Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Compete ao Município instituir os seguintes tributos:

I- imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.

II- imposto sobre a Transmissão "inter vivos", a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de direitos à sua aquisição.

III- imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - não compreendidos no artigo 155, 11, da Constituição Federal -, definidos em lei federal complementar.

IV- taxas em razão do exercício do poder de polícia.

Após a análise dos itens, marque a alternativa correta:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2239346 Ano: 2015
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
Provas:
Acerca da disciplina dos títulos de crédito no Código Civil de 2002,m arque a alternativa CORRETA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O saneamento básico, conforme preceitua o art. 290, é dever do Município, implicando, o seu direito, a garantia inalienável de:

I- abastecimento de água, em quantidade suficiente para assegurar a adequada higiene e o conforto, e com qualidade compatível com os padrões de potabilidade.

II- coleta e disposição dos esgotos sanitários, dos resíduos sólidos e drenagem das águas pluviais, de forma a preservar o equilíbrio do ambiente e eliminar as ações danosas à saúde.

III- controle de vetores sob a óptica da proteção à saúde pública.

Está(ão) correto(s) apenas o(s) item(ns):

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O art. 22 estabelece que o governo municipal será organizado em administração direta e indireta, que atendam aos seguintes princípios, exceto:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2239325 Ano: 2015
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
Provas:
Em razão de um vazamento de substância altamente tóxica nas águas do Rio Tocantins, milhares de peixes, camarões e outros animais que compõem o ecossistema fluvial morreram, provocando a suspensão da atividade de pesca na região por aproximadamente 6 (seis) meses. Um mês após cessada a suspensão da pesca (7 meses, portanto, da ocorrência do acidente), Marcia, pescadora artesanal, ajuizou ação ordinária contra a Refinadora requerendo tanto danos morais quanto danos materiais, eis que ficou privada de exercer sua atividade profissional durante o período de suspensão da pesca. Em sua defesa, a Refinadora alegou que o acidente decorreu de caso fortuito e, por isso, o nexo de causalidade teria sido interrompido, inexistindo, portanto, dever de indenizar.
Considerando a situação hipotética descrita, analise os itens a seguir:
I- Falta à Marcia interesse de agir na modalidade adequação, eis que o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e sustentável é direito difuso e, por isso, a Refinadora apenas poderia ser demandada via ação civil pública. Nesse caso, a sentença coletiva serviria de título executivo para Marcia, já em execução, requerer a reparação dos danos que sofreu.
II- Ainda que reste comprovado que o vazamento decorreu de caso fortuito, a Refinadora terá dever de indenizar os danos causados pelo acidente, eis que a responsabilidade civil ambiental é objetiva, informada pela teoria do risco integral.
III- Em eventual condenação à reparação de danos morais, os juros moratórios devem ser contados a partir do evento danoso.
IV- Na mesma data em que Marcia ajuizou a ação, a responsabilidade civil pelos danos ambientais também poderia ter sido questionada por meio de ação civil pública ajuizada pela Associação dos Pescadores do Rio Tocantins, criada depois de o acidente ter ocorrido justamente para a defesa dos direitos dos pescadores artesanais atingidos pelo vazamento da substância química, indiferente de demonstração de manifesto interesse social evidenciado pela dimensão ou característica do dano, ou pela relevância do bem jurídico tutelado.
V- Em havendo condenação em dinheiro na ação proposta por Marcia, a indenização pelo dano causado será revertida a um fundo gerido por Conselho Estadual do qual necessariamente participará o Ministério Público e representantes das comunidades, sendo os recursos destinados à reconstituição dos bens lesados.
De acordo com a legislação e a jurisprudência consolidada do STJ, estão CORRETOS apenas os itens:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2239320 Ano: 2015
Disciplina: Direito Penal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
Provas:
Comete crime de condescendência criminosa o funcionário que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2239613 Ano: 2015
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
Provas:
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com o Estatuto da Cidade:
Questão Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
"França bombardeia EI na Síria. Reação: Alvo foi o suposto quartel-general do grupo, 48 horas após ataques em Paris."
(Fonte: www.ormnews.com.br-Data:16.11.2015)
