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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
A produção nacional de carvão tipo energético, em 2000, continua seu processo de crescimento. De 1998 a 2000, cresceu 38%. Em relação a 1999, houve um acréscimo de 15%. O aumento na demanda por carvão para abastecer as usinas termelétricas existentes na região sul do país, que passaram a operar a plena carga, foi o principal fator. Em consequência disso, as empresas carboníferas diminuíram o seu grau de ociosidade, que era elevado até a metade da década passada, e praticamente todas as mais representativas tiveram sua produção aumentada. Em Santa Catarina, a Gerasul, empresa que opera o Complexo Jorge Lacerda, maior termelétrica a carvão do país (potência instalada de 832 MW), teve também que aumentar o consumo de carvão, o mesmo acontecendo nas termelétricas do estado do Rio Grande do Sul. Apesar de a produção de carvão de Santa Catarina ter aumentado 34% em 2000, em relação a 1999, as empresas catarinenses vêm encontrando dificuldades para o atendimento da demanda, tendo que recorrer à importação de carvão produzido no estado do Rio Grande do Sul. Novos investimentos nas minas existentes e a abertura de novas minas tendem novamente a equilibrar o atendimento do mercado de Santa Catarina por parte das empresas locais. No Rio Grande do Sul, a produção permaneceu praticamente inalterada, em 2000, em relação ao ano anterior, 3,42 milhões e 3,40 milhões de toneladas, respectivamente.
Com o aumento verificado na produção catarinense, esse estado voltou a ser o maior produtor nacional de carvão, ficando a produção nacional assim distribuída em 2000: 50% em Santa Catarina, 49% no Rio Grande do Sul e 1% no Paraná. Em termos de valor da produção, Santa Catarina apresenta uma participação bem maior, devido ao preço médio mais elevado de seus carvões. De um total de 340,53 milhões de reais, em 2000, respondeu com 73%, o Rio Grande do Sul com 25% e o Paraná com 2%.
DNPM. Sumário mineral – 2001 (com adaptações).
Com relação às informações e às situações descritas no texto, julgue o item abaixo.
O carvão mineral equipara-se ao gás natural canalizado, destinado à produção de energia elétrica pelas usinas integrantes do Programa Prioritário de Termoeletricidade, para fins de incidência das contribuições relativas ao Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS).
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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
A produção nacional de carvão tipo energético, em 2000, continua seu processo de crescimento. De 1998 a 2000, cresceu 38%. Em relação a 1999, houve um acréscimo de 15%. O aumento na demanda por carvão para abastecer as usinas termelétricas existentes na região sul do país, que passaram a operar a plena carga, foi o principal fator. Em consequência disso, as empresas carboníferas diminuíram o seu grau de ociosidade, que era elevado até a metade da década passada, e praticamente todas as mais representativas tiveram sua produção aumentada. Em Santa Catarina, a Gerasul, empresa que opera o Complexo Jorge Lacerda, maior termelétrica a carvão do país (potência instalada de 832 MW), teve também que aumentar o consumo de carvão, o mesmo acontecendo nas termelétricas do estado do Rio Grande do Sul. Apesar de a produção de carvão de Santa Catarina ter aumentado 34% em 2000, em relação a 1999, as empresas catarinenses vêm encontrando dificuldades para o atendimento da demanda, tendo que recorrer à importação de carvão produzido no estado do Rio Grande do Sul. Novos investimentos nas minas existentes e a abertura de novas minas tendem novamente a equilibrar o atendimento do mercado de Santa Catarina por parte das empresas locais. No Rio Grande do Sul, a produção permaneceu praticamente inalterada, em 2000, em relação ao ano anterior, 3,42 milhões e 3,40 milhões de toneladas, respectivamente.
Com o aumento verificado na produção catarinense, esse estado voltou a ser o maior produtor nacional de carvão, ficando a produção nacional assim distribuída em 2000: 50% em Santa Catarina, 49% no Rio Grande do Sul e 1% no Paraná. Em termos de valor da produção, Santa Catarina apresenta uma participação bem maior, devido ao preço médio mais elevado de seus carvões. De um total de 340,53 milhões de reais, em 2000, respondeu com 73%, o Rio Grande do Sul com 25% e o Paraná com 2%.
DNPM. Sumário mineral – 2001 (com adaptações).
Com relação às informações e às situações descritas no texto, julgue o item abaixo.
