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A anamnese e o exame físico são etapas fundamentais para a elaboração do histórico de enfermagem. Durante o exame físico, o enfermeiro deve investigar a presença de sinais e sintomas que evidenciem disfunções orgânicas. A respeito da avaliação cardiovascular, um achado clínico importante é o pulso paradoxal, que consiste na
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A dor é considerada uma experiência sensorial e emocional desagradável associada à lesão tecidual, real ou potencial, ou descrita em função dessa lesão, podendo ser sentida de formas diferentes pelas pessoas. Por se tratar de uma manifestação de caráter subjetivo e clinicamente valorosa, os enfermeiros devem avaliar os pacientes com vistas a melhor identificação dos sintomas álgicos. De acordo com a fisiopatologia, a dor é classificada em
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A vigilância em saúde tem como objetivo a busca de respostas mais efetivas para as demandas e os problemas de saúde e se propõe a trabalhar a lógica de um conjunto articulado e integrado de ações. Analise as afirmativas abaixo sobre a vigilância em saúde.
I | A farmacovigilância ou vigilância de reações adversas a medicamentos é um exemplo clássico de práticas de vigilância sanitária. |
II | O subsistema de vigilância sanitária é de competência exclusiva da União , e suas ações estão concentradas na ANVISA, podendo a sua execução ser complementada pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios, mediante convênio. |
III | Surto e epidemia, por seu baixo potencial de ameaça à saúde da população, não são considerados eventos de saúde pública, quando comparados a uma pandemia. |
IV | A operacionalização da vigilância epidemiológica compreende um ciclo de funções específicas e intercomplementares, desenvolvidas de modo contínuo, permitindo o conhecimento do comportamento da doença ou do agravo. |
Das afirmativas, estão corretas
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A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) propõe um novo modelo de atenção em saúde mental, a partir do acesso e da promoção de direitos das pessoas, baseado na convivência dentro da sociedade. Além de mais acessível, a rede ainda tem como objetivo articular ações e serviços de saúde em diferentes níveis de complexidade. Entre seus objetivos específicos, estão:
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Para responder às questões 52, 53 e 54, considere o caso clínico abaixo.
M.A., 16 anos, sexo feminino, solteira, sem religião, mora com os pais e irmãos. É procedente de um munícipio do interior do RN. A paciente foi encaminhada pelo CAPS de sua região, internada no HUOL para elucidação diagnóstica e melhor manejo clínico do quadro. A adolescente afirma início de seus sintomas aos 13 anos quando mudou para uma escola de maior renome na sua cidade e passou a sofrer bullying por seu jeito de se vestir. Começou a evitar amizades e a se isolar. Nesse mesmo período, foi vítima de violência sexual e passou a temer pessoas, principalmente meninos. Refere tristeza mantida, alteração do sono e apetite, além de detestar o próprio corpo. Há 1 ano, passou a ouvir vozes pouco definidas, mas com comandos para se machucar e com conteúdo vexatório, associadas e pioradas ao quadro de tristeza. Recentemente, a paciente passou a apresentar quadro de agitação psicomotora com contrações musculares, acompanhadas de gritos e solilóquios, que duravam de 10 a 20 minutos e com necessidades de idas ao pronto socorro. Inicialmente, foram conduzidas como crises epilépticas. Evoluiu com isolamento social, comportamento de automutilação e tentativas de suicídio. No momento da internação, sua última crise de agitação psicomotora tinha ocorrido há 7 dias, apresentando ideação suicida com plano há 20 dias.
Pensando numa possível continuidade do cuidado de M.A. após a alta hospitalar, a equipe começa a pensar na articulação com alguns dispositivos da RAPS. Um dos dispositivos que será tensionado para reunião de compartilhamento de cuidado é o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), do qual a paciente já é usuária. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo sobre o tratamento de M.A.
