Magna Concursos

Foram encontradas 925 questões.

2420587 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:
A NBR 6122:1996 define como critérios às disposições construtivas para fundações superficiais, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2420584 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:
Um comerciante do ramo de bares e lanchonetes, que deseja realizar suas atividades utilizando mesas e cadeiras nos passeios públicos, deverá observar, conforme o disposto no Código Municipal de Posturas de Uberlândia, que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2420534 Ano: 2012
Disciplina: Arquivologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:
O método de arquivamento alfabético é prático e bastante simples. No caso de arquivos de correspondência, proporciona consulta direta e rápida. Ordene os nomes a seguir, que representam remetentes que já enviaram correspondência ao município de Uberlândia, seguindo o método alfabético e suas devidas especificidades.
1. Menotti Del Picchia.
2. Dulcinéia de Souza Dias.
3. 3 Irmãos Confecções Ltda.
4. O Estado de São Paulo.
5. Humberto Alencar Castelo Branco.
6. VASP.
7. Valdomiro da Costa Vasquez.
A sequência está correta em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto I

A maldição da norma culta

Impossível calcular o estrago que o termo “norma culta” vem causando nos meios educacionais e, em geral, na cultura brasileira. Enquanto ele não for definitivamente jogado no lixo e incinerado, vai ser difícil examinar as relações entre linguagem e sociedade sob uma ótica serena e bem fundamentada. Por quanto tempo ainda teremos de viver sob a maldição da norma culta?

Embora alguns linguistas usem esse termo com outros sentidos, a retumbante maioria das pessoas se refere à norma culta como um modelo idealizado de língua “certa”, “bonita” e “elegante”, que elas mesmas não sabem dizer onde, quando nem por quem foi estabelecido, mas que, apesar disso, merece toda a reverência do mundo, como se fosse uma doutrina sagrada, ditada pelo próprio Deus a seus profetas. Numa época em que se questiona tudo, em que se protesta contra toda forma de discriminação, contra qualquer prescrição no que diz respeito às relações sexuais, às crenças religiosas, aos modos de se vestir, de viver, de comer, de criar os filhos etc., em que a palavra diversidade impera, assim como a exigência de que ela seja respeitada e valorizada, é espantoso que só o uso da língua permaneça sujeito a uma regulação restritiva e tacanha. O dogma da infalibilidade papal virou piada, mas quase ninguém zomba dos dogmas gramaticais (mais velhos que a religião cristã). Por que os rótulos de “certo” e “errado” são abandonados, e até ridicularizados, em outras esferas da vida social, mas permanecem vivos e ativos quando o assunto é língua? Por que ninguém se dá conta de que a nebulosa norma culta é um produto humano e, portanto, imperfeito, falho e suscetível de contestação e reformulação?

Impera na cultura ocidental uma concepção de língua tosca e burra, fixada trezentos anos antes de Cristo. Impregnados dos preconceitos da época, os primeiros gramáticos repudiaram todo e qualquer uso de língua que não fosse, primeiro, escrito (a fala, para eles, era um caos completo) e, não bastasse, escrito por meia dúzia de “grandes autores”, todos mortos. Essa doença torpe se propagou nos últimos dois milênios e meio, a ponto de se tornar invisível para quase todo mundo. É com base nesse critério estúpido – a língua escrita dos “clássicos” – que se fixou, nas diversas nações, o modelo de “língua certa” que, no Brasil, atende pelo nome infeliz de norma culta. No caso brasileiro, a coisa é ainda mais cruel porque, fruto de processo colonial, nosso padrão idiomático se inspira numa língua escrita do outro lado do Atlântico, em outro hemisfério, em meados do século XIX. Por isso, não podemos começar frase com pronome oblíquo, nem usar “ele” como objeto direto (“eu vi ele”), nem dizer “prefiro mais X do que Y”, nem “o filme que eu gosto”, embora tudo isso constitua a gramática de uma língua autônoma, o português brasileiro, com mais de 500 anos de idade e 200 milhões de falantes (a terceira mais falada no Ocidente)! Até quando, meu pai Oxóssi?

(Marcos Bagno, agosto de 2008 – http://www.portuguesepoesia.

com/?page=cronica&id=107 – com adaptações)

Assinale a alternativa que NÃO expressa uma opinião do autor.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A desertificação é um problema que vem gerando pesquisas e muita preocupação às autoridades internacionais preocupadas com o clima no planeta. A Conferência das Nações Unidas de Luta Contra a Desertificação realizada no Quênia, em 1977, é considerada o primeiro grande esforço internacional para tratar da contenção deste fenômeno e ocorreu em decorrência da
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2420406 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:
No que se refere à ética profissional, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2420398 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:

Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem é dispensável a licitação para aquisição de bens ou serviços.

