Foram encontradas 810 questões.
Homem, 58 anos de idade, assintomático e sem comorbidades conhecidas, procura atendimento com anotações de medidas pressóricas domiciliares com aparelho digital de punho, conforme tabela a seguir:
| Medidas pressóricas (mmHg) | ||||
|---|---|---|---|---|
| Dia 1 | Dia 2 | Dia 3 | Dia 4 | |
| Manhã | 146x92 | 140x82 | 144x84 | 132x76 |
| Tarde | 140x88 | 140x80 | 136x80 | 140x80 |
Relata sentir-se muito cansado e sonolento pela manhã. É sedentário. Nega tabagismo ou uso de álcool. Sua esposa relata que ele ronca à noite. Ao exame físico, apresnetou PA de 126x80 mmHg; FC de 72 bpm; peso de 88 kg; altura de 170 cm; cintura abdominal de 106 cm. Considerando o caso apresentado, qual é o próximo passo na conduta para o paciente?
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Homem 67 anos de idade, portador de hipertensão arterial e
diabetes melito tipo II, apresentando tosse seca e dispneia
progressiva nos últimos três meses. Atualmente, tem dispneia
para subir pequenos aclives. Relata ortopneia e edema em
membros inferiores. Ao exame físico, apresentou PA de
150x90 mmHg, FC de 95 bpm, TEC < 2 segundos. Estertores
finos basais bilateralmente e discreto edema maleolar.
Eletrocardiograma: ritmo sinusal e sobrecarga ventricular
esquerda. Ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo
esquerdo 30%, hipocinesia difusa. Radiografia de tórax
apresentada a seguir:
Em relação ao caso descrito e à imagem apresentada, qual deve ser a conduta terapêutica neste momento?
Em relação ao caso descrito e à imagem apresentada, qual deve ser a conduta terapêutica neste momento?
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Homem, 20 anos de idade, apresenta queixa de edema
iniciado há dois meses. Refere que o edema iniciou em região
periorbitária bilateral, ao acordar, “parecendo uma alergia”.
Posteriormente, evoluiu para os membros inferiores,
principalmente ao fim do dia, e depois tomou o corpo todo.
Nega disúria, oligúria ou hematúria. Teve ganho de 10 kg no
período. Ao exame físico, apresentou bom estado geral,
eupneico, anictérico, em anasarca. PA de 120x80 mmHg, FC
de 96 bpm, FR de 18 irpm, afebril. Edema periorbitário
bilateral. Ausência de estase jugular. Ausculta cardíaca e
pulmonar normais. Abdome sem visceromegalias, com edema
de parede. Edema de membros inferiores até raiz de coxa, frio,
mole, indolor e simétrico. Em relação ao caso descrito,
assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais
provável.
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Homem, 66 anos de idade, apresenta hipertensão arterial e é
tabagista (50 anos-maço). Há cinco dias, permanece
internado por infarto agudo do miocárdio de parede inferior.
Inicialmente, submetido, com sucesso, à trombólise e,
posteriormente, realizado angioplastia na artéria coronária
direita que apresentava obstrução de 90%. Ecocardiograma,
após evento, mostrou fração de ejeção de 51% e hipocinesia
em parede inferior do ventrículo esquerdo. Ao exame clínico,
apresentou PA de 112x70 mmHg, FC de 66 bpm. Encontra-se
em programação de alta hospitalar. Em relação ao caso
descrito, assinale a alternativa correta.
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Rain Is Coming to Burning Los Angeles and Will Bring Its Own Risks
Rain is forecast to begin as soon as Saturday
afternoon and to continue as late as Monday evening, says
meteorologist Kristan Lund of the National Weather Service’s
Los Angeles office. The area desperately needs the
precipitation, but experts are warily monitoring the situation
because rain poses its own risks in recently burned areas—
most notably the potential occurrence of mudslides and similar
hazards. “Rain is good because we’ve been so dry,” Lund
says. “However, if we get heavier rain rates or we get the
thunderstorms, it’s actually a lot more dangerous because you
can get debris flows.”
Fires do a couple of different things to the landscape
that can increase the risk of burned material, soil and detritus
hurtling out of control. When fires burn hot or long enough, they
leave an invisible layer of waxy material just under the surface
of the ground. This develops from decomposing leaves and
other organic material, which contain naturally hydrophobic or
water-repellent compounds. Fire can vaporize this litter, and
the resulting gas seeps into the upper soil—where it quickly
cools and condenses, forming the slippery layer.
