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Poluição sem prosperidade

Amanda Gorziza, Bernardo Esteves e Renata Buono

Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que as três palavras recebem acento gráfico pela mesma regra que determina a grafia, respectivamente, de ‘país’, ‘só’ e ‘fósseis’.

 

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Amanda Gorziza, Bernardo Esteves e Renata Buono

Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o trecho abaixo, retirado do texto, e as seguintes propostas de reescrita.

Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento.

I. O Brasil, ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa, principalmente, queimando combustíveis fósseis não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento.

II. O Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento, ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis.

III. Contrariando os países que, primeiro, industrializaram-se e, ao queimar principalmente combustíveis fósseis, emitiram gases-estufa, o Brasil não converteu em prosperidade e desenvolvimento as suas emissões.

Quais estão corretas sob o ponto de vista da pontuação?

 

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Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa cuja afirmação NÃO tem respaldo no texto.

 

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Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o seguinte trecho, retirado do texto:

Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial.

Em relação à oração sublinhada no período acima, é correto afirmar que:

 

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Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere as seguintes assertivas sobre mudanças no texto:

I. Mantém-se a correção e o sentido do texto substituindo-se ‘mesmo sendo’ por ‘embora seja’.

II. Preserva-se a integridade sintática e semântica do texto substituindo-se ‘Só que’ por ‘Entretanto’.

III. A substituição de ‘Todavia’ por ‘Consequentemente’ não altera o sentido ou a estrutura do texto.

Quais estão corretas?

 

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Quando o assunto é a emissão dos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, o Brasil joga na primeira divisão mundial. Somos o quarto país que mais contribuiu para a mudança climática, conforme mostra uma análise realizada pelo Carbon Brief, um site jornalístico britânico dedicado à crise climática. Essa constatação – publicada pouco antes da COP26, a Conferência do Clima realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro de 2021 – contradiz o discurso segundo o qual o Brasil teria participado com menos de 1% das emissões históricas de gases do efeito estufa, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo.

Tal declaração provavelmente considerou estatísticas que não levam em conta as emissões causadas pelo desmatamento. Só que essas são justamente as responsáveis por 86% das emissões brasileiras, de acordo com o Carbon Brief. Elas foram causadas sobretudo pela devastação da Mata Atlântica e da Amazônia. Ao contrário dos países que se industrializaram primeiro e emitiram gases-estufa principalmente queimando combustíveis fósseis, o Brasil não converteu as suas emissões em prosperidade e desenvolvimento. O mesmo aconteceu com a Indonésia, quinto lugar no ranking histórico, que também tem no desmatamento a sua maior fonte de emissões.

O aquecimento global é causado pela ação humana, mas nem todos os humanos têm a mesma responsabilidade pelo problema. Os 10% mais ricos emitem quase vinte vezes mais do que os 50% mais pobres, conforme mostrou um relatório do World Inequality Lab, que tem em seu quadro de diretores o economista francês Thomas Piketty. O levantamento indicou ainda que os 10% mais ricos respondem por praticamente metade dos gases-estufa lançados na atmosfera. Todavia, são os países e as populações de baixa renda os que mais sofrem os impactos da crise climática.

(Disponível em: Carbon Brief, World Inequality Lab, Air Transport Action Group, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e https://piaui.folha.uol.com.br/quanto-mais-rico-maispoluente/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa cujos vocábulos poderiam substituir ‘emitem’ e ‘levantamento’, respectivamente, já que não promoveriam quaisquer mudanças no texto.

 

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Vá à praia – antes que ela acabe

Amanda Gorziza e Renata Buono

As praias e dunas brasileiras estão sendo engolidas pelo mar. Num processo lento, a paisagem de mais de 7 mil km de litoral do país está sendo radicalmente modificada pela natureza e pela mão humana, conforme mostram os dados de uma análise do MapBiomas feita a partir de imagens de satélite. De 1985 a 2020, o Brasil perdeu de praias, dunas e areais continentais o equivalente à área de Salvador, capital da Bahia. No total, foram cerca de 70 mil hectares. Proporcionalmente, 15% da área de praias, dunas e areais existentes no Brasil foram perdidos. Em 1985, havia 451 mil hectares desse tipo de cobertura, mas, em 2020, esse número passou para 382 mil hectares.