( ) As sociedades de economia mista, por terem capital particular em seu patrimônio, estão desobrigadas de realizarem licitações.

( ) Dependendo do bem ou serviço a ser adquirido, a Administração poderá realizar processo licitatório em sigilo.

( ) É inexigível a licitação, por inviabilidade de competição, para contratação de profissional de qualquer setor artístico, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.

A sequência está correta em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2420316 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:
O princípio contábil do custo como base de valor é fundamental para o entendimento do conceito de valor em contabilidade. O ajuste do custo de aquisição de um ativo para um valor diferente é necessário quando o seu valor contábil supera o seu valor recuperável. Dada a extrema importância desse princípio, a contabilidade desenvolveu e formalizou nos últimos anos, em âmbito internacional, o conceito de impairment. Um equipamento de produção contínua, que gera fluxo de caixa dentro de uma linha de produção de produtos claramente identificáveis, tem o seguinte valor ao final de um exercício:
Valor de aquisição = R$ 2.000,00
(-) Depreciação Acumulada = (R$ 800,00)
Valor contábil líquido = R$ 1.200,00
Há evidências de que o valor contábil está superior ao valor de mercado ou valor em uso com as seguintes mensurações:
Valor líquido de venda = R$ 950,00
Valor em uso = R$ 800,00
Neste caso, o impairment será de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto

As lições do capitão

Normalmente, um naufrágio de grandes proporções mobiliza a atenção do público em função das mortes que provoca e dos mistérios que cercam o ocorrido. Com o naufrágio do navio italiano Costa Concórdia foi diferente: mesmo tendo causado um número pequeno de vítimas fatais, o acidente não sai do noticiário. O motivo é a incrível performance do capitão Schettino, que abandonou o navio antes dos passageiros e dos tripulantes, para a estupefação geral.

Não deixa de ser uma boa notícia: por remeter a questões relacionadas à honra, bravura, solidariedade e outras qualidades escassas, tal interesse pode ser interpretado como um impulso moral coletivo, coisa alentadora nestes tempos marcados, simultaneamente, por uma grande interconectividade e por um individualismo exacerbado. E no qual os discursos de uma ética global, financeira, ambiental ou política perdem-se na retórica e na queda de braço entre a sociedade civil, o Estado e as corporações: ninguém quer largar o osso, mas, na hora do naufrágio, todo mundo quer pular primeiro.

Uma coisa é pedir arrego na iminência de um ataque pirata no século XVI. O barbudo capitão agarra-se a um barril, e, caso sobreviva, abriga-se numa ilhota caribenha, onde terá tempo e paz para repensar seus atos ou, simplesmente, dar graças aos céus, no gozo da condição de covarde consumado. Outra coisa é pular do navio a poucas braçadas da costa, deixando centenas de semelhantes à própria sorte.

O dever, imputado a um capitão, de ser o último a deixar o navio, é velho, remonta às navegações da antiguidade clássica, mas é até hoje usado, não apenas nas leis de navegação, mas como metáfora na análise de atitudes várias nas relações sociais. No âmbito das empresas, por exemplo: o gerente recém-empossado que, diante da crise de seu departamento, ou de sua própria inépcia, deixa seus comandados na mão e corre para a primeira oferta de emprego, é hoje figurinha fácil, sobretudo nos meios de experimentação tecnológica. Faz-nos pensar, também, no quanto o ensimesmamento psicológico, em paradoxal anteposição à eclosão geométrica de redes sociais, se torna a regra de ouro numa era que se quer avançada e inventiva.

(Arnaldo Bloch. Jornal O Globo, 21.01.12 / adaptado)

Na expressão “largar o osso” utilizada no texto, observa-se o uso da conotação. Assinale a alternativa em que esse recurso também é utilizado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2420205 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:

A Constituição da República possui em suas disposições algumas funções essenciais à justiça, a fim de viabilizar o seu funcionamento. Ela estipula o direito de acesso à justiça, como um dos direitos fundamentais a todos. Relacione as colunas, vinculando os órgãos às características correspondentes.

1. Ministério Público.
2. Advocacia Pública.
3. Defensoria Pública.

( ) Com a Emenda Constitucional nº 45/04, se fortaleceu, pois teve assegurada autonomia funcional e administrativa.

( ) Defende a execução das políticas públicas, dentro dos primados do Estado Democrático de Direito.

( ) Instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

A sequência está correta em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas