Foram encontradas 100 questões.
Bruno, proprietário da fazenda Boa Esperança, possuía diversos
cavalos, utilizados para lazer e turismo rural.
Durante uma ventania moderada, o portão do curral, já
enferrujado e sem manutenção adequada, foi danificado,
permitindo que um dos animais escapasse e alcançasse uma via
rural próxima à propriedade. O cavalo colidiu com o automóvel
conduzido por Carla, que não possuía habilitação para dirigir.
O impacto causou danos materiais expressivos e ferimentos leves
à motorista, que propôs ação indenizatória, pleiteando reparação
por todos os danos sofridos. Em contestação, Bruno sustentou que não deveria indenizar, pois
o acidente decorreu de força maior, já que o portão cedeu devido
ao vento e, também, porque Carla, ao conduzir o veículo sem
habilitação, agiu com culpa exclusiva.
Considerando a legislação aplicável, é correto afirmar que Bruno:
Considerando a legislação aplicável, é correto afirmar que Bruno:
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A empresa EcoVerde Serviços Ambientais Ltda., regularmente
constituída, iniciou atividade de reciclagem e reaproveitamento
de resíduos sólidos em área urbana, utilizando-se exclusivamente
de propriedade particular e tecnologia limpa de baixo impacto
ambiental.
Ao iniciar as operações, o órgão municipal de fiscalização exigiu alvará prévio de funcionamento, além de limitar o horário de operação da empresa aos dias úteis, sob pena de multa.
Posteriormente, a EcoVerde celebrou contrato de prestação de serviços com fornecedor estrangeiro, estabelecendo livremente o preço dos serviços de intermediação, com base em critérios de mercado. O município também exigiu certidão atualizada de regularidade emitida por órgão que não possuía previsão legal para tal exigência.
Com base na Lei da Liberdade Econômica (Lei nº 13.874/2019), é correto afirmar que:
Ao iniciar as operações, o órgão municipal de fiscalização exigiu alvará prévio de funcionamento, além de limitar o horário de operação da empresa aos dias úteis, sob pena de multa.
Posteriormente, a EcoVerde celebrou contrato de prestação de serviços com fornecedor estrangeiro, estabelecendo livremente o preço dos serviços de intermediação, com base em critérios de mercado. O município também exigiu certidão atualizada de regularidade emitida por órgão que não possuía previsão legal para tal exigência.
Com base na Lei da Liberdade Econômica (Lei nº 13.874/2019), é correto afirmar que:
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Joana celebrou contrato de locação residencial, com prazo de 30
meses, com Mário Simão, legítimo proprietário do imóvel. Duas
cláusulas chamavam atenção: a cláusula quinta, que continha o
seguinte texto: “A locatária renuncia expressamente a qualquer
indenização, ressarcimento ou direito de retenção por
benfeitorias de qualquer natureza (necessárias, úteis ou
voluptuárias), ainda que autorizados pelo locador”; e a cláusula
12ª, que previa o seguinte: “A locatária assume a
responsabilidade pelo pagamento de taxas, impostos e despesas
incidentes sobre o uso do imóvel”.
Durante a execução do contrato, ocorreram dois fatos. A locatária realizou reforma substancial no sistema hidráulico da cozinha, que se encontrava em péssimo estado de conservação. O condomínio realizou uma obra de recuperação estrutural da fachada, que apresentava risco de desabamento, rateando o custo entre todos os condôminos por meio de cotas mensais de R$ 500,00, a serem quitadas juntamente com as cotas ordinárias. Diante das circunstâncias, surgiram dúvidas quanto à responsabilidade pelo pagamento das despesas e ao direito de indenização pelas benfeitorias.
Com base na Lei nº 8.245/1991 e na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
Durante a execução do contrato, ocorreram dois fatos. A locatária realizou reforma substancial no sistema hidráulico da cozinha, que se encontrava em péssimo estado de conservação. O condomínio realizou uma obra de recuperação estrutural da fachada, que apresentava risco de desabamento, rateando o custo entre todos os condôminos por meio de cotas mensais de R$ 500,00, a serem quitadas juntamente com as cotas ordinárias. Diante das circunstâncias, surgiram dúvidas quanto à responsabilidade pelo pagamento das despesas e ao direito de indenização pelas benfeitorias.
