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1703371
Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Lea el texto y conteste las tres cuestiones a continuación.
¿QUÉ ESPAÑOL HABLAR?
Carlos Felipe Pinto, 12 de fevereiro de 2018
El clásico libro de Francisco Moreno Fernández "Qué español enseñar" puso en discusión con mucha clareza (aunque no con exención de críticas) la pregunta de qué español debe enseñarse si se sabe que el español es una lengua muy variada, aunque comparta gran parte de su estructura básica. Moreno Fernández nos ofrece tres posibilidades: 1. el español de mi tierra (el que aprendió el profesor); 2. el español de Disneylandia (lo que sería el llamado "español neutro"); 3. el español de Almodóvar (el español de España ). Las tres opciones tienen ventajas y desventajas y, posteriormente, Tito Drago propone una cuarta opción que va plasmada en el título de su artículo: "diversidad y sin español neutro". Esa propuesta es muy interesante porque evita los borrados históricos, prejuicios y exclusiones que cualesquier posibilidades ofrecidas por Moreno Fernández conllevan dado que busca incorporar a la enseñanza de español la riqueza y la diversidad de la lengua sin exclusiones. Por supuesto, es más costoso para el profesor porque requiere de él más información y formación lingüística para llevar a la clase la diversidad del idioma. Pero esa es nuestra labor, ¿no?
Disponible en: http://www.espaciosantillanaespanol.com.br/que-espanol-hablar/ . Último acceso en: 15 mayo 2018.
El vocablo "prejuicio" puede clasificarse como:
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Justiça Social - Justiça ecológica
Entre os muitos problemas que assolam a humanidade, dois são de especial gravidade: a injustiça social e a injustiça ecológica. Ambos devem ser enfrentados conjuntamente se quisermos pôr em rota segura a humanidade e o planeta Terra.
A injustiça social é coisa antiga, derivada do modelo econômico que, além de depredar a natureza, gera mais pobreza que pode gerenciar e superar. Ele implica grande acúmulo de bens e serviços de um lado à custa de clamorosa pobreza e miséria de outro. Os dados falam por si: há um bilhão de pessoas que vive no limite da sobrevivência com apenas um dólar ao dia. E há 2,6 bilhões (40% da humanidade ) que vive com menos de dois dólares diários. As consequências são perversas. Basta citar um fato: contam-se entre 350-500 milhões de casos de malária com um milhão de vítimas anuais, evitáveis.
Essa antirrealidade foi por muito tempo mantida invisível para ocultar o fracasso do modelo econômico capitalista feito para criar riqueza para poucos e não bem-estar para a humanidade.
A segunda injustiça, a ecológica, está ligada à primeira. A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas. Face aos eventos extremos, possuem refrigeradores ou aquecedores e podem criar defesas contra inundações que assolam regiões inteiras. Mas os pobres não têm como se defender. Sofrem os danos de um problema que não criaram. Fred Pierce, autor de "O terremoto populacional" escreveu no New Scientist de novembro de 2009: "os 500 milhões dos mais ricos (7% da população mundial) respondem por 50% das emissões de gases produtores de aquecimento, enquanto 50% dos países mais pobres (3,4 bilhões da população) são responsáveis por apenas 7% das emissões". Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a outra, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles. A solução deve nascer da colaboração de todos, de forma diferenciada: os ricos, por serem mais responsáveis no passado e no presente, devem contribuir muito mais com investimentos e com a transferência de tecnologias e os pobres têm o direito a um desenvolvimento ecologicamente sustentável, que os tire da miséria.
Seguramente, não podemos negligenciar soluções técnicas. Mas sozinhas são insuficientes, pois a solução global remete a uma questão prévia: ao paradigma de sociedade que se reflete na dificuldade de mudar estilos de vida e hábitos de consumo. Precisamos da solidariedade universal, da responsabilidade coletiva e do cuidado por tudo o que vive e existe (não somos os únicos a viver neste planeta nem a usar a biosfera ). É fundamental a consciência da interdependência entre todos e da unidade Terra e humanidade. Pode-se pedir às gerações atuais que se rejam por tais valores se nunca antes foram vividos globalmente? Como operar essa mudança que deve ser urgente e rápida?
Talvez somente após uma grande catástrofe que afligiria milhões e milhões de pessoas, poder-se-ia contar com esta radical mudança, até por instinto de sobrevivência. A metáfora que me ocorre é esta: nosso pais é invadido e ameaçado de destruição por alguma força externa. Diante desta iminência, todos se uniriam, para além das diferenças. Como numa economia de guerra, todos se mostrariam cooperativos e solidários, aceitariam renúncias e sacrifícios a fim de salvar a pátria e a vida. Hoje a pátria é a vida e a Terra ameaçadas. Temos que fazer tudo para salvá-las.
