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Foram encontradas 505 questões.

322489 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS

Para responder à questão, considere os pareceres das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica.

O papel do Estado na garantia do direito à educação de qualidade, considerando que a educação, enquanto direito inalienável de todos os cidadãos, é condição primeira para o exercício pleno dos direitos:
 

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322488 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS

Para responder à questão, considere os pareceres das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica.

As bases que dão sustentação ao projeto nacional de educação responsabilizam o poder público, a família, a sociedade e a escola pela garantia a todos os estudantes de um ensino ministrado com base em princípios. Analise as assertivas abaixo sobre esses princípios:
I. Igualdade de condições para o acesso, inclusão, permanência e sucesso na escola. II. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber. III. Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. IV. Respeito à liberdade e aos direitos.
Quais estão corretas?
 

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322487 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS

Para responder à questão, considere os temas Prática Escolar e Concepções Pedagógicas, de Libâneo.

Tradicionalmente, a formação do educador escolar vem abrangendo três dimensões da prática docente, quais sejam:
 

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322486 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Para responder à questão, considere o tema Avaliação de Jussara Hoffmann.

Inclusão pode representar exclusão sempre que a avaliação for:
I. Para classificar e não promover. II. Para levar em conta parâmetros comparativos. III. De inserção na sociedade, em igualdade de condições avaliativas.
Quais estão corretas?
 

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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

A respeito da frase “Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o dinheiro corrompe a medicina.” (l.08-09), analise as assertivas a seguir:

I. A frase é composta por três orações.

II. A frase apresenta uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

III. O sujeito da oração principal do período é ‘os inimigos das vacinas’.

Quais estão corretas?

 

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322483 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

O medo de ser nós

01 __Neste ano que passou, redescobri o prazer de usar a palavra nós. Ao mesmo tempo, fui

02 lembrado de como é difícil deixar de ser eu – e me ocorreu, numa noite de angústia, que talvez

03 nisso resida uma das dificuldades secretas dos relacionamentos.

04 __No começo, quando a gente conhece alguém, é delicioso se confundir com ele ou com ela –

05 nas opiniões, no corpo, nas emoções que parecem nascer idênticas. Infelizmente, esse

06 momento passa rápido.

07 __Assim que o convívio se prolonga e os sentimentos se aprofundam, é possível perceber,

08 dentro de nós, sinais de ................... . Nossa personalidade – livre na solidão, senhora de si

09 na ausência do outro – começa a se inquietar com a influência externa poderosa, que se mistura

10 ______ que somos e que de alguma forma nos ameaça.

11 __Muitos romances terminam aí, precocemente, quando alguém reage em pânico ___

12 possibilidade de ser engolido ou controlado pelo outro.

13 __Existe algo em nós que se exaspera ao perceber que a outra pessoa, de alguma forma, vai

14 se tornando parte do que somos: ela habita nossos sonhos, povoa nossas preocupações e

15 preenche as horas de nossos dias. Viver sem ela parece impossível. Viver com ela nos inquieta.

16 __A indústria do amor nos faz crer que todo mundo está louco para ter uma experiência como

17 essa, mas não é verdade. Muita gente não está preparada para ter alguém tão perto de si.

18 Muitos se sentem profundamente ................... em abrir sua intimidade ou penetrar ___

19 intimidade dos outros.

20 __Como eu disse no início, é difícil deixar de ser eu para ser nós. Alguém dirá, com razão, que

21 essa mudança não é sequer desejável, e estará certo. Ninguém deveria deixar de ser o que é

22 para se tornar parte de uma entidade híbrida de duas pessoas. Ou, ainda pior, para subjugar-se

23 voluntariamente ___ personalidade do outro.

24 __Entretanto, a intensidade conjugal depende de que algo dessa natureza escandalosa

25 aconteça no interior do relacionamento. Se uma das partes do casal não abdicar de um pedaço

26 importante de si, se os dois não entregarem algo valioso em sacrifício, a união não acontece. É

27 preciso haver uma fusão parcial de almas, atada no mais profundo inconsciente, para que duas

28 pessoas se constituam verdadeiramente como casal. Do contrário, dividirão a mesma casa e a

29 mesma cama, poderão até estar casadas e ter filhos, mas serão apenas indivíduos que vivem

30 juntos. Faltará a esse arranjo o alicerce emocional que torna as relações ....................... .

31 __Dá para entender o que eu estou dizendo?

32 __No início de um relacionamento, e mesmo depois que ele avança, é comum que a gente olhe

33 para a parceira ou o parceiro e tenha – do nada, subitamente – uma dolorosa sensação de

34 estranheza. Quem é essa pessoa? O que ela está fazendo aqui? O que eu estou fazendo aqui?

35 Esses segundos de perplexidade, que nunca são inteiramente superados, e que sempre nos

36 assustam, revelam um pedaço de nós que insiste em permanecer singular, e que não reconhece

37 ou não admite a existência do outro, embora anseie secretamente por fundir-se com ele.

