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O Código de Ética para Museus do Conselho Internacional de Museus (ICOM), versão lusófona (2007), indica os princípios básicos da ética profissional do trabalho em museus e os padrões mínimos de conduta e atuação nessas instituições. No que tange à Alienação e ao Descarte de Acervos, o Código apresenta algumas normativas que são fundamentais para a definição e organização de uma Política de Gestão de Acervos em cada museu.
Assim sendo, assinale a alternativa INCORRETA sobre os procedimentos de alienação de acervos.
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Para responder a questão, utilize o enunciado a seguir.
Diversas aplicações industriais de soluções exploram, simplesmente, os efeitos da presença de partículas de umsoluto num sistema, independentemente da sua natureza. Uma das situações mais familiares é a adição de etilenoglicol (“anticongelante”) ao líquido de arrefecimento dos radiadores dos carros. Isto é necessário, pois o congelamento da água no motor pode provocar danos na estrutura devido à expansão da água (aumento de volume) durante o congelamento. O etilenoglicol diminui a temperatura de congelamento da água (crioscopia), prevenindo o congelamento em dias de temperatura abaixo de 0 °C; este aditivo também aumenta o ponto de ebulição (ebulioscopia) permitindo que o sistema do motor opere acima de 100 ºC sem criar altas pressões; a pressão de vapor também diminui (tonoscopia), e o fluxo de solvente é afetado quando uma solução é separada do solvente puro por uma membrana semipermeável (osmose). Estas são propriedades coligativas de soluções.
Um técnico de laboratório de química calculou a temperatura de fusão de uma solução saturada de cloreto de sódio que ele pretendia utilizar como líquido de arrefecimento num banho termostatizado para a manter a temperatura de um sistema constante a –20 ºC.
Considere os dados a seguir.
→Solubilidade do NaCl a 0 ºC=36 g NaCl /100 g H2O
→Solubilidade do KCl a 0 ºC = 28 g KCl /100 g H2O
→ Constante crioscópica de soluções aquosas (Kf) = 2,0 °C∙kg∙mol-1
Agora, assinale a alternativa que representa a conclusão apresentada pelo técnico, assumindo que sua análise tenha sido conduzida de acordo com os fundamentos de crioscopia e propriedades coligativas de soluções.
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Os conceitos de polidez – e de falta dela – são construções culturais particulares de cada sociedade. No português falado no Brasil, por exemplo, considera-se falta de educação pedir algo para alguém sem usar a palavra “por favor”. Um pedido simples, como “pegue um copo de água”, sem o “por favor”, ganha ares de ordem, transmite arrogância e grosseria. O mesmo vale para outros idiomas latinos, como o francês e o espanhol, e até para a língua inglesa: todas elas possuem equivalentes ao “por favor”, usado para comunicar respeito e entendido como uma forma de fazer um pedido de maneira amistosa e educada. Desse modo, transmitir gentileza e polidez ao fazer um pedido é uma maneira de evitar aversão, conservar uma relação social e, por consequência, aumentar as chances de ter o pedido atendido.
Mas esse não é exatamente o caso do grego antigo, especialmente aquele falado até o séc. 4 a.C. A língua falada pelos gregos na época não possuía um termo equivalente a "por favor". Os pedidos eram feitos como ordens, simplesmente, e não eram entendidos como um sinal de falta de cortesia. Eleanor Dickey, professora de cultura clássica na Universidade de Reading, no Reino Unido, explica, em um artigo baseado em estudo que publicou em 2016 sobre linguagem emocional e polidez no grego antigo, como a ausência de democracia foi o catalisador para que todo um idioma se tornasse mais gentil.
A sociedade grega antiga – ou ao menos a parte dela que produzia a literatura à qual os pesquisadores hoje têm acesso – tinha a democracia e a igualdade como valores caros.
