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Texto 1
Um adolescente de 17 anos de idade ajuizou demanda em que
pleiteava a condenação da parte ré, uma instituição de ensino
superior, a efetivar a sua matrícula no curso universitário para o
qual fora aprovado no certame seletivo, bem como a lhe pagar
verba indenizatória de danos morais, no montante
correspondente a 15 salários mínimos.
O autor da ação, em sua petição inicial, alegou que a recusa da ré
violava a legislação de regência e que, caso não fosse
imediatamente realizada a sua matrícula, perderia todo o
semestre de estudos.
Apreciando a peça exordial, o juiz entendeu que estavam
presentes os requisitos para a concessão da tutela provisória ali
requerida. Além disso, o magistrado, atentando-se para os
documentos anexados pelo demandante, constatou que o
instrumento de mandato ad judicia outorgado ao seu advogado
havia sido firmado apenas pelo menor, sem que contivesse a
assinatura de pelo menos um de seus representantes legais.
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Texto 1
Um adolescente de 17 anos de idade ajuizou demanda em que
pleiteava a condenação da parte ré, uma instituição de ensino
superior, a efetivar a sua matrícula no curso universitário para o
qual fora aprovado no certame seletivo, bem como a lhe pagar
verba indenizatória de danos morais, no montante
correspondente a 15 salários mínimos.
O autor da ação, em sua petição inicial, alegou que a recusa da ré
violava a legislação de regência e que, caso não fosse
imediatamente realizada a sua matrícula, perderia todo o
semestre de estudos.
Apreciando a peça exordial, o juiz entendeu que estavam
presentes os requisitos para a concessão da tutela provisória ali
requerida. Além disso, o magistrado, atentando-se para os
documentos anexados pelo demandante, constatou que o
instrumento de mandato ad judicia outorgado ao seu advogado
havia sido firmado apenas pelo menor, sem que contivesse a
assinatura de pelo menos um de seus representantes legais.
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Nos autos de uma ação de procedimento comum em cuja petição
inicial haviam sido formulados dois pedidos, o juiz, depois de
ofertada a réplica, procedeu ao julgamento antecipado parcial do
mérito.
Em sua decisão, o magistrado acolheu a primeira pretensão
deduzida pelo demandante e condenou o réu, a quem havia sido
concedido o benefício da gratuidade de justiça, ao pagamento das
custas processuais e dos honorários do advogado do autor, tão
logo adviesse o trânsito em julgado.
Sem prejuízo, o juiz da causa determinou o prosseguimento do
feito, rumo à fase da instrução probatória, de modo a viabilizar o
posterior julgamento do segundo pedido veiculado na peça
exordial.
A parte ré não se valeu, no prazo legal, de qualquer via recursal
para questionar o acerto do ato decisório que havia acolhido o
primeiro pedido do autor.
Nesse cenário, é correto afirmar que essa decisão:
Nesse cenário, é correto afirmar que essa decisão:
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Nos autos de uma ação de procedimento comum, depois de
oferecida pelo réu a contestação, na qual havia sido arguida
somente defesa direta de mérito, o juiz determinou a intimação do
órgão da Defensoria Pública, que patrocinava a causa da parte
autora, para apresentar a sua réplica.
A peça processual, contudo, não foi oferecida, conforme
certificado pela serventia, fato que levou o juiz a ordenar a
intimação da Defensoria Pública para que promovesse o
andamento do feito.
Sem que qualquer outra petição tivesse sido ofertada, o
magistrado proferiu sentença por meio da qual julgava extinto o
processo, sem resolução do mérito, por ter reputado configurado
o abandono unilateral da causa.
Inconformado, o defensor público protocolizou recurso de
apelação, tendo-o feito quando já decorridos 20 dias úteis,
a partir de sua intimação pessoal.
No que concerne à sentença terminativa proferida, ela está:
No que concerne à sentença terminativa proferida, ela está:
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No que se refere à ação monitória, é correto afirmar que:
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Antônio, munido de um título executivo extrajudicial, ajuizou ação
de execução em face de Bernardo.
Tendo o executado se quedado inerte, a despeito da validade de
sua citação, Antônio indicou à penhora um imóvel, alegando se
tratar de bem de propriedade do demandado, o que foi deferido
pelo juiz.
Por sua vez, Carlos, tomando ciência do feito executivo, intentou
ação de embargos de terceiro, estribando-se no argumento de que
era ele o verdadeiro proprietário do imóvel, sendo, portanto,
ilegítimo o ato de constrição. Em sua petição inicial, Carlos incluiu
no polo passivo da ação Antônio e Bernardo, respectivamente, o
demandante e o demandado no processo de execução.
