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2641859
Ano: 2011
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES
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Acerca de instalação, configuração e suporte dos sistemas operacionais Windows XP/Seven, Windows 2003/2008 Server e Linux (RedHat e Suse), julgue o item que se segue.
No Linux, os aplicativos e outros componentes ficam instalados dentro do diretório /boot, enquanto os arquivos dos usuários ficam armazenados no diretório /usr.
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Na divisão de R$ 19.000,00 entre André, Beatriz e Celso, a quantia que coube a Beatriz corresponde a !$ { \large 2 \over 5} !$ do que sobrou depois de ser retirada a parte de Celso e antes de ser retirada a parte de André; a quantia que Celso recebeu corresponde a !$ { \large 3 \over 5} !$ do que sobrou depois ser retirada a parte de Beatriz e antes de ser retirada a parte de André. Nessa situação, julgue o item seguinte.
André recebeu mais que Beatriz.
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Na divisão de R$ 19.000,00 entre André, Beatriz e Celso, a quantia que coube a Beatriz corresponde a !$ { \large 2 \over 5} !$ do que sobrou depois de ser retirada a parte de Celso e antes de ser retirada a parte de André; a quantia que Celso recebeu corresponde a !$ { \large 3 \over 5} !$ do que sobrou depois ser retirada a parte de Beatriz e antes de ser retirada a parte de André. Nessa situação, julgue o item seguinte.
Celso recebeu menos de R$ 8.500,00.
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- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Despesas com Pessoal e Seguridade Social (arts. 18 ao 24)
| despesas com pessoal despesas brutas com pessoal despesas não computadas (§1.º do art. 19 da LRF) | R$ milhões 602,7 208,7 |
| receita corrente líquida | 7.909,0 |
Tribunal de Justiça do Espírito Santo. Internet: <www.tj.es.gov.br> (com adaptações).
Considerando a tabela acima, que apresenta dados contidos no relatório de gestão fiscal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJ/ES), de janeiro a dezembro de 2010, julgue o item que se segue com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
As despesas com pessoal do TJ/ES estão abaixo do limite prudencial estabelecido na LRF, não impedindo, portanto, o tribunal de conceder reajuste ou fazer adequação de remuneração dos seus servidores.
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| despesas com pessoal despesas brutas com pessoal despesas não computadas (§1.º do art. 19 da LRF) | R$ milhões 602,7 208,7 |
| receita corrente líquida | 7.909,0 |
Tribunal de Justiça do Espírito Santo. Internet: <www.tj.es.gov.br> (com adaptações).
Considerando a tabela acima, que apresenta dados contidos no relatório de gestão fiscal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJ/ES), de janeiro a dezembro de 2010, julgue o item que se segue com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
O montante da receita corrente líquida informada no relatório de gestão do TJ/ES corresponde ao somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas correntes, incluindo as transferências realizadas pelo estado do Espírito Santo para os municípios por determinação constitucional.
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A língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que fazemos da língua, a finalidade com que a empregamos.
Manual de Redação da Presidência da República. 2.º ed., 2002, p. 5. Internet: <www.planalto.gov.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item subsecutivo, referente à linguagem empregada na correspondência oficial.
O emprego da norma culta dispensa a formalidade de tratamento em documentos emitidos internamente em órgãos da administração pública.
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A língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que fazemos da língua, a finalidade com que a empregamos.
Manual de Redação da Presidência da República. 2.º ed., 2002, p. 5. Internet: <www.planalto.gov.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item subsecutivo, referente à linguagem empregada na correspondência oficial.
Os assuntos que constam da redação oficial devem ser tratados de forma impessoal, com exceção das propostas de projetos normativos apresentadas nas exposições de motivos.
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Os países com economias pujantes e estáveis e uma distribuição de renda relativamente equitativa entre seus habitantes tendem a ser menos vulneráveis — social e politicamente — que os países pobres, economicamente instáveis e com distribuição interna de riquezas fortemente desigual. O aumento significativo da desigualdade econômica e social dentro dos países ou entre eles reduzirá as possibilidades de paz. Evitar ou controlar a violência armada interna depende ainda mais, contudo, dos poderes e da efetividade do desempenho dos governos nacionais e da sua legitimidade perante a maioria dos habitantes dos respectivos países. Nenhum governo pode, hoje, dar por garantida a existência de uma população civil desarmada ou o grau de ordem pública há tanto tempo vigente em grande parte da Europa. Nenhum governo está, hoje, em condições de ignorar ou eliminar minorias internas armadas. No entanto, o mundo está cada vez mais dividido em países capazes de administrar seus territórios e seus cidadãos — mesmo quando afetados, como estava o Reino Unido, durante décadas, por ações armadas efetuadas por um inimigo interno — e um número crescente de territórios cujo entorno é demarcado por fronteiras oficialmente reconhecidas, com governos nacionais que flutuam entre a debilidade, a corrupção e a não existência. Essas áreas produzem lutas internas sangrentas e conflitos internacionais, como o que temos visto na África central. Não há, apesar de tudo, perspectivas imediatas de melhoras duradouras nessas regiões, e a continuação do enfraquecimento dos governos centrais nos países instáveis assim como o prosseguimento da balcanização do mapa do mundo sem dúvida provocarão um aumento do perigo de conflitos armados.
