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Texto 1
O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?
Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel. Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”. No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra em que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre. Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos. E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.
São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas. Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.
Como é possível? A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela. São raros os micro -organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro-organismos. Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.
Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40763802
[Adaptado], acesso em 7/8/2017.
Considere as seguintes frases no seu respectivo contexto.
I. “Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo.” (2ºparágrafo)
II. “Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela.” (3º parágrafo)
III. “Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.” (3º parágrafo)
Analise as afirmativas abaixo em relação às frases:
1. Em I, a primeira oração pode ser reescrita como “A diferença, entretanto, está aí”, sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta da língua.
2. Em I, o sinal de dois-pontos introduz uma informação que esclarece o termo anterior “aí”.
3. Em II, “Isso” faz referência a “os açúcares são higroscópicos” e “eles” faz referência a “os açúcares”.
4. Em II, “mas” pode ser substituído por “mesmo que”, sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta da língua.
5. Em III, “que qualquer bicho sobreviva” pode ser reescrito como “a sobrevivência de qualquer bicho” sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta da língua.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Texto 1
O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?
Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel. Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”. No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra em que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre. Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos. E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.
São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas. Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.
Como é possível? A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela. São raros os micro -organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro-organismos. Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.
Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40763802
[Adaptado], acesso em 7/8/2017.
Leia as seguintes frases retiradas do texto:
1. “Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel.” (1º parágrafo)
2. “Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre.” (1ºparágrafo)
3. “São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo.” (2º parágrafo)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação às frases retiradas do texto.
( ) Em 1, “se” é um pronome reflexivo, funcionando sintaticamente como complemento de cada um dos verbos aos quais se antepõe.
( ) Em 1 e 2, a posição do pronome “se” em relação ao verbo indica que a ordem pronominal é variável em português.
( ) Em 2 e 3, o vocábulo “que” funciona como pronome relativo, retomando um termo antecedente e, simultaneamente, introduzindo uma oração subordinada, em ambos os casos.
( ) Em 1 e 2, a preposição “com” estabelece uma relação semântica de companhia e de instrumento, respectivamente.
( ) Em 3, “os alimentos” requer que os verbos ser e sobreviver sejam flexionados na terceira pessoa do plural, em conformidade com uma regra de concordância verbal no português.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Texto 1
O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?
Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel. Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”. No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra em que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre. Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos. E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.
São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas. Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.
Como é possível? A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela. São raros os micro -organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro-organismos. Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.
Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40763802
[Adaptado], acesso em 7/8/2017.
Assinale a alternativa correta, com base no texto 1.
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Texto 1
O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?
Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel. Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”. No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra em que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre. Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos. E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.
São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas. Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.
Como é possível? A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela. São raros os micro -organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro-organismos. Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.
Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40763802
[Adaptado], acesso em 7/8/2017.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com o texto 1.
( ) O uso de aspas no primeiro parágrafo inscreve no texto um discurso direto que ilustra o uso histórico do mel em contextos religiosos.
( ) O uso de aspas no terceiro parágrafo (em “magia” e “tesouro dourado”) desempenha a mesma função discursiva: sinaliza para palavras usadas fora do contexto habitual.
( ) Segundo o texto, a ‘eternidade’ do mel está ligada ao seu papel religioso e místico, conforme descrito pelas escrituras religiosas.
( ) O segundo parágrafo produz uma quebra abrupta na coesão e argumentação do texto, pois se desvia do assunto principal ao tratar das batatas, do sal e do arroz seco.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Texto 1
O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?
Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel. Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”. No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra em que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre. Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos. E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.
São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas. Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.
Como é possível? A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela. São raros os micro -organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro-organismos. Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.
Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40763802
[Adaptado], acesso em 7/8/2017.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto 1.
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Consta no artigo 4º da Resolução no 02 /2009 que no ensino de História e Cultura Africana, Afro-brasileira e Indígena, a Educação das Relações Étnico-Raciais deverá ser desenvolvida no cotidiano das unidades educativas, a fim de:
1. Proporcionar aos professores, estudantes e crianças condições para pensarem, decidirem, agirem, assumindo responsabilidades por relações étnico-raciais que valorizem e respeitem as diferenças.
2. Divulgar a importância dos diferentes grupos sociais, étnico-raciais na construção da nação brasileira.
3. Promover a participação de diferentes grupos étnico-raciais e da comunidade em que se insere a unidade educativa, sob a coordenação de professores, na elaboração e vivência de práticas pedagógicas que contemplem a diversidade étnico-racial.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade (Art. 15 a 18-B)
De acordo com o artigo 18 da Lei nº 8.069/1990, que institui o Estatuto da Criança e do Adolescente:
É dever .............................. velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Está expresso no artigo 4º da Lei nº 8.069/1990, que institui o Estatuto da Criança e do Adolescente, que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
De acordo com o artigo 2º da Lei Complementar nº 546/2016, o Plano Municipal de Educação de Florianópolis apresenta as seguintes diretrizes:
1. Erradicação do analfabetismo.
2. Universalização do atendimento escolar.
3. Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação.
4. Melhoria da qualidade da educação, com ênfase na meritocracia escolar.
5. Formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores de civilidade e obediência.
6. Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública.
7. Valorização dos profissionais da educação.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Consta na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996) que o ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes:
1. Indígena.
2. Americana.
3. Africana.
4. Europeia.
5. Asiática.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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