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Uma proposição é uma frase declarativa, que pode ser julgada como verdadeira — V — ou falsa — F —, mas não como V e F simultaneamente. É usual representar uma proposição pelas letras maiúsculas do alfabeto: P, Q, R etc. A construção de proposições compostas é feita usando-se os denominados símbolos lógicos e proposições previamente construídas. Parênteses, chaves e colchetes são usados para evitar ambiguidades. Uma proposição da forma P !$ \wedge !$Q, lida como “P e Q”, tem valor lógico V, se P e Q forem V e, nos demais casos, é F; uma proposição da forma P !$ \vee !$Q, lida como “P ou Q”, tem valor lógico F, se P e Q forem F e, nos demais casos, é V; uma proposição da forma P Q, lida como “se P, então Q”, tem valor lógico F, se P for V e Q for F e, nos demais casos, é V; uma proposição da forma ¬P, lida como “não P”, é a negação de P e tem valor F quando P for V, e valor V quando P for F. Uma proposição é simples quando não existir nenhuma outra proposição que faz parte dela.

Considere todas as possíveis valorações V ou F atribuídas às proposições simples P, Q e R. Nesse caso, a proposição composta ¬[(P R) !$ \wedge !$(Q R)] tem exatamente os mesmos valores lógicos da proposição

 

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A lenda urbana surge com a oportunidade do inusitado, do espetacular, do fantasioso. É o momento em que(b) se pode romper com a realidade e crer(c) que existe algo além do que se conhece. Em primeiro lugar, a lenda urbana apresenta personagens quase sempre construídos em busca do indivíduo comum: desperta-se o interesse do ouvinte. Também se espalha por meios muito próximos dos simples mortais, seja oralmente, seja por e-mail, seja até em jornais sensacionalistas. As lendas urbanas se inserem no fenômeno chamado folkcomunicação, segundo o qual a expressão das classes mais baixas ou marginalizadas encontra vazão na produção de cultura popular e, muitas vezes, na cultura de massa. Esse folclore — em seu sentido mais amplo — traz à luz a compreensão de determinados povos sobre o meio que os cerca(d), mas de maneira bastante particular. As manifestações populares trazem tanto seus medos cotidianos quanto as influências sofridas por aquela população. As lendas urbanas são, assim, resultantes da criação contemporânea, modernamente adaptadas(e) ao universo do século XXI e seus problemas(e). Hoje o homem comum conhece a ciência (ou a pseudociência, como diz Carl Sagan) e se utiliza dela em seu cotidiano. Também por isso, as representações mais fantásticas ganham, muitas vezes, aspectos científicos. Surgem assim narrativas completas, em certa medida críveis, sobre o universo urbano moderno.

Andréa Neiva e Luciano R. Segura. Sem mistério: discutindo língua portuguesa, ano 2, n.º 12, p. 26-32 (com adaptações).

Preservam-se a correção gramatical do texto e a coerência entre os argumentos ao se

 

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A lenda urbana surge com a oportunidade do inusitado, do espetacular, do fantasioso. É o momento em que se pode(a) romper com a realidade e crer que existe algo além do que se conhece(b). Em primeiro lugar, a lenda urbana apresenta personagens quase sempre construídos em busca do indivíduo comum: desperta-se(c) o interesse do ouvinte. Também se espalha(d) por meios muito próximos dos simples mortais, seja oralmente, seja por e-mail, seja até em jornais sensacionalistas. As lendas urbanas se inserem no fenômeno chamado folkcomunicação, segundo o qual a expressão das classes mais baixas ou marginalizadas encontra vazão na produção de cultura popular e, muitas vezes, na cultura de massa. Esse folclore — em seu sentido mais amplo — traz à luz a compreensão de determinados povos sobre o meio que os cerca, mas de maneira bastante particular. As manifestações populares trazem tanto seus medos cotidianos quanto as influências sofridas por aquela população. As lendas urbanas são, assim, resultantes da criação contemporânea, modernamente adaptadas ao universo do século XXI e seus problemas. Hoje o homem comum conhece a ciência (ou a pseudociência, como diz Carl Sagan) e se utiliza(e) dela em seu cotidiano. Também por isso, as representações mais fantásticas ganham, muitas vezes, aspectos científicos. Surgem assim narrativas completas, em certa medida críveis, sobre o universo urbano moderno.

Andréa Neiva e Luciano R. Segura. Sem mistério: discutindo língua portuguesa, ano 2, n.º 12, p. 26-32 (com adaptações).