When rain falls on ground that has been affected by
this phenomenon, it can’t sink beyond the hydrophobic layer—
so the water flows away, often hauling debris with it. “All of the
trees, branches, everything that’s been burned—unfortunately,
if it rains, that stuff just floats,” Lund says. “It’s really
concerning.” Even a fire that isn’t severe enough to create a
hydrophobic layer can still cause debris flows, says Danielle
Touma, a climate scientist at the University of Texas at Austin.
Under normal conditions, trees and other plants usually trap
some rain above the surface, slowing the water’s downward
journey. But on freshly burned land there’s much less greenery
to interfere; all the rain immediately hits the ground. [...]
Fortunately, the rain should also help firefighters tame
the blazes that remain active. The largest, the Palisades Fire,
is currently 77 percent contained. The second largest, the
Eaton Fire, is 95 percent contained. The Hughes Fire is third
largest and only 56 percent contained. A fire can be fully
contained but still burning. The containment percentage refers
to the amount of the perimeter that has barriers that firefighters
expect will prevent further spread.
Scientific American. January 27th, 2025. Adaptado.
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Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças
nas políticas de moderação de suas plataformas, muitos
educadores, comunicadores e jornalistas presentes nos
diferentes grupos dos quais faço parte começaram a
questionar a eficácia da Educação Midiática. O que podemos
diante de um Musk e um Zuckerberg? De que adianta educar
para a checagem de notícias se agora “abriram-se as
porteiras” e nenhum de nós vai dar conta de distinguir o que é
verdadeiro ou falso, de remover conteúdos agressivos,
preconceituosos, de construir referenciais seguros para
obtermos informações íntegras e confiáveis? É enxugar gelo,
nadar contra a corrente, melhor a gente se preparar para viver
no caos, diziam alguns, já ameaçando sair de vez das redes,
boicotar a Meta, banir o digital de vez do seu cotidiano.
Entendo a Educação Midiática como um importante e potente
elemento para que possamos lidar com todos os desafios
presentes no mundo digital – e de resto, no mundo real, que o
reflete. Ela é uma alternativa viável e segura que todos nós,
que desejamos continuar a viver civilizadamente em
sociedade, podemos tomar em nossas mãos. Se as chamadas
big techs nos abandonam à própria sorte, cabe a cada um de
nós entender qual é o nosso papel nesse ecossistema.
Adaptado de: Januária Cristina Alves. “Novas diretrizes da Meta: será o
fim da Educação Midiática?” Nexo Jornal. 16 de janeiro de 2025.
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Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela
olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso
assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas,
indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas,
interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo,
botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que
eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos
pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como
passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu.
Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros
ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo
funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos
como queremos nos sentir. Queremos acordar com um
sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos
ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos
passar momentos agradáveis com nossa família, com uma
sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado
descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos
sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos
que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca
da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de
compreender (graças aos monitores contínuos de glicose),
afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia
nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar
a partir do momento em que conseguimos controlá-la.
Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os
níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André
Fontenelle. Objetiva, 2022.
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Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela
olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso
assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas,
indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas,
interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo,
botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que
eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos
pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como
passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu.
Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros
ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo
funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos
como queremos nos sentir. Queremos acordar com um
sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos
ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos
passar momentos agradáveis com nossa família, com uma
sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado
descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos
sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos
que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca
da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de
compreender (graças aos monitores contínuos de glicose),
afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia
nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar
a partir do momento em que conseguimos controlá-la.
Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os
níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André
Fontenelle. Objetiva, 2022.
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Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela
olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso
assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas,
indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas,
interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo,
botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que
eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos
pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como
passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu.
Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros
ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo
funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos
como queremos nos sentir. Queremos acordar com um
sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos
ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos
passar momentos agradáveis com nossa família, com uma
sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado
descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos
sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos
que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca
da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de
compreender (graças aos monitores contínuos de glicose),
afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia
nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar
a partir do momento em que conseguimos controlá-la.
Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os
níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André
Fontenelle. Objetiva, 2022.
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Em silêncio
Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida
e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta.
Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do
vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam
inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia.
Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa
gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu
rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que
o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do
excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer,
o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar
cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o
estalar dos relâmpagos. Novamente arrebanhou seus poucos
pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As
chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo.
Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali,
onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos
guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes
se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as
chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça,
esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida
em seu silêncio interior.
Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global, 2013
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