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Foram encontradas 50 questões.

Os objetivos propostos nos Parâmetros Curriculares Nacionais concretizam as intenções educativas em termos de capacidades que devem ser desenvolvidas pelos alunos ao longo da escolaridade. Assim, os objetivos se definem em termos de capacidades de ordem:

I. Cognitiva, física e afetiva.

II. De relação interpessoal e inserção social.

III. Ética e estética.

Quais estão corretas?

 

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Nos Parâmetros Curriculares Nacionais, optou-se por um tratamento específico das áreas – em função da importância instrumental de cada uma –, mas contemplou-se também a integração entre elas. Quanto às questões sociais relevantes, reafirma-se a necessidade de sua problematização e análise, incorporando-as como temas transversais. Com base nessa informação, NÃO é uma das questões sociais que são abordadas:

 

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A BNCC afirma, de maneira explícita, o seu compromisso com a educação integral. Com base nessa afirmação, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, quanto ao que a BNCC propõe para assumir esse compromisso.

( ) Superação da fragmentação radicalmente disciplinar do conhecimento.

( ) A importância do contexto para dar sentido ao que se aprende.

( ) O protagonismo do estudante em sua aprendizagem e na construção de seu projeto de vida.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Segundo as DCNs, o conjunto da Educação Básica deve se constituir em um processo:

 

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De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica (DCN’s), é oportuno e necessário considerar as dimensões do educar e do cuidar, em sua inseparabilidade, buscando recuperar, para a função social da Educação Básica, a sua centralidade, que é o estudante. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA no que se refere a esses dois termos.

 

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Poluição sem prosperidade

Amanda Gorziza, Bernardo Esteves e Renata Buono

Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que as três palavras recebem acento gráfico pela mesma regra que determina a grafia, respectivamente, de ‘país’, ‘só’ e ‘fósseis’.

 

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Poluição sem prosperidade

Amanda Gorziza, Bernardo Esteves e Renata Buono

Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o trecho abaixo, retirado do texto, e as seguintes propostas de reescrita.

Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento.

I. O Brasil, ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa, principalmente, queimando combustíveis fósseis não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento.

II. O Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento, ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis.

III. Contrariando os países que, primeiro, industrializaram-se e, ao queimar principalmente combustíveis fósseis, emitiram gases-estufa, o Brasil não converteu em prosperidade e desenvolvimento as suas emissões.

Quais estão corretas sob o ponto de vista da pontuação?

 

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Poluição sem prosperidade

Amanda Gorziza, Bernardo Esteves e Renata Buono

Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa cuja afirmação NÃO tem respaldo no texto.

 

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Amanda Gorziza, Bernardo Esteves e Renata Buono

Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o seguinte trecho, retirado do texto:

Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial.

Em relação à oração sublinhada no período acima, é correto afirmar que:

 

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Poluição sem prosperidade

Amanda Gorziza, Bernardo Esteves e Renata Buono

Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere as seguintes assertivas sobre mudanças no texto:

I. Mantém-se a correção e o sentido do texto substituindo-se ‘mesmo sendo’ por ‘embora seja’.

II. Preserva-se a integridade sintática e semântica do texto substituindo-se ‘Só que’ por ‘Entretanto’.

III. A substituição de ‘Todavia’ por ‘Consequentemente’ não altera o sentido ou a estrutura do texto.

Quais estão corretas?

 

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