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Foram encontradas 690 questões.

1689640 Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Lea el texto y conteste las dos cuestiones a continuación.
¿QUÉ SON LOS DOCUMENTOS AUTÉNTICOS?
Los profesores que no vivimos en países hispanohablantes nos encontramos con ciertas desventajas a la hora de enseñar español al no poder utilizar el entorno como recurso pedagógico. Esta limitación está relativamente paliada por las grandes posibilidades que nos ofrecen las TIC (Tecnologías de Información o Comunicación). A través de este mundo de nuevas tecnologías tenemos acceso a una innumerable cantidad de textos, audios, vídeos y material interactivo, además de la posibilidad de acceder a personas reales con las que comunicarnos en español.
Todos los profesores de E/LE hemos vivido, por lo menos alguna vez, momentos en que la atención de nuestros alumnos disminuye y nos hemos planteado la cuestión de cómo motivarles para despertar de nuevo el interés y poder tratar de forma clara y efectiva ciertos temas de gramática o vocabulario específicos que, por pesados que parezcan, son necesarios para el aprendizaje de la lengua. Todos coincidimos en que, en vez de presentar esos temas "a palo seco", es mucho más provechoso utilizar, al menos como "apoyo visual", materiales auténticos como anuncios publicitarios, programas de televisión, vídeos musicales, cortometrajes, películas… con los que los alumnos están familiarizados por formar parte de su entorno. El lema que debe guiarnos es el siguiente: "lo visual, lo tangible siempre llama la atención y mantiene vivo el interés de los alumnos". […]
Pero ¿sabemos exactamente qué son documentos auténticos? Se consideran "auténticos" aquellos materiales producidos por hablantes nativos para nativos, sin preocupación pedagógica. Es un material que no puede ser transformado porque si lo manipulamos de alguna manera cambiamos su identidad. Los documentos auténticos se oponen claramente al material didáctico ya que estos son manipulados, preparados o incluso creados con un objetivo pedagógico, todos ellos supeditan la naturalidad y "autenticidad" del lenguaje a un objetivo didáctico explícito.
Los documentos auténticos, para ser tales, deben entregarse al alumno exactamente como nacen, sin ninguna modificación. Es evidente que en ocasiones tendremos que cambiar el soporte técnico haciendo por ejemplo fotocopias, o usando el DVD para proyectar películas, pero en este caso los documentos son idénticos a su versión original y no sufren ninguna transformación. El alumno valorará el uso en clase de materiales que forman parte de la vida cotidiana de los hablantes nativos, este aspecto acercará su aprendizaje a una realidad que ellos sienten más cercana al uso real del lenguaje que harían en un país hispano […].
Es tarea del profesor el presentar adecuadamente estos materiales a sus alumnos, de tal manera que consigamos aprovechar didácticamente estos documentos sin que pierdan esa identidad que es tan apreciada por el alumno: la de auténticos, muestras reales de una comunidad lingüística, representación genuina de una determinada cultura a la que quieren acercarse. La curiosidad se aviva ante estas muestras veraces de esa otra forma de ver el mundo, y es esa veracidad, esa fiabilidad de que están ante algo que pueden encontrar exactamente idéntico en el mundo hispano y no solamente en clase, lo que finalmente el docente tiene que esforzarse en salvaguardar.
No hay que olvidar que quien otorga todos estos rasgos y da verdaderamente la "autenticidad" a un material es el receptor, es decir, el propio alumno. Sin su complicidad estos materiales se convierten en un refuerzo al libro de texto que, desde el punto de vista del aprendiz, no cambian en nada la dinámica de la clase. Esto tiene como resultado el haber perdido una gran parte de la potencialidad pedagógica del material utilizado.
Claramente tampoco nos podemos engañar, por mucho que nos esforcemos en crear un contexto natural en el aula, aunque los documentos auténticos nos den la excusa perfecta para crear en el aula un ambiente de interacción semejante a la realidad comunicativa vivida cotidianamente por un nativo de español, también la verdad es el propio ambiente escolar impide esta autenticidad, ya que todos los involucrados tienen muy claro por qué están allí.
Por otra parte, los profesores debemos tener muy en cuenta que los documentos auténticos pueden presentan estructuras, vocabulario o contenidos culturales que el alumno todavía no haya aprendido, esto puede provocar que la pretendida motivación que tendría que despertar el documento en el aprendiz se convierta en desmotivación al verse incapaz de comprender lo que se le presenta.
FERRER PLAZA, Carlos. Reflexiones sobre el uso de documentos auténticos en la clase de ELE. Anais do V Congresso Brasileiro de Hispanistas / I Congresso Internacional da ABH. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2008. v. 1. p. 2362-2370.
Sobre la enseñanza de la lectura en la clase de español, es INCORRECTO afirmar que:
 

