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Foram encontradas 690 questões.

1515376 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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O Jornal O GLOBO de 29/05/2017 trouxe a seguinte reportagem "Educação básica é fundamental no desenvolvimento intelectual de crianças e jovens"
Os primeiros anos de escola impactam muito na vida acadêmica e profissional de um cidadão.
São nos primeiros anos de escola, na educação básica, que começam a ser formados os profissionais do amanhã. Esses cidadãos serão os responsáveis pelo desenvolvimento social e crescimento econômico do país no futuro. Já pensou na responsabilidade?
Como o próprio nome já diz, o ensino fundamental é a fase mais importante da vida da criança, na qual ela receberá todos os conceitos educacionais, os fundamentos. Nesse período, a criança é preparada para ser um cidadão ético e um profissional competente. Se ela tem isso desde a base, vai longe e será um grande profissional.
"O aprendizado é feito de forma espiral, a cada momento vai aprofundando um pouco mais. Se isso não é desenvolvido da maneira correta, criam-se lacunas que vão repercutir na adolescência e na vida adulta", diz Wagner Devasto, diretor e mantenedor do Colégio Sirius, de Sorocaba.
A educação pode ser comparada à construção de um prédio. É impossível levantar uma obra sem ter uma base sólida. Portanto, investir em educação é também contribuir ativamente para a construção de uma sociedade mais justa. "Para que alguém seja um bom profissional, é necessário construir um bom alicerce e isso se dá no ensino fundamental", afirma o pedagogo Carlos Antonio Gomes de Oliveira Freitas, professor do Colégio Anchieta, de Recife, em Pernambuco.
O conhecimento deve ser construído, não decorado. Na busca pelas respostas, nas pesquisas, o aluno vai fazendo as conexões e, dessa maneira, jamais esquece o que aprendeu. Decorar tabelas, regras e normas, por exemplo, só serve para alcançar uma boa nota nas provas. "Por isso é tão importante, desde o início, estimular o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes que contribuam para o seu crescimento", afirma o professor Freitas.
Com a mesma opinião, Wagner Devasto acredita que a escola deve preparar para a vida e não somente para o mercado de trabalho. Todas as ferramentas que instiguem a pesquisa e a curiosidade das crianças são bem-vindas. "Como escola, nosso interesse é despertar a vontade e o estímulo para estudar. Temos que instigar o aluno a aprender a aprender. A pensar e construir o seu conhecimento", complementa.
Assinale a alternativa que contém a teoria que endossa os trechos selecionados da matéria acima:
 

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1515321 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Em outubro de 1889, Benjamin Constant recebeu um convite dos jovens alunos da Escola Militar da Praia Vermelha, para comparecer a um banquete em homenagem aos oficiais do cruzador chileno Almirante Cochrane que estava em missão oficial no Brasil para os festejos das bodas de prata dos príncipes imperiais. Segundo o jornal Diário de Noticiais, Benjamin Constant fez um longo discurso em que:
Disse que pertencia a Família, ao Exército e à Pátria por quem se sacrificaria, que queria ver o Exército respeitado e inteiramente respeitador, como garantia de segurança da manutenção da ordem e tranquilidade pública e trabalhando condignamente para o engrandecimento da Pátria, respeitando os direitos públicos, desde que estes cumprissem a lei, e reagindo, até se preciso fosse, na praça pública, quando os desmandos dos governos levassem o desrespeito à lei até a conspurcação dos direitos e brios do exército, incompatíveis com a dignidade de uma classe patriótica e que ama extremamente a sua Pátria.
CONSTANT, Benjamin. Apud: CASTRO, Celso. A Proclamação da República. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000, p. 58.
A Proclamação da República, ou Golpe, que mudou a forma de governo do Brasil, em 1889, tem a seguinte explicação:
 

