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Bruno, proprietário da fazenda Boa Esperança, possuía diversos
cavalos, utilizados para lazer e turismo rural.
Durante uma ventania moderada, o portão do curral, já
enferrujado e sem manutenção adequada, foi danificado,
permitindo que um dos animais escapasse e alcançasse uma via
rural próxima à propriedade. O cavalo colidiu com o automóvel
conduzido por Carla, que não possuía habilitação para dirigir.
O impacto causou danos materiais expressivos e ferimentos leves
à motorista, que propôs ação indenizatória, pleiteando reparação
por todos os danos sofridos. Em contestação, Bruno sustentou que não deveria indenizar, pois
o acidente decorreu de força maior, já que o portão cedeu devido
ao vento e, também, porque Carla, ao conduzir o veículo sem
habilitação, agiu com culpa exclusiva.
Considerando a legislação aplicável, é correto afirmar que Bruno:
Considerando a legislação aplicável, é correto afirmar que Bruno:
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Joana celebrou contrato de locação residencial, com prazo de 30
meses, com Mário Simão, legítimo proprietário do imóvel. Duas
cláusulas chamavam atenção: a cláusula quinta, que continha o
seguinte texto: “A locatária renuncia expressamente a qualquer
indenização, ressarcimento ou direito de retenção por
benfeitorias de qualquer natureza (necessárias, úteis ou
voluptuárias), ainda que autorizados pelo locador”; e a cláusula
12ª, que previa o seguinte: “A locatária assume a
responsabilidade pelo pagamento de taxas, impostos e despesas
incidentes sobre o uso do imóvel”.
Durante a execução do contrato, ocorreram dois fatos. A locatária realizou reforma substancial no sistema hidráulico da cozinha, que se encontrava em péssimo estado de conservação. O condomínio realizou uma obra de recuperação estrutural da fachada, que apresentava risco de desabamento, rateando o custo entre todos os condôminos por meio de cotas mensais de R$ 500,00, a serem quitadas juntamente com as cotas ordinárias. Diante das circunstâncias, surgiram dúvidas quanto à responsabilidade pelo pagamento das despesas e ao direito de indenização pelas benfeitorias.
Com base na Lei nº 8.245/1991 e na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
Durante a execução do contrato, ocorreram dois fatos. A locatária realizou reforma substancial no sistema hidráulico da cozinha, que se encontrava em péssimo estado de conservação. O condomínio realizou uma obra de recuperação estrutural da fachada, que apresentava risco de desabamento, rateando o custo entre todos os condôminos por meio de cotas mensais de R$ 500,00, a serem quitadas juntamente com as cotas ordinárias. Diante das circunstâncias, surgiram dúvidas quanto à responsabilidade pelo pagamento das despesas e ao direito de indenização pelas benfeitorias.
Com base na Lei nº 8.245/1991 e na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
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Ricardo e Patrícia, antes do casamento, lavraram pacto
antenupcial por escritura pública, optando pelo regime da
comunhão parcial de bens, incluindo a seguinte cláusula
adicional: “O regime de bens converter-se-á automaticamente
em separação total de bens após o decurso de 10 anos de
casamento, independentemente de autorização judicial ou
manifestação posterior das partes”. A escritura foi lavrada e o
casamento ocorreu no mesmo ano, em 2012. Em 2023, Ricardo
adquiriu onerosamente um imóvel e, em 2025, celebrou
promessa irretratável de venda do mesmo imóvel com Pedro,
promitente comprador. Na ocasião, Pedro requereu a outorga de
Patrícia, ao que foi respondido por Ricardo que seria
desnecessário, pois, em razão do pacto antenupcial, o regime de
bens em vigor no seu casamento com Patrícia era o da separação
de bens.
Considerando as disposições do Código Civil, é correto afirmar que a cláusula adicional do pacto antenupcial é:
Considerando as disposições do Código Civil, é correto afirmar que a cláusula adicional do pacto antenupcial é:
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Durante o processo de fusão e incorporação (M&A) da empresa
Companhia Logística e Desenvolvimento – CSD, foi realizada due
diligence para avaliar e classificar os ativos e passivos da
sociedade a ser incorporada, Mercado e Armazém Infinita Ltda.
No relatório de auditoria patrimonial, foram identificados os
seguintes bens:
1. o prédio-sede da empresa, localizado em Campo Grande/MS, devidamente registrado na Matrícula nº 123.456 do Cartório de Registro de Imóveis competente;
2. um lote de 500 cadeiras utilizadas pelos funcionários na área administrativa;
3. o estoque da empresa, composto por 3.500 mercadorias destinadas à revenda;
4. a marca registrada “MAI Mercado”, devidamente protegida no INPI;
5. um software de gestão logística, desenvolvido internamente e licenciado a terceiros;
6. um veículo de transporte de cargas utilizado pela empresa, placa nº XXX e número de chassi nº YYY;
7. crédito de R$ 500.000,00 a receber em março de 2026.