I | Os Centros de Atenção Psicossocial poderão constituir-se nas seguintes modalidades de serviços: CAPS I, CAPS II e CAPS III, definidos por ordem crescente de porte/complexidade e abrangência populacional, conforme disposto na Portaria Nº 336, de 19 de fevereiro de 2002. As três modalidades de serviço cumprem função diferente no atendimento público em saúde mental e deverão estar capacitadas para realizar prioritariamente o atendimento a pacientes com transtornos mentais severos e persistentes, como o de M. A. em sua área territorial, em regime de tratamento intensivo, semi-intensivo e não intensivo. |
II | Considerando que a paciente mora em município com menos de 30 mil habitantes, a modalidade dessa unidade é o CAPS I; porém, como a paciente é adolescente, deverá obrigatoriamente ser encaminhada para o CAPS I, na capital, serviço de atenção diária destinado a crianças e adolescentes com transtornos mentais graves e persistentes e os que fazem uso de crack, álcool e outras drogas. |
III | Há um conjunto de ações que são de competência do psicólogo nos CAPS, como, por exemplo, criar espaços de escuta para os usuários, como M. A., onde é possível a paciente expor suas dúvidas, podendo pensar ou falar sobre si e sobre tudo que a cerca, favorecendo a emersão de seus verdadeiros anseios, medos e credos relacionados ao seu adoecimento. |
IV | Durante a internação de M.A. no hospital geral, foi realizado um trabalho de acolhimento e orientação com a sua família. Dentro da perspectiva de atenção psicossocial, um dos objetivos do CAPS é incentivar a participação familiar no serviço, de maneira que os familiares ajudem a estimular o usuário no seu PTS, além de receberem apoio para lidar com suas emoções. |
Das afirmativas, estão corretas
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Para responder às questões 52, 53 e 54, considere o caso clínico abaixo.
M.A., 16 anos, sexo feminino, solteira, sem religião, mora com os pais e irmãos. É procedente de um munícipio do interior do RN. A paciente foi encaminhada pelo CAPS de sua região, internada no HUOL para elucidação diagnóstica e melhor manejo clínico do quadro. A adolescente afirma início de seus sintomas aos 13 anos quando mudou para uma escola de maior renome na sua cidade e passou a sofrer bullying por seu jeito de se vestir. Começou a evitar amizades e a se isolar. Nesse mesmo período, foi vítima de violência sexual e passou a temer pessoas, principalmente meninos. Refere tristeza mantida, alteração do sono e apetite, além de detestar o próprio corpo. Há 1 ano, passou a ouvir vozes pouco definidas, mas com comandos para se machucar e com conteúdo vexatório, associadas e pioradas ao quadro de tristeza. Recentemente, a paciente passou a apresentar quadro de agitação psicomotora com contrações musculares, acompanhadas de gritos e solilóquios, que duravam de 10 a 20 minutos e com necessidades de idas ao pronto socorro. Inicialmente, foram conduzidas como crises epilépticas. Evoluiu com isolamento social, comportamento de automutilação e tentativas de suicídio. No momento da internação, sua última crise de agitação psicomotora tinha ocorrido há 7 dias, apresentando ideação suicida com plano há 20 dias.
No momento de sua admissão nos leitos de psiquiatria, a paciente relata comportamentos de automutilação, tentativas prévias de suicídio e afirma que mantém ideação suicida (violência autoprovocada). Analise as afirmativas abaixo relacionadas a comportamentos de automutilação e suicídio.
I | A Lei nº 13.819, de abril de 2019, que institui a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio e altera a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998 , determina a notificação compulsória do suicídio, da tentativa de suicídio e do ato de automutilação. Nos casos que envolverem criança ou adolescente, o conselho tutelar deverá receber a notificação. |
II | As notificações compulsórias de violência autoprovocadas não são de caráter sigiloso. |
III | Entre os vários fatores de risco para comportamento suicida em adolescentes, estão separação ou morte dos pais, abuso físico e sexual, comportamento suicida na família, bullying, abuso de álcool e outras drogas. Porém, não são considerados fatores de risco a orientação sexual e o baixo rendimento escolar. |
IV | Os primeiros dias de internação e o período de um mês após a alta hospitalar exigem redobrada atenção, assim como quando for necessário levar um paciente para exames ou alguma atividade no pátio do hospital. |
Das afirmativas, estão corretas
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Para responder às questões 52, 53 e 54, considere o caso clínico abaixo.
