Foram encontradas 2.131 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Quando me proponho a analisar a complexidade da
identidade da educação brasileira, desde a sua formação
histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização
didática e administrativa da escola, acabo percebendo que
deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente
humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e
propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes
ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.
Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas,
à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores,
às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das
personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si,
é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos
de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e
achados!
Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial
de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e
bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar
a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões
que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades
e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade,
a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e
amorosa.
Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como
a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva,
as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação
de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação
firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do
meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à
vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente
transformado.
Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças,
os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela
palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o
poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso
amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo,
a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas
disposições para a vida ser melhor!
(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
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Essa dimensão do conhecimento em arte refere-se às
possibilidades de exteriorizar e manifestar as criações
subjetivas por meio de procedimentos artísticos, tanto em
âmbito individual quanto coletivo. Essa dimensão emerge
da experiência artística com os elementos constitutivos
de cada linguagem, dos seus vocabulários específicos e
das suas materialidades.
(Itatiba – Secretaria da Educação – Currículo Ensino Fundamental II)
O nome dessa dimensão é
(Itatiba – Secretaria da Educação – Currículo Ensino Fundamental II)
O nome dessa dimensão é
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A dança cujo nome em tupi-guarani designa um tipo de
sapo apresenta um canto em forma de desafio, acompanhado de viola, rabeca e reco-reco.
Segundo Jeandot (1993), trata-se do
Segundo Jeandot (1993), trata-se do
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Essa festividade tem sua presença nas festas de Natal
e Reis. Consiste em cantos, danças, partes declamadas
e loas. As melodias são pequenas canções, valsas e
modinhas.
(Jeandot, 1993. Adaptado)
Trata-se
(Jeandot, 1993. Adaptado)
Trata-se
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Segundo Rudolf Laban, são os fatores que qualificam o
movimento:
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