Sobre o assunto, apenas não se pode afirmar:
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A Grande Heresia do Simples
Em seu livro Tristes Trópicos, Lévi-Strauss descreve os seus colegas brasileiros: "Qualquer que fosse o campo do saber, só a teoria mais recente merecia ser considerada. ( ... ) Nunca liam as obras originais e mostravam um entusiasmo permanente pelos novos pratos. ( ... ) Partilhar uma teoria conhecida era o mesmo que usar um vestido pela segunda vez, corria-se o risco de um vexame".
Cultivamos essa paixão pelas navegações intergalácticas e pelo modismo. Assim, acaba tudo muito complicado, inclusive na educação. Ouso arrostar a cultura nacional. Cometo a Grande Heresia do Simples: tento demonstrar que a educação brasileira precisa de um "feijão com arroz" benfeito, nada mirabolante, nada nos espaços siderais. Vejamos a receita que deu certo alhures.
A escola precisa de metas. E que sejam poucas, claras, estáveis e compartilhadas. Se cada um rema para o seu lado, o barco fica à deriva.
A escola tem a cara do diretor, o principal responsável pela criação de um ambiente estimulante e produtivo. Daí o extremo cuidado na sua escolha. Eleição por professores não será pior que indicação política? E, uma vez escolhido, o diretor precisa de autonomia, de par com cobrança firme do que for combinado.
Boa gestão é essencial. Nem empresas, nem paróquias, nem escolas se administram sem dominar os princípios e técnicas apropriados. Ademais, as secretarias não devem atrapalhar, criando burocracias infinitas.
O professor tem de dominar o assunto que vai ensinar e saber como dar aula. Infelizmente, as faculdades de educação acham isso irrelevante.
Prêmios e penalidades. De alguma forma, o bom desempenho do professor deve ser recompensado. E, se falhar, que venham os puxões de orelha. Por que a atividade mais crítica para o futuro do país é uma das poucas em que prevalece a impunidade.
Ensinou a teoria ou o princípio? Então, que sejam aplicados em problemas práticos e realistas. Diz a ciência cognitiva que sem aplicar não se aprende.
Nova idéia? Então mostre sua conexão com alguma coisa que o aluno já sabe. Isso se chama "contextualizar". Pelo menos, que não se ensine nada sem mostrar para que serve. Se o professor não sabe, como pode suceder na matemática, é melhor não ensinar. É preciso ensinar menos, para os alunos aprenderem mais. O tsunami curricular impede que se aprenda o que quer que seja. Ouve-se falar de tudo, mas não se domina nada. E como só gostamos do que entendemos, no ritmo vertiginoso em que disparam os assuntos, não é possível gostar e, portanto, aprender o que quer que seja.
Valores e cidadania se aprendem na escola, tanto quanto a matéria ensinada. Só que não no currículo ou em sermões, mas na forma pela qual a escola funciona. Escola tolerante e justa ensina essas virtudes. Aprende-se pelo exemplo da própria escola e dos professores. Tão simples quanto isso. Com bagunça na aula não se aprende. Foi o que disseram os próprios alunos, em uma pesquisa do Instituto Positivo (confirmada por outros estudos). A escola precisa enfrentar com firmeza a assombração da indisciplina.
Sem avaliação, a escola faz voo cego. Nossos sistemas de avaliação são excelentes. Mas ainda são pouco usados, seja pelos professores, pela escola ou pelas secretarias. É pena.
A tecnologia pode ajudar, não há boas razões para desdenhá-Ia. Mostra o Pisa: na mão dos alunos, produz bons resultados. Mas não é uma ferramenta para alavancar mudanças. Escola travada não vai mudar com computadores, tablets ou smartphones. Pior, dentro da escola, escoam-se décadas e ela continua um elefante branco, incapaz de promover avanços na qualidade. E aos pais cabe vigiar. Conforme o caso, apoiando ou cobrando.
O currículo é ler com fluência, entender o lido, escrever corretamente, usar regra de três, calcular áreas, volumes e um juro simples, ler gráficos e tabelas ... Só depois de dominado isso podemos ir para as guerras púnicas, derivadas e integrais, reis da França, afluentes do Amazonas e a infinidade de bichinhos do livro de biologia.
Onde está a complicação? Fazer bem o "feijão com arroz" seria uma revolução no nosso ensino. Mas, para muitos, o simples é a Grande Heresia.
(Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. Veja-21 de outubro 2015)
Assinale a alternativa em que o articulista optou pela norma informal ao empregar o elemento de coesão:
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A Grande Heresia do Simples

Em seu livro Tristes Trópicos, Lévi-Strauss descreve os seus colegas brasileiros: "Qualquer que fosse o campo do saber, só a teoria mais recente merecia ser considerada. ( ... ) Nunca liam as obras originais e mostravam um entusiasmo permanente pelos novos pratos. ( ... ) Partilhar uma teoria conhecida era o mesmo que usar um vestido pela segunda vez, corria-se o risco de um vexame".

