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De acordo com Placco e Souza, uma das importantes atribuições do pedagogo está focada na formação continuada: a coordenação
pedagógica pode ter um papel muito rico na formação contínua do professor quando se dispõe a exercer a escuta, a facilitar as
reflexões e as tomadas de decisão. Exercendo esse papel, a coordenação pedagógica propicia a aprendizagem contínua do
professor, bem como fortalece e mobiliza sua identidade. Nesse sentido, destacamos o seu papel de “articulador”, “formador”
e “transformador”, conforme mencionado por Almeida e Placco (2009), ao contribuir na elaboração e implementação do Projeto
Político-Pedagógico (PPP) da escola em que atua, articulando todos os atores nesse processo, de modo a qualificar a educação
oferecida, transformando a realidade escolar e dos sujeitos que nela coexistem. Sobre o exposto e, ainda, considerando o papel
do pedagogo como “transformador” na sua prática pedagógica junto aos docentes, está correto o que afirma em:
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Em uma escola pública do ensino médio, uma turma de primeiro ano apresenta dificuldades notáveis no aprendizado de
matemática, especialmente em conceitos básicos de álgebra e operações com números inteiros. O professor, já ciente das
dificuldades dos alunos, decide solicitar o apoio de um pedagogo para realizar uma observação formal da sua aula. O objetivo
é identificar quais estratégias pedagógicas são eficazes ou precisam ser aprimoradas, além de buscar formas de aumentar o
engajamento dos alunos e melhorar a compreensão do conteúdo. Com o foco na melhoria da prática pedagógica e na promoção de um ambiente de aprendizagem mais eficaz para os alunos e, ainda, considerando a situação hipotética apresentada,
são ações importantes a serem tomadas pelo pedagogo para a observação da aula:
I. Objetivos da observação: devem ser claros e bem definidos, pois servem como guia para a coleta de dados e análise do desempenho do professor. O pedagogo e o professor concordam sobre os principais pontos de foco para a observação, garantindo que a análise será direcionada às áreas que mais precisam de atenção, como as dificuldades dos alunos e as estratégias pedagógicas do professor.
II. Data da observação: é crucial para que a avaliação da aula seja de fato validada, que o pedagogo não avise o dia e a hora que fará a observação na sala de aula. Dessa maneira, o professor não terá tempo para se organizar e a coleta de dados será mais real e representativa. Deve-se considerar o horário da aula, o planejamento do professor e o nível de dificuldades que a turma apresenta, para que a observação seja o mais característico possível da rotina de ensino.
III. Reunião de feedback: agendar uma reunião com o professor após a observação. A reunião deve ser um momento de diálogo aberto, onde o pedagogo compartilha suas impressões, sem ser excessivamente crítico. O foco é a reflexão conjunta, para que o professor se sinta encorajado a melhorar, não desmotivado. Deve-se criar um plano de ação para o professor aprimorar suas práticas pedagógicas, focando em melhorias tangíveis e práticas para a próxima aula.
Está correto o que afirma em
I. Objetivos da observação: devem ser claros e bem definidos, pois servem como guia para a coleta de dados e análise do desempenho do professor. O pedagogo e o professor concordam sobre os principais pontos de foco para a observação, garantindo que a análise será direcionada às áreas que mais precisam de atenção, como as dificuldades dos alunos e as estratégias pedagógicas do professor.
II. Data da observação: é crucial para que a avaliação da aula seja de fato validada, que o pedagogo não avise o dia e a hora que fará a observação na sala de aula. Dessa maneira, o professor não terá tempo para se organizar e a coleta de dados será mais real e representativa. Deve-se considerar o horário da aula, o planejamento do professor e o nível de dificuldades que a turma apresenta, para que a observação seja o mais característico possível da rotina de ensino.
