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2424564 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Qual dos itens NÃO pertence ao grupo?
 

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Sejam os conjuntos A = {1, 3, 4, 6, 8, 9}, B = {2, 4, 6, 7, 9, 10} e C = {3, 5, 6, 7, 8, 9}. Quantos elementos do conjunto B NÃO pertencem ao conjunto (C – A) U (A ∩ B)?
 

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2424562 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Enunciado 3547758-1
Uma das várias retas que dividem a figura em partes simétricas passa pelos pontos
 

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Texto I

A maldição da norma culta

Impossível calcular o estrago que o termo “norma culta” vem causando nos meios educacionais e, em geral, na cultura brasileira. Enquanto ele não for definitivamente jogado no lixo e incinerado, vai ser difícil examinar as relações entre linguagem e sociedade sob uma ótica serena e bem fundamentada. Por quanto tempo ainda teremos de viver sob a maldição da norma culta?

Embora alguns linguistas usem esse termo com outros sentidos, a retumbante maioria das pessoas se refere à norma culta como um modelo idealizado de língua “certa”, “bonita” e “elegante”, que elas mesmas não sabem dizer onde, quando nem por quem foi estabelecido, mas que, apesar disso, merece toda a reverência do mundo, como se fosse uma doutrina sagrada, ditada pelo próprio Deus a seus profetas. Numa época em que se questiona tudo, em que se protesta contra toda forma de discriminação, contra qualquer prescrição no que diz respeito às relações sexuais, às crenças religiosas, aos modos de se vestir, de viver, de comer, de criar os filhos etc., em que a palavra diversidade impera, assim como a exigência de que ela seja respeitada e valorizada, é espantoso que só o uso da língua permaneça sujeito a uma regulação restritiva e tacanha. O dogma da infalibilidade papal virou piada, mas quase ninguém zomba dos dogmas gramaticais (mais velhos que a religião cristã). Por que os rótulos de “certo” e “errado” são abandonados, e até ridicularizados, em outras esferas da vida social, mas permanecem vivos e ativos quando o assunto é língua? Por que ninguém se dá conta de que a nebulosa norma culta é um produto humano e, portanto, imperfeito, falho e suscetível de contestação e reformulação?

Impera na cultura ocidental uma concepção de língua tosca e burra, fixada trezentos anos antes de Cristo. Impregnados dos preconceitos da época, os primeiros gramáticos repudiaram todo e qualquer uso de língua que não fosse, primeiro, escrito (a fala, para eles, era um caos completo) e, não bastasse, escrito por meia dúzia de “grandes autores”, todos mortos. Essa doença torpe se propagou nos últimos dois milênios e meio, a ponto de se tornar invisível para quase todo mundo. É com base nesse critério estúpido – a língua escrita dos “clássicos” – que se fixou, nas diversas nações, o modelo de “língua certa” que, no Brasil, atende pelo nome infeliz de norma culta. No caso brasileiro, a coisa é ainda mais cruel porque, fruto de processo colonial, nosso padrão idiomático se inspira numa língua escrita do outro lado do Atlântico, em outro hemisfério, em meados do século XIX. Por isso, não podemos começar frase com pronome oblíquo, nem usar “ele” como objeto direto (“eu vi ele”), nem dizer “prefiro mais X do que Y”, nem “o filme que eu gosto”, embora tudo isso constitua a gramática de uma língua autônoma, o português brasileiro, com mais de 500 anos de idade e 200 milhões de falantes (a terceira mais falada no Ocidente)! Até quando, meu pai Oxóssi?

(Marcos Bagno, agosto de 2008 – http://www.portuguesepoesia.

com/?page=cronica&id=107 – com adaptações)

No texto, o autor defende a ideia de que a norma culta

 

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2422278 Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Muitas medidas podem ser aplicadas para controle da saúde do trabalhador, minimizando a sobrecarga térmica. Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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Texto I

A maldição da norma culta

Impossível calcular o estrago que o termo “norma culta” vem causando nos meios educacionais e, em geral, na cultura brasileira. Enquanto ele não for definitivamente jogado no lixo e incinerado, vai ser difícil examinar as relações entre linguagem e sociedade sob uma ótica serena e bem fundamentada. Por quanto tempo ainda teremos de viver sob a maldição da norma culta?