M.A., 16 anos, sexo feminino, solteira, sem religião, mora com os pais e irmãos. É procedente de um munícipio do interior do RN. A paciente foi encaminhada pelo CAPS de sua região, internada no HUOL para elucidação diagnóstica e melhor manejo clínico do quadro. A adolescente afirma início de seus sintomas aos 13 anos quando mudou para uma escola de maior renome na sua cidade e passou a sofrer bullying por seu jeito de se vestir. Começou a evitar amizades e a se isolar. Nesse mesmo período, foi vítima de violência sexual e passou a temer pessoas, principalmente meninos. Refere tristeza mantida, alteração do sono e apetite, além de detestar o próprio corpo. Há 1 ano, passou a ouvir vozes pouco definidas, mas com comandos para se machucar e com conteúdo vexatório, associadas e pioradas ao quadro de tristeza. Recentemente, a paciente passou a apresentar quadro de agitação psicomotora com contrações musculares, acompanhadas de gritos e solilóquios, que duravam de 10 a 20 minutos e com necessidades de idas ao pronto socorro. Inicialmente, foram conduzidas como crises epilépticas. Evoluiu com isolamento social, comportamento de automutilação e tentativas de suicídio. No momento da internação, sua última crise de agitação psicomotora tinha ocorrido há 7 dias, apresentando ideação suicida com plano há 20 dias.
Considerando a necessidade de internação em Serviço Hospitalar de Referência e a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), orienta-se que
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O usuário Marcos, 37 anos, procura a unidade de saúde do seu bairro com queixa de dores abdominais recorrentes. No exame físico, o médico não constata motivos orgânicos para a queixa. Depois de algum tempo de conversa, o médico dá o diagnóstico de depressão e encaminha o paciente para o psicólogo que atende no serviço. Após o primeiro encontro, o psicólogo, com base nas diretrizes da Atenção Básica, conversa com o agente comunitário de saúde que acompanha os moradores da área em que Marcos habita. O psicólogo e o agente de saúde tecem algumas hipóteses sobre a situação do paciente explicitadas abaixo.
I | Marcos mora próximo ao lixão, em um lugar onde o saneamento básico é inexistente. Considerando que o saneamento básico é um importante determinante social de saúde, o problema apresentado por ele deve estar relacionado com essa situação. |
II | Marcos está somatizando alguma preocupação devido à falta de emprego. O trabalho também é um determinante social de saúde importante e, nesse caso, a angústia pela falta de trabalho se expressa através da dor recorrente. |
III | Marcos mora sozinho e não possui apoio social. Esse tipo de apoio também é um determinante social de saúde, mas não tão importante quanto o saneamento básico e a boa alimentação. |
IV | Os problemas de Marcos são de etiologia psíquica, fruto de conflitos internos gerados pelos anos de solidão e de traumas emocionais. Os determinantes sociais não têm um papel importante em seu adoecimento. |
Considerando o conceito mais ampliado de saúde, as hipóteses corretas sobre o problema de saúde de Marcos estão presentes nos itens
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A Declaração de Alma-Ata apresentou uma perspectiva abrangente de cuidados primários na atenção básica. Entre estes, destaca-se
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Para responder às questões 44 e 45, considere o excerto abaixo.
A atenção e a orientação são funções psíquicas elementares que dizem respeito à capacidade de a pessoa selecionar, filtrar e organizar as informações, além de se situar quanto a si mesmo e quanto ao ambiente, respectivamente.
Existem vários tipos de desorientação descritos , a depender da alteração de base que a condiciona. Sobre eles, é válido considerar que
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