Fonte: BOFF, Leonardo. Correio Popular, 2013 .
"É fundamental a consciência da INTERDEPENDÊNCIA entre todos. "
Assinale a opção em que há um vocábulo que tenha sido formado pelo mesmo processo que a palavra em destaque:
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Texto
TERCETOS, I
Olavo Bilac
Noite ainda, quando ela me pedia
Entre dois beijos que me fosse embora,
Eu, com os olhos em lágrimas, dizia:
"Espera ao menos que desponte a aurora!
Tua alcova é cheirosa como um ninho...
E olha que escuridão há lá por fora!
Como queres que eu vá, triste e sozinho,
Casando a treva e o frio de meu peito
Ao frio e à treva que há pelo caminho?!
Ouves? é o vento! é um temporal desfeito!
Não arrojes à chuva e à tempestade!
Não me exiles do vale do teu leito!
Morrerei de aflição e de saudade...
Espera! até que o dia resplandeça,
Aquece-me com a tua mocidade!
Sobre o teu colo deixa-me a cabeça
Repousar, como há pouco repousava...
Espera um pouco! deixa que amanheça!"
- E ela abria-me os braços. E eu ficava.
Fonte: Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000285.pdf Acesso em 21 maio de 2018
O tom conativo é claramente percebido no discurso empreendido pelo eu lírico no poema de Olavo Bilac. Tal tom é expresso no poema, principalmente, pela presença:
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LIXO ESPACIAL
Ferramentas, pedaços ou lascas de tinta de satélites, naves e foguetes. Dá para acreditar que existem cerca de 370 mil objetos como esses passeando pelo espaço em volta da Terra? Esses pedacinhos de material que ficam em órbita ao redor do planeta são chamados de lixo espacial. Eles faziam parte de objetos que foram enviados ao espaço por um motivo específico, mas, com o passar do tempo, tornaram-se inúteis - ou seja, viraram lixo. Recentemente, um grupo de astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) teve que procurar abrigo na nave russa Soyuz por causa de um objeto como esse. Eles temiam ser atingidos em pleno espaço! Felizmente, o fragmento passou a 260 metros de distância da nave. Mas foi um susto daqueles… Você deve estar pensando: "se os objetos são tão pequenos, por que ter medo?" Eder Molina, pesquisador do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas, da Universidade de São Paulo, responde: "Muitos desses objetos têm cerca de um centímetro, mas o que conta é a velocidade que eles atingem - podem chegar a até 14 mil quilômetros por hora, o que pode causar danos sérios em naves ou satélites." Uma dificuldade é que os cientistas ainda não sabem como tirar toda essa sujeira do espaço, e ainda não há regras ou leis para melhorar essa situação. "A saída é prestar mais atenção a isso e ter certeza de que o material lançado no espaço não vai gerar lixo", alerta Eder. "Precisamos cuidar do meio ambiente espacial também." Quem estiver com os pés firmes no chão, pelo menos, pode ficar tranquilo: a chance de ser atingido por lixo espacial em plena superfície terrestre é mínima. Isso porque, se os objetos saem de órbita e vêm em direção à Terra, a maioria é destruída quando entra em contato com a atmosfera. Ainda bem…
[...] Nicolly Vimercate. Lixo no espaço. Ciência Hoje das Crianças, 7 jul. 2011. Disponível em: . http://chc.cienciahoje.uol.com.br/lixo-no-espaco/ Acesso em: 11 maio 2018.
Responda as questões de acordo com o texto.
Assinale qual grupo de palavras possui a mesma regra de acentuação:
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Milton Santos, em seu livro de 2001: "O Brasil: território e sociedade no início do século XXI", escrito em conjunto com María Laura Silveira, apresenta uma proposta de regionalização do Brasil. Sobre esta questão avalie as asserções abaixo e a correlação entre elas:
I - Os "quatro Brasis" apresentados pelos autores são uma proposta de regionalização baseada na densidade do meio técnico-científico-informacional no território brasileiro.
PORTANTO
II - A região sudeste da divisão regional do IBGE corresponde à região concentrada da proposta destes autores.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
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"A boca do velho cheira mal - diz um provérbio africano - mas ela profere coisas boas e salutares." KI-ZERBO, Joseph (Editor). História geral da África. I: Metodologia e pré-história da África - 2a ed. ver. - Brasília: UNESCO: 2010.