Dickey observa que, embora essa igualdade não se estendesse para mulheres e escravos, ela era aplicada de maneira rígida entre os homens gregos, indivíduos que se enxergavam como iguais independente da posição social e que viviam em um sistema político que reforçava essa visão. A teoria deDickey propõe que, por isso, havia um esforço e um costume de tratar a todos da mesma maneira. Consequentemente, não haveria necessidade de uma forma linguística para marcar um pedido “educado” e outra que designasse uma ordem mais rude. Todos os pedidos eram iguais.
Tudo mudou com a conquista da Grécia no século 4 a.C. pelo então rei da Macedônia, Filipe II, pai de Alexandre, o Grande. Filipe e seus sucessores tornaram o grego a língua oficial do império, que se estendia por todo o leste do Mediterrâneo. Documentos oficiais, produções culturais, impostos e negócios passarama ser feitos em grego e a língua, a partir daí, ganhou milhares de novos falantes.
A cultura grega de democracia e igualdade, no entanto, não se espalhou junto com o idioma. O império macedônio era bem mais estratificado: família real e nobres no topo. Nos estados e cidades do império macedônio espalhados pela região do Mediterrâneo, a hierarquização social era ainda mais complexa, derivada da organização de pequenos reinos e feudos, unificados pelos macedônios. Essas diferenças, propõe Dickey, foram o motor da criação de uma palavra que fosse um marcador linguístico de polidez – como o nosso “por favor”.
A partir desse momento, estabeleceuse uma preocupação em demonstrar reverência, gentileza e educação. E de acordo com a teoria de Dickey, isso surgiu entre os falantes de grego que não viviam em regimes majoritariamente democráticos. Afinal, era preciso demonstrar educação e formalidade para se dirigir àqueles percebidos como socialmente superiores. A partir do século seguinte à conquista da Grécia pelo rei macedônio, a literatura grega começa a apresentar um termo que significa “por favor”.
Para responder à questão, considere o fragmento destacado do texto e as orações apresentadas em A e B.
Documentos oficiais, produções culturais, impostos e negócios passaram a ser feitos emgrego.
A → Escribas, artistas, coletores de impostos e comerciantes passaram a fazer suas atividades em grego.
B → Atividades de escribas, artistas, coletores de impostos e comerciantes passaram a ser feitas em grego.
Observando escolhas de natureza gramatical, evidencia- se que
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O Balanço Financeiro evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público. Apresentase a seguir os valores que a contabilidade exibe antes da apuração do Resultado Financeiro do Exercício:
→ As Receitas Orçamentárias Ordinárias foram de R$ 5.000,00;
→ As Receitas Orçamentárias Vinculadas foram de R$ 3.000,00;
→As Transferências Financeiras Recebidas foram de R$ 3.000,00;
→ As Despesa Orçamentária Ordinárias Liquidadas foram de R$ 6.000,00;
→ As Despesa Orçamentária Ordinárias Pagas foramde R$ 4.000,00;
→ As Transferências Financeiras Concedidas foram de R$ 2.000,00; e
→ Os Pagamentos de Depósitos Restituíveis e Valores Vinculados foram de R$ 1.000,00.
De acordo com os valores fornecidos, o Resultado Financeiro do Exercício será de
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A Lei n. 12.527, de 18 de novembro de 2011 (Lei de Acesso à Informação - LAI), regulamentou o direito constitucional de acesso às informações públicas. Essa norma criou mecanismos que possibilitaram a qualquer pessoa, física ou jurídica, sem necessidade de apresentar motivo, o recebimento de informações públicas dos órgãos e entidades.
Nesse sentido, assinale a alternativa correta.
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O Balanço Patrimonial apresenta a situação estática de uma empresa em uma data, do qual pode-se depreender informações de caráter gerencial.
Considere o Balanço Patrimonial a seguir:

Pode-se afirmar que o Capital Circulante, o Capital Circulante Líquido e o Capital Próprio são, respectivamente,
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A Lei n. 11.904 de 14 de janeiro de 2009, que institui o Estatuto de Museus, permitiu aos museus brasileiros uma legislação específica voltada para as demandas de gestão e planejamento museológico, principalmente por designar a elaboração e a implementação do Plano Museológico como um dever dos museus. O capítulo II do Estatuto, o qual aborda o Regime Aplicável aos Museus é dividido em seções e subseções, abordando orientações específicas para as atividades desenvolvidas pelas instituições museológicas.
Sobre os artigos e incisos existentes na subseção III – Da Difusão Cultural e do Acesso aos Museus, é INCORRETO afirmar que
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O Mapa de Riscos tem como objetivo reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação da segurança e saúde no trabalho na empresa e possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre trabalhadores, bem como estimular sua participação nas atividades de prevenção.
Numere os parênteses associando as cores padronizadas, utilizadas na construção do Mapa de Riscos, ao grupo de riscos correspondentes.
| 1 → Amarelo | Riscos Físicos.( ) |
| 2 → Preto | Riscos Químicos.( ) |
| 3 → Azul | Riscos Biológicos.( ) |
| 4 → Vermelho | Riscos Ergonômicos.( ) |
| 5 → Verde | Riscos de Acidentes. ( ) |
| 6 → Marrom | |
| 7 → Laranja |
A numeração correta, de cima para baixo, é
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Tinha chovido muito toda noite. Havia enormes poças de água nas partes mais baixas do terreno. Emcertos lugares, a terra, de tão molhada, tinha virado lama. Às vezes, os pés apenas escorregavam nela, às vezes, mais do que escorregar, os pés se atolavam na lama até acima dos tornozelos. Era difícil andar. Pedro e Antônio estavam transportando numa caminhonete cestos cheios de cacau para o sítio onde deviam secar. Em certa altura, perceberam que a caminhonete não atravessaria o atoleiro que tinha pela frente. Pararam. Desceram da caminhonete. Olharam o atoleiro, que era umproblema para eles. Atravessaram os dois metros de lama, defendidos por suas botas de cano alto. Sentiram a espessura do lamaçal. Pensaram. Discutiram como resolver o problema. Depois, com a ajuda de algumas pedras e galhos secos de árvores, deram ao terreno a consistência mínima para que as rodas da caminhonete passassem sem se atolar. Pedro e Antônio estudaram. Procuraram compreender o problema que tinham de resolver e, em seguida, encontraram uma resposta precisa. Não se estuda apenas na escola. Pedro e Antônio estudaram enquanto trabalhavam. Estudar é assumir uma atitude séria e curiosa diante de um problema.
Fonte: LEITE, L. C. Encontro com Paulo Freire.
Revista Educação e Sociedade. São Paulo. 1979.
Essa história possibilita refletir sobre alguns elementos que compõem o processo de planejar, como por exemplo, quando os personagens reconhecem um problema, estudam a situação problemática, refletem, dialogam e planejam uma estratégia para superar a situação que se apresenta como problema. As vivências desta história nos remetem ao ambiente escolar com seus dilemas e planejamento de ação.
Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa a seguir.
( ) O ato de planejar não é apenas pedagógico, é também político, pois é uma instância de decisões e de previsão de organização de situações didáticas.
( ) O ato de planejar está relacionado à própria essência do educador que o propõe, revela o que o move e quais suas prioridades. Por isso, umplanejamento não é neutro, pois sempre estará ligado a quem o construiu.
( ) O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social.
( ) O planejamento é um processo de reflexão acerca das nossas opções e ações, não se reduzindo à simples prescrição administrativa.
A sequência correta é
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.
“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”
(José Saramago)
Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.
“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.
A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?
Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.
Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.
Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”
Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.
Segundo a análise do professor Vitral Amaro apresentada nos parágrafos iniciais do artigo, deve-se compreender que os habitantes estabelecem com a cidade uma relação
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