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1515150 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Justiça Social - Justiça ecológica
Entre os muitos problemas que assolam a humanidade, dois são de especial gravidade: a injustiça social e a injustiça ecológica. Ambos devem ser enfrentados conjuntamente se quisermos pôr em rota segura a humanidade e o planeta Terra.
A injustiça social é coisa antiga, derivada do modelo econômico que, além de depredar a natureza, gera mais pobreza que pode gerenciar e superar. Ele implica grande acúmulo de bens e serviços de um lado à custa de clamorosa pobreza e miséria de outro. Os dados falam por si: há um bilhão de pessoas que vive no limite da sobrevivência com apenas um dólar ao dia. E há 2,6 bilhões (40% da humanidade ) que vive com menos de dois dólares diários. As consequências são perversas. Basta citar um fato: contam-se entre 350-500 milhões de casos de malária com um milhão de vítimas anuais, evitáveis.
Essa antirrealidade foi por muito tempo mantida invisível para ocultar o fracasso do modelo econômico capitalista feito para criar riqueza para poucos e não bem-estar para a humanidade.
A segunda injustiça, a ecológica, está ligada à primeira. A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas. Face aos eventos extremos, possuem refrigeradores ou aquecedores e podem criar defesas contra inundações que assolam regiões inteiras. Mas os pobres não têm como se defender. Sofrem os danos de um problema que não criaram. Fred Pierce, autor de "O terremoto populacional" escreveu no New Scientist de novembro de 2009: "os 500 milhões dos mais ricos (7% da população mundial) respondem por 50% das emissões de gases produtores de aquecimento, enquanto 50% dos países mais pobres (3,4 bilhões da população) são responsáveis por apenas 7% das emissões". Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a outra, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles. A solução deve nascer da colaboração de todos, de forma diferenciada: os ricos, por serem mais responsáveis no passado e no presente, devem contribuir muito mais com investimentos e com a transferência de tecnologias e os pobres têm o direito a um desenvolvimento ecologicamente sustentável, que os tire da miséria.
Seguramente, não podemos negligenciar soluções técnicas. Mas sozinhas são insuficientes, pois a solução global remete a uma questão prévia: ao paradigma de sociedade que se reflete na dificuldade de mudar estilos de vida e hábitos de consumo. Precisamos da solidariedade universal, da responsabilidade coletiva e do cuidado por tudo o que vive e existe (não somos os únicos a viver neste planeta nem a usar a biosfera ). É fundamental a consciência da interdependência entre todos e da unidade Terra e humanidade. Pode-se pedir às gerações atuais que se rejam por tais valores se nunca antes foram vividos globalmente? Como operar essa mudança que deve ser urgente e rápida?
Talvez somente após uma grande catástrofe que afligiria milhões e milhões de pessoas, poder-se-ia contar com esta radical mudança, até por instinto de sobrevivência. A metáfora que me ocorre é esta: nosso pais é invadido e ameaçado de destruição por alguma força externa. Diante desta iminência, todos se uniriam, para além das diferenças. Como numa economia de guerra, todos se mostrariam cooperativos e solidários, aceitariam renúncias e sacrifícios a fim de salvar a pátria e a vida. Hoje a pátria é a vida e a Terra ameaçadas. Temos que fazer tudo para salvá-las.
Fonte: BOFF, Leonardo. Correio Popular, 2013 .
"Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a OUTRA, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles":
Assinale a opção em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical do vocábulo destacado nos trechos abaixo:
 

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1515139 Ano: 2018
Disciplina: Libras
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Skliar (2010), sugere uma análise crítica para a educação de Surdos "dentro de um contexto discursivo mais apropriado à situação linguística, social, comunitária, cultural e das identidades dos sujeitos Surdos". Uma educação que proporcione "uma política de significações que gere um outro mecanismo de participação dos próprios sujeitos Surdos no processo de transformação pedagógica", com destaque no fato de que "seria um equívoco conceber os Surdos como um grupo homogêneo, uniforme, dentro do qual sempre se estabelecem sólidos processos de identificação". Nesse sentido, a reflexão recairia sobre os mecanismos de poder que indicaram para o saber dos Surdos o oralismo baseados no ouvintismo; na natureza política do fracasso educacional; na desconstrução de contrastes binários e nas potencialidades educacionais para Surdos. SKLIAR, Carlos (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 4.ed. Porto Alegre: Mediação, 2010. p. 14 e 15.
Essas análises são características de qual das alternativas abaixo?
 

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1515066 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
O HOMEM
De repente, uma variante trágica.Aproxima-se a seca.
O sertanejo adivinha-a e prefixa-a graças ao ritmo singular com que se desencadeia o flagelo.
Entretanto não foge logo, abandonando a terra a pouco e pouco invadida pelo limbo candente que irradia do Ceará.
Buckle, em página notável, assinala a anomalia de se não afeiçoar nunca, o homem, às calamidades naturais que o rodeiam. Nenhum povo tem mais pavor aos terremotos que o peruano; e no Peru as crianças ao nascerem têm o berço embalado pelas vibrações da terra.
Mas o nosso sertanejo faz exceção à regra. A seca não o apavora. É um complemento à sua vida tormentosa, emoldurando-a em cenários tremendos. Enfrenta-a, estoico. Apesar das dolorosas tradições que conhece através de um sem-número de terríveis episódios, alimenta a todo transe esperanças de uma resistência impossível.
Fonte: CUNHA, Euclides da. Os sertões. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1954.
O trecho destacado pertence à obra de Euclides da Cunha, Os Sertões. O livro tem um caráter científico, podendo ser considerado um tratado geofísico e social de nosso país. O autor de Os Sertões pertence a um momento literário de transição entre a literatura do século XIX e a do século XX.
Sobre essa fase é correto afirmar que:
 

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"A chuva ácida ocorre todos os dias em determinadas regiões do País. Em São Paulo, por exemplo, quase todos os dias há o registro de chuva ácida, mas o nome é pouco usado para não causar impacto maior na população. Manaus passa pelo mesmo processo", explica a gerente do Inmet, Lúcia Gularte.
Disponível em http://www.apolo11.com/meio_ambiente.php. Acesso em 31/5/2018.
Sabendo que as implicações da chuva ácida são diretas para o meio ambiente, qual das opções abaixo NÃO representa uma consequência desse impacto ambiental?
 

