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Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática para o ensino fundamental ao falar sobre as relações professor-aluno assim se expressam: “Outra das funções do professor é como mediador, ao promover a confrontação das propostas dos alunos, ao disciplinar as condições em que cada aluno pode intervir para expor sua solução, questionar, contestar. Nesse papel, o professor é responsável por arrolar os procedimentos empregados e as diferenças encontradas, promover o debate sobre resultados e métodos, orientar as reformulações e valorizar as soluções mais adequadas.” Nessa perspectiva, o professor:
I - Decide se é necessário prosseguir o trabalho de pesquisa de um dado tema ou se é o momento de elaborar uma síntese, em função das expectativas de aprendizagem previamente estabelecidas em seu planejamento.
II - Atua como controlador ao estabelecer as condições para a realização das atividades e fixar prazos, sem se esquecer de dar o tempo necessário aos alunos.
III - Atua como um incentivador da aprendizagem.
IV - Estimula a cooperação entre os alunos, tão importante quanto a própria interação adulto/criança.
Conforme o documento acima citado, estão CORRETAS as afirmativas contidas nos incisos
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A alimentação da criança, desde o nascimento e nos primeiros anos de vida, tem repercussões ao longo de toda a vida. Sabe-se que o aleitamento materno é um importante componente da alimentação infantil ótima.
A adequação nutricional dos alimentos complementares é fundamental para a prevenção de morbimortalidade na infância, incluindo desnutrição e sobrepeso. Sobre a escolha dos alimentos complementares, analise as afirmativas abaixo marcando V (Verdadeira) ou F (Falsa).
( ) A criança pode ser alimentada com os alimentos disponíveis para a família, assegurando-se a consistência e a densidade energética adequadas. Preparações como sopas, mingaus e leites diluídos devem ser incentivados.
( ) As crianças (e depois, como adultos) tendem a preferir os alimentos da maneira como eles foram apresentados inicialmente. Por isso, é recomendável que se ofereçam inicialmente à criança alimentos com baixos teores de açúcar e de sal.
( ) É desaconselhável oferecer leite de vaca não modificado, principalmente quando cru e puro, a menores de 1 ano, porque o seu uso está associado à perda sanguínea fecal e deficiência de ferro.
( ) Deve-se evitar dar bebidas açucaradas, pois elas diminuem o apetite da criança para alimentos mais nutritivos e podem causar fezes amolecidas. Chá e café também são desaconselháveis, porque podem interferir na absorção de ferro.
( ) Recomenda-se introduzir os novos alimentos gradualmente, um de cada vez. O fato de a criança recusar determinado alimento deve ser interpretado como uma aversão permanente dessa criança ao alimento.
( ) Os alimentos complementares devem ser oferecidos à criança utilizando-se a mamadeira, que é bem aceita por crianças pequenas. Os copos devem ser evitados porque, além de ser uma fonte de contaminação para a criança, prejudicam a dinâmica oral.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Em relação à Babesia spp., assinale a alternativa que indica seu principal vetor.
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Na teoria de adensamento unidimensional de Terzaghi, todas as hipóteses abaixo são verdadeiras, EXCETO
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O valor da expressão !$ (\dfrac{1}{6})^2+\sqrt{\dfrac{1}{16}}\times(1-\dfrac{1}{5})^3 !$
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Analise a tabela.

O período em questão marca uma rápida expansão da economia mineira. Assinale, entre os fatores abaixo relacionados, aquele que NÃO contribuiu para esse crescimento.
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Uma mãe tem 32 anos, e seus filhos têm 4, 5 e 7 anos. Daqui a 6 anos, a diferença entre a soma das idades dos três filhos e a idade da mãe será de
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INSTRUCTION: Read the texts and answer the questions.
Text 1
Iceland's eruptions could have global consequences
Blasts of lava and ash erupted from a volcano in southern Iceland on Monday and small tremors rocked the ground. This created fears of a larger explosion at the nearby Katla volcano.
History has shown that when the Eyjafjallajökull volcano erupts, Katla follows — the only question is how soon. And Katla, located under the massive Myrdalsjökull ice cap, threatens disastrous floods and explosive blasts when it blows.
Saturday's eruption at Eyjafjallajökull (pronounced AYA-feeyapla-yurkul) — dormant for nearly 200 years — forced at least 500 people to evacuate. Most have returned to their homes, but authorities were waiting for scientific assessments to determine whether they were safe to stay. Residents of 14 farms nearest to the eruption site were told to stay away.
Several small tremors were felt early Monday, followed by lava and steam rocketing into the air.
Iceland sits on a large volcanic hot spot just between the Eurasian plate and the North American plate. Eruptions, common throughout Iceland's history, are often caused by seismic activity when the Earth's plates move and when magma from deep underground pushes its way to the surface.
Like earthquakes, predicting the timing of volcanic eruptions is an imprecise science. An eruption at the Katla volcano could be disastrous, however — both for Iceland and other nations.
Iceland's Laki volcano erupted in 1783, freeing gases that turned into smog. The smog made dramatic changes to the weather. Many died from gas poisoning in the British Isles. Crop production fell in Western Europe, and this caused famine. This is why some even linked the eruption to the French Revolution. Painters in the 18th century illustrated bright red sunsets in their works.
The winter of 1784 was also one of the longest and coldest on record in North America. New England reported a record stretch of below-zero temperatures and New Jersey reported record amounts of snow. The Mississippi River also reportedly froze in New Orleans.
Unlike the powerful volcanoes along the Pacific Ocean, Iceland's volcanoes occur in an area where two of the earth's plates are moving apart from each other. They are also unique in that many erupt under ice sheets with little warning. It is one of the few places in the world where volcanic eruptions often go undetected because they can't be easily seen.