O principal problema ambiental da mineração e da queima do carvão para a geração de energia é a liberação de rejeitos ácidos, que contaminam a água e o ar.
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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
A produção nacional de carvão tipo energético, em 2000, continua seu processo de crescimento. De 1998 a 2000, cresceu 38%. Em relação a 1999, houve um acréscimo de 15%. O aumento na demanda por carvão para abastecer as usinas termelétricas existentes na região sul do país, que passaram a operar a plena carga, foi o principal fator. Em consequência disso, as empresas carboníferas diminuíram o seu grau de ociosidade, que era elevado até a metade da década passada, e praticamente todas as mais representativas tiveram sua produção aumentada. Em Santa Catarina, a Gerasul, empresa que opera o Complexo Jorge Lacerda, maior termelétrica a carvão do país (potência instalada de 832 MW), teve também que aumentar o consumo de carvão, o mesmo acontecendo nas termelétricas do estado do Rio Grande do Sul. Apesar de a produção de carvão de Santa Catarina ter aumentado 34% em 2000, em relação a 1999, as empresas catarinenses vêm encontrando dificuldades para o atendimento da demanda, tendo que recorrer à importação de carvão produzido no estado do Rio Grande do Sul. Novos investimentos nas minas existentes e a abertura de novas minas tendem novamente a equilibrar o atendimento do mercado de Santa Catarina por parte das empresas locais. No Rio Grande do Sul, a produção permaneceu praticamente inalterada, em 2000, em relação ao ano anterior, 3,42 milhões e 3,40 milhões de toneladas, respectivamente.
Com o aumento verificado na produção catarinense, esse estado voltou a ser o maior produtor nacional de carvão, ficando a produção nacional assim distribuída em 2000: 50% em Santa Catarina, 49% no Rio Grande do Sul e 1% no Paraná. Em termos de valor da produção, Santa Catarina apresenta uma participação bem maior, devido ao preço médio mais elevado de seus carvões. De um total de 340,53 milhões de reais, em 2000, respondeu com 73%, o Rio Grande do Sul com 25% e o Paraná com 2%.
DNPM. Sumário mineral – 2001 (com adaptações).
Com relação às informações e às situações descritas no texto, julgue o item abaixo.
Por ter sua produção de carvão, no passado, voltada para o suprimento de parte das necessidades da indústria siderúrgica nacional, a região de Criciúma hospeda hoje um dos maiores passivos ambientais gerados pela mineração no país.
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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
A produção nacional de carvão tipo energético, em 2000, continua seu processo de crescimento. De 1998 a 2000, cresceu 38%. Em relação a 1999, houve um acréscimo de 15%. O aumento na demanda por carvão para abastecer as usinas termelétricas existentes na região sul do país, que passaram a operar a plena carga, foi o principal fator. Em consequência disso, as empresas carboníferas diminuíram o seu grau de ociosidade, que era elevado até a metade da década passada, e praticamente todas as mais representativas tiveram sua produção aumentada. Em Santa Catarina, a Gerasul, empresa que opera o Complexo Jorge Lacerda, maior termelétrica a carvão do país (potência instalada de 832 MW), teve também que aumentar o consumo de carvão, o mesmo acontecendo nas termelétricas do estado do Rio Grande do Sul. Apesar de a produção de carvão de Santa Catarina ter aumentado 34% em 2000, em relação a 1999, as empresas catarinenses vêm encontrando dificuldades para o atendimento da demanda, tendo que recorrer à importação de carvão produzido no estado do Rio Grande do Sul. Novos investimentos nas minas existentes e a abertura de novas minas tendem novamente a equilibrar o atendimento do mercado de Santa Catarina por parte das empresas locais. No Rio Grande do Sul, a produção permaneceu praticamente inalterada, em 2000, em relação ao ano anterior, 3,42 milhões e 3,40 milhões de toneladas, respectivamente.
Com o aumento verificado na produção catarinense, esse estado voltou a ser o maior produtor nacional de carvão, ficando a produção nacional assim distribuída em 2000: 50% em Santa Catarina, 49% no Rio Grande do Sul e 1% no Paraná. Em termos de valor da produção, Santa Catarina apresenta uma participação bem maior, devido ao preço médio mais elevado de seus carvões. De um total de 340,53 milhões de reais, em 2000, respondeu com 73%, o Rio Grande do Sul com 25% e o Paraná com 2%.
