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Foram encontradas 170 questões.

387321 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Conforme a Lei nº 13.104/2007, em seu capítulo XII, acerca das normas comuns às decisões administrativas, assinale a alternativa incorreta.
 

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387316 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
Conforme a Lei nº 12.392/2005 que dispõe sobre o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza e dá outras providências, o sujeito passivo enquadrado no lançamento por homologação fará o recolhimento do imposto conforme os seguintes regimes:
I. regime de apuração trimestral.
II. regime de apuração e suspensão.
III. regime de apuração mensal.
IV. regime de estimativa.
V. regime de apuração anual.
É correto o que está contido em
 

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387282 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
O Decreto nº 16.974/2010 dispõe sobre a Criação do Banco de Áreas Verdes (BAV) do Município de Campinas, com o objetivo de consolidar os espaços especialmente protegidos no Município, bem como ampliar a área verde por habitante. Para se obter o percentual da isenção do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) sobre as Áreas de Preservação Ambiental Permanente (APPs), que pode atingir até 100%, são necessárias algumas comprovações. Para que uma área receba 50% de isenção, assinale a alternativa que apresenta os critérios e atos normativos que deverão ser observados.
 

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387275 Ano: 2011
Disciplina: Direito Tributário
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
Na ação de cobrança judicial de dívida ativa, o executado será citado para pagar a dívida com os juros e multa de mora e encargos indicados na Certidão de Dívida Ativa, ou garantir a execução, no prazo de
 

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387265 Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP

Não constitui legitimado ativo para propositura de Ação Direta de Inconstitucionalidade, segundo a previsão da Constituição da República Federativa de 1988,

 

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387153 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia o texto abaixo para responder à questão.

POR QUE O LIVRE COMÉRCIO É IMPORTANTE
Negociar com os países pobres não empobrece os países ricos

Ao contrário do que os céticos frequentemente afirmam, os argumentos a favor do livre comércio são sólidos. Abrangem não apenas a prosperidade geral (ou “Produto Nacional Bruto agregado”), mas também os resultados distributivos, o que também os torna convincentes em termos morais.

A conexão entre abertura comercial e prosperidade econômica é forte e sugestiva. Por exemplo, Arvind Panagariya (professor da Columbia University também) dividiu os países em desenvolvimento em dois grupos: os países “milagre”, com taxas de crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) anual per capita de 3% ou mais, e os países “débâcle”, com taxas nulas ou negativas. Panagariya detectou que o crescimento no comércio exterior, entre 1961 e 1999, apresentou taxas similares.

É claro, é possível argumentar que o crescimento do PIB provoca o crescimento do comércio e não vice-versa – mas apenas até que se examinem os países com profundidade. Também não podemos argumentar que o crescimento tenha pouco a ver com a política comercial: embora a queda do custo do transporte tenha incrementado os volumes de comércio, as constantes reduções das barreiras comerciais também o fizeram.

Mais convincente é a drástica recuperação nas taxas de expansão dos PIBs da Índia e China, depois de terem se dedicado com determinação e derrubar barreiras comerciais no fim dos anos 1980 e início dos 1990. Nos dois países, a decisão de reverter políticas protecionistas não foi a única reforma empreendida, mas um componente importante.

Também nos países desenvolvidos, a liberação do comércio, iniciada antes, no período pós-guerra, foi acompanhada de outras formas de abertura econômica (por exemplo, o retorno à conversibilidade das moedas), o que resultou em rápido crescimento do PIB. A expansão econômica foi interrompida nos anos 1970 e 1980, mas a causa foram as crises macroeconômicas desencadeadas pelo sucesso do cartel da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e as subsequentes políticas deflacionárias promovidas pelo então presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), Paul Volcker.

Além disso, o argumento negativo de que a experiência histórica justifica os argumentos a favor do protecionismo é falho. O historiador econômico Douglas Irwin contestou o argumento de que a política de protecionismo do século XIX ajudou no crescimento de indústrias nascentes nos EUA. Ele também mostrou que muitos dos países bem-sucedidos do século XIX, com altas tarifas como Canadá e Argentina usaram as tarifas como fonte de arrecadação, não como meio de proteger a indústria doméstica.

Os defensores do livre comércio também não precisam ter receio de que a abertura não tenha resultado em crescimento adicional em alguns países em desenvolvimento, como sustentam alguns críticos. O comércio é apenas um instrumento facilitador. Por exemplo, se sua infraestrutura for insuficiente ou se suas políticas domésticas impedirem investidores de aproveitar as oportunidades de mercado (como as sufocantes restrições à concessão de licenças no Sul da Ásia), não se verão resultados. Para sair ganhando com a abertura comercial, é preciso assegurar a vigência de políticas complementares.

Os críticos, então, mudam de assunto e argumentam que o crescimento motivado pelo comércio beneficia apenas as elites e não os pobres; não é “inclusivo”. Na Índia, contudo, a passagem a um ritmo de crescimento mais acelerado, depois de reformas que incluíram a liberalização comercial, tirou quase 200 milhões de pessoas da pobreza. Na China, que cresceu ainda mais, estima-se que mais de 300 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza desde o início das reformas.

De fato, os países desenvolvidos também se beneficiam do efeito da redução de pobreza decorrente do comércio. Ao contrário da opinião tão popular, o comércio com os países pobres não empobrece os países ricos. O oposto é verdadeiro. O que pressiona os salários para baixo são as mudanças técnicas que economizam mão de obra, enquanto as importações de bens mais baratos de uso de mão de obra intensiva dos países em desenvolvimento ajudam os pobres que consomem esses bens.

