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Boa notícia para os professores de Português do Fundamental 1 e 2: a BNCC mantém muitos dos princípios adotados nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Um deles é a centralidade do texto e dos gêneros textuais. Isso quer dizer que o ensino de português precisa continuar contextualizado, articulado ao uso social da língua. No entanto, entre as duas décadas que separam os dois documentos, os estudos de linguagens evoluíram bastante. Da mesma forma, a sociedade também passou por profundas alterações, sobretudo por conta da ampliação do uso da tecnologia. A BNCC reflete esse avanço, que se manifesta, principalmente, em dois aspectos: a presença de textos multimodais – popularizados pela democratização das tecnologias digitais – e as questões de multiculturalismo – uma demanda política da contemporaneidade.
Disponível em: <https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/22/propostas-em-lingua-portuguesa-dabncc- focam-na-gramatica-e-nos-generos-digitais> Acesso em: 12/07/2019.
Acerca dos recursos de progressão e coesão textuais, pode-se afirmar que:
I – O pronome ‘deles’ em ‘um deles’ (linha 3) refere-se a ‘professores de Português’.
II – ‘Os dois documentos’ (linha 5) são os Parâmetros Curriculares Nacionais, já mencionados no primeiro período.
III – A locução adversativa ‘No entanto’ indica oposição das ideias expressas, no período iniciado pela locução, e no imediatamente anterior.
Está correto o que se afirma em:
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O processo avaliativo é ressignificado quando o objetivo de avaliar muda de uma prática repetidora para uma prática reflexiva. Segundo o professor Moreto (2008), a avaliação tem um sentido amplo e deve ser feita de formas diversas, com instrumentos variados, sendo o mais comum, em nossa cultura, a prova escrita. Portanto, em lugar de exaltarmos os malefícios da prova em favor de uma avaliação sem provas, procuramos seguir o princípio de que é necessário elaborar provas em que seus reais objetivos sejam alcançados.
MORETO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas. 8. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008. A partir do enunciado, cujo foco é a avaliação escolar, analise as proposições:
I. A prova deve ser um instrumento ressignificado e elaborado com perspectivas pedagógicas, que envolvam o aluno e o professor, em um processo conscientizador do significado da avaliação.
II. A avaliação deve ser um espaço de mediação entre a prática de ensinar do professor e o processo de aprendizagem do aluno, em que o docente deve ser orientado, a partir dos resultados, a reorganizar o seu fazer profissional.
III. Uma nova prática avaliativa deve romper com a cultura da memorização, classificação, seleção e exclusão, e possibilitar um contexto de aprendizagem mais reflexivo e comprometido com a construção do conhecimento.
IV. A autonomia didática do professor deve ser construída em uma prática autodidática, não tendo compromisso com o saber teórico, mas com o que, empiricamente, for identificando no seu fazer docente.
V. Representa um instrumento para identificar quantitativamente o que o aluno conseguiu, durante um determinado período. E o resultado deve ser o fim do processo, bem como o único instrumento para verificar o que foi aprendido.
É correto o que se afirmar:
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Mário, 14 anos, pretende obter vaga para o 7º ano na escola de Ensino Fundamental e Médio Y, da rede pública, a mesma que seu irmão Júlio, 16 anos, obteve vaga para o 1º ano do Ensino Médio. A referida escola fica próxima à residência dos irmãos, entretanto, Mário foi informado de que não teria a vaga garantida no mesmo estabelecimento de seu irmão Júlio. Considerando as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente e das Diretrizes e Bases da Educação Nacional, é correto afirmar que:
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A avaliação é um desafio diário no fazer docente. Ainda hoje é considerada, por alguns educadores, como uma atividade punitiva e de ameaça ao aluno, com objetivos finais de construção de aprendizagem e não como uma atividade a ser desenvolvida no processo.
Uma escola, que acredita no processo avaliativo como uma ação formativa, deve atender a pressupostos básicos. Verifique as afirmações a seguir:
I. É vivida nos contextos reais dos professores e alunos. E possui como função identificar os pontos que devem ser trabalhados no educando, para o alcance da aprendizagem.
II. Tem um elo com a avaliação diagnóstica e somativa, em que a primeira identifica a situação, informando o planejamento e a segunda afere se o processo de ensino e aprendizagem está atendendo ao planejamento.
III. As ações do professor devem incluir tarefas contextualizadas, que possibilitem aos alunos estabelecerem relações para solucioná-las, conduzindo-os ao desenvolvimento de suas competências.
IV. Os instrumentos avaliativos e competências avaliadas devem ser claros, e esclarecidos, aos alunos.
V. Não deve ser usado o instrumento de autoavaliação durante o processo formativo, pois pode ocorrer a ruptura da construção conceitual realizada pelo aluno.
