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Foram encontradas 250 questões.

197336 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
O espaço geográfico apresentado ao aluno é homogêneo, não contraditório, sem crises. Nunca se analisou o espaço geográfico, e sim se fizeram inventários desse espaço, os quais atribuem maior peso aos aspectos físicos, ficando o homem como se fosse um elemento superficial. Os conteúdos são veiculados como verdades absolutas, principalmente através das aulas expositivas, nas quais o professor é o detentor do conhecimento e o aluno receptor deste.
Esse texto se refere à geografia escolar:
 

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188220 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
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O professor R deseja realizar um trabalho sobre relações métricas no triângulo retângulo na 8ª A. Selecionou 12 exercícios diferentes, em que cada um deverá ser estudado por um grupo. O professor R observou que seriam necessários alguns grupos com 2 alunos e outros com 3 alunos. Considerando que a turma da 8ª A tem 29 alunos, podemos afirmar que:
I. A quantidade de grupos é representada por dois números pares.
II. A quantidade de grupos é representada por dois números primos.
III. O professor R formou mais trios que duplas.
IV. O professor R formou mais duplas que trios.
Está(ão) CORRETA(S):
 

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186662 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Fusari e Ferraz (1991) afirmaram, na sua obra Arte na Educação Escolar, que o ensino da arte na educação nacional vinha sofrendo algumas significativas adaptações, mas que o país ainda estava caminhando no sentido de criar um modelo que atendesse às necessidades educacionais de maneira eficaz. À época, ocorria o movimento da Arte-Educação, que esperava que a arte estivesse presente na nova Lei de Diretrizes e Bases propostas para a década de 90. As autoras afirmaram que havia um princípio idealista que corroborava com as principais características da arte as quais priorizavam um método de ensino mais adequado. São elas:
 

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186657 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
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A resolução de problemas é uma possibilidade metodológica para o ensino da matemática, pois utiliza situações abertas e sugestivas que exigem do aluno uma postura de iniciativa e de busca por soluções aplicando seus conhecimentos matemáticos.
A partir desse contexto, considere as afirmações abaixo e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:
( ) Os problemas matemáticos têm somente uma resposta correta.
( ) Os problemas matemáticos podem ser resolvidos de uma forma.
( ) Os problemas matemáticos devem ser resolvidos em cinco minutos ou menos.
( ) As regras formais da matemática são relevantes para os processos de descoberta e invenção.
( ) Solucionar problema equivale a propor e a tentar resolver uma questão ou um exercício aplicando fórmulas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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185690 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Uma questão que está muito presente na prática cotidiana é: que Geografia estudar?
Assinale com (V) as afirmativas e com (F) as falsas:
( ) A dinamicidade da construção do espaço geográfico tem de ser compreendida pelo aluno. Os conteúdos estudados devem demonstrar como, no processo das relações da sociedade com a natureza, o espaço vai sendo produzido e transformado.
( ) A memorização ainda é o melhor caminho a ser percorrido pelo aluno. Atualmente, professores e alunos dispõem de muitas informações instantâneas e em rede. Essas informações podem substituir os conteúdos escolares.
( ) Os conteúdos de Geografia não podem ser um amontoado de assuntos ou lugares cujos temas são soltos e de difícil compreensão para os alunos. Devem permitir que ele se perceba como um sujeito que também constrói o espaço geográfico.
( ) A Geografia que o aluno estuda deve permitir que ele se perceba como participante do espaço onde vive, cujos fenômenos que ali ocorrem são resultado da vida e do trabalho dos homens.
( ) Para superar a dicotomia entre Geografia Física e Humana é necessário que os conteúdos sejam compartimentados, iniciando-se pela abordagem dos conteúdos sobre o meio ambiente, seguindo para os conteúdos de abordagem humana e, por fim, para a abordagem política.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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Beleza e Deleite
Gisele Kato
Para recuperar o prestígio perdido, a Bienal deste ano se espelha naquela que ficou conhecida como uma das melhores edições do evento até agora: a de 1998, com curadoria de Paulo Herkenhoff. A 24ª Bienal teve como tema a Antropofagia e combinou muito bem uma arte mais conceitual – e talvez mais “difícil” de ser compreendida pelo grande público -, com peças de deleite quase imediato. Na época, misturaram-se pelo Pavilhão do Parque do Ibirapuera nomes como o norteamericano Bruce Neuman, a alemã Eva Hesse (1936- 1970), o coletivo europeu CoBrA e a brasileira Tarsila do Amaral (1886 – 1973) – todos popstars no peculiar e milionário star-system das artes plásticas.
A 29ª edição da Bienal de São Paulo tem como título um verso do poema Invenção de Orfeu, do alagoano Jorge de Lima: “Há sempre um copo de mar para um homem navegar”. A frase, de forte tom utópico, resume um dos temas da mostra: a relação entre arte e política. Mas a política aqui deve ser entendida como algo bem amplo: “O que nos interessa é ressaltar a possibilidade de a própria arte levar a outro entendimento do mundo”, diz o curador Moacir dos Anjos. “Buscamos o que desestabiliza as noções, o que avança por outros campos disciplinares”, completa Agnaldo Farias, também curador. Seguindo essa lógica, a própria distribuição dos artistas pelos 27 mil metros quadrados de área expositiva foge bastante do modelo convencional. Com uma cenografia assinada pela arquiteta Marta Bogéa, os selecionados encontram-se organizados pelo prédio em espécies de ilhas, que permitem que os espectadores conheçam o evento sem ter caminhos predeterminados. Eles serão levados, assim, a concretizar a ideia de navegação, já que terão que “singrar” o espaço expositivo, em vez de percorrer os corredores retilíneos comuns em mostras do tipo. Seis “terreiros”, como são chamados os espaços de descanso, terão ainda uma programação paralela, com espetáculos de teatro, dança, música e performances, além de palestras e projeções.
Fonte: Adaptado da Revista Bravo de setembro de 2010.
Segundo o texto, é possível afirmar CORRETAMENTE:
 