Se um comércio mais livre reduz a pobreza, é pretensioso da parte dos críticos reivindicar que possuem mais integridade. Na verdade, os defensores do livre comércio têm maior autoridade moral: com pelo menos um bilhão de pessoas ainda vivendo na pobreza, que imperativo moral pode ser maior do que reduzir esse número? É contagiante falar de “justiça social”, mas é difícil fazer algo de fato. Nesse ponto, os adeptos do livre comércio têm clara vantagem.

Como demonstrou o historiador Frank Trentmann, a defesa do livre comércio na Grã-Bretanha do século XIX era feita em bases morais: não servia apenas para a prosperidade econômica, mas também à paz. Também vale a pena recordar o ex-secretário de Estado dos EUA Cordell Hull, premiado com o Nobel da Paz em 1945 por políticas que incluíram esforços incansáveis em nome do livre comércio multilateral. Chegou a hora de a comissão norueguesa do Nobel voltar a se pronunciar.

(Jagdish Bhagwati. Valor Econômico. Segunda-feira, 4 de julho de 2011). Adaptado.

De acordo com o texto, marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) De acordo com os críticos, o crescimento pelo livre comércio não beneficia apenas a elite.

( ) Os países desenvolvidos não são os únicos que se beneficiam com o efeito da redução de pobreza decorrente do comércio.

( ) A economia de mão de obra faz com que a média salarial diminua.

 

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387152 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Conforme o disposto na Lei nº 13.764/2009, que altera o parágrafo 3º do artigo 26 da Lei nº 11.111/2001, em que à administração tributária é facultado conceder desconto especial e desconto por adimplência nos pagamentos de IPTU e demais tributos lançados em conjunto, mediante atendimento das condições estipuladas em normas regulamentadoras, inclusive de forma cumulativa, assinale a alternativa que apresenta o que deve ser observado mediante tal informação.
 

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385942 Ano: 2011
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Entre os princípios constitucionais da Administração Pública, não se insere o princípio de
 

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385935 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Captações externas batem recorde

Empresas e bancos brasileiros captaram no exterior, no primeiro semestre deste ano, um total de US$30,63 bilhões, entre empréstimos e emissões de bônus de dívida. Trata-se do maior volume para o período da série histórica organizada pelo Valor [Jornal Valor Econômico]. Essas captações representaram um avanço de 2,9% em relação ao primeiro semestre de 2010, que já havia sido expressivo. Quando se observa apenas as emissões de bônus – o principal instrumento de captação de recursos externos, responsável por US$26,1 bilhões neste ano – o crescimento é de 50%. O total de bônus emitidos equivale a 63% de todo o volume captado por meio deste instrumento em 2010 (US$41,3 bilhões).

O movimento ajudou a inundar ainda mais o mercado local com dólares, cumprindo papel decisivo para jogar para baixo a cotação da moeda americana, que chegou ao menor nível em 12 anos. O que explica essa avalanche de recursos externos trazidos por empresas e bancos brasileiros é o diferencial da taxa de juros local e externa, que cresceu ainda mais com a alta de 1,5 ponto percentual da taxa Selic este ano, num momento de juros estáveis nos países desenvolvidos. Ou seja, captar no exterior ficou, comparativamente, ainda mais barato.

O volume captado poderia ter sido maior ainda se os mercados não tivessem se fechado por três semanas na reta final do semestre, enquanto se aguardava um acordo em torno do pacote fiscal grego. Foi só o parlamento da Grécia aprovar as medidas para os emissores voltarem. A JBS USA, subsidiária americana do frigorífico brasileiro, concluiu a captação de US$850 milhões, e o estreante BTG Pactual captou US$500 milhões. Outras operações já estão a caminho e espera-se também a primeira emissão soberana do país no ano. Mas o período de férias no Hemisfério Norte pode esfriar as emissões no curto prazo.

(Lucinda Pinto. Valor Econômico. Segunda-feira, 4 de julho de 2011). Adaptado.

Em relação ao trecho: “Essas captações representaram um avanço de 2,9% em relação ao primeiro semestre de 2010 [...]”, retirado do primeiro parágrafo, assinale a alternativa cujo termo destacado equivale sintaticamente ao termo destacado acima.

 

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385879 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Quatro amigos foram a uma concessionária de automóveis e cada um comprou um carro. Cada carro era de uma cor (vermelho, preto, verde e prata), os modelos também eram diferentes (compacto, luxo, SUV e picape) e cada um ganhou um acessório diferente (encosto de cabeça com tela 7’’, bagageiro, conjunto de tapetes e rack para bicicleta). Sobre esta situação, são dadas as informações abaixo.
I. Os quatro carros eram: o de Fábio, o vermelho, o de luxo e o de quem ganhou um bagageiro.
II. Guilherme comprou um carro compacto prata e não ganhou o conjunto de tapetes.
III. Heitor, o rapaz que comprou a picape e o que ganhou o encosto de cabeça são vizinhos.
IV. Nem Jean nem Heitor ganharam o bagageiro e nem compraram o carro verde.
V. O rapaz que comprou o carro verde ganhou um conjunto de tapetes e é vizinho de Heitor.
VI. O rapaz que ganhou um rack para bicicleta não comprou o carro vermelho e seu nome não é Jean.
Após analisar as afirmações, é possível concluir que
 

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