Com base na Lei nº 8.245/1991 e na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
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Ricardo e Patrícia, antes do casamento, lavraram pacto
antenupcial por escritura pública, optando pelo regime da
comunhão parcial de bens, incluindo a seguinte cláusula
adicional: “O regime de bens converter-se-á automaticamente
em separação total de bens após o decurso de 10 anos de
casamento, independentemente de autorização judicial ou
manifestação posterior das partes”. A escritura foi lavrada e o
casamento ocorreu no mesmo ano, em 2012. Em 2023, Ricardo
adquiriu onerosamente um imóvel e, em 2025, celebrou
promessa irretratável de venda do mesmo imóvel com Pedro,
promitente comprador. Na ocasião, Pedro requereu a outorga de
Patrícia, ao que foi respondido por Ricardo que seria
desnecessário, pois, em razão do pacto antenupcial, o regime de
bens em vigor no seu casamento com Patrícia era o da separação
de bens.
Considerando as disposições do Código Civil, é correto afirmar que a cláusula adicional do pacto antenupcial é:
Considerando as disposições do Código Civil, é correto afirmar que a cláusula adicional do pacto antenupcial é:
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Durante o processo de fusão e incorporação (M&A) da empresa
Companhia Logística e Desenvolvimento – CSD, foi realizada due
diligence para avaliar e classificar os ativos e passivos da
sociedade a ser incorporada, Mercado e Armazém Infinita Ltda.
No relatório de auditoria patrimonial, foram identificados os
seguintes bens:
1. o prédio-sede da empresa, localizado em Campo Grande/MS, devidamente registrado na Matrícula nº 123.456 do Cartório de Registro de Imóveis competente;
2. um lote de 500 cadeiras utilizadas pelos funcionários na área administrativa;
3. o estoque da empresa, composto por 3.500 mercadorias destinadas à revenda;
4. a marca registrada “MAI Mercado”, devidamente protegida no INPI;
5. um software de gestão logística, desenvolvido internamente e licenciado a terceiros;
6. um veículo de transporte de cargas utilizado pela empresa, placa nº XXX e número de chassi nº YYY;
7. crédito de R$ 500.000,00 a receber em março de 2026.
Considerando o cenário descrito e a classificação dos bens segundo o Código Civil brasileiro, é correto afirmar que:
1. o prédio-sede da empresa, localizado em Campo Grande/MS, devidamente registrado na Matrícula nº 123.456 do Cartório de Registro de Imóveis competente;
2. um lote de 500 cadeiras utilizadas pelos funcionários na área administrativa;
3. o estoque da empresa, composto por 3.500 mercadorias destinadas à revenda;
4. a marca registrada “MAI Mercado”, devidamente protegida no INPI;
5. um software de gestão logística, desenvolvido internamente e licenciado a terceiros;
6. um veículo de transporte de cargas utilizado pela empresa, placa nº XXX e número de chassi nº YYY;
7. crédito de R$ 500.000,00 a receber em março de 2026.
Considerando o cenário descrito e a classificação dos bens segundo o Código Civil brasileiro, é correto afirmar que:
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Em 2015, Pedro, solteiro e sem filhos conhecidos, lavrou
testamento público deixando a totalidade de seus bens a seu
irmão João. Em 2018, reconheceu voluntariamente Lucas, fruto
de um relacionamento anterior que desconhecia à época da
lavratura do testamento. Em 2021, Pedro contraiu casamento
com Ana no regime da comunhão universal de bens, sem,
contudo, alterar o testamento. Pedro faleceu em 2024, deixando
bens no valor de R$ 2.000.000,00, sobrevivendo-lhe Lucas (filho) e
Ana (cônjuge).
