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As crianças aprendem desde pequenas a se comunicar. Esse fato nos leva a pensar sobre como a fala pode se transformar em escrita e leitura das crianças, por meio de um ambiente estimulador, desenvolvendo caminhos e estímulos para que as crianças se apropriem dessas novas formas de comunicação. Com efeito, a partir da visão de Emília Ferreiro, existem formas diferentes de a criança conseguir ampliar seu ambiente vocabular, por meio da aquisição da leitura e da escrita. Contudo, é preciso atenção quanto a algumas implicações pedagógicas que influenciam este momento da criança. São eles:
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A organização dos espaços e dos materiais se constitui em um instrumento fundamental para a prática educativa com crianças pequenas.
Sobre este tema, que tem sido foco de importantes debates entre educadores e pesquisadores de Educação Infantil, é CORRETO afirmar que:
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2291738
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Umuarama-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Umuarama-PR
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Leia o texto a seguir e reflita sobre o tema dos direitos humanos e sua relação com o Brasil atual.
“O núcleo fundante dos direitos humanos é, evidentemente, o direito à vida, porque de nada adiantariam os outros se este não prevalecesse. Quando falamos em direito à vida, reconhecemos que ninguém tem o direito de tirar a vida do outro – a não ser em legítima defesa –, mas isso também não é óbvio, se observarmos exemplos ao longo da história da humanidade. Basta ler a Bíblia para vermos, por exemplo, a legitimidade da escravidão e até mesmo a insinuação de sacrifícios humanos. Nas sociedades coloniais e patriarcais – como na história brasileira –, o pater famílias tinha o direito de vida e morte sobre sua família e os agregados. Se o pressuposto dos Direitos Humanos é o direito à vida, não se pode admitir nem a pena de morte e os demais castigos cruéis e degradantes, porque isso é diretamente atentado contra a vida, e nem a exploração do trabalho, porque isso incide diretamente sobre o direito à dignidade, inclusive o direito à saúde. E aqui deve ser salientado esse ponto, que talvez seja um dos mais complexos no entendimento dos direitos humanos: o que queremos dizer quando falamos em dignidade humana?”
Fonte: SOARES, Maria Victoria Benevides. Cidadania e Direitos Humanos. In:
CARVALHO, Jose Sérgio (Org.). Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004. p. 56-7.
A partir das reflexões suscitadas pela leitura e das relações com seus conhecimentos prévios, assinale o que corresponde à alternativa CORRETA.
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2291732
Ano: 2015
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Umuarama-PR
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Umuarama-PR
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)
Segundo dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei n. 8.069/90), “a adoção é medida excepcional e irrevogável, à qual se deve recorrer apenas quando esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa”.
Sobre o tema da adoção previsto no ECA, assinale a alternativa CORRETA.
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Leia o texto a seguir.
A nova edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, ainda está a caminho – a previsão é para 2016. Mas um estudo sobre práticas culturais recém-publicado pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro (O hábito de lazer cultural do brasileiro ) tem se prestado a adiantar o expediente. Foram ouvidos moradores de 70 cidades, de nove regiões metropolitanas. O resultado é pouco animador. Arte e literatura, a rigor, não estão na lista de prioridades dos brasileiros: 55% dos entrevistados não tiveram vida cultural em 2014. Mesma disfunção se verifica na leitura de livros: de um ano para outro, passou de 35% para 30% o número de pessoas que não leram nenhum livro no ano. A edição de 2012 da Retratos tinha verificado tendência de queda na leitura e, inclusive, menos gente maquiando os dados. Em aferições relacionadas à cultura, os leitores costumam optar pelo autoengano, dizendo fazer mais do que fazem. Pelo andar da carruagem, não mais – dados do Instituto Pró-Livro mostram que 50% da população não lê. Dentre os não leitores, mais de 78% consideram a leitura uma atividade enfadonha. O rosário de perdas parece não ter fim. Mas é preciso decantar essas estatísticas.
Disponível em: <http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/leituras-aos-pedacos-1jpht58qu5eb5zhzxi1awi5ul>.
Acesso em: 23/08/2015.
