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[...] Os bancos se acomodavam em fileiras [...] e os alunos se sentavam lado a lado, em duplas. Bancos e alunos olhavam para diante, onde era possível encontrar uma professora parada ao lado de uma lousa negra, retangular [...] (Narodowski, 2001)
O trecho acima descreve, como diria Freitas (2007), uma “forma escolar” que indica uma proposta educacional:
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Segundo os estudos de Emilia Ferreiro, a escrita, como conjunto de sinais inicialmente organizados, passa à escrita como objeto simbólico, por meio:
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Emilia Ferreiro afirma que, para compreender o que significa o ingresso nas culturas da escrita, é preciso pensar na sociedade, mais do que na escola, e é necessário pensar na escrita como objeto cultural criado por inúmeros usuários, consolidado através dos tempos e carregado de sinais deixados propositalmente por grupos sociais que se sucederam ao longo do tempo. Entrar na cultura da escrita pressupõe muito mais do que conhecer as letras. Implica compreender:
I. como se organiza a língua quando se torna língua escrita (como se narra por escrito, como se informa por escrito, como se fazem solicitações, como se agradece e como se felicita alguém por escrito, ou seja, como se realizam por escrito os atos de fala, já conhecidos nos contextos orais).
II como são os objetos criados pela cultura escrita (os vários objetos mencionados antes, que têm nomes específicos e os diversos tipos de livros que chamamos de enciclopédias, contos ilustrados, dicionários, livros de poesia, antologias e muitos outros).
III compreender que tipo de texto é característico de cadaumdos diversos objetos citados, tendo como base indicadores específicos como, por exemplo: o formato, a presença ou não de ilustrações, a organização tipográfica, etc.
IV. como são as instituições criadas pela cultura escrita: as bibliotecas, as editoras, as livrarias, mas conhecer também os jornalistas, os escritores, ou seja, as várias profissões construídas pelos usos sociais da escrita.
São implicações de entrada na cultura da escrita as afirmativas:
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O espaço é entendido em diferentes dimensões: a física, a relacional, a temporal e a funcional. Assim, elas se legitimam como um elemento curricular que não é neutro, tornando-se estimulador ou dificultador das aprendizagens. Horn (2007) sugere uma ideia para compor o espaço como estimulador de aprendizagem:
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Um planejamento significativo na Educação Infantil, elaborado numa perspectiva histórico-cultural, tem como sujeito principal:
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Considere as afirmativas sobre as rotinas em creches e pré-escolas:
I. A rotina deve ser estanque e inflexível, até pela definição da própria palavra.
II. Uma rotina de trabalho é importante para a estruturação de um grupo de crianças (também dos adultos!).
III. A rotina envolve a disciplina, a sistematização e a organização, e é pelo seu uso que o tempo e o espaço se estruturam para a criança.
IV. É preciso priorizar o horário da merenda, interrompendo as atividades, pois o atraso pode prejudicar o trabalho das merendeiras.
Segundo as reflexões de Barbosa (2006), as afirmativas que definem a dinâmica sobre as rotinas e condizem com a sua proposta são:
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Barbosa (2006) nos leva a questionar as rotinas na Educação Infantil e a refletir sobre elas; a autora mostra que é possível repensar o cotidiano pedagógico, prestando mais atenção:
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A professora propôs que a turma de 5 e 6 anos de idade produzisse textos sobre os temas trabalhados ou algum outro que fosse do interesse dela. De acordo com uma perspectiva histórico-cultural da apropriação da linguagem oral e escrita, pode-se constatar que:
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Considerando que toda ação pedagógica implica um agir político, a adoção do termo “projeto político-pedagógico” sintetiza bem a dimensão pedagógica e política que deve perpassar todo o trabalho educativo, tendo em vista um projeto de escola permanentemente articulado às demandas reais da sociedade. Qual a definição de projeto político-pedagógico segundo esta perspectiva?
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