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Foram encontradas 50 questões.

1325859 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
O vencimento, a remuneração e o provento não serão objeto de arresto, sequestro ou penhora, EXCETO nos casos de
 

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1325610 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Em uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), a avaliação do desperdício deve ser uma atividade sistemática, visto que desperdício é sinônimo de falta de qualidade. Em relação aos alimentos, existem três fatores de desperdício predominantes: fator de correção, sobras e restos. Nesse contexto, marque a opção CORRETA.
 

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1324939 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A coagulação da clara do ovo está vinculada à desnaturação das proteínas, cujas estruturas são modificadas com alteração em suas características físicas, químicas e biológicas. Marque a opção INCORRETA, com relação a essa reação.
 

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1320375 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A higienização em serviços de alimentação, seguindo normas adequadas e padrões microbiológicos recomendados pela legislação vigente, favorece o controle de qualidade e viabiliza os custos de produção. Sobre higiene alimentar, analise as afirmativas abaixo:
I. A pré-lavagem de superfícies visa à redução da quantidade de resíduos presentes, usando apenas água; esse processo geralmente promove a remoção de aproximadamente 90% dos resíduos solúveis em água;
II. A temperatura ideal para utilização da água deve ser aproximadamente 60ºC, pois, quando excessivamente quente, desnatura as proteínas, e, quando fria, pode provocar solidificação de gorduras;
III. A desinfecção pode ser realizada por meios físicos e químicos. Quando se utiliza água quente, recomenda-se uma exposição de dois minutos a 77ºC, no caso de utensílios.
Marque a opção CORRETA.
 

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1319748 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça!$ ^{(I)} !$ foi avisar a polícia!$ ^{(II)} !$. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia!$ ^{(III)} !$. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe!$ ^{(IV)} !$ e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Quanto ao uso do acento grave, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “veio à cabeça” , o acento grave está corretamente empregado, haja vista que o verbo ‘vir’ exige preposição ‘a’ e o substantivo ‘cabeça’ admite o artigo feminino ‘a’;
II. Em “foi avisar a polícia” , o não uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo direto;
III. Em “devo avisar à polícia” , o uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo indireto;
IV. Em “o amor à mãe” , pode-se confirmar o adequado emprego do acento grave antes do substantivo ‘mãe’ a partir da permuta deste por um masculino correlato.
 

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1319719 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar!$ ^{(I)} !$ um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos!$ ^{(II)} !$. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar!$ ^{(IV)} !$: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
No que toca aos processos de referenciação, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “É a loteria que poderia lhes assegurar” , o pronome ‘lhes’ se refere, no parágrafo anterior, a ‘dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo’;
II. Em “nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos” , o pronome ‘nos’ refere-se tanto ao casal de moradores de rua quanto à autora do texto;
III. Todas as formas do pronome ‘lhe’ (singular) que ocorrem no texto referem-se a ‘Rejaniel de Jesus Silva Santos’;
IV. Em “Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar” ), o nome próprio retoma a ideia anterior de que a autora foi “entendendo as razões do casal”. Essa estratégia, no entanto, não foi bem desenvolvida, uma vez que, em todo parágrafo, a referência é só a Rejaniel e não ao casal.
 

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1319621 Ano: 2012
Disciplina: Nutrição
Banca: UFS
Orgão: UFS
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F.A.S., 65 anos, casado, comerciante, procurou a Unidade de Saúde com queixa de formigamento e cãimbras em membros inferiores, bem como tonturas frequentes. Durante a anamnese alimentar e avaliação nutricional, verificou-se a presença de fatores de riscos para diabetes, como: obesidade, sedentarismo, antecedentes familiares e hábitos alimentares inadequados. Diante desta situação e à luz das Diretrizes da SBD (2009), avalie os cuidados nutricionais que devem ser incorporados na assistência a este paciente.
I) Orientar para perder peso e modificar sua alimentação, incluindo dieta isenta de açúcar, hipocalórica e antifermentativa;
II) Limitar a ingestão de ácido graxo saturado para menos de 7% das calorias totais e o colesterol para menos de 200mg/dia, com a finalidade de reduzir o risco cardiovascular;
III) Orientar para a adoção de prática de atividade física regular, reeducação alimentar com ênfase em um plano alimentar rico em ácidos graxos monoinsaturados, os quais podem repercutir em melhora da glicemia de jejum, sem promover ganho de peso quando isocalórico.
Assinale a opção CORRETA.
 

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1319529 Ano: 2012
Disciplina: Nutrição
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Os guias alimentares (GA) são orientações dietéticas para o público e se constituem em instrumentos educativos que facilitam a orientação nutricional, pois adaptam conhecimento científico em mensagens práticas que auxiliam as pessoas na seleção e consumo de alimentos saudáveis. Os GA apresentam as seguintes características, EXCETO:
 

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1494058 Ano: 2012
Disciplina: Nutrição
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Para otimizar e qualificar o trabalho do nutricionista, sugere-se a utilização de protocolos de triagem nutricional já validados e referenciados na literatura científica. Uma vez selecionados pela triagem nutricional, cabe ao nutricionista classificá-los de acordo com o nível de assistência em nutrição.
Analise as assertivas, classifique-as como verdadeiras (V) ou falsas (F) e marque a opção com sequência CORRETA de cima para baixo.
I. ( ) O nível primário de atendimento envolve os pacientes que não necessitam de dietoterapia específica para seus agravos e não apresentam risco nutricional;
II. ( ) O nível secundário atende aos pacientes em dietoterapia específica por patologia, porém isento de fator de risco nutricional, desde que o curso clínico não ultrapasse 14 dias;
III.( ) O nível terciário abrange os pacientes que contemplam os dois critérios estabelecidos, ou seja, necessitam de dietoterapia específica para o tratamento de seus agravos e não apresentam fatores de risco nutricional.
Questão Anulada

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1481934 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A ética profissional conduz à moralidade do exercício da profissão. O Código de Ética do Nutricionista, aprovado pela Resolução Nº 334/2004, do Conselho Federal de Nutricionistas, dispõe no capítulo II art. 4º sobre os direitos do profissional. Relativo a esses direitos, identifique as assertivas abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F).

I. Quando no exercício profissional, deve identificar-se, informando sua profissão, nome, número de inscrição no Conselho Regional de Nutricionistas e respectiva jurisdição;

II. Primar pelo decoro profissional, assumindo inteira responsabilidade pelos seus atos em qualquer ocasião;

III. Somente permitir a utilização do seu nome e título profissionais por estabelecimento ou instituição onde exerça, pessoal e efetivamente, funções próprias da profissão;

IV. A garantia e defesa de suas atribuições e prerrogativas, conforme estabelecido na legislação de regulamentação da profissão e nos princípios firmados no Código de Ética.

Assinale a opção que apresenta sequência CORRETA.

Questão Desatualizada

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