Marque o grupo de ações que atendam a uma avaliação formativa:
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Os princípios constitucionais da igualdade e da dignidade da pessoa humana são fundamentais para instituir no Brasil a Lei No. 10436/2002, devidamente regulamentada pelo Decreto No. 5626/2005. Ao considerar os regulatórios em referência, o conceito da Língua Brasileira de Sinais – Libras para o ordenamento jurídico pátrio é:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
De acordo com as regras deontológicas estabelecidas no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/ 1994), é correto afirmar que:
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Ao considerar a Lei No. 11645/2008 que altera a Lei no 9.394/1996, modificada pela Lei no 10.639/2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”, é correto afirmar:
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Na obra "Saberes Docentes e Formação Profissional", da autora Mauríce Tardif, define-se o saber docente, assim como outros saberes, como um saber plural, formado pelo amálgama, mais ou menos coerentes, de saberes oriundos da formação profissional e de saberes curriculares, disciplinares e experienciais. Sobre os Saberes Curriculares:
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Após a leitura do texto de Moran (2012, p.23), reflita acerca do processo de significação das tendências pedagógicas. “Aprendemos melhor quando vivenciamos, experimentamos, sentimos. Aprendemos quando relacionamos, estabelecemos vínculos, laços, entre o que estava solto, caótico, disperso, integrando-o em um novo contexto, dando-lhe significado, encontrando um novo sentido. Aprendemos quando equilibramos e integramos o sensorial, o racional, o emocional, o ético, o pessoal e o social. As tecnologias nos ajudam a realizar o que já fazemos ou desejamos. Se somos pessoas abertas, elas nos ajudam a ampliar a nossa comunicação; se somos fechados, ajudam a nos controlar mais. Se temos propostas inovadoras, facilitam a mudança”
MORAN, José M; MASETTO, Marcos T; BEHREN. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. Campinas/SP: Papirus, 2012, p. 23.
Avalie as assertivas a seguir, considerando, nas tendências pedagógicas, os desafios colocados ao educador diante das exigências de novas práticas, decorrente dos avanços das tecnologias digitais:
I. Na pedagogia nova, a aprendizagem deve ser significativa e ter raízes na realidade existencial e cultural do educando. A tarefa do docente é de orientar os estudantes a educar os sentidos, conhecer, pensar, refletir e estabelecer relações significativas com a realidade social vivida.
II. A pedagogia tecnicista centra-se nos métodos e técnicas de ensino, no aspecto objetivo e operacional do trabalho pedagógico, na busca de uma eficiência técnica e de uma produtividade no ensino. Há uma valorização da tecnologia educacional, usada de forma problematizadora a fim de refletir o contexto social.
III. Na pedagogia humanista-libertadora, a interação professor e aluno é enfatizada e tem como característica o diálogo, destacando ambos como sujeitos do conhecimento, da história e da cultura, capazes de compreender a realidade, problematizá-la e modificá-la.
IV – Na Pedagogia Libertadora, a atividade escolar é centrada na discussão de temas políticos; um ensino centrado na realidade social, em que docentes e discentes analisam problemas e realidades do meio socioeconômico e cultural da comunidade local, com seus recursos e necessidades.
É correto o que se afirma em:
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São destacados os aspectos sócio-econômicos, políticos e educacionais que servem de pano de fundo para identificar as propostas pedagógicas presentes na educação, bem como os enfoques do papel da Didática. Diante do exposto, assinale V (verdadeiro) ou F (Falso) para as proposições a seguir:
( ) Os jesuítas foram os principais educadores de quase todo o período colonial, atuando, aqui no Brasil, de 1549 a 1759.
( ) A ação pedagógica dos jesuítas foi marcada pelas formas dogmáticas de pensamento, contra o pensamento crítico. Privilegiavam o exercício da memória e do desenvolvimento do raciocínio; dedicavam atenção ao preparo dos padresmestres, dando ênfase à formação do caráter e sua formação psicológica para conhecimento de si mesmo e do aluno. Desta forma, não se poderia pensar em uma prática pedagógica e, muito menos, em uma Didática que buscasse uma perspectiva transformadora na educação.
( ) No âmbito educacional, durante o governo revolucionário de 1930, Vargas constituiu o Ministério de Educação e Saúde Pública. Em 1932, é lançado o Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, preconizando a reconstrução social da escola na sociedade urbana e industrial.
( ) O escolanovismo propõe a permanência do modelo de homem. Defende o mérito como parte da sociedade, bem como ser natural que nem todos tenham acesso a tudo.
( ) O quadro que se instalou no país, com o movimento de 1964, alterou a ideologia política, a forma de governo e, conseqüentemente, a educação.
Dessa forma, é correto afirmar:
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