O pronome “se” refere-se a “lenda urbana” em

 

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A lenda urbana surge com a oportunidade do inusitado, do espetacular, do fantasioso. É o momento em que se pode romper com a realidade e crer que existe algo além do que se conhece. Em primeiro lugar, a lenda urbana apresenta personagens quase sempre construídos em busca do indivíduo comum: desperta-se o interesse do ouvinte. Também se espalha por meios muito próximos dos simples mortais, seja oralmente, seja por e-mail, seja até em jornais sensacionalistas. As lendas urbanas se inserem no fenômeno chamado folkcomunicação, segundo o qual a expressão das classes mais baixas ou marginalizadas encontra vazão na produção de cultura popular e, muitas vezes, na cultura de massa. Esse folclore — em seu sentido mais amplo — traz à luz a compreensão de determinados povos sobre o meio que os cerca, mas de maneira bastante particular. As manifestações populares trazem tanto seus medos cotidianos quanto as influências sofridas por aquela população. As lendas urbanas são, assim, resultantes da criação contemporânea, modernamente adaptadas ao universo do século XXI e seus problemas. Hoje o homem comum conhece a ciência (ou a pseudociência, como diz Carl Sagan) e se utiliza dela em seu cotidiano. Também por isso, as representações mais fantásticas ganham, muitas vezes, aspectos científicos. Surgem assim narrativas completas, em certa medida críveis, sobre o universo urbano moderno.

Andréa Neiva e Luciano R. Segura. Sem mistério: discutindo língua portuguesa, ano 2, n.º 12, p. 26-32 (com adaptações).

A partir da argumentação do texto, julgue os seguintes itens.

I A origem das lendas urbanas está associada aos modos como as populações vivenciam seus medos e buscam a fantasia.

II A divulgação de lendas urbanas está associada à cultura e aos meios de comunicação acessíveis ao indivíduo comum e às classes mais populares.

III As lendas urbanas contemporâneas representam falsos conhecimentos científicos que as camadas mais cultas da sociedade usam para explicar certos fenômenos às camadas populares.

Assinale a opção correta.

 

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“Bebe tu do teu próprio veneno.” A frase finaliza a oração de São Bento(a) contra os demônios, mas também pode ser aplicada, sem prejuízo, como remédio para tratarmos um tema polêmico(b): nosso teor de maldade. Assim como a injustiça, o mal coloca o homem em uma posição(c) passiva, ou seja, enxergamo-nos facilmente como vítimas, e apenas raras vezes nos colocamos no papel de autor de uma ação negativa. O psiquiatra suíço Carl Jung, pai da psicologia analítica, definiu a sombra(d) como um elemento básico da estrutura da mente. Nela guardamos os atributos que o ego repreende, como o orgulho, a vaidade, a agressividade e o ciúme. A sombra seria a casa do instinto que, quando bem aplicado, nos encoraja para desafios. Nessa linha de pensamento, a agressividade natural pode-se transformar em força(e) ou violência, a depender da forma como é aplicada. Jung defendia que a saúde psicológica dependia da conciliação com a sombra, e não da tentativa de sufocá-la. Aceitar o mal pessoal não significa, necessariamente, experimentá-lo. Justamente aí está o limite da saúde.

Revista do Correio. In: Correio Braziliense, 5/4/2009 (com adaptações).

Assinale a opção em que a reescritura da passagem do texto, situada nas linhas mencionadas, altera as relações semânticas e provoca incoerência textual.

 

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“Bebe tu do teu próprio veneno(a).” A frase finaliza a oração de São Bento contra os demônios, mas também pode ser aplicada, sem prejuízo, como remédio para tratarmos um tema polêmico: nosso teor de maldade. Assim como a injustiça, o mal coloca o homem em uma posição passiva, ou seja, enxergamo-nos facilmente como vítimas, e apenas raras vezes nos colocamos no papel de autor(a) de uma ação negativa. O psiquiatra suíço Carl Jung, pai da psicologia analítica, definiu a sombra(b) como um elemento básico da estrutura da mente(b). Nela(b) guardamos os atributos que o ego repreende, como o orgulho, a vaidade, a agressividade e o ciúme. A sombra seria a casa do instinto que, quando bem aplicado, nos encoraja para desafios. Nessa linha de pensamento(c), a agressividade natural pode-se transformar em força ou violência, a depender da forma como é aplicada. Jung defendia que a saúde psicológica(d) dependia da conciliação com a sombra(e), e não da tentativa de sufocá-la(d). Aceitar o mal pessoal não significa, necessariamente, experimentá-lo. Justamente aí(e) está o limite da saúde.