Além da erosão costeira, com o avanço das águas do mar sobre as faixas de areia, há outros motivos para o sumiço das paisagens litorâneas, entre os quais estão a pressão imobiliária e a multiplicação de empreendimentos salineiros ou para produção de espécies aquáticas em cativeiro, além da expansão de espécies vegetais invasoras. O Rio de Janeiro foi o estado que mais perdeu superfície de dunas, praias e areais. Desde 1985, a costa fluminense perdeu 49% de sua área, o equivalente a 665 Maracanãs. Nesse caso, como em quase todos os estados, as grandes perdas estão associadas a campos de dunas e paleodunas, e não de praias, segundo o MapBiomas.

Um dos motivos da diminuição das paisagens litorâneas é a construção de estradas e prédios, ou seja, obras de infraestrutura urbana, as quais representam 10% da mudança do uso da terra das praias, dunas e areais. Já a preservação desses locais é importante para o controle da erosão costeira e a manutenção da biodiversidade da faixa litorânea, mas apenas 40% das áreas no Brasil estão protegidas por alguma Unidade de Conservação (UC). Algumas cidades costeiras estão sendo tomadas pelo Oceano Atlântico, como é o caso do distrito de Atafona, localizado no município de São João da Barra, no litoral Norte do Rio de Janeiro. Em 36 anos, desapareceu metade das praias, dunas e areais da região. Segundo os especialistas, isso ocorreu por causa da erosão costeira na região – erosão, por sua vez, provocada pela ação antrópica e pelos efeitos das mudanças climáticas.

Mesmo sendo uma região com extensos cordões arenosos, o Rio Grande do Sul perdeu 28% das áreas de dunas, praias e areais de 1985 a 2020. Entre os casos de ocupação por usos da terra no estado, há o avanço dos pinheiros sobre campos dunares em áreas que fazem limite com florestas plantadas. Em 36 anos, 6,3 mil hectares de praias e dunas viraram silvicultura no estado gaúcho.

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/va-praia-antes-que-ela-acabe/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

O vocábulo ‘infraestrutura’, formado por um prefixo mais um radical, tem sua grafia determinada pelo Acordo Ortográfico vigente. Assinale a alternativa em que pelo menos um dos vocábulos está INCORRETAMENTE grafado.

 

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Vá à praia – antes que ela acabe

Amanda Gorziza e Renata Buono

As praias e dunas brasileiras estão sendo engolidas pelo mar. Num processo lento, a paisagem de mais de 7 mil km de litoral do país está sendo radicalmente modificada pela natureza e pela mão humana, conforme mostram os dados de uma análise do MapBiomas feita a partir de imagens de satélite. De 1985 a 2020, o Brasil perdeu de praias, dunas e areais continentais o equivalente à área de Salvador, capital da Bahia. No total, foram cerca de 70 mil hectares. Proporcionalmente, 15% da área de praias, dunas e areais existentes no Brasil foram perdidos. Em 1985, havia 451 mil hectares desse tipo de cobertura, mas, em 2020, esse número passou para 382 mil hectares.

Além da erosão costeira, com o avanço das águas do mar sobre as faixas de areia, há outros motivos para o sumiço das paisagens litorâneas, entre os quais estão a pressão imobiliária e a multiplicação de empreendimentos salineiros ou para produção de espécies aquáticas em cativeiro, além da expansão de espécies vegetais invasoras. O Rio de Janeiro foi o estado que mais perdeu superfície de dunas, praias e areais. Desde 1985, a costa fluminense perdeu 49% de sua área, o equivalente a 665 Maracanãs. Nesse caso, como em quase todos os estados, as grandes perdas estão associadas a campos de dunas e paleodunas, e não de praias, segundo o MapBiomas.

