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É dado um sistema pictográfico que consiste em substituir cada letra pela terceira que a antecede no alfabeto. Assim, por exemplo, a letra H deve ser substituída pela letra E. Considerando este sistema pictográfico, qual será o significado da mensagem a seguir?
"D qrlwhwrgrvrvjdwrvdsduhfhj"
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É dada uma sequência de números inteiros positivos, em ordem crescente, dos números que são iguais ao produto de seus divisores positivos (exceto ele mesmo). Nessas condições, o sexto termo desta sequencia é:
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Paula, Keila, Rosa, Sandra e Thaís se cumprimentam entre si. Sabe-se que Paula cumprimenta apenas uma colega e Keila também cumprimenta somente uma colega. Rosa, Sandra e Taís cumprimentam cada uma, duas colegas. Sabe-se também que Paula cumprimentou Thaís. Qual das colegas com certeza não se cumprimentaram?
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Assinale a alternativa em que há erro de regência no período.
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Tiras do Calvin. Disponível em http://tiras-do-calvin.tumblr.com/. Acesso em 31/03/2014.
Qual dos períodos abaixo contém uma oração subordinada adverbial condicional?
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Tiras do Calvin. Disponível em http://tiras-do-calvin.tumblr.com/. Acesso em 31/03/2014.
No primeiro quadrinho, qual a função sintática da palavra “pai”?
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A extinção do “cujo”
“Cujo”? Ninguém mais diz “cujo”.
“Outro dia, alguém que acabei não anotando o nome...” em vez de “cujo nome acabei não anotando” é o tipo de construção dominante.
Acrescente-se um dado histórico. Livros de história da língua atestam usos como “Cujas [de quem] só estas coroas tã esplandecentes?” e “Cujo [de quem] filho és?”, estruturas que não são usadas nem mesmo por aqueles (como eu), que ainda empregam “cujo”.
Ou seja, sua história é bem mais longa e complexa do que pode parecer a quem simplesmente defende “cujo”. Ou seja: defendem empregos bem mais atuais do que os atestados na história mais antiga, cujos empregos não defendem mais...
O que este caso ensina?
Que as mudanças que ocorrem diante de nós podem parecer decadência, mas esta sensação não afeta as novas gerações, assim como as velhas gerações não lamentam o desaparecimento dos antigos empregos de “cujo”.
POSSENTI, Sírio. Revista Língua Portuguesa, n°101, mar/2014
Quantos fonemas possuem as palavras “complexa”, “história” e “acrescente”, respectivamente?
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A extinção do “cujo”
“Cujo”? Ninguém mais diz “cujo”.
“Outro dia, alguém que acabei não anotando o nome...” em vez de “cujo nome acabei não anotando” é o tipo de construção dominante.
Acrescente-se um dado histórico. Livros de história da língua atestam usos como “Cujas [de quem] só estas coroas tã esplandecentes?” e “Cujo [de quem] filho és?”, estruturas que não são usadas nem mesmo por aqueles (como eu), que ainda empregam “cujo”.
Ou seja, sua história é bem mais longa e complexa do que pode parecer a quem simplesmente defende “cujo”. Ou seja: defendem empregos bem mais atuais do que os atestados na história mais antiga, cujos empregos não defendem mais...
O que este caso ensina?
Que as mudanças que ocorrem diante de nós podem parecer decadência, mas esta sensação não afeta as novas gerações, assim como as velhas gerações não lamentam o desaparecimento dos antigos empregos de “cujo”.
POSSENTI, Sírio. Revista Língua Portuguesa, n°101, mar/2014
Assinale a alternativa incorreta em relação ao uso da palavra “cujo” e suas devidas flexões.
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A extinção do “cujo”
“Cujo”? Ninguém mais diz “cujo”.
“Outro dia, alguém que acabei não anotando o nome...” em vez de “cujo nome acabei não anotando” é o tipo de construção dominante.
Acrescente-se um dado histórico. Livros de história da língua atestam usos como “Cujas [de quem] só estas coroas tã esplandecentes?” e “Cujo [de quem] filho és?”, estruturas que não são usadas nem mesmo por aqueles (como eu), que ainda empregam “cujo”.
Ou seja, sua história é bem mais longa e complexa do que pode parecer a quem simplesmente defende “cujo”. Ou seja: defendem empregos bem mais atuais do que os atestados na história mais antiga, cujos empregos não defendem mais...
O que este caso ensina?
Que as mudanças que ocorrem diante de nós podem parecer decadência, mas esta sensação não afeta as novas gerações, assim como as velhas gerações não lamentam o desaparecimento dos antigos empregos de “cujo”.
POSSENTI, Sírio. Revista Língua Portuguesa, n°101, mar/2014
Julgue as afirmativas e assinale a alternativa correta.
I – O autor do texto não emprega mais a palavra “cujo”.
II – Mesmo quem defende o uso da palavra “cujo”, defende apenas o emprego atual da palavra e não aquele atestado na história antiga.
III – A sensação de decadência que afeta as velhas gerações com as mudanças que ocorrem na língua não afeta as novas gerações.
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Assinale a única alternativa em que todas as palavras possuem ditongo.
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