O provérbio africano em questão destaca a força da tradição oral para as sociedades africanas. O historiador que trabalha com a história da África deve atentar-se para a forte presença da oralidade na história desse continente. Baseando-se na tradição oral, na História da África, avalie as afirmações seguintes.
I - Para o africano, a palavra tem um valor simbólico muito forte, podendo expressar desde sentimentos até objetivos de vida.
II - O discurso da tradição é revelador do conjunto de usos e valores de um povo e, consequentemente, revelador de sua história.
III - A tradição oral só é utilizada como fonte na história da África, pois, muitas vezes, ela é a única disponível.
É correto o que se afirma em:
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1690433
Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Sobre o texto III, uma cantiga de amigo, pode-se afirmar que:
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1690431
Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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"El concepto de método es en realidad bastante complejo y envuelve: (1) una base teórica (enfoque) sobre el concepto de lengua y su enseñanza; (2) el diseño que trata de los objetivos, selección y organización de contenidos, los tipos de actividades y los papeles del profesor, alumnos y materiales didácticos; (3) el procedimiento, o sea, las prácticas y técnicas que permiten el traslado a la clase del diseño y del enfoque (RICHARDS Y ROGERS, 1986)."
JUNGER, Cristina Vergnano. El trabajo con comprensión lectora en lo cotidiano escolar. Cuadernos ENBRAPE. Belo Horizonte: Librería, 2002. [CD ROM].
A través de la tira cómica de Quino se deja ver algunas concepciones de uno de los enfoques de la enseñanza de idiomas.
Para contestar dicha cuestión, Usted debe fijarse en el contenido del lenguaje no verbal.
Señale la opción que mejor demuestra dicho abordaje:

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1689775
Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Lea el fragmento y conteste las cuatro a continuación.
EL ESPAÑOL ANTE LA HEGEMONÍA DEL INGLÊS.
[…]
Si se analizan solamente los textos de las LDBs se puede pensar que las políticas públicas para la educación en el ámbito lingüístico siempre habían sido plurales, puesto que no determinaban ninguna lengua específica para la enseñanza de forma obligatoria. Pero esa situación se vio totalmente alterada con la implementación de la MP 746/2016, que pasa a tener una fuerte inclinación hacia el monolingüismo y la enseñanza del inglés como lengua funcional e ideológica. Es importante afirmar que la adquisición de una lengua no ocurre por imposición del sistema educativo. No basta que haya leyes que incluyan un determinado idioma en la rejilla disciplinar escolar para garantizar su aprendizaje. Y eso se puede verificar en Brasil, donde el inglés ha sido durante más de veinte años la única oferta a disposición de los estudiantes y que ahora se vuelve a repetir, sin que se hayan considerado los estudios llevados a cabo por las instituciones de formación docente. Como afirma Altenhofen (2011, p. 207), a partir de 1964, con la implementación de gobiernos militares dictatoriales, la oferta y el espacio de las lenguas desapareció del contexto educativo. Los acuerdos estratégicos firmados entre Brasil y Estados Unidos hicieron que el único idioma extranjero que se enseñara en los colegios fuera el inglés. Pocas excepciones lograron resistir, enseñando lenguas que eran de interés específico de algunas comunidades.
LORENCENA SOUZA, Henry Daniel. La reforma de la enseñanza media y la muerte de la pluralidad lingüística en la educación brasileña. Revista Digital de Políticas Lingüísticas. Año 9, Volumen 9, diciembre 2017, p. 45. ISSN 1853- 3256.
Hubo en la historia de las Leyes de Directrices y Bases de la Educación brasileña una de ellas que defendía una propuesta más plurilingüe para la oferta de lenguas en la educación reglada. Entre las opciones a continuación, aquella que mejor evidencia la propuesta de dicha Ley es:
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Numa aula de citologia, o professor de biologia pediu para que os alunos completassem o quadro relacionando as estruturas celulares com os tipos celulares, deixando algumas lacunas identificadas pelas letras A,B,C,D,E e F, conforme abaixo:
| ESTRUTURA | CÉLULA A | CÉLULA B |
| Ribossomo | C | presente |
| Retículo endoplasmático não granuloso | Ausente | D |
| Lisossomo | E | presente |
| Carioteca | Ausente | F |
Marque a alternativa que substitui A, B, C, D, E e F, RESPECTIVAMENTE, pelas palavras corretas (as letras A e B estão relacionadas às palavras procariota ou eucariota, C, D, E e F às palavras ausente ou presente)
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