Um dos motivos da diminuição das paisagens litorâneas é a construção de estradas e prédios, ou seja, obras de infraestrutura urbana, as quais representam 10% da mudança do uso da terra das praias, dunas e areais. Já a preservação desses locais é importante para o controle da erosão costeira e a manutenção da biodiversidade da faixa litorânea, mas apenas 40% das áreas no Brasil estão protegidas por alguma Unidade de Conservação (UC). Algumas cidades costeiras estão sendo tomadas pelo Oceano Atlântico, como é o caso do distrito de Atafona, localizado no município de São João da Barra, no litoral Norte do Rio de Janeiro. Em 36 anos, desapareceu metade das praias, dunas e areais da região. Segundo os especialistas, isso ocorreu por causa da erosão costeira na região – erosão, por sua vez, provocada pela ação antrópica e pelos efeitos das mudanças climáticas.

Mesmo sendo uma região com extensos cordões arenosos, o Rio Grande do Sul perdeu 28% das áreas de dunas, praias e areais de 1985 a 2020. Entre os casos de ocupação por usos da terra no estado, há o avanço dos pinheiros sobre campos dunares em áreas que fazem limite com florestas plantadas. Em 36 anos, 6,3 mil hectares de praias e dunas viraram silvicultura no estado gaúcho.

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/va-praia-antes-que-ela-acabe/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere o seguinte trecho: Num processo lento, a paisagem de mais de 7 mil km de litoral do país está sendo radicalmente modificada pela natureza e pela mão humana, conforme mostram os dados de uma análise do MapBiomas feita a partir de imagens de satélite. Sobre ele, analise as assertivas abaixo:

I. Se a primeira oração fosse passada para a voz ativa, a forma verbal deveria ser “estão modificando”.

II. A segunda oração do período classifica-se como adverbial conformativa.

III. A terceira oração do período é adjetiva reduzida de particípio.

IV. Os termos “de uma análise” e “de satélite” são complementos nominais.

Quais estão corretas?

 

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As praias e dunas brasileiras estão sendo engolidas pelo mar. Num processo lento, a paisagem de mais de 7 mil km de litoral do país está sendo radicalmente modificada pela natureza e pela mão humana, conforme mostram os dados de uma análise do MapBiomas feita a partir de imagens de satélite. De 1985 a 2020, o Brasil perdeu de praias, dunas e areais continentais o equivalente à área de Salvador, capital da Bahia. No total, foram cerca de 70 mil hectares. Proporcionalmente, 15% da área de praias, dunas e areais existentes no Brasil foram perdidos. Em 1985, havia 451 mil hectares desse tipo de cobertura, mas, em 2020, esse número passou para 382 mil hectares.

Além da erosão costeira, com o avanço das águas do mar sobre as faixas de areia, há outros motivos para o sumiço das paisagens litorâneas, entre os quais estão a pressão imobiliária e a multiplicação de empreendimentos salineiros ou para produção de espécies aquáticas em cativeiro, além da expansão de espécies vegetais invasoras. O Rio de Janeiro foi o estado que mais perdeu superfície de dunas, praias e areais. Desde 1985, a costa fluminense perdeu 49% de sua área, o equivalente a 665 Maracanãs. Nesse caso, como em quase todos os estados, as grandes perdas estão associadas a campos de dunas e paleodunas, e não de praias, segundo o MapBiomas.

Um dos motivos da diminuição das paisagens litorâneas é a construção de estradas e prédios, ou seja, obras de infraestrutura urbana, as quais representam 10% da mudança do uso da terra das praias, dunas e areais. Já a preservação desses locais é importante para o controle da erosão costeira e a manutenção da biodiversidade da faixa litorânea, mas apenas 40% das áreas no Brasil estão protegidas por alguma Unidade de Conservação (UC). Algumas cidades costeiras estão sendo tomadas pelo Oceano Atlântico, como é o caso do distrito de Atafona, localizado no município de São João da Barra, no litoral Norte do Rio de Janeiro. Em 36 anos, desapareceu metade das praias, dunas e areais da região. Segundo os especialistas, isso ocorreu por causa da erosão costeira na região – erosão, por sua vez, provocada pela ação antrópica e pelos efeitos das mudanças climáticas.