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1514858 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Pequeno passeio gastronômico pelo reino animal. É interessante notar que , quanto mais subimos na árvore evolutiva dos animais, mais comestíveis eles são. Pelo que se sabe, ninguém come os representantes do filo Porífera. Cnidários, com certeza, estão muito longe de ser bons quitutes. Não se tem notícia de nenhum povo do mundo que utilize platelmintos ou nematoides como alimento. Sabe-se que os povos orientais consomem minhocas. No filo Mollusca, aumentamos o número de quitutes, tais como: mariscos, ostras, mexilhões, vieiras, caracóis e escargots, lulas, polvos e calamares. No filo Arthropoda, podemos mencionar camarões, lagostas, além de muitos outros quitutes. No filo Echinodermata, quem aprecia a culinária japonesa conhece ou já deve ter provado, ovas de ouriço-do-mar em sushi. Na China e no sul da Ásia, os equinodermos mais apreciados são as holotúrias, ou pepinos-do-mar. Esses animais são fervidos, desidratados e comercializados secos. Depois de reidratados, são utilizados em sopas e outros pratos. Os experts da gastronomia oriental recomendam as holotúrias, ou bêches-du-mer, por seu sabor exótico e suas supostas propriedades afrodisíacas. (Amabis, J; Martho, G. Biologia em contexto, 1.ed. São Paulo: Ed. Moderna, pags. 145- 146, vol.2, 2016. adaptado).
O contexto anterior menciona um filo que é caracterizado por ser triblástico, celomado, enteroceloma, tubo digestório completo, sistema circulatório pouco desenvolvido, não há sistema excretor, deuterostômios, sistema nervoso pouco desenvolvido, geralmente fecundação externa e desenvolvimento indireto. Pode-se afirmar que o filo é:
 

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1513251 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Em seu conhecido texto "As ideias fora do lugar", Roberto Schwarz esboçou o que seria uma das mais originais críticas ao liberalismo à brasileira, tanto mais porque, ao contrário das críticas reacionárias e/ou conservadoras propaladas até então, sua abordagem se pretendia "progressista" e, no limite, anticapitalista. Para o autor, o liberalismo instaurou-se no Brasil, no século XIX, adaptando-se a uma realidade social e econômica que em tese desmentia as "ideias liberais", marcada que estava pelo escravismo, pela "mediação quase universal" do favor e, portanto, pela pessoalidade dependente. É nesse sentido específico que o crítico afirmou ser o liberalismo brasileiro, no século XIX, uma "ideia fora do lugar", não para proclamar uma incompatibilidade absoluta entre realidade brasileira e ideário liberal, mas para apreender a forma concreta em que este se materializava num país como o Brasil. Absorvido e deslocado pelo favor, o liberalismo se agregava como um elemento entre outros do "padrão particular" de dominação aqui vigente, baseado na combinação perversa entre o arbítrio e a "racionalidade" dos dominantes, em detrimento dos dominados, que se viam submetidos a um tipo singular de superexploração e de ausência dos meios de contestá-la. Essa alternância entre razão e arbítrio, norma e infração, conferia às classes dominantes uma enorme margem de manobra, que lhes permitia maximizar os efeitos da dominação - movimento que Machado de Assis formalizaria com maestria por meio da figura do narrador em seus romances da segunda fase, como demonstrou Schwarz em Um mestre na periferia do capitalismo (1990)".
(QUERIDO, F.M. Liberal-conservadorismo à brasileira. In: Le Monde Diplomatique Brasil, julho, 2016, adaptado).
Com base na abordagem que o texto faz sobre o liberalismo, assinale a opção correta:
 

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1512509 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
"Tudo que acontece no universo e à nossa volta tem sua razão na vontade de um ser superior: Um deus controlava todos os fenômenos."
"A vontade dos deuses possuía controle absoluto sobre todas as coisas. Tudo acontece e tem explicação pela manifestação deles."
"Comte entende que outros seres possuem vida semelhante à dos seres humanos, mas com poderes mais elevados, como os astros que são entendidos por ele como morada dos deuses." FROSSARD DE A, Marcele. LEI DOS TRÊS ESTADOS. 2015. Disponível em: https://www.infoescola.com. Acesso em: 14/05/2018
A lei dos três estados, de Auguste Comte, é considerada como fundamental em sua teoria. Ela caracteriza-se por concepções da história humana e, segundo Comte, elas passam por três fases: teológica, metafísica e positiva. No texto acima vemos as três subdivisões do estado teológico que aparecem respectivamente como:
 

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1512467 Ano: 2018
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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O ato mastigatório pode ser dividido em três fases: fase de abertura da boca, fase de fechamento da boca e fase oclusal, nas quais há movimento mandibular por ação dos músculos da mastigação. Quanto à correlação dos músculos da mastigação e suas funções, verifique as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
1-Temporal anterior, masseter, pterigóideo medial e esfenomandibular são os músculos levantadores da mandíbula.
2-Milo-hióideo é o principal músculo abaixador da mandíbula.
3-Pterigóideo lateral e supra-hióideos são os músculos abaixadores da mandíbula.
 

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