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A gramática e a sintaxe dos movimentos, bem como a compreensão dos elementos constitutivos da dança, do reconhecimento das suas estruturas em relação ao espaço, ao som e ao dançarino, foram objetos de estudo de Laban. Essas observações lhe permitiram contribuir para o avanço conceitual da dança, em especial a dança aplicada no contexto educacional. A esse estudo Laban chamou de:
 

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THE SWEET NOTHINGNESS OF HOLIDAYS…
I just love it. There’s nothing better than waking up at 11am, making your way downstairs still in PJs, getting a bowl of cereal and then thinking: “I ain’t got a single thing to do today!”
If I look back, I wonder where the day went. Got up at 11, watched a couple of humour shows on the telly, played PS3. Just lazed on the sofa and listened to music. Chatted to my friend on Skype.
Well. I’ll enjoy the freedom and laziness while it lasts, cause I realise there ain’t gonna be much more of it in the next months.
Adapted from http://www.ateenblogs.com/
In the blog post there are some words being used in contracted and/or shortened forms. This happens due to the informal nature of the text. What do the following contractions and/or shortened forms refer to? Mark the correct alternative.
I. I ain’t got = I haven't got.
II. I’ll enjoy = I shall enjoy.
III. Cause = Because.
IV. There ain’t gonna be = There hasn't going to be.
 

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Muro ou trincheira?
SÉRGIO MAGALHÃES
Especial para a Folha de S. Paulo
Cercar favelas da zona sul com muros é uma resposta de natureza semiológica a uma questão política. Sabemos que essas áreas estão relativamente contidas, por obstáculos naturais ou por limites construídos. Morros da zona sul tiveram a sua área florestada expandida.
Não obstante, as favelas, como quaisquer outros elementos urbanos, não podem dispor do território indistintamente. É do interesse da cidade e dos próprios assentamentos. A ocupação limitada, que preserva as infraestruturas implantadas, é consensual entre moradores e governos. Obras do Favela-Bairro construíram limites facilmente identificáveis. Onde possível, com muros, largos, mas de apenas 30 cm de altura, como no Vidigal.
No entanto, a violência que assola nossas cidades tem produzido um sentimento de estranhamento em relação à diversidade. Bastamo-nos
em nossos iguais. Diferente, a favela tem sido estigmatizada como lugar que dá causa à violência. É como se, sem favelas, a cidade se tornasse pacífica.
Ora, a violência tem outras matrizes, onde a morfologia urbanística por certo não tem protagonismo. Podem ser inseguros lugares com ruas retas e edifícios regulares; há favelas com e sem violência. A questão é de natureza política porque ela se estrutura na escassez de democracia.
Territórios inteiros onde habitam milhares de cidadãos se encontram sob domínio de bandidos, que impõem suas próprias leis. São territórios pobres, sejam favelas, loteamentos ou conjuntos residenciais. Dominados pelo tráfico ou por milícias, dissemina-se a violência. Mas o clamor contra a violência é gigantesco, com razão; a indignação é enorme; o medo aumenta.
O governo reage muito bem quando anuncia a retomada dos territórios e a permanência da legalidade. Não reage tão bem quando confere aos muros um papel que serão incapazes de desempenhar. Na eventualidade desses territórios permanecerem no descontrole, os muros podem virar trincheiras para os marginais.
A incorporação ao Estado democrático dos territórios hoje na anomia construirá os muros mais poderosos contra a violência, bem como limites mais efetivos contra o crescimento de favelas. Tal é a resposta política que desejamos.
SÉRGIO MAGALHÃES,
arquiteto, professor da FAU-UFRJ, foi secretário de Habitação do Rio de Janeiro (1993-2000).
Qual das afirmações abaixo está em conformidade com o que é defendido no texto de Sérgio Magalhães?
 

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As seguintes tiras, elaboradas pelo cartunista Bennett, servirão de base para questão:
TIRA I
Enunciado 1491305-1
TIRA II
Enunciado 1491305-2
Com relação à tira II, assinale a assertiva CORRETA:
Questão Anulada

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