III. Reunião de feedback: agendar uma reunião com o professor após a observação. A reunião deve ser um momento de diálogo aberto, onde o pedagogo compartilha suas impressões, sem ser excessivamente crítico. O foco é a reflexão conjunta, para que o professor se sinta encorajado a melhorar, não desmotivado. Deve-se criar um plano de ação para o professor aprimorar suas práticas pedagógicas, focando em melhorias tangíveis e práticas para a próxima aula.
Está correto o que afirma em
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- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
- Elaboração do Planejamento de Ensino
Mara é pedagoga em uma escola pública dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio. Os docentes de sua escola
têm enfrentado dificuldades em engajar os alunos no aprendizado e em atender às necessidades diversas dentro de uma
mesma turma. Muitos têm manifestado interesse em aprender novas metodologias que integrem tecnologia e atividades
práticas, mas se sentem inseguros quanto à implementação do ensino híbrido. Durante a hora-atividade, a pedagoga observa
uma oportunidade de abordar essa demanda e fortalecer o uso de tecnologias na prática educativa. Portanto, deseja
desenvolver uma formação continuada de maneira prática e eficaz, e pretende aprimorar as práticas de ensino colaborativo
e a personalização do aprendizado. O foco é introduzir e explorar o ensino híbrido com a equipe docente, criando um
ambiente de aprendizagem dinâmico e alinhado com as demandas contemporâneas, para isso apresenta o tema: “Explorando o Ensino Híbrido – Integração de Tecnologia e Estratégias Ativas na Sala de Aula”. Mara organizou os professores em
pequenos grupos durante a hora-atividade de acordo com suas disciplinas para que cada um criasse um planejamento de
aula incorporando uma estratégia de ensino híbrido. Sobre a situação hipotética apresentada, analise as afirmativas a seguir
e indique qual apresenta um planejamento de ensino híbrido INCORRETO.
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Internacionalmente, o modelo clínico continua a dominar a supervisão e a avaliação dos professores. As práticas de supervisão
clínica se baseiam no estudo de situações reais do contexto escolar e recorrem à observação para analisar padrões no comportamento em sala de aula e melhorar o ensino através da colegialidade e da interação entre professores e supervisores.
(Alarcão, 2002; Sá Chaves, 2002.)
Trata-se de um processo de observação, reflexão e ação sobre a prática, centrado na resolução de problemas concretos, que implica uma colaboração estreita entre o observador e o observado. Nesse processo, o observador assume o papel de colega crítico, que funciona como apoio e recurso para a superação das dificuldades sentidas.
(Alarcão e Tavares, 2003.)
A observação de aulas permite aceder, entre outros aspectos, às estratégias e metodologias de ensino utilizadas, às atividades educativas realizadas, ao currículo implementado e às interações estabelecidas entre professores e alunos. A observação de aulas assume diferentes tipologias – informais ou formais – de acordo com a cultura de cada instituição e os processos estabelecidos para o desenvolvimento profissional e a avaliação do desempenho dos professores. Sobre o exposto e, ainda, considerando a prática do pedagogo na observação da sala de aula formal, está correto o que afirma em:
(Alarcão, 2002; Sá Chaves, 2002.)
Trata-se de um processo de observação, reflexão e ação sobre a prática, centrado na resolução de problemas concretos, que implica uma colaboração estreita entre o observador e o observado. Nesse processo, o observador assume o papel de colega crítico, que funciona como apoio e recurso para a superação das dificuldades sentidas.
(Alarcão e Tavares, 2003.)