Revista do Correio. In: Correio Braziliense, 5/4/2009 (com adaptações).

Assinale a opção correta a respeito das relações de coesão no texto.

 

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Na verdade, estamos presos em uma rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Talvez possamos(c) escapar das cobranças sendo mais naturais, cumprindo deveres reais. Nadar contra toda essa louca correnteza, ter opiniões próprias, amadurecer ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos(d) é(d) um bom aprendizado(d), mas leva algum tempo. Liberdade não vem de correr atrás de deveres impostos “de fora”, mas de construir a nossa existência(e), para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra(e) tão pouco tempo.

Lya Luft. A mentirosa liberdade. In: Veja, 25/3/2009 (com adaptações).

Com referência à organização das ideias no texto, assinale a opção correta.

 

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Na verdade, estamos presos em uma rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda, e as opções(a) são tantas que não conseguimos escolher com calma. Talvez possamos escapar das cobranças(b) sendo mais naturais, cumprindo deveres(c) reais. Nadar contra toda essa louca correnteza, ter opiniões próprias, amadurecer ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, isso ajuda. Descobrir o que queremos(d) e podemos é um bom aprendizado, mas leva algum tempo. Liberdade não vem de correr atrás de deveres impostos “de fora”, mas de construir a nossa existência(e), para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo.

Lya Luft. A mentirosa liberdade. In: Veja, 25/3/2009 (com adaptações).

De acordo com a argumentação do texto, constitui uma falsa liberdade, ou uma mentirosa liberdade, como indica o título do texto, o fato de

 

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Em quase todas as sociedades, há alguma atividade de troca comercial, principalmente entre comunidades. O produto excedente de uma família, de um clã ou de uma aldeia pode ser de tempos em tempos trocado pelo produto excedente de outras famílias, clãs ou aldeias especializadas em outro tipo de produção. Nesse caso, a produção é efetuada para atender às necessidades(a) de quem produz, quer dizer, cada comunidade procura ser autossuficiente.

Esse quadro muda quando se desenvolve uma produção para a troca, em que cada um passa a produzir aquilo a que(b) está mais capacitado. Já encontramos aí um forte motivo para a experiência da subjetividade privatizada: cada um deve ser capaz de identificar a sua especialidade, aperfeiçoar-se nela, identificar-se com ela. Mas isso não basta. Os produtos produzidos para a troca(d) devem ser levados ao mercado. O mercado cria inevitavelmente a ideia de que o lucro de um pode ser o prejuízo do outro e que cada um(e) deve defender os próprios interesses. Quando o mercado toma conta de todas as relações humanas, isto é, quando todas as relações entre os homens se dão por meio de compra e venda de produtos elaborados por produtores particulares, universaliza-se a experiência de que os interesses de cada produtor são para ele mais importantes do que os interesses da sociedade como um todo e que assim deve ser.

L. C. M. Figueiredo e P. L. R. de Santi. Psicologia, uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2002, p. 39-40 (com adaptações).

Assinale a opção correta a respeito das relações gramaticais usadas na organização do texto.

 

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Em quase todas as sociedades, há alguma atividade de troca comercial, principalmente entre comunidades. O produto excedente de uma família, de um clã ou de uma aldeia pode ser de tempos em tempos(a) trocado pelo produto excedente de outras famílias, clãs ou aldeias especializadas em outro tipo de produção. Nesse caso, a produção é efetuada para atender às necessidades de quem produz, quer dizer, cada comunidade procura ser autossuficiente.

Esse quadro muda(b) quando se desenvolve uma produção para a troca, em que cada um passa a produzir aquilo a que está mais capacitado. Já encontramos aí um forte motivo para a experiência da subjetividade privatizada: cada um deve ser capaz de identificar a sua especialidade, aperfeiçoar-se nela, identificar-se com ela. Mas isso não basta. Os produtos produzidos para a troca devem ser levados ao mercado. O mercado cria inevitavelmente a ideia de que o lucro de um(c) pode ser o prejuízo do outro e que cada um deve defender os próprios interesses. Quando o mercado toma conta de todas as relações humanas, isto é, quando todas as relações entre os homens(d) se dão por meio de compra e venda de produtos elaborados por produtores particulares, universaliza-se a experiência de que os interesses de cada produtor são para ele mais importantes(e) do que os interesses da sociedade como um todo e que assim deve ser.

L. C. M. Figueiredo e P. L. R. de Santi. Psicologia, uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2002, p. 39-40 (com adaptações).

Preservam-se a coerência textual e o respeito às regras de pontuação ao se inserir uma vírgula logo depois de

 

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