Leia as propostas de continuidade para o texto acima:
I. A leitura dos dados deve levar em conta que a pesquisa da Federação do Comércio do Rio de Janeiro, por exemplo, contemplou apenas regiões metropolitanas e que o vasto território brasileiro apresenta uma diversidade muito grande de consumidores de produtos culturais. Portanto, os dados devem ser relativizados.
II. A maquiagem dos dados por entrevistados que falseiam suas respostas, por exemplo, não permite um retrato mais próximo da realidade. Essa ação apenas dificulta a resolução de questões que talvez sejam pontuais. Assim, os dados devem ser relativizados.
III. A democratização do acesso à leitura é um direito de todos. Entretanto, ele não despontará naturalmente das relações de mercado ou de ações isoladas dos indivíduos. Políticas públicas nessa direção devem ser criadas a partir do que os dados revelarem.
IV. A leitura e a escrita fazem parte do processo civilizatório da humanidade. Elas alcançam um número cada vez maior de pessoas, dando oportunidades a uma parcela importante da população. A análise dos índices deve servir para que isso se amplie.
A coerência textual está mantida em:
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A inclusão social consiste em “um processo bilateral no qual as pessoas excluídas e a sociedade buscam, em parceria, efetivar a equiparação de oportunidades para todos, construindo uma sociedade democrática na qual todos conquistariam sua cidadania, na qual a diversidade seria respeitada e haveria aceitação e reconhecimento político das diferenças. ”
(MENDES, 2006, p. 395)
Assim surge uma escola inclusiva, a qual necessita:
I. de uma equipe multidisciplinar que busque o entendimento da diversidade e das diferenças e fazer entender o compromisso dos professores, funcionários, alunos e familiares.
II. de professores inclusivos que atendam à necessidade de compromisso com os alunos com deficiência no processo ensino-aprendizagem, que devem refletir e ressignificar as práticas pedagógicas por intermédio da formação continuada.
III. de um currículo sem nenhuma adaptação para os alunos com necessidades especiais, pois todos os alunos, com ou sem deficiência, têm direito de aprender e participar.
IV. atender à diversidade e as diferenças acabando somente com as barreiras arquitetônicas, pois são as únicas que excluem a pessoa com deficiência da sociedade.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Segundo Kamii (1990), o objetivo principal da educação é desenvolver a autonomia nas crianças, considerando que isso ocorrerá de maneira conjunta ao seu desenvolvimento social, moral e intelectual.
Marque a alternativa CORRETA que conceitue “autonomia” segundo esses princípios.
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O documento do Ministério da Educação e do Desporto, compilado em um referencial curricular nacional para a Educação Infantil, estrutura sua proposta considerando a criança como um ser integral, ou seja, os temas abordados desenvolvem critérios sociais, psicológicos, históricos e culturais. Essa proposta é dividida em diferentes eixos de trabalho, com objetivos específicos que tratam de conteúdos que possibilitam às ações educativas se tornarem concretas.
Analisando o documento em questão, quais fundamentos objetivam a escolha por uma proposta dividida por faixa etária, já que muitos autores divergem sobre considerá-la um fator estimulante ao aprendizado?
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A concepção de infância norteia a forma como o professor se relaciona com a criança e com o processo pedagógico. Durante seu trabalho no Centro de Educação Infantil, um professor prioriza a sistematização de atividades, o trabalho a partir do conteúdo de forma expositiva, a disciplina e a organização da turma e do espaço que favoreçam esses aspectos.
Dado esse contexto, considere a concepção de infância desse professor e assinale a alternativa que a representa CORRETAMENTE.
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Froebel foi um pensador que, apesar de sua época, desenvolveu ideias muito atuais, que serviram de base para muitas teorias utilizadas na primeira infância. Para destacar o modo básico de funcionamento de sua proposta, Oliveira (2005) ressalta a importância dos jogos cooperativos e a espontaneidade nas atividades. Em sua proposta, a criança deveria ser estimulada em suas emoções e sensações e isso poderia acontecer por meio de músicas, as quais ele também ajudava a compor.
Marque a alternativa que destaca a importância desses recursos pedagógicos para o desenvolvimento infantil.
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