38 __Essa resistência interior tem de ser quebrada para que a gente forme uma unidade conjugal,

39 para que seja superado o medo da aniquilação amorosa.

40 __Se existe um jeito fácil de superar essa barreira, eu desconheço. O que acho possível é

41 tentar permanecer aberto aos sentimentos que o outro nos provoca, permitindo que eles

42 cresçam e se aprofundem mesmo quando nos apavoram. Num tempo de gente tão prática, de

43 relações humanas superficiais e utilitárias, acho bonita a ideia de se perder no outro e ser um

44 com ele ou com ela. Ou, posto de outra forma, a gente precisa perder o medo de ser nós para

45 entender, verdadeiramente, o que significa ser eu.

(Fonte: http://epoca.globo.com/sociedade/ivan-martins/noticia/2018/01/o-medo-de-ser-nos.html - texto adaptado

Analise as seguintes propostas de alteração de expressões no texto:

I. ‘abdicar’ (l.25) por abrir mão.

II. ‘olhe’ (l.32) por admire.

III. ‘insiste’ (l.36) por decide.

Quais precisam de ajustes na estrutura da frase em que estão inseridas em vista da correta regência?

 

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322482 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O mito do inglês como língua internacional ou franca

No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas

de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de

identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de

construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,

2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada

____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos

de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e

ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,

defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões

de ordem crítica.

Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido

status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo

(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros

estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada

internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,

sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,

culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é

estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada

nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as

relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,

entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada

um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua

internacional ou não.

Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas

sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se

a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou

como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-

se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,

defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante

esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-

se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo

dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império

britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico

e cultural.

O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação

socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada

apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não

se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a

língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas

em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor

seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de

estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.

Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua

internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume

uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a

função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,

apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história

em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,

de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a

construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não

precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por

Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,

foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)

foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do

capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”

(Pennycook, 2007, p. 90)

Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito

da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente

natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.

Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável

e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua

aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito

da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza

que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,

pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva

da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença

comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar

cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa

na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.


Adaptado de: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/belt/article/view/20197/13592
Considere o período abaixo, retirado do texto, e analise as assertivas que seguem.
“Tem-se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status”.
I. O período possui três orações. II. ‘de que se trata de mero acaso’ é classificada como oração subordinada substantiva predicativa. III. A oração principal é ‘gozar desse status’.
Quais estão corretas?
 

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322481 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

O medo de ser nós

01 __Neste ano que passou, redescobri o prazer de usar a palavra nós. Ao mesmo tempo, fui

02 lembrado de como é difícil deixar de ser eu – e me ocorreu, numa noite de angústia, que talvez

03 nisso resida uma das dificuldades secretas dos relacionamentos.

04 __No começo, quando a gente conhece alguém, é delicioso se confundir com ele ou com ela –

05 nas opiniões, no corpo, nas emoções que parecem nascer idênticas. Infelizmente, esse

06 momento passa rápido.

07 __Assim que o convívio se prolonga e os sentimentos se aprofundam, é possível perceber,

08 dentro de nós, sinais de ................... . Nossa personalidade – livre na solidão, senhora de si

09 na ausência do outro – começa a se inquietar com a influência externa poderosa, que se mistura

10 ______ que somos e que de alguma forma nos ameaça.

11 __Muitos romances terminam aí, precocemente, quando alguém reage em pânico ___

12 possibilidade de ser engolido ou controlado pelo outro.

13 __Existe algo em nós que se exaspera ao perceber que a outra pessoa, de alguma forma, vai

14 se tornando parte do que somos: ela habita nossos sonhos, povoa nossas preocupações e

15 preenche as horas de nossos dias. Viver sem ela parece impossível. Viver com ela nos inquieta.

16 __A indústria do amor nos faz crer que todo mundo está louco para ter uma experiência como

17 essa, mas não é verdade. Muita gente não está preparada para ter alguém tão perto de si.

18 Muitos se sentem profundamente ................... em abrir sua intimidade ou penetrar ___

19 intimidade dos outros.

20 __Como eu disse no início, é difícil deixar de ser eu para ser nós. Alguém dirá, com razão, que

21 essa mudança não é sequer desejável, e estará certo. Ninguém deveria deixar de ser o que é

22 para se tornar parte de uma entidade híbrida de duas pessoas. Ou, ainda pior, para subjugar-se

23 voluntariamente ___ personalidade do outro.

24 __Entretanto, a intensidade conjugal depende de que algo dessa natureza escandalosa

25 aconteça no interior do relacionamento. Se uma das partes do casal não abdicar de um pedaço

26 importante de si, se os dois não entregarem algo valioso em sacrifício, a união não acontece. É

27 preciso haver uma fusão parcial de almas, atada no mais profundo inconsciente, para que duas

28 pessoas se constituam verdadeiramente como casal. Do contrário, dividirão a mesma casa e a

29 mesma cama, poderão até estar casadas e ter filhos, mas serão apenas indivíduos que vivem

30 juntos. Faltará a esse arranjo o alicerce emocional que torna as relações ....................... .