Considerando o cenário descrito e a classificação dos bens segundo o Código Civil brasileiro, é correto afirmar que:
1. o prédio-sede da empresa, localizado em Campo Grande/MS, devidamente registrado na Matrícula nº 123.456 do Cartório de Registro de Imóveis competente;
2. um lote de 500 cadeiras utilizadas pelos funcionários na área administrativa;
3. o estoque da empresa, composto por 3.500 mercadorias destinadas à revenda;
4. a marca registrada “MAI Mercado”, devidamente protegida no INPI;
5. um software de gestão logística, desenvolvido internamente e licenciado a terceiros;
6. um veículo de transporte de cargas utilizado pela empresa, placa nº XXX e número de chassi nº YYY;
7. crédito de R$ 500.000,00 a receber em março de 2026.
Considerando o cenário descrito e a classificação dos bens segundo o Código Civil brasileiro, é correto afirmar que:
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Em 2015, Pedro, solteiro e sem filhos conhecidos, lavrou
testamento público deixando a totalidade de seus bens a seu
irmão João. Em 2018, reconheceu voluntariamente Lucas, fruto
de um relacionamento anterior que desconhecia à época da
lavratura do testamento. Em 2021, Pedro contraiu casamento
com Ana no regime da comunhão universal de bens, sem,
contudo, alterar o testamento. Pedro faleceu em 2024, deixando
bens no valor de R$ 2.000.000,00, sobrevivendo-lhe Lucas (filho) e
Ana (cônjuge).
Considerando as regras dos Arts. 1.973 a 1.975 do Código Civil, é correto afirmar que o testamento:
Considerando as regras dos Arts. 1.973 a 1.975 do Código Civil, é correto afirmar que o testamento:
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Francisco, divorciado, reside sozinho em seu único imóvel, um
apartamento avaliado em R$ 2.000.000,00, localizado no bairro
Jardim Veraneio, em Campo Grande/MS. Em 2023, ele anui como
fiador em um contrato de locação comercial firmado por uma
sociedade empresária da qual era sócio. Paralelamente, possui
débito tributário consolidado com a Receita Federal no valor de
R$ 700.000,00, equivalente a mais de 30% de seu patrimônio. Em
2025, dois fatos ocorrem simultaneamente: diante da
inadimplência da locatária, o locador ajuíza execução e obtém a
penhora do apartamento de Francisco; e a Receita Federal,
verificando o débito tributário, realiza o arrolamento fiscal do
mesmo bem, com averbação à margem da matrícula. Francisco
opõe embargos à execução contra o locador e ajuíza ação
anulatória contra a Fazenda Nacional, alegando a
impenhorabilidade do bem de família.
Considerando a legislação aplicável e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
Considerando a legislação aplicável e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
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Em 2010, Antônio, casado no regime da comunhão total de bens
com Beatriz, doou a seu filho Carlos um imóvel urbano no valor
de R$ 800.000,00. Em 2015, doou a sua filha Daniela
R$ 500.000,00 em dinheiro. Em 2020, Antônio faleceu, deixando
patrimônio líquido de R$ 700.000,00, além das doações acima.
Em seu testamento lavrado em 2018, determinou expressamente
que a doação feita a Carlos ficaria dispensada de colação e que os
bens disponíveis deveriam ser acrescidos à legítima de seus
filhos, Carlos e Daniela.
Considerando as regras do Código Civil, é correto afirmar que:
Considerando as regras do Código Civil, é correto afirmar que:
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No domínio do direito das sucessões, considere as seguintes
situações:
I. o reconhecimento da indignidade do herdeiro que tenha sido definitivamente condenado pelo homicídio do autor da herança;
II. a deserdação, em testamento, do filho que cometeu ofensa grave contra o de cujus; e
III. a aplicação da pena de sonegados.
É imprescindível sentença judicial para confirmar ou constituir a(s) seguinte(s) situação(ões):
I. o reconhecimento da indignidade do herdeiro que tenha sido definitivamente condenado pelo homicídio do autor da herança;
II. a deserdação, em testamento, do filho que cometeu ofensa grave contra o de cujus; e
III. a aplicação da pena de sonegados.
É imprescindível sentença judicial para confirmar ou constituir a(s) seguinte(s) situação(ões):
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Lindalva e Pedro são casados pelo regime da comunhão
universal. Em 2023, separam-se de fato. Pedro fica arrasado e vai
se consolar com Lindão, pai socioafetivo de Lindalva, já
reconhecido judicialmente, com quem sempre tivera excelente
relação. Eles, no entanto, acabam se aproximando e começam
um relacionamento amoroso. Um ano depois, quando o juízo de
família já havia decretado o divórcio, mas ainda não tinha
homologado a partilha, Lindão e Pedro se casam pelo regime da
comunhão parcial.
O casamento de Lindão e Pedro é:
O casamento de Lindão e Pedro é:
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Em 03/04/2017, João prometeu comprar da Construtora Viva
Feliz S/A um imóvel em Campo Grande. Do contrato preliminar,
constou, inclusive em quadro-resumo destacado, cláusula penal
prevendo a retenção de 10% do valor do contrato a título de
cláusula penal em caso de desistência do promitente comprador.
Ocorre que, em 20/05/2019, João constatou a insuportabilidade
financeira das parcelas e encaminhou o pedido de distrato.
Postulou, contudo, que a base de cálculo da pena contratual
fossem as parcelas pagas, valor muito inferior ao do contrato.
Nesse caso, à luz da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e da Lei nº 6.766/1979, é correto afirmar que a cláusula penal é:
Nesse caso, à luz da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e da Lei nº 6.766/1979, é correto afirmar que a cláusula penal é:
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