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Sobre o processo de medicalização na infância, no capítulo “Produção do fracasso escolar e medicalização da infância e da escola”, do livro “Psicanálise, educação especial e formação de professores: construções em rasuras”, as autoras Moysés e Collares (2017), fazem as seguintes afirmações:
I. A medicina constrói, artificialmente, as doenças do não aprender e a consequente demanda por serviços de saúde especializados.
II. A medicalização do campo educacional alicerçou preconceitos racistas sobre a inferioridade do negro; depois, a inferioridade intelectual do brasileiro foi pretensamente explicada pelo estereótipo do Jeca Tatu, unindo desnutrição, verminose, anemia.
III. Os processos de medicalização, ao deslocarem causas e soluções para o campo médico, isentam de responsabilidades instituições e governantes, criando mais um obstáculo à transformação das práticas educacionais e à superação do fracasso da escola.
IV. O discurso médico propaga a existência de crianças capazes de aprender sem a intervenção médica.
Conforme a proposição acima:
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São objetivos do atendimento educacional especializado - AEE para alunos com altas habilidades/superdotação conforme Delpretto et al. (2010):
I. Maximizar a participação do aluno na classe comum do ensino regular, beneficiando-se da interação no contexto escolar.
II. Limitar o acesso do aluno a recursos de tecnologia, materiais pedagógicos e bibliográficos de sua área de interesse.
III. Potencializar a(s) habilidade(s) demonstrada(s) pelo aluno, por meio do enriquecimento curricular previsto no plano de atendimento individual.
IV. Promover a participação do aluno em atividades voltadas à prática da pesquisa e desenvolvimento de produtos.
V. Neutralizar a proposição e o desenvolvimento de projetos de trabalho no âmbito da escola, com temáticas diversificadas, como artes, esporte, ciências e outras.
Marque a alternativa correta.
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Com base no fascículo: “A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez” (ALVEZ et al. 2010), assinale o que é correto afirmar sobre a organização do ensino da Língua Portuguesa para estudantes com surdez no AEE:
I. No momento do AEE para o ensino da Língua Portuguesa escrita o professor não utiliza a Libras, a qual não é indicada como intermediária nesse aprendizado.
II. Como o canal de comunicação específico para o ensino e a aprendizagem é a Língua Portuguesa, o aluno pode utilizar a leitura labial (caso tenha desenvolvido habilidade) e a leitura e a escrita.
III. Considerando que os recursos escritos são vitais para a compreensão e exploração textual e contextual do conteúdo, o AEE para o ensino de Língua Portuguesa escrita deve ser diário, pois a aquisição de uma língua demanda um exercício constante.
IV. O ensino da Língua Portuguesa por escrito é de extrema importância para o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno com surdez em sala de aula comum e na vida social.
V. A avaliação das aquisições do Português pelos alunos deve colocar em evidência os avanços e dificuldades de cada um e servir para redefinir o planejamento.
Conforme a proposição acima:
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“[...] Para minimizar este esforço, o uso de ‘softwares’ com síntese de voz torna-se uma alternativa valiosa para a obtenção da leitura imediata [...]” (DOMINGUES et al, 2010, p.22).
São programas com síntese de voz de acordo com o fascículo sobre os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira (DOMINGUES et al, 2010):
I. Jaws, Virtual Vision, Paticipant e Sistema Dosvox.
II. Deltatalk, Jaws e Orca.
III. Sistema Dosvox, NVDA e Virtual Vision.
IV. PECs-Brazil, Virtual Vision e NVDA.
Assinale a alternativa que contempla apenas nomes de programas com síntese de voz:
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“Os espaços escolares e sua organização precisam refletir a vontade de incluir, não só com construção de rampas, banheiros acessíveis, sinalização e alargamento de corredores, mas com posturas pedagógicas que incentivem a livre circulação de todos os alunos [...]” (BOSCO et al. 2010, p. 12).
Sobre a organização espacial e estrutural da escola inclusiva, o texto contido no fascículo referente à surdocegueira e à deficiência múltipla (BOSCO et al. 2010), resguarda que:
I. Tão somente para os alunos com deficiência, faz-se necessário repensar a organização espacial da escola e da sala de aula, o que pressupõe a mobilidade dos alunos com surdocegueira.
II. Para todo e qualquer aluno, é necessário repensar a organização espacial da escola e da sala de aula, o que pressupõe a mobilidade dos alunos com surdocegueira.
III. Esse espaço deve ser sinalizado unicamente em braile. Dessa forma, os alunos com surdocegueira devem ser incitados a circular neles.
