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Os itens que se seguem apresentam trechos adaptados de depoimentos de alunos da UNIPAMPA. Julgue-os quanto à obediência às normas gramaticais de emprego dos sinais de pontuação e das classes de palavras, assim como de organização sintática da oração e do período.

Sinto-me honrado em fazer parte das primeiras turmas que se formarão nesta universidade, sempre desejada pelos gaúchos do sul do estado, sendo hoje uma realidade graças à todos aqueles que, de alguma forma, colaboraram para a realização desse maravilhoso projeto.

 

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Os itens que se seguem apresentam trechos adaptados de depoimentos de alunos da UNIPAMPA. Julgue-os quanto à obediência às normas gramaticais de emprego dos sinais de pontuação e das classes de palavras, assim como de organização sintática da oração e do período.

Desafios, temo-los todos os dias; imperfeições, esbarramos nelas a cada hora — o diferencial é como agimos diante deles.

 

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Esta história foi-me contada por uma flautista,

integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na

cidade que se erguia no centro do país.

Sabendo que um projeto moderníssimo de

universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos

desejaram visitar as obras do auditório da universidade.

Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho

de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e

andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um

concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho

dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o

espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e

estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o

sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade

de tocar.

Os operários aproximaram-se em silêncio

respeitoso, sintonizados numa densa emoção.

A música terminou e entre abraços e adeuses a

orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.

Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário

comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é

tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que

eu queria para ele.”

A frase ecoa em meu pensamento semestre após

semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa

os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de

seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero

encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a

certeza de que aquele desejo se realizou.

Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)

Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.

Em “aproximaram-se” (l.16) e “Encaminhando-se” (l.20), o pronome “se” indica reciprocidade da ação expressa pela forma verbal em ambos os casos.

 

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Esta história foi-me contada por uma flautista,

integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na

cidade que se erguia no centro do país.

Sabendo que um projeto moderníssimo de

universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos

desejaram visitar as obras do auditório da universidade.

Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho

de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e

andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um

concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho

dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o

espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e

estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o

sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade

de tocar.

Os operários aproximaram-se em silêncio

respeitoso, sintonizados numa densa emoção.

A música terminou e entre abraços e adeuses a

orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.

Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário

comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é

tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que

eu queria para ele.”

A frase ecoa em meu pensamento semestre após

semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa

os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de

seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero

encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a

certeza de que aquele desejo se realizou.

Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)

Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.

Na voz da flautista, o período “Comovidos (...) concerto” (l.7-10) estaria gramaticalmente correto se fosse dito assim: Todos ficamos comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho de uma escola fincada no futuro; então pegamos os instrumentos e ali mesmo, entre escoras e andaimes, improvisamos um concerto.

 

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Esta história foi-me contada por uma flautista,

integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na

cidade que se erguia no centro do país.

Sabendo que um projeto moderníssimo de

universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos

desejaram visitar as obras do auditório da universidade.

Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho

de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e

andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um

concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho

dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o

espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e

estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o

sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade

de tocar.

Os operários aproximaram-se em silêncio

respeitoso, sintonizados numa densa emoção.

A música terminou e entre abraços e adeuses a

orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.

Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário

comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é

tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que

eu queria para ele.”

A frase ecoa em meu pensamento semestre após

semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa

os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de

seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero

encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a

certeza de que aquele desejo se realizou.

Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)

Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.

Depois de ouvir a história de uma musicista, a autora do texto reproduziu-a, ocultando os próprios sentimentos.

 

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Esta história foi-me contada por uma flautista,

integrante de famosa orquestra que veio se apresentar na

cidade que se erguia no centro do país.

Sabendo que um projeto moderníssimo de

universidade estava ganhando corpo na cidade, os músicos

desejaram visitar as obras do auditório da universidade.

Comovidos pelo entardecer no cerrado e pelo sonho

de uma escola fincada no futuro, os músicos, entre escoras e

andaimes, pegaram os instrumentos e improvisaram um

concerto. Tocavam para homenagear a audácia e o engenho

dos desbravadores; tocavam para saudar a inteligência e o

espírito que, entre aquelas paredes, encontrariam alimento e

estímulo; tocavam para os operários que consolidavam o

sonho em argamassa, areia e tijolo; tocavam pela felicidade

de tocar.

Os operários aproximaram-se em silêncio

respeitoso, sintonizados numa densa emoção.

A música terminou e entre abraços e adeuses a

orquestra foi deixando o campus, embevecida de esperança.

Encaminhando-se para o ônibus, a flautista ouve um operário

comentar com seu companheiro: “Para mim eu sei que é

tarde, mas... quem sabe meu filho? Era uma escola assim que

eu queria para ele.”

A frase ecoa em meu pensamento semestre após

semestre. Sempre que começo um curso, busco esperançosa

os rostos jovens que vão chegando e me pergunto: algum de

seus filhos está aqui? Ou talvez algum de seus netos? Quero

encontrar entre os calouros um único rosto que me dê a

certeza de que aquele desejo se realizou.

Lucília Garcez. UnB 30 anos. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1992, p. 321 (com adaptações)

Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.

Quanto à tipologia textual, o texto caracteriza-se como uma narrativa.

 

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2753464 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA

Com relação ao Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI), julgue o item subsequente.

Quando a IES estiver credenciada e em funcionamento, deverão constar de seu PDI os resultados das avaliações institucionais realizadas (interna e externa) e as ações que visem sanar as deficiências detectadas.

Questão Anulada

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1130392 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA

Segundo John Creswell (2007), a coerência de um projeto de pesquisa é garantida adotando-se um paradigma de referência para o seu planejamento e sua execução. O paradigma adotado deve incluir os métodos e as técnicas que permeiam a pesquisa. Dessa forma, são identificadas, entre tantas outras, três abordagens metodológicas: a qualitativa, a quantitativa e os métodos mistos.

Com relação às ideias apresentadas acima, julgue os itens a seguir.

Em um estudo qualitativo, os investigadores mencionam as questões de pesquisa e não seus objetivos ou hipóteses. Nos estudos quantitativos, os investigadores usam questões e hipóteses de pesquisa para moldar e focar especificamente o objetivo do estudo.

Questão Anulada

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1130370 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA

Julgue os próximos itens, acerca das Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação de Professores da Educação Básica.

Os cursos de formação de professores para educação básica têm até o ano de 2010 para se adaptarem à Resolução CNE/CA 1, de 18/2/2002.

Questão Desatualizada

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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional — Lei n.º 9.394/1996 — reorganizou os níveis escolares, classificando-os em duas etapas: educação básica e educação superior. Com base nessa lei, julgue os próximos itens.

A partir dessa lei, a educação especial pode ser definida como aquela oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais.

Questão Desatualizada

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