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Sobre as danças indígenas brasileiras, assinale a alternativa correta.
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A respeito das contribuições de Mercedes Baptista para a dança, assinale a alternativa correta.
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Quanto à dança de salão, assinale a alternativa correta.
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Acerca dos batuques de umbigada e da respectiva história no Brasil, assinale a alternativa correta.
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A respeito de Jean-Georges Noverre e as respectivas contribuições para o balé, assinale a alternativa correta.
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Acerca de circuitos elétricos lineares e as respectivas grandezas, assinale a alternativa correta.
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Observando o estilo narrativo de Jean Renoir e de Orson Welles, André Bazin aponta uma utilização menos acidental e mais sistemática da “profundidade de campo” e do que ele denominou plano-sequência. (...). Esse fenômeno da profundidade de campo tem a sua importância dramática. (...). De modo gral, quanto maior a profundidade de campo, maior é a possibilidade de concentrar informações num único plano.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. 2005, Paz e Terra, p. 80.
Considerando os ensaios teóricos de André Bazin e sua compreensão do realismo cinematográfico, assinale a alternativa correta.
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Posicionar a câmera pode parecer uma decisão industrial baseada na iluminação ou em outras considerações técnicas. Mas a técnica deve ser usada para simular a maneira como a consciência humana se comporta em um acontecimento, caso contrário, o acontecimento não terá essência.
Estes são alguns lembretes a respeito da relação da câmera com os eixos ou linhas de tensão de uma cena. Trata-se de linhas invisíveis de fortes sentimentos que você deve traçar entre as pessoas e objetos mais importantes de uma cena. Às vezes elas também são linhas de visão e têm um grande potencial dramático (mudanças de campo de visão, por exemplo) e costumam dominar a composição. Linhas de tensão e linhas de visão justificam ângulos de câmera especiais e sugerem as conexões emocionais (e, portanto, pontos de vista) associadas a personagens específicos.
RABIGER, Michael. Direção de cinema: técnica e estética, Campus / Elsevier, Rio de Janeiro, 2007, p. 268.
Assinale a alternativa correta acerca dos principais procedimentos de preparação da direção em uma realização audiovisual.
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Em sentido estrito, o “som fora de campo” no cinema é o som acusmático relativamente àquilo que é mostrado no plano, ou seja, cuja fonte é invisível num dado momento, temporária ou definitivamente. Em contrapartida, chamamos “som in” aquele cuja fonte aparece na imagem e pertence à realidade que evoca. Em terceiro lugar, propomos chamar especificamente “som off” aquele cuja suposta fonte não só está ausente da imagem, mas que é também não diegética, ou seja, está situada noutro tempo e noutro lugar, que não a situação diretamente evocada: é o caso, muito corrente, das vozes de comentário ou de narração, ditas em inglês voice-over, e, evidentemente, da música de fosso.
CHION, Miche. A Audiovisão: Edições Texto & Grafia, Lisboa, 2008, p. 62.
No filme A mulher sem cabeça (2008), da cineasta argentina Lucrécia Martel, há uma sequência que faz um uso notório da linguagem sonora. Na sequência, a personagem Verônica (interpretada por Maria Onetto) dirige o carro em uma estrada e escuta uma música no rádio. Subitamente, ela se abaixa para procurar algo no carro, que treme, e o espectador escuta o barulho de uma colisão com um objeto que estava na estrada. Como a câmera não corta, e não se vê nem se identifica com que o carro colidiu, o espectador não tem certeza se foi uma colisão com um objeto, um animal ou um ser humano. Logo após a batida, Verônica desacelera e para o carro. A câmera, contudo, continua dentro do carro, e a música que ela escuta não é interrompida, desdramatizando a ação.
Relacionando os conceitos expostos por Michel Chion com a descrição da cena de A mulher sem cabeça, assinale a alternativa correta.
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A crítica de cinema feminista dominante de modo algum reconhece a experiência de espectadoras negras. Sequer considera a possibilidade de que mulheres possam construir um olhar opositor através do entendimento e da consciência das políticas raciais e do racismo. A teoria feminista do cinema baseada numa moldura psicanalítica a histórica que privilegia a diferença sexual suprime ativamente o reconhecimento da raça, reencenando e espelhando o apagamento da feminilidade negra realizado pelos filmes, silenciando qualquer discussão sobre a diferença racial – a diferença sexual racial.
HOOKS, Bell. Olhares negros: raça e representação. Editora Elefante, São Paulo, 2019, pg. 223.
A partir do texto de Bell Hooks, assinale a alternativa correta.
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