31 __Dá para entender o que eu estou dizendo?

32 __No início de um relacionamento, e mesmo depois que ele avança, é comum que a gente olhe

33 para a parceira ou o parceiro e tenha – do nada, subitamente – uma dolorosa sensação de

34 estranheza. Quem é essa pessoa? O que ela está fazendo aqui? O que eu estou fazendo aqui?

35 Esses segundos de perplexidade, que nunca são inteiramente superados, e que sempre nos

36 assustam, revelam um pedaço de nós que insiste em permanecer singular, e que não reconhece

37 ou não admite a existência do outro, embora anseie secretamente por fundir-se com ele.

38 __Essa resistência interior tem de ser quebrada para que a gente forme uma unidade conjugal,

39 para que seja superado o medo da aniquilação amorosa.

40 __Se existe um jeito fácil de superar essa barreira, eu desconheço. O que acho possível é

41 tentar permanecer aberto aos sentimentos que o outro nos provoca, permitindo que eles

42 cresçam e se aprofundem mesmo quando nos apavoram. Num tempo de gente tão prática, de

43 relações humanas superficiais e utilitárias, acho bonita a ideia de se perder no outro e ser um

44 com ele ou com ela. Ou, posto de outra forma, a gente precisa perder o medo de ser nós para

45 entender, verdadeiramente, o que significa ser eu.

(Fonte: http://epoca.globo.com/sociedade/ivan-martins/noticia/2018/01/o-medo-de-ser-nos.html - texto adaptado



Para responder às questões 12 e 13, considere a seguinte frase retirada do texto:

Entretanto, a intensidade conjugal depende de que algo dessa natureza escandalosa aconteça no interior do relacionamento.

Analise as seguintes assertivas a respeito da frase em destaque e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A frase apresenta 2 orações.

( ) O sujeito da oração principal é “a intensidade conjugal”.

( ) ‘Entretanto’ poderia ser substituído por ‘No entanto’, sem acarretar nenhum tipo de erro à frase.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Questão presente nas seguintes provas
322480 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O mito do inglês como língua internacional ou franca

No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas

de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de

identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de

construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,

2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada

____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos

de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e

ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,

defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões

de ordem crítica.

Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido

status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo

(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros

estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada

internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,

sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,

culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é

estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada

nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as

relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,

entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada

um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua

internacional ou não.

Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas

sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se

a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou

como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-

se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,

defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante

esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-

se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo

dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império

britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico

e cultural.

O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação

socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada

apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não

se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a

língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas

em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor

seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de

estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.

Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua

internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume

uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a

função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,

apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história

em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,

de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a

construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não

precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por

Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,

foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)

foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do

capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”

(Pennycook, 2007, p. 90)

Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito

da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente

natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.

Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável

e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua

aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito

da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza

que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,

pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva

da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença

comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar

cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa

na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.


Adaptado de: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/belt/article/view/20197/13592
Em relação à regência de certas palavras presentes no texto, analise as assertivas que seguem:
I. Na linha 02, caso a palavra ‘atrelada’ fosse alterada para ‘dependente’, o uso do acento de crase a seguir continuaria sendo necessário. II. Caso a palavra ‘mediar’ (l.19) fosse alterada para ‘intervir’, não haveria necessidade de ajustes no período. III. Caso a expressão ‘em meio’ (l.40) fosse alterada para ‘no meio’, seria necessário alterar a preposição que a segue para manter a correção do período.
Quais estão corretas?
 

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322478 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O mito do inglês como língua internacional ou franca

No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas

de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de

identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de

construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,

2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada

____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos

de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e

ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,

defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões

de ordem crítica.

Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido

status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo

(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros

estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada

internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,

sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,

culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é

estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada

nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as

relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,

entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada

um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua

internacional ou não.

Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas

sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se

a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou

como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-

se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,

defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante

esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-

se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo

dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império

britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico

e cultural.

O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação

socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada

apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não

se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a

língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas

em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor

seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de

estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.

Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua

internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume

uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a

função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,

apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história

em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,

de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a

construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não

precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por

Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,

foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)

foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do

capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”

(Pennycook, 2007, p. 90)

Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito

da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente

natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.

Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável

e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua

aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito

da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza

que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,

pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva

da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença

comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar

cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa

na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.


Adaptado de: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/belt/article/view/20197/13592
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as ocorrências da vírgula à justificativa correta para seu emprego.
Coluna 1 1. Separar orações justapostas. 2. Separar expressões justapostas. 3. Separar um aposto. 4. Separar um adjunto adverbial deslocado.
Coluna 2 ( ) Linha 24 (segunda ocorrência). ( ) Linha 25 (segunda ocorrência). ( ) Linha 57 (primeira ocorrência).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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