Magnus Tumi Gudmundsson, a geologist at the University of Iceland who flew over the site on Monday, said the beginning of Saturday's eruption was so indistinct that it initially went undetected by geological instruments. Many of the tremors were below magnitude 2.6.
Using thermal cameras and radar to map the lava flow, Gudmundsson and other scientists were able to determine that the lava from Eyjafjallajökull was not moving toward the ice caps, reducing any threat of floods. He said he and other scientists were watching Katla but Monday's trip was meant to assess immediate risk.
Andy Russell from Newcastle University went with a team to Iceland before the eruption. "From records, we know that every time Eyjafjallajökull erupts, Katla has also erupted". Russell said past Katla eruptions have caused floods the size of the Amazon and sent rocks as big as houses tumbling down valleys and roads. The last major eruption took place in 1918. Floods followed in as little as an hour.
Those eruptions have posed risks to residents nearby, but most of Iceland's current population of 320,000 live in the capital of Reykjavik on the western part of the island.
Southern Iceland is not very populated but has both glaciers and unstable volcanoes — a destructive combination. (…)
Adapted from: http://usatoday30.usatoday.com/tech/science/2010-03-22-iceland-volcano_N.htm.
Scientists cannot really predict when volcanoes are about to erupt in Iceland because
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No quadro abaixo, temos

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E agora, Joaquim?
“Há terríveis mentiras circulando o mundo, e o pior é que metade delas é verdade.”(Winston Churchill)
Em conversas reservadas, o novo ministro da Fazenda disse a interlocutores que encontrou as contas públicas em situação pior do que esperava. Como no poema de Carlos Drummond de Andrade, no qual ele faz tantas indagações a José, mostrando sua visão pessimista do cotidiano, chegou a hora de perguntarmos àquele que vai tomar as rédeas de nossa economia: e agora, Joaquim? O que fazer com a fraqueza da economia mundial atrelada à deterioração de nossa situação fiscal, conjugada com o pífio crescimento e com a inflação bastante pressionada? Será que a presidente, que tanto zombou dos eleitores no processo eleitoral, está consciente de que a festa acabou? O nosso déficit nominal em relação ao PIB já ultrapassou 5% nos últimos 12 meses, e a crise russa pode vir a representar uma ameaça de contágio, caso gere pânico no mercado. Com a recuperação da economia norte-americana, a tendência, nesse caso, seria estimular os investidores a buscarem a solidez do dólar, em detrimento de outras moedas, principalmente do real. Se isso acontecer em larga escala, três consequências serão sentidas de imediato: o câmbio foge do controle, os juros se elevam, e o endividamento interno e externo vira uma bola de neve. Como diria Carlos Drummond de Andrade, não veio a utopia, e tudo acabou, e tudo fugiu, e tudo mofou. E agora, Joaquim? É óbvio que o pior da crise ainda não passou. Talvez não tenha, sequer, chegado.
Haverá pressão de custos a exemplo da energia elétrica – que já subiu, e vai subir muito mais –, sem falar em outros preços administrados, como tarifas de ônibus, derivados do petróleo e, agora, até da água, provocando reação em cadeia. Corrigir os rumos que a ausência de lógica, praticada por Guido Mantega e sua equipe, impôs – como fruto de sua subserviência nata e hereditária – ao nosso ordenamento econômico, não vai ser tarefa fácil. Aliás, a postura adequada para se enfrentar o que vem por aí requer independência dos formuladores do planejamento estratégico, para desasnar distorções de toda ordem, provocadas pelo amadorismo e pela letargia da equipe que se despediu.
Joaquim Levy, ao contrário, tem credibilidade, competência, coragem e independência para enfrentar os desafios e assumir responsabilidades. É inadmissível pensar que ele possa, a exemplo de seu antecessor, ser monitorado e/ou cooptado para amaciar a base de sustentação do governo, cuja capacidade de barganha foi dimensionada no famigerado toma lá, dá cá, de final de ano, quando a contabilidade criativa atingiu o paroxismo, para que as contas do governo pudessem ser fechadas. É bem provável que ele reintroduza um conceito velho, mas atual, de forma bem perceptível ao povo brasileiro: o do trade-off, que se caracteriza por uma ação econômica que visa à resolução de problema, mas acarreta outro, obrigando o decisor a um dilema bem ao estilo da Escolha de Sofia. Ocorre quando se abre mão de algum bem ou serviço distinto para se obter outro bem ou serviço, igualmente distinto.
E é inegável que esse trade-off deva sempre ser bem explicado. Por exemplo: a inflação dificilmente ficará no centro da meta nos dois próximos anos. O Brasil depende de importações, e o dólar valorizado acentuará a inflação, ainda que possa atuar como incentivo aos exportadores. Como nenhum compromisso assumido na campanha tem mais valor, que tal acelerar o projeto que atualiza a CLT, já que o modelo sindical brasileiro é arcaico e inconveniente, pois não permite que os sindicatos negociem diretamente por empresa, mas por categoria? Outra grande tarefa do ministro será convencer os brasileiros de que é necessária uma política fiscal à longo prazo, austera o suficiente para aumentar a poupança pública. Não vejo como o Brasil possa crescer a taxa próxima de 5% ao ano, sem que a poupança interna esteja em torno de 23% do PIB, e a externa girando ao redor de 2%. E agora, Joaquim? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; Joaquim, e agora?
(GOMES, Wagner. E agora, Joaquim? Revista Viver. p. 46. 6 de fevereiro de 2015.)
Para construir a sua argumentação, o autor usa vários recursos discursivos. Entre esses recursos NÃO se encontra:
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