DNPM. Sumário mineral – 2001 (com adaptações).
Com relação às informações e às situações descritas no texto, julgue o item abaixo.
O fim da obrigatoriedade de compra de cotas de carvão mineral nacional pela indústria siderúrgica, decretado pelo governo Collor em 1990, impactou de maneira assimétrica a indústria carbonífera nacional.
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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
A produção nacional de carvão tipo energético, em 2000, continua seu processo de crescimento. De 1998 a 2000, cresceu 38%. Em relação a 1999, houve um acréscimo de 15%. O aumento na demanda por carvão para abastecer as usinas termelétricas existentes na região sul do país, que passaram a operar a plena carga, foi o principal fator. Em consequência disso, as empresas carboníferas diminuíram o seu grau de ociosidade, que era elevado até a metade da década passada, e praticamente todas as mais representativas tiveram sua produção aumentada. Em Santa Catarina, a Gerasul, empresa que opera o Complexo Jorge Lacerda, maior termelétrica a carvão do país (potência instalada de 832 MW), teve também que aumentar o consumo de carvão, o mesmo acontecendo nas termelétricas do estado do Rio Grande do Sul. Apesar de a produção de carvão de Santa Catarina ter aumentado 34% em 2000, em relação a 1999, as empresas catarinenses vêm encontrando dificuldades para o atendimento da demanda, tendo que recorrer à importação de carvão produzido no estado do Rio Grande do Sul. Novos investimentos nas minas existentes e a abertura de novas minas tendem novamente a equilibrar o atendimento do mercado de Santa Catarina por parte das empresas locais. No Rio Grande do Sul, a produção permaneceu praticamente inalterada, em 2000, em relação ao ano anterior, 3,42 milhões e 3,40 milhões de toneladas, respectivamente.
Com o aumento verificado na produção catarinense, esse estado voltou a ser o maior produtor nacional de carvão, ficando a produção nacional assim distribuída em 2000: 50% em Santa Catarina, 49% no Rio Grande do Sul e 1% no Paraná. Em termos de valor da produção, Santa Catarina apresenta uma participação bem maior, devido ao preço médio mais elevado de seus carvões. De um total de 340,53 milhões de reais, em 2000, respondeu com 73%, o Rio Grande do Sul com 25% e o Paraná com 2%.
DNPM. Sumário mineral – 2001 (com adaptações).
Com relação às informações e às situações descritas no texto, julgue o item abaixo.
As maiores reservas de carvão mineral do Brasil estão no Rio Grande do Sul, onde a produção se baseia principalmente em minas a céu aberto. Já em Santa Catarina, as minas subterrâneas são as mais importantes.
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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Considerando a estrutura institucional do setor mineroenergético, julgue o item subsequente.
Criado em 1919, o Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil foi sucedido pelo DNPM, órgão responsável pela perfuração do primeiro poço de petróleo brasileiro e que, antes de 1961, pertencia à estrutura do Ministério da Agricultura.
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Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Os componentes permanentes do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) incluem o(s)
Fundo de Compensação de Variação Salarial (FCVS).
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Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Na Conferência Mundial sobre Assentamentos Humanos (Habitat II), realizada em Istambul, em 1996, a posição brasileira foi a de enfatizar mudanças no conceito de moradia, não mais restringindo-a à edificação, para inseri-la no contexto mais amplo de habitat. Com isso, as novas características definidoras da política urbana incluem
o acesso à moradia digna como um direito humano.
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Por volta de vinte anos atrás, o problema dos resíduos e sua disposição segura não recebia muita atenção. A disposição inadequada de resíduos levou à poluição das águas e à contaminação dos solos, afetando diretamente a saúde humana e o meio ambiente.
E. E. S. Lora. Prevenção e controle da poluição nos
setores energético, industrial e de transporte. Brasília: ANEEL, 2000, p. 422 (com adaptações).
A respeito do assunto apresentado no texto acima, julgue o item subsequente.
Os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água são incluídos na definição de resíduos sólidos industriais.
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Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Um fazendeiro possui imenso reservatório artificial de água, oriundo do represamento da nascente de um rio existente dentro da sua propriedade.
Acerca do direito ambiental, da política nacional de recursos hídricos federal prevista na Lei n.º 9.433/1997 e do caso hipotético acima descrito, julgue o item seguinte.
O fazendeiro pagará pela água oriunda da nascente do rio que se encontra na sua propriedade.
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