Cultivamos essa paixão pelas navegações intergalácticas e pelo modismo. Assim, acaba tudo muito complicado, inclusive na educação. Ouso arrostar a cultura nacional. Cometo a Grande Heresia do Simples: tento demonstrar que a educação brasileira precisa de um "feijão com arroz" benfeito, nada mirabolante, nada nos espaços siderais. Vejamos a receita que deu certo alhures.

A escola precisa de metas. E que sejam poucas, claras, estáveis e compartilhadas. Se cada um rema para o seu lado, o barco fica à deriva.

A escola tem a cara do diretor, o principal responsável pela criação de um ambiente estimulante e produtivo. Daí o extremo cuidado na sua escolha. Eleição por professores não será pior que indicação política? E, uma vez escolhido, o diretor precisa de autonomia, de par com cobrança firme do que for combinado.

Boa gestão é essencial. Nem empresas, nem paróquias, nem escolas se administram sem dominar os princípios e técnicas apropriados. Ademais, as secretarias não devem atrapalhar, criando burocracias infinitas.

O professor tem de dominar o assunto que vai ensinar e saber como dar aula. Infelizmente, as faculdades de educação acham isso irrelevante.

Prêmios e penalidades. De alguma forma, o bom desempenho do professor deve ser recompensado. E, se falhar, que venham os puxões de orelha. Por que a atividade mais crítica para o futuro do país é uma das poucas em que prevalece a impunidade.

Ensinou a teoria ou o princípio? Então, que sejam aplicados em problemas práticos e realistas. Diz a ciência cognitiva que sem aplicar não se aprende.

Nova idéia? Então mostre sua conexão com alguma coisa que o aluno já sabe. Isso se chama "contextualizar". Pelo menos, que não se ensine nada sem mostrar para que serve. Se o professor não sabe, como pode suceder na matemática, é melhor não ensinar. É preciso ensinar menos, para os alunos aprenderem mais. O tsunami curricular impede que se aprenda o que quer que seja. Ouve-se falar de tudo, mas não se domina nada. E como só gostamos do que entendemos, no ritmo vertiginoso em que disparam os assuntos, não é possível gostar e, portanto, aprender o que quer que seja.

Valores e cidadania se aprendem na escola, tanto quanto a matéria ensinada. Só que não no currículo ou em sermões, mas na forma pela qual a escola funciona. Escola tolerante e justa ensina essas virtudes. Aprende-se pelo exemplo da própria escola e dos professores. Tão simples quanto isso. Com bagunça na aula não se aprende. Foi o que disseram os próprios alunos, em uma pesquisa do Instituto Positivo (confirmada por outros estudos). A escola precisa enfrentar com firmeza a assombração da indisciplina.

Sem avaliação, a escola faz voo cego. Nossos sistemas de avaliação são excelentes. Mas ainda são pouco usados, seja pelos professores, pela escola ou pelas secretarias. É pena.

A tecnologia pode ajudar, não há boas razões para desdenhá-Ia. Mostra o Pisa: na mão dos alunos, produz bons resultados. Mas não é uma ferramenta para alavancar mudanças. Escola travada não vai mudar com computadores, tablets ou smartphones. Pior, dentro da escola, escoam-se décadas e ela continua um elefante branco, incapaz de promover avanços na qualidade. E aos pais cabe vigiar. Conforme o caso, apoiando ou cobrando.

O currículo é ler com fluência, entender o lido, escrever corretamente, usar regra de três, calcular áreas, volumes e um juro simples, ler gráficos e tabelas ... Só depois de dominado isso podemos ir para as guerras púnicas, derivadas e integrais, reis da França, afluentes do Amazonas e a infinidade de bichinhos do livro de biologia.

Onde está a complicação? Fazer bem o "feijão com arroz" seria uma revolução no nosso ensino. Mas, para muitos, o simples é a Grande Heresia.

(Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. Veja-21 de outubro 2015)

Em: "Só depois de dominado isso", a partícula só, presente no excerto, tem função adverbial, logo, invariável. Acrescentando "só· nas estruturas seguintes, ela variaria em:

Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas