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Ana Célia Rodrigues em seu artigo Natureza do documento de arquivo: vínculo e estrutura (2010), menciona que “Luciana Duranti (2005) detalha os elementos intrínsecos, ressaltando sua importância para identificação da ação na qual participa o documento no seu contexto de produção” e divide em três grupos de elementos, quais sejam:
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Segundo Heloisa Liberalli Bellotto no artigo: Documento de arquivo e sociedade (2002), “documento de arquivo são testemunhos inequívocos da vida das instituições”. Para Ana Maria Camargo & Helena Correia Machado na obra Como implantar arquivos municipais (2000, p. 5), a característica própria do documento de arquivo que o distingue de todos os demais consiste:
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Segundo T. R. Schellenberg, no livro Arquivos Modernos Princípios e Técnicas (1974, p. 5), “durante toda a Revolução Francesa, os documentos foram considerados básicos para a manutenção de uma antiga sociedade e para o estabelecimento de uma nova. Os documentos da sociedade antiga foram preservados principalmente e, talvez, sem essa intenção, para usos culturais. Os da nova sociedade o foram para proteção de direitos públicos. O reconhecimento da importância dos documentos para a sociedade foi uma das grandes conquistas da Revolução Francesa. Este reconhecimento resultou em três importantes realizações no campo arquivístico”. Assinale a opção de apresenta as três realizações identificadas por Schellenberg.
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Segundo José Maria Jardim no trabalho intitulado A pesquisa como fator institucionalizante da Arquivologia enquanto campo científico no Brasil, publicado nos anais da I Reunião Brasileira de Ensino de Arquivologia realizada em Brasília em 2010 haveria três perspectivas possíveis em discussão sobre o campo arquivístico: aquela que concebe os estudos de arquivo como um campo autônomo, mesmo que auxiliar ao campo científico da História; aquela que concebe os estudos arquivísticos como uma disciplina constituinte de um subcampo da Ciência da Informação; e aquela que concebe os estudos arquivísticos como uma disciplina científica em permanente construção, por intermédio de relações interdisciplinares com:
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Para José Maria Jardim, no livro Transparência e Opacidade do Estado no Brasil (1999, p. 68), “se, inicialmente, a noção de transparência administrativa – e, por consequência, a de opacidade administrativa – mostrava-se eivada de uma carga metafórica, as políticas públicas implementadas nos últimos vinte anos imprimiram-lhe maior densidade teórica e efetividade político-administrativa. Por outro lado, o processo histórico consolidou a busca pela transparência administrativa como um dos aspectos fundamentais na democratização das relações entre Estado e sociedade civil. Para tal, erigiu-se um complexo edifício jurídico: o direito à informação”. A primeira formulação mais precisa do direito à informação pode ser encontrada na:
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Em conformidade com a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística (ISAD-G), qual o elemento de descrição, cujo objetivo é explicar como a descrição foi preparada e por quem?
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É instituída pela Lei nº 12.527/2011 e decidirá, no âmbito da administração pública federal, sobre o tratamento e a classificação de informações sigilosas:
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Cabe ao arquivista garantir o cumprimento do inciso XIV do Artigo 5º da Constituição Federal, segundo o qual “é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional”. No entanto, é importante destacar que de acordo com o inciso X do mesmo Artigo 5º da mesma Constituição Cidadã, são invioláveis:
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De acordo com Humberto Celeste Inarelli no livro Arquivística Temas Contemporâneos (2008, p. 37), tem o objetivo geral de, “com base na arquivologia e diplomática, identificar métodos que garantam a gestão e preservação dos documentos digitais a partir do momento em que estes deixam de interessar à instituição que os criou e passam a assumir um contexto de importância histórico e social”.
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No livro O Arquivo e o Lugar (2017, p. 15-16), Margareth da Silva afirma que “o debate acerca da preservação de acervos em formato digital cresceu na comunidade arquivística, desde a década de 1990, em virtude da disseminação da tecnologia da informação e da constatação da vulnerabilidade intrínseca desse material, que afeta sua credibilidade, longevidade e acessibilidade”. Segundo a autora, tal “discussão foi incrementada por pesquisadores acadêmicos, que já vinham criticando as bases tradicionais do conhecimento arquivístico, isto é, os conceitos de documento e de arquivo, os princípios de proveniência e ordem original e a custódia, e passaram a propor um novo paradigma para a Arquivologia, ou seja, uma nova fundamentação teórica e metodológica”. A autora afirma ainda que “esse debate, cujo cenário é a revolução tecnológica, opôs duas correntes de pensamento”, quais sejam:
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