Mesmo sendo uma região com extensos cordões arenosos, o Rio Grande do Sul perdeu 28% das áreas de dunas, praias e areais de 1985 a 2020. Entre os casos de ocupação por usos da terra no estado, há o avanço dos pinheiros sobre campos dunares em áreas que fazem limite com florestas plantadas. Em 36 anos, 6,3 mil hectares de praias e dunas viraram silvicultura no estado gaúcho.

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/va-praia-antes-que-ela-acabe/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A Bahia é um estado brasileiro que perdeu uma grande área de praias, dunas e areais, segundo comprovam imagens de satélite.

( ) A erosão costeira, que faz com que o mar invada a faixa de areia, é uma das causas importantes da redução da área de praias, dunas e areais no litoral brasileiro.

( ) O litoral gaúcho vem se descaracterizando nos últimos 35 anos por causa do aumento da silvicultura nessa região.

( ) Uma das razões da necessidade de se combater a diminuição das faixas litorâneas é a preservação da biodiversidade desses locais.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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As praias e dunas brasileiras estão sendo engolidas pelo mar. Num processo lento, a paisagem de mais de 7 mil km de litoral do país está sendo radicalmente modificada pela natureza e pela mão humana, conforme mostram os dados de uma análise do MapBiomas feita a partir de imagens de satélite. De 1985 a 2020, o Brasil perdeu de praias, dunas e areais continentais o equivalente à área de Salvador, capital da Bahia. No total, foram cerca de 70 mil hectares. Proporcionalmente, 15% da área de praias, dunas e areais existentes no Brasil foram perdidos. Em 1985, havia 451 mil hectares desse tipo de cobertura, mas, em 2020, esse número passou para 382 mil hectares.

Além da erosão costeira, com o avanço das águas do mar sobre as faixas de areia, há outros motivos para o sumiço das paisagens litorâneas, entre os quais estão a pressão imobiliária e a multiplicação de empreendimentos salineiros ou para produção de espécies aquáticas em cativeiro, além da expansão de espécies vegetais invasoras. O Rio de Janeiro foi o estado que mais perdeu superfície de dunas, praias e areais. Desde 1985, a costa fluminense perdeu 49% de sua área, o equivalente a 665 Maracanãs. Nesse caso, como em quase todos os estados, as grandes perdas estão associadas a campos de dunas e paleodunas, e não de praias, segundo o MapBiomas.

Um dos motivos da diminuição das paisagens litorâneas é a construção de estradas e prédios, ou seja, obras de infraestrutura urbana, as quais representam 10% da mudança do uso da terra das praias, dunas e areais. Já a preservação desses locais é importante para o controle da erosão costeira e a manutenção da biodiversidade da faixa litorânea, mas apenas 40% das áreas no Brasil estão protegidas por alguma Unidade de Conservação (UC). Algumas cidades costeiras estão sendo tomadas pelo Oceano Atlântico, como é o caso do distrito de Atafona, localizado no município de São João da Barra, no litoral Norte do Rio de Janeiro. Em 36 anos, desapareceu metade das praias, dunas e areais da região. Segundo os especialistas, isso ocorreu por causa da erosão costeira na região – erosão, por sua vez, provocada pela ação antrópica e pelos efeitos das mudanças climáticas.

Mesmo sendo uma região com extensos cordões arenosos, o Rio Grande do Sul perdeu 28% das áreas de dunas, praias e areais de 1985 a 2020. Entre os casos de ocupação por usos da terra no estado, há o avanço dos pinheiros sobre campos dunares em áreas que fazem limite com florestas plantadas. Em 36 anos, 6,3 mil hectares de praias e dunas viraram silvicultura no estado gaúcho.

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/va-praia-antes-que-ela-acabe/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que, dos dois vocábulos retirados do texto, o primeiro apresente um ditongo decrescente, e o segundo, um ditongo crescente.

 

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