Considerando as regras dos Arts. 1.973 a 1.975 do Código Civil, é correto afirmar que o testamento:
Considerando as regras dos Arts. 1.973 a 1.975 do Código Civil, é correto afirmar que o testamento:
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Virgília, 75 anos, e Brás Cubas, 83 anos, casados sob o regime da
comunhão universal de bens, comparecem a um Tabelionato de
Notas para lavrar escrituras públicas de divórcio consensual e de
doação. O casal possui três filhos capazes: Ricardo, de 55 anos;
Eduardo, de 52 anos; e Ana, de 48 anos. Apresentam ao tabelião
uma minuta de partilha de bens, na qual Virgília renuncia
integralmente à sua meação sobre o vasto patrimônio comum em
favor do filho mais velho, Ricardo, pretendendo, para tanto,
celebrar escritura de doação. Durante o diálogo, o tabelião
percebe que Virgília demonstra confusão mental, não
compreende o alcance econômico da renúncia e é induzida por
Ricardo, que responde por ela em diversas perguntas. Diante do
quadro, o tabelião recusa-se a lavrar o ato, fundamentando sua
decisão por escrito. Inconformados, Virgília e Brás Cubas
impetram mandado de segurança, alegando que a recusa viola a
autonomia da vontade e a capacidade civil plena de Virgília,
garantidas pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Considerando a situação e o ordenamento jurídico brasileiro, é correto afirmar que:
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Lúcia, ao atingir a maioridade civil, requereu pessoalmente, no
cartório de registro civil, a alteração imotivada de seu prenome
de “Lúcia” para “Helena”. Quatro anos depois, desejando
retornar ao prenome original, compareceu novamente ao
cartório, pedindo a desconstituição da alteração anterior.
Na mesma ocasião, seu irmão Rafael, casado com Beatriz, requereu a inclusão do sobrenome “Costa” de sua esposa, com quem convivia sob o regime da comunhão parcial de bens desde o casamento, há mais de 10 anos.
Por fim, Clara, enteada de Marcelo, solicitou que fosse acrescido o sobrenome “Silva”, de seu padrasto, ao seu nome completo, com a anuência expressa dele.
Considerando as regras dos Arts. 56 e 57 da Lei de Registros Públicos, é correto afirmar que:
Na mesma ocasião, seu irmão Rafael, casado com Beatriz, requereu a inclusão do sobrenome “Costa” de sua esposa, com quem convivia sob o regime da comunhão parcial de bens desde o casamento, há mais de 10 anos.
Por fim, Clara, enteada de Marcelo, solicitou que fosse acrescido o sobrenome “Silva”, de seu padrasto, ao seu nome completo, com a anuência expressa dele.
Considerando as regras dos Arts. 56 e 57 da Lei de Registros Públicos, é correto afirmar que:
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Francisco, divorciado, reside sozinho em seu único imóvel, um
apartamento avaliado em R$ 2.000.000,00, localizado no bairro
Jardim Veraneio, em Campo Grande/MS. Em 2023, ele anui como
fiador em um contrato de locação comercial firmado por uma
sociedade empresária da qual era sócio. Paralelamente, possui
débito tributário consolidado com a Receita Federal no valor de
R$ 700.000,00, equivalente a mais de 30% de seu patrimônio. Em
2025, dois fatos ocorrem simultaneamente: diante da
inadimplência da locatária, o locador ajuíza execução e obtém a
penhora do apartamento de Francisco; e a Receita Federal,
verificando o débito tributário, realiza o arrolamento fiscal do
mesmo bem, com averbação à margem da matrícula. Francisco
opõe embargos à execução contra o locador e ajuíza ação
anulatória contra a Fazenda Nacional, alegando a
impenhorabilidade do bem de família.
Considerando a legislação aplicável e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
Considerando a legislação aplicável e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
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Em 2010, Antônio, casado no regime da comunhão total de bens
com Beatriz, doou a seu filho Carlos um imóvel urbano no valor
de R$ 800.000,00. Em 2015, doou a sua filha Daniela
R$ 500.000,00 em dinheiro. Em 2020, Antônio faleceu, deixando
patrimônio líquido de R$ 700.000,00, além das doações acima.
Em seu testamento lavrado em 2018, determinou expressamente
que a doação feita a Carlos ficaria dispensada de colação e que os
bens disponíveis deveriam ser acrescidos à legítima de seus
filhos, Carlos e Daniela.
Considerando as regras do Código Civil, é correto afirmar que:
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