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1689560 Ano: 2018
Disciplina: Libras
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
A Lei nº 12.319 de 1º de setembro de 2010 apresenta, em seu artigo 6º, as atribuições do tradutor / intérprete, no exercício de suas competências, a EXCEÇÃO de:
 

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1683782 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
"As proposições fatuais são, pois, o fundamento de todo saber, mesmo que elas precisem ser abandonadas no momento de transição para afirmações gerais. Estas proposições estão no início da ciência. O conhecimento começa com a constatação dos fatos." SCHLICK, Moritz. Sentido e Verificação. São Paulo: Abril Cultural, 1973. (Coleção Os Pensadores)
A citação acima compõe ideias de um grupo de cientistas que marcou a filosofia da ciência, conhecido como Círculo Viena. A partir das ideias defendidas por este grupo de cientistas de diversas áreas, leia as afirmativas abaixo.
I. Ficou acordado que a filosofia e a teologia não podiam ostentar validade cognoscitiva, pois não havia uma ligação interdisciplinar entre elas.
II. Todo conhecimento fica sujeito ao racionalismo.
III. Defesa da orientação absolutamente teológica.
IV. Reivindicação da metodologia e da análise lógica da linguagem como instrumento sistemático e reflexão filosófica.
V. Colocar a linguagem do saber contemporâneo sob rigorosas bases intersubjetivas, entendendo que não há conhecimento sem comunicação.
Agora, assinale a alternativa que contenha as afirmativas INCORRETAS.
 

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1683761 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
A ciência geográfica opera sua análise sobre a realidade a partir de conceitos básicos. Cada um deles privilegia determinados fatores e a forma como estes se projetam espacialmente. Das alternativas abaixo, qual aponta o conceito que pode ser relacionado com a percepção mais imediata das transformações provocadas pelo processo de globalização?
 

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1683759 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Na figura, temos um recorte de um manual do consumidor de um refrigerador. Nela, podemos destacar uma recomendação muito frequente nos manuais de aparelhos eletroeletrônicos que é a de ligá-los a uma tomada exclusiva, sem a utilização de extensões ou conectores do tipo "T" (comumente chamados de benjamins).
Enunciado 1683759-1
Essa recomendação deve-se ao fato de que:
 

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1683691 Ano: 2018
Disciplina: Libras
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Os esforços em prol da democratização da educação formal levam a movimentos que são registrados nas políticas públicas. A publicação da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) prevê que a formação de professores para atuar na modalidade de Educação Especial deve ser obtida em curso de graduação, pós-graduação e formação continuada. Ainda assim, muitas questões precisam ser equacionadas. Narrativas de professores quando levados a exercerem proposições inclusivas indicam que uma das maiores dificuldades pedagógicas para o trabalho com alunos Surdos é a comunicação, já que se faz necessário que ela seja estabelecida por meio de duas línguas: Libras (L1) e Língua Portuguesa na modalidade escrita (L2). Nesse sentido, marque a alternativa que apresenta uma situação capaz de suavizar tal dificuldade.
 

