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Segundo Circe Bittencourt, no livro O saber histórico na sala de aula, “a História Política que predominou no ensino de História até recentemente foi responsável pela configuração de uma galeria de personagens da vida administrativa do país. (…) Como a História Política ensinada optou, até os anos 60, por biografar os feitos dos chefes políticos, reis e presidentes republicanos, seus retratos constituíram-se em uma espécie de galeria de pessoas ilustres com características aristocráticas”.
Comparando as imagens desses antigos livros com aquelas que estão nos manuais mais contemporâneos é possível destacar a
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Segundo Maria de Lourdes Monaco Janotti, no livro O saber histórico na sala de aula (Bittencourt, 1998), “mesmo defendendo a liberdade de escolha no processo didático e nele reconhecendo uma área importante de embates políticos, devemos admitir que um sentido maior deve orientar nossa prática no rumo da sociedade democrática e que este dificilmente se realizará se abandonarmos o estudo do passado público. (…) Talvez muito da indiferença que se nota atualmente pela vida política de nosso país esteja relacionado ao desprezo do passado de nossa vida pública institucional, obscurecido pela prioridade da atualidade cotidiana. Sem um conhecimento sólido do passado, voltado para a ação e para a participação democrática, somos levados à ignorância e à omissão que permitem total liberdade aos detentores do poder.”
A partir do texto, é correto afirmar que o ensino de História deve
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Circe Bittencourt, no livro O saber histórico na sala de aula, escreve que “estar diante de irrequietos jovens, nas mais diversas salas de aula, para ensinar História, tem sido um desafio para os professores”. Segundo essa autora, exemplos desses desafios são:
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“As vivências e apreensões dos ritmos de tempo sofrem mudanças com o desenvolvimento da tecnologia dos meios de transporte e da comunicação à distância. Assim, vencer um mesmo percurso de canoa e de avião significa falar de tempos e vivências diferentes. Viajar de carro em uma estrada bem cuidada despende menos tempo do que viajar com o mesmo veículo em uma estrada cheia de buracos e obstáculos. O entendimento do tempo passa a ser diferenciado. O mesmo ocorre com a comunicação entre pessoas ao fazerem uso de cartas, telefones ou e-mail. A tecnologia da comunicação via satélite parece encurtar distâncias e desafia o tempo.” – PCN – História, 1998.
Segundo o PCN-História, diante do fato de que os ritmos de tempo sofrem mudanças, é correto afirmar que deve existir a preocupação de
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Observe e analise a imagem:

É correto afirmar que essa imagem, citada no livro Inaugurando a História e construindo a nação (Siman & Fonseca, 2001), é:
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Segundo Thaís Nívia de Lima e Fonseca, no livro Inaugurando a História e construindo a nação (Siman & Fonseca, 2001), é correto afirmar a respeito dos livros didáticos de História:
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Segundo o historiador João Pinto Furtado, no livro Inaugurando a História e construindo a nação (Siman & Fonseca, 2001), “o exame da historiografia e suas fontes, vis-a-vis ao imaginário simbólico e ao contexto histórico mais amplo no qual foram geradas, pode se revelar um momento privilegiado para a apreensão do fenômeno histórico de 1789 na sua integridade. Isto se dá precisamente porque, ao nos colocar diante das opções feitas pelos historiadores em suas pesquisas, os estudos da historiografia nos permitem avançar na compreensão e crítica de sua relação com as fontes e das vicissitudes da memória nacional.”
Segundo o autor, a respeito dos estudos do fenômeno histórico citado, é correto dizer que é importante
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Segundo H. M. Batalha, no livro Historiografia brasileira em perspectiva (Freitas, 1998), diante dos estudos iniciados, desde o início do século XX, por sindicalistas e militantes políticos e, na segunda metade do XX, pelos sociólogos, é possível afirmar que foi tardio o interesse dos historiadores brasileiros pelos estudos relacionados com o operariado. Em parte, esse envolvimento tardio pode ser explicado por conta da
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“(...) procuraremos dar uma notícia mais especificada da situação em que foram encontradas as gentes que habitavam o Brasil; isto é, uma ideia de seu estado, não podemos dizer de civilização, mas de barbárie e de atraso. De tais povos na infância não há historia: ha só ethnographia. A infância da humanidade na ordem moral, como a do indivíduo na ordem física, é sempre acompanhada de pequenez e de misérias. (...) ” – Francisco Varnhagen. História geral do Brasil, 1857. (Apud John Monteiro. In: Silva & Grupioni. A temática indígena na escola, 1995.)
O autor expressa:
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Segundo Suely Robles Reis de Queiróz, no livro Historiografia brasileira em perspectiva (Freitas, 1998), “preocupado, como os de sua geração, com a questão da raça e a intensa miscigenação ocorrida no país, (…) buscou explicar-lhes o significado concebendo uma sociedade de tipo paternalista, onde as relações de caráter pessoal assumiam vital importância. (…)
Na sociedade assim estabelecida, predominavam a empatia entre as raças e a amenidade na relação senhor- -escravo, características que explicariam a miscigenação e seriam peculiares no quadro geral do escravismo americano. Decorriam elas da plasticidade racial do colonizador português, cujos traços psicológicos diferenciavam- -no dos anglo-americanos em valores e personalidade.”
A autora refere-se aos estudos de
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