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Leia o texto a seguir.
No nosso entendimento não podemos conceber esta manifestação popular, ou qualquer outro conhecimento da cultura corporal, reduzindo-o ao domínio do gesto motor. Vislumbramos a possibilidade de buscar uma visão integrada, superando a fragmentação entre o pensar e o fazer, pois todo conhecimento é carregado de significado histórico. E tratar destes conceitos é fundamental para uma visão de totalidade do mesmo. Neste sentido, procuramos elencar alguns eixos temáticos e seus respectivos objetivos, que poderiam nortear as nossas intervenções, os quais consideramos importantes tendo em vista a compreensão dos elementos subjetivos que compõem a capoeira.
NORONHA, Flávia D. A..; PINTO, Rúbia-Mar N. Capoeira nas aulas de educação física: uma proposta de intervenção. Pensar a Prática. Revista da pós-graduação em Educação Física / Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Educação Física, v. 7, n. 2, p. 132, jul./dez. 2004. Goiânia: Ed. UFG, 2004. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index. php/fef/issue/archive>. Acesso em: 13 fev. 2014.
Com base na reflexão elaborada por Noronha e Pinto, percebe- se que a perspectiva teórica que as autoras defendem fundamenta-se em uma análise
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A origem da história da educação física no Brasil tem dois traços muito marcantes. Um deles considera a relação com a perspectiva militar que se traduziu também pela vertente do eugenismo. Atualmente, este debate continua presente, pois, na LDB, foi reeditado um artigo que remete ao Decreto- lei n. 69.450/1971, que tornava facultativa a prática de educação física ao aluno que estiver
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A LDB (Lei n. 9394/1996), em seu artigo 28, defende que os conteúdos da educação física devem contribuir para
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Na perspectiva apresentada por Sadi (2010), o badminton entra, em princípio, como um esporte de
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Segundo Francisco M. de Carvalho Freitas (2013), do ponto de vista metodológico, existem três elementos que podem ajudar a compreender o esporte em seu contexto atual. Esses elementos são:
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Leia o texto abaixo.
[…] A alma não poderia habitar o corpo eternamente, estando sujeita à morte se a ele permanecer presa. Em nome da vida eterna é evocado um exorcismo que salva a alma do degradável corpo biológico, extirpa-a da contagem regressiva carnal para desfrutar da vida eterna. Deste prisma, o corpo tornou- se obsoleto por ser falho, condenando a alma à morte, à perda de suas potencialidades e de suas bagagens mentais. Neste sentido, damos não mais que um “adeus ao corpo”, e a alma exorcizada viverá em paz dentro de um artefato eletrônico, puro, casto, divino […]. De volta à carne, questões relacionadas a ganho rápido de massa muscular e força são muito discutidas nas instâncias esportivas, que tentam controlar o uso de substâncias anabólicas através de testes antidoping […].
MORENO, Andréa; SILVA, André Luíz. Frankenstein e cyborgs: pistas no caminho da ciência indicam um “novo eugênismo”. In: Pensar a Prática. Revista da pós-graduação em Educação Física / Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Educação Física, v. 8, n. 2, jul./dez. 2005. Goiânia: Ed. UFG, 2005. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/issue/archive>. Acesso em: 6 fev. 2014. [Adaptado].
A discussão apresentada acerca da preparação corporal, divulgada midiaticamente, leva a identificar uma
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Leia o texto a seguir.
[…] Junto com os ventos de mudança e inovações que vinham da Europa, chegam também os ecos das lutas femininas, que projetam novas perspectivas para as mulheres brasileiras como, por exemplo, o cuidado com a aparência, com a saúde e com maior presença na vida social das cidades. Obviamente, essa mudança foi lenta e mais significativa para as mulheres das camadas mais ricas da sociedade, visto que tinham maior acesso às novidades do continente europeu.
GOELLNER, Silvana Vilodre. Mulher e esporte no Brasil: entre incentivos e interdições elas fazem história. In: Pensar a Prática. Revista da pós-graduação em Educação Física / Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Educação Física, v. 8, n.1, jan./jun. 2005. Goiânia: Ed. UFG, 2005. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/issue/archive>. Acesso em 6 fev. 2014. [Adaptado].
De acordo com o texto, na retrospectiva do modus operandi do início do século XX, nos meandros da gênese dos esportes no Brasil, apreende-se a orientação doutrinária do Estado nacional e da difusão do esporte como uma necessidade do
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Leia o texto abaixo.
A biologização do corpo ganha manchetes de jornais, revistas, outdoors, anúncios de TV. Nelas se reproduzem os discursos da saúde, atividade física, moda, dieta, cirurgias plásticas […]. Como trata SANT’ANNA (2000, p. 81) “mais sutil e difuso do que um poder que reprime e aliena, há exercícios de poder em que o corpo, em vez de ser maltratado, é adulado, e em vez de ser negado, é colocado no centro das atenções, das problematizações médicas, dos questionamentos da mídia e da cultura”. Nas academias de ginástica, calçadões e clubes são explícitas a exposição e a busca de um corpo padrão presente na mídia: saudável e belo. Essa realidade é reflexo de programas de televisão, internet, revistas masculinas e femininas que criam a cada dia um estereótipo do “corpo em forma”. Corpo que propaga “saúde” e beleza padrão, vende um ideal “atingível” por meio de atividade física, dieta, lipoaspiração, implante de silicone etc. Daí, o crescimento quantitativo de academias de ginástica, produtos dietéticos, cirurgias plásticas [...]
COSTA, Eliane Melo de Brito; VENÂNCIO, Silvana. Atividade física e saúde: discursos que controlam o corpo. In: Pensar a Prática. Revista da pós-graduação em Educação Física / Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Educação Física, v. 7, n.1, mar. 2004. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/issue/archive>. Acesso em: 6 fev. 2014. [Adaptado].
Os mecanismos de difusão e divulgação dos padrões de beleza corporal são propulsores mercadológicos de determinada ideologia e de um conjunto de práticas corporais que representam as postulações fundamentais das autoras, baseadas na
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Para Vygotski (1998), as mediações da aprendizagem observadas pelo uso do brinquedo criam nexos com a realidade da criança, por isso, é capaz de desenvolver também uma
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Na educação física, a tematização dos jogos na infância é um aspecto importante da cultura brasileira. A classificação desse fenômeno nos termos do exercício, de símbolo e de regras é uma qualificação do pensamento de
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