Embora alguns linguistas usem esse termo com outros sentidos, a retumbante maioria das pessoas se refere à norma culta como um modelo idealizado de língua “certa”, “bonita” e “elegante”, que elas mesmas não sabem dizer onde, quando nem por quem foi estabelecido, mas que, apesar disso, merece toda a reverência do mundo, como se fosse uma doutrina sagrada, ditada pelo próprio Deus a seus profetas. Numa época em que se questiona tudo, em que se protesta contra toda forma de discriminação, contra qualquer prescrição no que diz respeito às relações sexuais, às crenças religiosas, aos modos de se vestir, de viver, de comer, de criar os filhos etc., em que a palavra diversidade impera, assim como a exigência de que ela seja respeitada e valorizada, é espantoso que só o uso da língua permaneça sujeito a uma regulação restritiva e tacanha. O dogma da infalibilidade papal virou piada, mas quase ninguém zomba dos dogmas gramaticais (mais velhos que a religião cristã). Por que os rótulos de “certo” e “errado” são abandonados, e até ridicularizados, em outras esferas da vida social, mas permanecem vivos e ativos quando o assunto é língua? Por que ninguém se dá conta de que a nebulosa norma culta é um produto humano e, portanto, imperfeito, falho e suscetível de contestação e reformulação?

Impera na cultura ocidental uma concepção de língua tosca e burra, fixada trezentos anos antes de Cristo. Impregnados dos preconceitos da época, os primeiros gramáticos repudiaram todo e qualquer uso de língua que não fosse, primeiro, escrito (a fala, para eles, era um caos completo) e, não bastasse, escrito por meia dúzia de “grandes autores”, todos mortos. Essa doença torpe se propagou nos últimos dois milênios e meio, a ponto de se tornar invisível para quase todo mundo. É com base nesse critério estúpido – a língua escrita dos “clássicos” – que se fixou, nas diversas nações, o modelo de “língua certa” que, no Brasil, atende pelo nome infeliz de norma culta. No caso brasileiro, a coisa é ainda mais cruel porque, fruto de processo colonial, nosso padrão idiomático se inspira numa língua escrita do outro lado do Atlântico, em outro hemisfério, em meados do século XIX. Por isso, não podemos começar frase com pronome oblíquo, nem usar “ele” como objeto direto (“eu vi ele”), nem dizer “prefiro mais X do que Y”, nem “o filme que eu gosto”, embora tudo isso constitua a gramática de uma língua autônoma, o português brasileiro, com mais de 500 anos de idade e 200 milhões de falantes (a terceira mais falada no Ocidente)! Até quando, meu pai Oxóssi?

(Marcos Bagno, agosto de 2008 – http://www.portuguesepoesia.

com/?page=cronica&id=107 – com adaptações)

No trecho “... em que a palavra diversidade impera, assim como a exigência de que ela seja respeitada e valorizada...” (2º§), a expressão em que refere-se

 

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2422234 Ano: 2012
Disciplina: Legislação da Defensoria Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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No que se refere à Defensoria Pública, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A Defensoria Pública não está sujeita a rupturas ou fracionamentos. Isso permite que seus membros se substituam uns aos outros, a fim de que a prestação da assistência jurídica aconteça sem solução de continuidade, de forma a não deixar os necessitados sem a devida assistência.
( ) A caracterização do Defensor Público como agente político é compreendida porque suas funções ou atribuições têm assento constitucional, além de possuir autonomia funcional e não se sujeitar imediatamente ao regime jurídico comum dos servidores públicos.
( ) O Defensor Público representa os beneficiários da assistência jurídica gratuita com os poderes gerais para o foro (cláusula ad judicia), sempre mediante a outorga de procuração, mesmo que particular.
A sequência está correta em
 

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2422042 Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma infração gravíssima.
 

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Relacione os instrumentos de defesa ambiental com suas respectivas conceituações.
1. COP.
2. IPCC.
3. Protocolo de Kyoto.
4. MDL.
( ) Compromisso de redução da emissão de gases causadores do efeito estufa.
( ) Mecanismo de desenvolvimento limpo através dos créditos de carbono e investimentos ambientais.
( ) Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança Climática realizada em cada edição numa localidade distinta.
( ) Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas.
A sequência está correta em
 

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2421997 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Em linguagem documentária no universo de trabalho da classificação foram demarcados três planos de trabalho. Qual é o plano dos números que representam os conceitos e se esforça para tirar os homônimos e sinônimos, designados como resíduos, possibilitando a representação dos assuntos existentes nos documentos e a manipulação do arranjo dos documentos?
 

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