IV. Salas de aulas fechadas em si mesmas, organizadas com carteiras em fila, nas quais os alunos não se confrontam e nem mesmo se enxergam frente a frente, não favorecem o clima de busca e descoberta que deve permear toda atividade de aprendizagem.
Das afirmativas acima, estão corretas:
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Muitos estudantes podem vir a apresentar limitações relacionadas à construção da fala ou da escrita devido a impedimentos motores, cognitivos, emocionais ou de outra ordem. De acordo com o fascículo “Recursos Pedagógicos Acessíveis e Comunicação Aumentativa e Alternativa”, tais restrições podem impedir os alunos com deficiência de expressar seus conhecimentos, necessidades e sentimentos. Nesse sentido, o campo de conhecimentos da Tecnologia Assistiva propõe alternativas funcionais para as pessoas com deficiência. Sobre Tecnologia Assistiva, conforme (SARTORETTO; BERSCH, 2010), é incorreto o que se afirma na alternativa:
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A orientação e mobilidade para as pessoas com deficiência significa uma possibilidade de mover-se de forma orientada com segurança e independência. Para isso, faz-se necessário o conhecimento de várias técnicas. Uma das técnicas requer a presença de uma pessoa que ofereça todas as informações corporais para que a pessoa cega ou com deficiência visual possa realizar deslocamentos como: caminhar a um local desejado, mudar de direção, subir e descer escadas, entre outros. A breve descrição retirada do fascículo “Orientação e Mobilidade, Adequação Postural e Acessibilidade Espacial” (GIACOMINI, L. et al. 2010) faz referência à técnica descrita na alternativa:
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De acordo com o fascículo “A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: Transtornos Globais do Desenvolvimento” (BELISÁRIO FILHO e CUNHA, 2010), no tópico que se refere ao AEE e o aluno com TGD, analise as seguintes afirmações:
I. A apropriação de conhecimentos a respeito do TGD e das práticas educacionais propiciadoras de desenvolvimento das competências sócio-cognitivas desses alunos precisa ocorrer especificamente pelo professor do AEE.
II. É preciso que se compreenda que o desenvolvimento dessas competências ocorre no âmbito do ambiente escolar com a turma em que o aluno se encontra incluído.
III. As necessidades decorrentes do TGD no cotidiano escolar demandam estratégias absolutamente articuladas com a experiência diária para que promovam aprendizado e possam ser generalizadas pelo aluno para outros ambientes sociais e de intervenção.
IV. O professor do AEE poderá contribuir orientando os profissionais da escola na elaboração das estratégias no cotidiano escolar, na elaboração de recursos e na organização da rotina seguindo, designadamente, padrões e metodologias já existentes e publicizadas.
V. Os alunos com TGD deverão frequentar o AEE quando forem identificadas necessidades educacionais específicas que demandem a oferta desse atendimento, beneficiando-se das atividades e dos recursos pedagógicos e de acessibilidade, disponibilizados nas salas de recursos multifuncionais.
Das afirmativas acima, estão corretas:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
- CNEResoluções do CNE/CEBResolução CNE/CEB 04/2009: DOAEE Educação Básica, Modalidade Educação Especial
A resolução nº 4/2009, em seu artigo 13, estabelece as atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado. A seguir identifique o que não se enquadra como atribuição do profissional no referido artigo.
I. Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias, considerando as necessidades específicas dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades ou superdotação e problemas de aprendizagem.
II. Elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade.
III. Organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais.
IV. Estabelecer previamente padrões para atendimento de acordo com as deficiências ou transtornos referenciados no limiar do público-alvo da educação especial.
V. Acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola.
VI. Elaborar diagnóstico clínico dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação.
VII. Estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade.
VIII. Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno.
IX. Ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia e participação.
X. Estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.
Marque a alternativa correta:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
O Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais, instituído pelo MEC/SEESP, por meio da Portaria Ministerial nº 13/2007, integra o Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE, destinando apoio técnico e financeiro aos sistemas de ensino para garantir o acesso ao ensino regular e a oferta do AEE aos alunos público-alvo da educação especial. No contexto da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, o Programa tem como objetivos:
I. Apoiar a organização da educação especial na perspectiva da educação inclusiva.
II. Assegurar o pleno acesso dos alunos público-alvo da educação especial no ensino regular em igualdade de condições com os demais alunos.
III. Promover a formação continuada de professores do AEE que atuam na docência de classes especiais.
IV. Disponibilizar recursos pedagógicos e de acessibilidade às escolas regulares da rede pública de ensino.
V. Promover o desenvolvimento profissional e a participação da comunidade escolar.
Assinale a alternativa correta:
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