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Na terapia nutricional de pacientes com HIV, deve-se considerar que portadores de infecções oportunistas e/ou de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida cuja contagem de células T helper CD4 seja inferior a 200 células/mm3 são classificados em estágio C da doença. Nessa fase, recomenda-se como aporte energético e proteico, respectivamente,
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A senhora J.P.E. é portadora de Doença Renal Crônica há 8 anos e atualmente tem taxa de filtração glomerular em torno de 45 mL/min. No último exame de rotina, os valores séricos de potássio e fósforo foram 5,8 mEq/L e 6,0 mg/dL, respectivamente. A hipercalemia tem sido um dos fatores envolvidos com as complicações da doença, levando à arritmia cardíaca. A fim de reduzir os níveis de potássio no sangue, a senhora J.P.E. deve preferir alimentos como
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Ana Carolina, bancária, 45 anos, apresenta, desde sua infância, excesso de peso. Sua rotina diária não inclui prática de atividade física e consumo de frutas e hortaliças. Atualmente, está com 40 kg acima do seu peso ideal, com gordura corporal localizada principalmente na região abdominal, implicando em um aumento da pressão arterial e em risco cardiometabólico. As Diretrizes Brasileiras de Obesidade de 2016 recomendam para indivíduos com sobrepeso/obesidade que
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A Nutrição Parenteral (NP) ocorre pela infusão de uma solução estéril de nutrientes por via intravenosa, especialmente quando a Nutrição Enteral (NE) está contraindicada. Em relação a algumas complicações que podem surgir quando a NP é administrada, considere as seguintes afirmativas:
I | Uma hiperglicemia com valores persistentes acima de 200 mg/dL pode deixar o sistema imune susceptível a infecções, em especial por Candida. |
II | Após a suspensão da NP, pode ocorrer hipoglicemia, pois, em pacientes em uso da NP, a secreção de insulina encontra-se elevada até 6 vezes em relação ao seu nível basal. |
III | A maioria dos pacientes que recebem NP apresentam, após a primeira semana, moderada elevação das enzimas hepáticas. |
IV | A oferta de carboidratos e diminuição dos níveis de insulina levam à esteatose hepática. |
Em relação ao exposto, estão corretas as afirmativas
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Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) devido a um Acidente Vascular Encefálico (AVE), o senhor José Eufrásio, 62 anos, tem recebido nutrição enteral por via nasogástrica , há 2 dias. A dieta é industrializada, padrão com fibras, 1,0 kcal/mL, 350 mOsm/L e infundida por bomba de infusão, 100mL/h durante 18h. No terceiro dia, foi observado o volume residual gástrico de 120 mL, antes de infundir a dieta. O paciente também apresentava quadros de diarreia. Nessa situação, recomenda-se
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O carboidrato dietético é o principal determinante da glicemia pós-prandial. Em pacientes com diabetes mellitus, o controle glicêmico pode prevenir e retardar o surgimento de complicações crônicas. Assim, o conhecimento do índice glicêmico (IG) e da carga glicêmica (CG) é útil para prever a resposta glicêmica aos alimentos ingeridos. A tabela abaixo traz alguns alimentos com os valores do IG médio. Com base no padrão da glicose e nas demais informações apresentadas na tabela, é possível prever a CG do alimento (CG = IG x teor de carboidrato disponível na porção / 100), que é um marcador utilizado para medir o impacto glicêmico da dieta.
Identificação | Alimento | IG médio % (Glicose = 100) | Porção recomendada (g) | Carboidratos disponíveis (g/porção) |
1 | Batata, inglesa, cozida/20 min, Solanum tuberosum L. | 81 | 150 | 15,59 |
2 | Mingau, instântaneo, arroz e aveia, “Mingo” | 71 | 21 | 12,00 |
3 | Mandioquinha, cozida/15 min, Arracacia xanthorrhiza | 62 | 100 | 29,42 |
4 | Polenta, cozida/90 min, congelada/30 days, Zea mays | 68 | 150 | 21,00 |
Adaptado de Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA). Tabelas Complementares – Resposta glicêmica. Universidade de São Paulo (USP). Food Research Center (FoRC). Versão 7.0. São Paulo, 2019.. Disponível em: http://www.fcf.usp.br/tbca/. [Acesso em: 15 jun. 2020]
Diante dos dados apresentados, o alimento que apresenta alto IG e baixa CG é
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Pacientes com diabetes mellitus tipo 2 necessitam de uma maior atenção com a alimentação a fim de atingir a glicemia, os lipídios séricos e a pressão arterial a níveis normais. Desse modo, a conduta para o manejo da terapia nutricional do diabetes tipo 2, com base na Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes 2019/2020, é
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Maria Eugênia, 37 anos, está grávida de seu segundo filho. Trabalha como enfermeira de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e tem sido acompanhada em seu pré-natal pelo obstetra da mesma UBS. Iniciou a segunda gestação com estado nutricional de obesidade. Atualmente, encontra-se na 10ª semana gestacional, apresentando glicemia de jejum de 94 mg/dL. De acordo com a Organização Mundial de Saúde e Sociedade Brasileira de Diabetes, Maria Eugênia apresenta
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A Triagem Nutricional é uma ferramenta de identificação do risco nutricional que, quando utilizada precocemente, permite a intervenção oportuna e ajuda a prevenir comorbidades , como a desnutrição, que prolongam o tempo de internação de pacientes. Existe uma ferramenta de triagem nutricional que utiliza apenas 4 parâmetros: o índice de massa corporal (IMC), a porcentagem de perda de massa corporal recente, a redução de ingestão alimentar e a gravidade da doença. Bastante utilizada a nível hospitalar, essa ferramenta denomina-se
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O Sistema Gastrointestinal secreta hormônios que estão envolvidos no início e término da digestão. Eles sinalizam a fome e a saciedade e conduzem o esvaziamento gástrico, regulando o fluxo sanguíneo e a permeabilidade intestinal. Os hormônios da saciedade são
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