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1683665 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Justiça Social - Justiça ecológica
Entre os muitos problemas que assolam a humanidade, dois são de especial gravidade: a injustiça social e a injustiça ecológica. Ambos devem ser enfrentados conjuntamente se quisermos pôr em rota segura a humanidade e o planeta Terra.
A injustiça social é coisa antiga, derivada do modelo econômico que, além de depredar a natureza, gera mais pobreza que pode gerenciar e superar. Ele implica grande acúmulo de bens e serviços de um lado à custa de clamorosa pobreza e miséria de outro. Os dados falam por si: há um bilhão de pessoas que vive no limite da sobrevivência com apenas um dólar ao dia. E há 2,6 bilhões (40% da humanidade ) que vive com menos de dois dólares diários. As consequências são perversas. Basta citar um fato: contam-se entre 350-500 milhões de casos de malária com um milhão de vítimas anuais, evitáveis.
Essa antirrealidade foi por muito tempo mantida invisível para ocultar o fracasso do modelo econômico capitalista feito para criar riqueza para poucos e não bem-estar para a humanidade.
A segunda injustiça, a ecológica, está ligada à primeira. A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas. Face aos eventos extremos, possuem refrigeradores ou aquecedores e podem criar defesas contra inundações que assolam regiões inteiras. Mas os pobres não têm como se defender. Sofrem os danos de um problema que não criaram. Fred Pierce, autor de "O terremoto populacional" escreveu no New Scientist de novembro de 2009: "os 500 milhões dos mais ricos (7% da população mundial) respondem por 50% das emissões de gases produtores de aquecimento, enquanto 50% dos países mais pobres (3,4 bilhões da população) são responsáveis por apenas 7% das emissões". Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a outra, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles. A solução deve nascer da colaboração de todos, de forma diferenciada: os ricos, por serem mais responsáveis no passado e no presente, devem contribuir muito mais com investimentos e com a transferência de tecnologias e os pobres têm o direito a um desenvolvimento ecologicamente sustentável, que os tire da miséria.
Seguramente, não podemos negligenciar soluções técnicas. Mas sozinhas são insuficientes, pois a solução global remete a uma questão prévia: ao paradigma de sociedade que se reflete na dificuldade de mudar estilos de vida e hábitos de consumo. Precisamos da solidariedade universal, da responsabilidade coletiva e do cuidado por tudo o que vive e existe (não somos os únicos a viver neste planeta nem a usar a biosfera ). É fundamental a consciência da interdependência entre todos e da unidade Terra e humanidade. Pode-se pedir às gerações atuais que se rejam por tais valores se nunca antes foram vividos globalmente? Como operar essa mudança que deve ser urgente e rápida?
Talvez somente após uma grande catástrofe que afligiria milhões e milhões de pessoas, poder-se-ia contar com esta radical mudança, até por instinto de sobrevivência. A metáfora que me ocorre é esta: nosso pais é invadido e ameaçado de destruição por alguma força externa. Diante desta iminência, todos se uniriam, para além das diferenças. Como numa economia de guerra, todos se mostrariam cooperativos e solidários, aceitariam renúncias e sacrifícios a fim de salvar a pátria e a vida. Hoje a pátria é a vida e a Terra ameaçadas. Temos que fazer tudo para salvá-las.
Fonte: BOFF, Leonardo. Correio Popular, 2013 .
Os conectivos, além de ligar palavras ou partes da frase, podem apresentar sentido específico.
Assinale a opção cujo conectivo destacado contém traço de sentido conclusivo:
 

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1683663 Ano: 2018
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Texto

A ilustração e o texto abaixo sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar, servem de referência para as três questões seguintes.

Enunciado 1683663-1

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE ) é um dos maiores e mais abrangentes programas na área de alimentação escolar do mundo a abarcar a alimentação escolar, tendo o Direito Humano à Alimentação Adequada e a Segurança Alimentar e Nutricional como alicerces. O PNAE pauta-se na oferta de refeições que atendam às necessidades nutricionais dos escolares de acordo com a sua faixa etária, respeitando os hábitos alimentares, a cultura e as tradições do público alvo. Um avanço significativo do programa foi a promulgação da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, que fortaleceu o marco institucional do programa e, representou um grande avanço por integrar a Agricultura Familiar à alimentação escolar, possibilitando o uso de alimentos variados, seguros, que respeitem a cultura, as tradições e os hábitos alimentares saudáveis e, o apoio ao desenvolvimento sustentável, com incentivos para a aquisição de gêneros alimentícios diversificados, sazonais e produzidos em âmbito local (BRASIL, 2009).

O nutricionista que atua como Responsável Técnico do Programa Nacional de Alimentação Escolar possui as seguintes competências:

 

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1683323 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
O CORTIÇO
Aluísio Azevedo
Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas.
[...]
Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos.
[...]
O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra. Da porta da venda que dava para o cortiço iam e vinham como formigas; fazendo compras. [...]
Fonte: O Cortiço. São Paulo: Ática, 1995, p.35-36
Com relação ao trecho destacado, considere as questões a seguir:
I. há a fusão entre os seres e o ambiente a que pertencem.
II. o narrador descreve subjetivamente e com minúcias a vida no cortiço.
III. o narrador utiliza uma visão panorâmica para descrever o dia a dia no cortiço.
 

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Apesar de estarmos no século XXI, ainda deparamos com inúmeros impactos socioambientais. No entanto, podemos erradicá-los ou minimizá los por meio da educação ambiental, Lei nº 9795/99, em que o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. Baseado na Lei nº 9795/99, a sustentabilidade e a complexidade das questões ambientais nas suas dimensões global e local, NÃO se pode afirmar que:
 

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