Foram encontradas 60 questões.
- Legislação EspecialLei 9.605/1998: Crimes e Infrações AmbientaisDos Crimes contra a Fauna (arts. 29 ao 37)
São crimes ambientais, exceto
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Objetivando-se a proteção ao consumidor, a Lei nº 8.078/90 entabula que os vícios aparentes podem ser reclamados em
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No tocante à Extinção da Punibilidade, é correto aduzir que se extingue a punibilidade por
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Sobre o procedimento do júri, conforme Código de Processo Penal, é correto arguir:
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Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe, originariamente, processar e julgar
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890709
Ano: 2016
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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Com base na Lei nº 8.069/90 — Estatuto da Criança e do Adolescente, é considerada correta a alternativa
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No tocante aos crimes praticados por particular contra a administração em geral, conhece-se como
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Sobre os atos constritivos, conforme a Lei nº 6015/73 (Lei dos Registros Públicos), é correto aludir:
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Sobre o instituto do usucapião, previsto na Constituição Federal de 1988, é correto afirmar:
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TEXTO:
Hoje a pergunta com que nos confrontamos é simples: estamos nós realmente salvando o mundo? Não me parece que a resposta possa ser aquela que gostaríamos. O mundo só pode ser salvo se for outro, se esse outro mundo nascer em nós e nos fizer nascer nele.
Mas nem o mundo está sendo salvo nem ele nos salva enquanto seres de existência única e irrepetível. Alguns de nós estarão fazendo coisas que acreditam ser importantíssimas. Mas poucos terão a crença de que estão mudando o nosso futuro. A maior parte de nós está apenas gerindo uma condição que sabemos torta, geneticamente modificada ao sabor de um enorme laboratório para o qual todos trabalhamos, mesmo sem vencimento.
Se alguma coisa queremos mudar, e parece que mudar é preciso, temos que enfrentar algumas perguntas. A primeira das quais é como estamos nós, biólogos, pensando a ciência biológica? Antes de sermos cientistas, somos cidadãos críticos, capazes de questionar os pressupostos que nos são entregues como sendo “naturais”. A verdade, colegas, é que estamos hoje perante uma natureza muito pouco natural. E é aqui que o pecado da preguiça pode estar ganhando corpo. Uma sutil e silenciosa preguiça pode levar a abandonar a reflexão sobre o nosso próprio objeto de trabalho. Aos poucos, cedemos ao comitê de não mais colocarmos em causa quem somos, o que sabemos, o que fazemos. As últimas décadas tenderam a tecnicizar as ciências biológicas. De novo, insistem conosco em que as soluções virão de sofisticadas tecnologias e de que pouco vale questionarmos os desafios políticos e sociais do nosso tempo. À força de termos que sobreviver, vamos aceitando encaixes, ofertas e arranjos. A ideia de que não vale a pena tentar outra utopia conduz à acomodação e ao conformismo intelectual.
A própria ideia de Ciência que nos parece isenta e acima de toda suspeita é tão exclusivista, que pode ser entendida como uma ideia gulosa. Gulosa e glutona. Engorda não por comer, mas por fazer dieta. E essa dieta consiste em ignorar outras sabedorias, outros sistemas de conhecimento.
COUTO, Mia. Estamos nós realmente salvando o mundo? Disponível em:<http://www.citador.pt/
textos/estamos-nos-realmente-salvando-o-mundo-mia-couto>. Acesso em: 3 mar. 2016. Adaptado.
Constitui um argumento apresentado pela voz autoral em defesa de sua tese sobre as sofisticadas tecnologias a ideia explicitada na alternativa
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