A observação de aulas permite aceder, entre outros aspectos, às estratégias e metodologias de ensino utilizadas, às atividades educativas realizadas, ao currículo implementado e às interações estabelecidas entre professores e alunos. A observação de aulas assume diferentes tipologias – informais ou formais – de acordo com a cultura de cada instituição e os processos estabelecidos para o desenvolvimento profissional e a avaliação do desempenho dos professores. Sobre o exposto e, ainda, considerando a prática do pedagogo na observação da sala de aula formal, está correto o que afirma em:
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Scholochuski (2017) define a hora-atividade como espaços de estudo e planejamento inseridos na jornada de trabalho dos
professores. A Lei do Piso Salarial Profissional (PSPN), Lei nº 11.738/2008, determina uma carga horária semanal para todos
os professores brasileiros a ser reservada para essa finalidade, como a própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDBEN), Lei nº 9.394/1996, determina que os professores tenham em sua carga horária semanal um percentual dedicado a
estudos, planejamento e avaliação (Art. 67, inciso V), embora não seja usada a expressão hora-atividade. Sobre o papel do
pedagogo na hora-atividade, é correto afirmar que, EXCETO:
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Sabemos que o referencial curricular da rede é o documento que define e estabelece, considerando a Base Nacional Comum
Curricular (BNCC), os direitos de aprendizagem dos estudantes brasileiros para cada etapa/ano/série da educação básica
por meio do desenvolvimento de competências e habilidades. É quase impossível, tendo em vista as dificuldades de aprendizagem, que todos avancem sem algum comprometimento; de outro lado, é importante compreender que não é possível
que o estudante avance na escolaridade sem aprender e que, infelizmente, há um acúmulo de defasagens que precisará
ser trabalhado. É preciso construir uma trajetória de aprendizagem que dê conta de recompor e interromper a produção
de novas defasagens. Para que isso aconteça, a reorganização curricular é indispensável para que os estudantes avancem
no desenvolvimento de outras habilidades, devendo ser orientada pelos critérios de:
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Na etapa do ensino médio, as expectativas dos jovens estudantes frente ao futuro pessoal e profissional tornam-se mais
intensas e profundas. A dupla condição de jovem e estudante coloca em discussão uma amplitude de dilemas e anseios, bem
como a preparação que a escola proporciona aos jovens para o enfrentamento desses dilemas. O Novo Ensino Médio (NEM)
traz o projeto de vida como um dos eixos fundamentais da formação escolar, visto que o desenvolvimento do componente é
fundamental tanto para a formação geral básica quanto para a parte diversificada. De acordo com o Referencial Curricular do
Ensino Médio, considerando os fundamentos contidos no caderno dos itinerários formativos, o projeto de vida:
I. É construído na relação com os outros, ainda que se manifeste internamente; é fruto de exploração externa.
II. Influencia a vida dos indivíduos, mas também ecoa na vida em sociedade.
III. É um fenômeno psicossocial, que se assenta na intersecção dos saberes individuais e dos valores presentes na cultura na qual nos inserimos, juntamente com a influência de outras pessoas e projetos coletivos.
IV. São dimensionados pela ética e por valores morais preciosos, para a construção de uma sociedade civilizada, em que se concretiza o exercício da cidadania.
Está correto o que se afirma
I. É construído na relação com os outros, ainda que se manifeste internamente; é fruto de exploração externa.
II. Influencia a vida dos indivíduos, mas também ecoa na vida em sociedade.
III. É um fenômeno psicossocial, que se assenta na intersecção dos saberes individuais e dos valores presentes na cultura na qual nos inserimos, juntamente com a influência de outras pessoas e projetos coletivos.
IV. São dimensionados pela ética e por valores morais preciosos, para a construção de uma sociedade civilizada, em que se concretiza o exercício da cidadania.
Está correto o que se afirma
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A Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED-PR) utiliza o Livro Registro de Classe On-line (LRCO) como uma ferramenta
essencial para o planejamento e registro das aulas, o que auxilia na organização pedagógica e no acompanhamento do processo
de ensino-aprendizagem. Considerando a relação entre o planejamento da aula disponibilizada no LRCO, o atendimento aos
objetivos de aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades, analise as afirmativas a seguir.