Apreciando a peça exordial dos embargos de terceiro, o
magistrado, embora tenha procedido ao juízo positivo de
admissibilidade da demanda, determinou a exclusão de Bernardo
da relação processual.
Intimado dessa decisão, Carlos interpôs recurso de agravo de
instrumento, pleiteando a sua reforma para o fim de que
prevalecesse o entendimento acerca da necessidade da integração
de Bernardo ao processo.
Nesse contexto, o agravo de instrumento manejado:
Nesse contexto, o agravo de instrumento manejado:
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Intentada ação em que a parte autora pleiteava a condenação do
réu a cumprir uma obrigação contratual, este, depois de
validamente citado, apresentou contestação, suscitando questões
preliminares e meritórias.
Encerrada a fase postulatória, o juiz da causa de imediato
procedeu ao julgamento antecipado do mérito, rejeitando os
argumentos defensivos do réu e proferindo sentença em que
acolhia, na íntegra, o pedido do demandante.
Tendo o demandado interposto recurso de apelação, o órgão
fracionário do Tribunal dele conheceu, negando-lhe, contudo,
provimento, após o que adveio o trânsito em julgado.
Instaurada a fase procedimental de cumprimento de sentença, o
réu, depois de regularmente intimado, ofertou no prazo legal a sua
impugnação, alegando e comprovando que já havia efetuado o
pagamento da obrigação cobrada. Acrescentou ele que, embora
não tivesse invocado esse argumento defensivo em sua
precedente contestação, trata-se de fato extintivo do direito do
autor, matéria cognoscível ex officio pelo órgão judicial.
Nesse quadro, caberá ao juiz:
Nesse quadro, caberá ao juiz:
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Em um processo relativo a ação de usucapião, tendo por objeto
unidade autônoma de condomínio edilício, o autor, em sua petição
inicial, incluiu no polo passivo da demanda não só a pessoa em cujo
nome o imóvel estava registrado na serventia imobiliária, como
também os titulares dos imóveis confinantes, o que resultava num
total de quinze litisconsortes passivos.
Apreciando a petição inicial, o magistrado procedeu ao juízo
positivo de admissibilidade da ação e, sem designar audiência de
conciliação, ordenou a citação dos quinze litisconsortes passivos,
alguns dos quais não seriam encontrados.
Percebendo que a apuração do paradeiro desses réus retardaria
sobremaneira a marcha processual, o autor requereu ao juiz da
causa a limitação do litisconsórcio, alegando que este, tal como
originalmente formado, comprometeria a rápida solução do litígio.
Nesse contexto, caberá ao juiz:
Nesse contexto, caberá ao juiz:
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Alguns meses depois de ter agredido Caio, causando-lhe graves
lesões corporais, Tício foi denunciado pelo órgão do Ministério
Público como incurso nas sanções penais correspondentes ao
delito praticado.
Após a tramitação do processo penal, foi proferida sentença
condenatória em desfavor de Tício, a qual, à míngua de
interposição de qualquer recurso, transitou em julgado.
Uma vez já liquidados, no juízo cível, os valores das verbas
indenizatórias a que fazia jus, totalizando a importância de
duzentos mil reais, Caio deduziu pretensão de cumprimento de
sentença em face de Tício, que, regularmente intimado, não pagou
a verba nem indicou bens à penhora.
Na sequência, Caio indicou à constrição judicial o imóvel de
propriedade de Tício, que, tão logo ciente, invocou a sua
impenhorabilidade, alegando, para tanto, tratar-se de bem de
família.
Após o cotejo entre os argumentos veiculados por ambas as
partes, o juiz, verificando que o imóvel indicado por Caio era o
único integrante do patrimônio de Tício, servindo-lhe, ademais, de
residência, concluiu tratar-se de bem de família. Daí ter o
magistrado proferido decisão em que pronunciava a sua
impenhorabilidade.
Nesse cenário, é correto afirmar que:
Nesse cenário, é correto afirmar que:
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Nos autos de uma ação de mandado de segurança da competência
originária de um órgão fracionário do Tribunal, o desembargador
relator, apreciando a petição inicial, indeferiu a medida liminar
requerida pelo impetrante, embora tenha procedido ao juízo
positivo de admissibilidade da demanda.
Depois de ofertadas as informações, pela autoridade impetrada, a
peça impugnativa, pela pessoa jurídica de direito público, e o
parecer conclusivo, pelo Ministério Público, o órgão julgador, em
violação a um dispositivo da lei que disciplina o procedimento do
mandado de segurança, proferiu acórdão por meio do qual julgava
extinto o feito sem resolução do mérito, por haver concluído,
equivocadamente, pela ausência de condição para o regular
exercício da ação.
Nesse quadro, é correto afirmar que:
Nesse quadro, é correto afirmar que:
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