uma mulher com Síndrome de Down por trissomia do cromossomo 21 pode gerar uma criança normal porque:
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