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A Secretaria Estadual da Educação entregou nesta quarta-feira (9), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, 500 celulares a alunos
monitores da rede pública. A solenidade de abertura do programa Aluno Monitor contou com a presença do Secretário da
Educação, Roni Miranda, e do diretor de Educação da SEED-PR, Anderfabio dos Santos, e destacou o esforço e o protagonismo dos
estudantes. O evento reúne 500 alunos de 32 Núcleos Regionais de Educação (NREs), designados pelo desempenho acadêmico e
dedicação ao programa, que inclui mais de 28 mil jovens em todo o estado. Com a participação de mais de 28 mil estudantes, o
Programa Aluno Monitor se consolidou como uma das iniciativas mais bem-sucedidas da educação paranaense. Em 2024, 500
alunos foram selecionados entre mais de 10 mil participantes.
(Disponível em: https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/. Acesso em: novembro de 2024. Adaptado.)
De acordo com os canais oficiais da SEED Paraná, o principal objetivo do Programa em referência é:
(Disponível em: https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/. Acesso em: novembro de 2024. Adaptado.)
De acordo com os canais oficiais da SEED Paraná, o principal objetivo do Programa em referência é:
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Em uma aula de ciências para o 9º ano do ensino fundamental, a professora propõe uma discussão sobre a evolução das
teorias científicas ao longo do tempo, com foco na compreensão de que o conhecimento científico é provisório e influenciado
pelo contexto cultural e histórico. Ela começa apresentando exemplos de teorias antigas, como o modelo geocêntrico de
Ptolomeu, e discute como o modelo heliocêntrico de Copérnico e as observações de Galileu mudaram essa visão. Em seguida,
incentiva os alunos a refletirem sobre como os avanços científicos e as mudanças culturais impactaram o conhecimento
científico, evidenciando que as Ciências da Natureza são construções humanas em constante revisão e aprimoramento. A
aula destaca o caráter humano do empreendimento científico, mostrando que as teorias e descobertas refletem o contexto
e os valores de cada época, uma das competências específicas de ciências previstas na Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), que estabelece competências gerais e específicas para a educação básica. Considerando a relação entre essas duas
dimensões, analise as afirmativas a seguir.
I. As competências específicas são pré-requisitos para o desenvolvimento das competências gerais, uma vez que as primeiras fornecem os conhecimentos e as habilidades básicas necessárias para a construção das segundas.
II. As competências gerais e específicas se desenvolvem de forma isolada, sendo a primeira mais abrangente e a segunda mais específica ao conteúdo de cada área do conhecimento.
III. As competências gerais e específicas se complementam e se desenvolvem de forma inter-relacionada ao longo da escolaridade, com as primeiras orientando o desenvolvimento das segundas e vice-versa.
IV. As competências gerais são desenvolvidas de forma isolada no currículo e não interferem nas competências específicas, que são trabalhadas por disciplina, de acordo com os conteúdos estabelecidos pela BNCC.
V. O desenvolvimento das competências gerais no currículo escolar é integrado ao das competências específicas, de modo que as competências gerais fornecem um fundamento transversal para os conteúdos disciplinares, promovendo uma formação abrangente e contextualizada.
Expressa a dinâmica de desenvolvimento das competências ao longo da escolaridade o que se afirma em
I. As competências específicas são pré-requisitos para o desenvolvimento das competências gerais, uma vez que as primeiras fornecem os conhecimentos e as habilidades básicas necessárias para a construção das segundas.
II. As competências gerais e específicas se desenvolvem de forma isolada, sendo a primeira mais abrangente e a segunda mais específica ao conteúdo de cada área do conhecimento.
III. As competências gerais e específicas se complementam e se desenvolvem de forma inter-relacionada ao longo da escolaridade, com as primeiras orientando o desenvolvimento das segundas e vice-versa.
IV. As competências gerais são desenvolvidas de forma isolada no currículo e não interferem nas competências específicas, que são trabalhadas por disciplina, de acordo com os conteúdos estabelecidos pela BNCC.
V. O desenvolvimento das competências gerais no currículo escolar é integrado ao das competências específicas, de modo que as competências gerais fornecem um fundamento transversal para os conteúdos disciplinares, promovendo uma formação abrangente e contextualizada.
Expressa a dinâmica de desenvolvimento das competências ao longo da escolaridade o que se afirma em
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