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Um paciente de 55 anos de idade compareceu ao ambulatório com queixa de disfagia progressiva, inicialmente para sólidos e atualmente para líquidos também. O paciente relata história de tabagismo há 30 anos, é ex-etilista, abstêmio há cerca de sete anos e apresentou perda de 15 kg nos últimos quatro meses. O paciente nega comorbidades.
No que concerne a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Doença do refluxo gastroesofágico é fator de risco para a ocorrência da patologia em questão, mormente quando a anatomia patológica mostra padrão espinocelular.
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Um paciente de 55 anos de idade compareceu ao ambulatório com queixa de disfagia progressiva, inicialmente para sólidos e atualmente para líquidos também. O paciente relata história de tabagismo há 30 anos, é ex-etilista, abstêmio há cerca de sete anos e apresentou perda de 15 kg nos últimos quatro meses. O paciente nega comorbidades.
No que concerne a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A presença de fístula traqueoesofágica indica provável estádio IIB da doença.
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Uma paciente de 29 anos de idade, G0P0, DUM há 10 dias, com ciclos menstruais regulares, compareceu à consulta ginecológica com queixa de “candidíase que não melhora”. Refere apresentar ardência e prurido vulvares, disúria e dispareunia, que se intensificam no período pré-menstrual. Relata que, às vezes, apresenta corrimento branco, porém ele não está sempre presente. Informa que já realizou diversos tratamentos para candidíase ao longo do último ano, com medicamentos orais e tópicos, incluindo tratamento com fluconazol semanal por seis meses para candidíase de repetição, sem melhora do quadro. Ao exame, os sinais vitais mostram-se sem alterações, com FC = 72 bpm, PA = 100 mmHg x 64 mmHg, FR = 18 irpm e SatO2 = 99% em ar ambiente. Ao exame especular, foi observado colo uterino posterior, fechado, normoepitelizado, com secreção branca homogênea e ausência de lesões macroscopicamente visíveis.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso o diagnóstico fosse de candidíase de repetição por espécie não albicans, o tratamento das parcerias sexuais seria imprescindível no manejo do tratamento.
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Uma paciente de 29 anos de idade, G0P0, DUM há 10 dias, com ciclos menstruais regulares, compareceu à consulta ginecológica com queixa de “candidíase que não melhora”. Refere apresentar ardência e prurido vulvares, disúria e dispareunia, que se intensificam no período pré-menstrual. Relata que, às vezes, apresenta corrimento branco, porém ele não está sempre presente. Informa que já realizou diversos tratamentos para candidíase ao longo do último ano, com medicamentos orais e tópicos, incluindo tratamento com fluconazol semanal por seis meses para candidíase de repetição, sem melhora do quadro. Ao exame, os sinais vitais mostram-se sem alterações, com FC = 72 bpm, PA = 100 mmHg x 64 mmHg, FR = 18 irpm e SatO2 = 99% em ar ambiente. Ao exame especular, foi observado colo uterino posterior, fechado, normoepitelizado, com secreção branca homogênea e ausência de lesões macroscopicamente visíveis.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O tratamento do principal diagnóstico diferencial do caso em questão inclui o uso de duchas vaginais de bicarbonato de sódio, com o intuito de alcalinizar o meio vaginal.
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Uma paciente de 32 anos de idade apresenta quadro de descarga papilar bilateral esbranquiçada, de início há um ano, com períodos de remissão, mas sem outras queixas. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Os sinais vitais dela mostram-se preservados, com PA = 100 mmHg x 60 mmHg, FC = 75 bpm, FR = 16 irpm e SatO2 = 95%. Constatam-se mamas em número de duas, tópicas, simétricas, com mamilos centrados e proeminentes, sem abaulamentos ou retrações visíveis; parênquima heterogêneo às custas de tecido fibroglandular, sem nódulos palpáveis, e descarga papilar espontânea esbranquiçada em pequena quantidade; axilas e fossas supraclaviculares livres, sem nódulos palpáveis; abdome inocente, defesa ausente, descompressão brusca negativa. Observam-se também especular colo epitelizado, volume normal, superfície regular, secreção fisiológica, e, ao toque, útero de volume normal, com superfície regular.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A solicitação de exames de imagem da mama da paciente (ultrassonografia e mamografia) deve ser realizada com urgência em razão do risco de malignidade dos achados ao exame físico.
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Uma paciente de 45 anos de idade apresenta quadro de dor abdominal de início há dois meses. Refere ainda aumento abdominal associado e nega alterações menstruais ou perda ponderal no período. Ao exame clínico, encontra-se em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Seus sinais vitais estão preservados PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 68 bpm, FR = 17 irpm, SatO2 = 97%, abdome com massa palpável pélvica, 3 cm acima da sínfise púbica, defesa ausente e descompressão brusca negativa. Verificam-se especular colo epitelizado, volume normal, superfície regular, secreção fisiológica, e, ao toque, útero de volume normal, superfície regular e massa anexial palpável indolor à mobilização em topografia de anexo direito.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os tumores derivados de células germinativas são os tipos histológicos mais comuns do câncer de ovário e incluem o adenocarcinoma seroso e o adenocarcinoma mucinoso.
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Uma paciente de 37 anos de idade queixa-se de fogachos associados à secura vaginal e à diminuição da libido sexual há três meses. Nega comorbidades e uso de medicamentos. Ao exame físico, não foi observada nenhuma alteração digna de nota.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso da tibolona pode ser considerado, embora possa apresentar efeito colateral de diminuição da libido.
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Considere uma paciente de 30 anos de idade, obesa, IMC = 31, tabagista 1 maço/dia, com migrânea com aura em uso de topiramato 25 mg/dia, e epilepsia em uso de lamotrigina 50 mg/dia, sem crises há um ano. Ao exame físico, não se identificou nenhuma alteração digna de nota. Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso a paciente substituísse a lamotrigina pelo ácido valproico, o uso do contraceptivo oral combinado poderia ser considerado.
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Considere uma paciente de 30 anos de idade, obesa, IMC = 31, tabagista 1 maço/dia, com migrânea com aura em uso de topiramato 25 mg/dia, e epilepsia em uso de lamotrigina 50 mg/dia, sem crises há um ano. Ao exame físico, não se identificou nenhuma alteração digna de nota. Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A migrânea com aura contraindica o uso dos implantes subdérmicos de etanogestrel.
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Uma paciente queixa-se de disúria associada a polaciúria, urgência miccional e urge-incontinência há uma semana. Ao exame físico, mostra-se em BEG, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril, com aparelhos respiratório e cardiovascular sem alterações, PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 18 irpm e SatO2 = 95%. Realizou exame laboratorial de urina com nitrito positivo e leucocitúria acima de 1 milhão de células. Refere ter ocorrido episódio semelhante há dois meses, quando foi tratada com norfloxacino 400 mg, 1 comprimido de 12 h/12h por cinco dias.
Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A cistite intersticial crônica, ou síndrome da bexiga dolorosa, caracteriza-se pela urgência miccional e dor ao esvaziamento vesical, sintomas divergentes da ITU.
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