Um prognóstico possível: no século XXI, as guerras provavelmente não serão tão mortíferas quanto o foram no século XX. Mas a violência armada, gerando sofrimentos e perdas desproporcionais, persistirá, onipresente e endêmica — ocasionalmente epidêmica —, em grande parte do mundo. A perspectiva de um século de paz é remota.
Eric Hobsbawm. Globalização, democracia e terrorismo.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias e a aspectos linguísticos e gramaticais do texto acima, julgue o item subsequente.
No trecho “Nenhum governo pode, hoje, dar por garantida a existência de uma população civil desarmada ou o grau de ordem pública”, estaria mantido o sentido do texto caso o termo “garantida” fosse substituído por garantidos.
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Os países com economias pujantes e estáveis e uma distribuição de renda relativamente equitativa entre seus habitantes tendem a ser menos vulneráveis — social e politicamente — que os países pobres, economicamente instáveis e com distribuição interna de riquezas fortemente desigual. O aumento significativo da desigualdade econômica e social dentro dos países ou entre eles reduzirá as possibilidades de paz. Evitar ou controlar a violência armada interna depende ainda mais, contudo, dos poderes e da efetividade do desempenho dos governos nacionais e da sua legitimidade perante a maioria dos habitantes dos respectivos países. Nenhum governo pode, hoje, dar por garantida a existência de uma população civil desarmada ou o grau de ordem pública há tanto tempo vigente em grande parte da Europa. Nenhum governo está, hoje, em condições de ignorar ou eliminar minorias internas armadas. No entanto, o mundo está cada vez mais dividido em países capazes de administrar seus territórios e seus cidadãos — mesmo quando afetados, como estava o Reino Unido, durante décadas, por ações armadas efetuadas por um inimigo interno — e um número crescente de territórios cujo entorno é demarcado por fronteiras oficialmente reconhecidas, com governos nacionais que flutuam entre a debilidade, a corrupção e a não existência. Essas áreas produzem lutas internas sangrentas e conflitos internacionais, como o que temos visto na África central. Não há, apesar de tudo, perspectivas imediatas de melhoras duradouras nessas regiões, e a continuação do enfraquecimento dos governos centrais nos países instáveis assim como o prosseguimento da balcanização do mapa do mundo sem dúvida provocarão um aumento do perigo de conflitos armados.
Um prognóstico possível: no século XXI, as guerras provavelmente não serão tão mortíferas quanto o foram no século XX. Mas a violência armada, gerando sofrimentos e perdas desproporcionais, persistirá, onipresente e endêmica — ocasionalmente epidêmica —, em grande parte do mundo. A perspectiva de um século de paz é remota.
Eric Hobsbawm. Globalização, democracia e terrorismo.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias e a aspectos linguísticos e gramaticais do texto acima, julgue o item subsequente.
Os vocábulos “países” e “áreas” são acentuados de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.
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Os países com economias pujantes e estáveis e uma distribuição de renda relativamente equitativa entre seus habitantes tendem a ser menos vulneráveis — social e politicamente — que os países pobres, economicamente instáveis e com distribuição interna de riquezas fortemente desigual. O aumento significativo da desigualdade econômica e social dentro dos países ou entre eles reduzirá as possibilidades de paz. Evitar ou controlar a violência armada interna depende ainda mais, contudo, dos poderes e da efetividade do desempenho dos governos nacionais e da sua legitimidade perante a maioria dos habitantes dos respectivos países. Nenhum governo pode, hoje, dar por garantida a existência de uma população civil desarmada ou o grau de ordem pública há tanto tempo vigente em grande parte da Europa. Nenhum governo está, hoje, em condições de ignorar ou eliminar minorias internas armadas. No entanto, o mundo está cada vez mais dividido em países capazes de administrar seus territórios e seus cidadãos — mesmo quando afetados, como estava o Reino Unido, durante décadas, por ações armadas efetuadas por um inimigo interno — e um número crescente de territórios cujo entorno é demarcado por fronteiras oficialmente reconhecidas, com governos nacionais que flutuam entre a debilidade, a corrupção e a não existência. Essas áreas produzem lutas internas sangrentas e conflitos internacionais, como o que temos visto na África central. Não há, apesar de tudo, perspectivas imediatas de melhoras duradouras nessas regiões, e a continuação do enfraquecimento dos governos centrais nos países instáveis assim como o prosseguimento da balcanização do mapa do mundo sem dúvida provocarão um aumento do perigo de conflitos armados.
Um prognóstico possível: no século XXI, as guerras provavelmente não serão tão mortíferas quanto o foram no século XX. Mas a violência armada, gerando sofrimentos e perdas desproporcionais, persistirá, onipresente e endêmica — ocasionalmente epidêmica —, em grande parte do mundo. A perspectiva de um século de paz é remota.
Eric Hobsbawm. Globalização, democracia e terrorismo.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias e a aspectos linguísticos e gramaticais do texto acima, julgue o item subsequente.
Infere-se da leitura do texto que a garantia de paz resulta da capacidade de os governos se certificarem do desarmamento da população civil.
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