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A sistematização teórica de técnicas para a utilização do soroban motivou a criação da Comissão Brasileira de Estudos e Pesquisas do Soroban (CBS) que foi idealizada pelo professor Amilton Garai da Silva, então presidente da Associação Brasileira de Educadores de Deficientes Visuais – ABEDEV, no ano de:
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Leia as afirmativas a seguir:
I - A transcrição da bibliografia de uma obra, os nomes dos autores e os dados devem anteceder com os pontos (25 25) as letras do alfabeto que dão início ao bloco de nomes.
II - Na transcrição do número do ISBN deve-se substituir os pontos por hífen.
III - A transcrição de notas de rodapé deve ficar na mesma página em que aparecem as chamadas do texto, separadas por uma barra de pontos (14) do início ao fim da linha.
IV - A transcrição dos números das chamadas das notas de rodapé devem ser colocadas entre parênteses.
Estão corretas apenas as afirmativas
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De acordo com as Normas Técnicas, a Produção Braille de livros didáticos requer que a adaptação do texto seja feita por profissional que domine a matéria em apreço. Marque a alternativa correta de uma das orientações.
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Existem muitas pesquisas sobre a possibilidade de se ter um registro escrito da língua de sinais. Com respeito à escrita destas línguas, podemos dizer que
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Atualmente, após a promulgação do Decreto 5.626/05, muito se tem discutido sobre a atuação do intérprete na escola, sobre quais seriam suas atribuições e papéis. Em pesquisas realizadas por autoras como Ana Claudia B. Lodi e Cristiane B. F.
Lacerda, discute-se sobre a formação do intérprete que deverá atuar em salas de aula brasileiras. Em relação à formação e atuação do intérprete em sala de aula, é verdadeiro dizer que:
I - Os primeiros cursos de formação específica para intérpretes no Brasil começaram a surgir recentemente, em 2004 /2005;
II - Os intérpretes recebem formação diferenciada para quando vão atuar nos espaços educacionais, recebendo conhecimentos específicos fundamentais para sua atenção;
III - Os intérpretes recebem uma formação tradicional, para acompanhar os surdos em diversas situações, mas não há trabalhos de formação específica para área tradicional;
IV - A formação do intérprete não interfere na sua atuação nos espaços escolares;
V - Os intérpretes não devem atuar nos espaços escolares, apenas professores bilíngues.
Pode-se afirmar que
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Apesar da notoriedade que a Língua de Sinais conquistou nos últimos anos, algumas dúvidas persistem na mente daqueles que começam a ter contato com os sujeitos surdos e com sua educação. Muito se fala sobre a melhor maneira do surdo aprender e compreender as informações que lhe são transmitidas. Uma das ideias comuns é: "A língua de sinais atrapalha a aprendizagem da língua oral". Sobre esta afirmação, podemos dizer que
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Em relação às práticas educativas e as próprias relações estabelecidas entre surdos e ouvintes, existem diversas teorias e filosofias que descrevem como estas relações podem ser conflituosas e/ou benéficas para ambas as sociedades – surdas e ouvintes. Falando sobre os modelos de Educação de Surdos comuns no Brasil, o autor Carlos Skliar (1998) cita o termo "ouvintismo", que vem sendo utilizado por diversos autores desde então. O termo "ouvintismo" pode ser definido como
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O Decreto 5.626/05, no seu Capítulo VI, trata da garantia do direito à educação das pessoas surdas, indicando a organização ideal das escolas e classes nos diversos níveis de ensino. Em relação à atuação do intérprete em sala de aula, o referido decreto determina que:
I - Na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental a preferência é que não haja atuação do intérprete, mas que as escolas e classes sejam de educação bilíngue;
II - Nos anos finais do ensino fundamental, ensino médio ou educação profissional, além de professores que conheçam as singularidades da língua de sinais, deve haver a presença de tradutores e intérpretes de Libras - Língua Portuguesa;
III - A presença do intérprete é facultativa em todos os níveis de escolaridade;
IV - Em todos os níveis escolares, inclusive na educação infantil, o intérprete deve atuar junto ao professor;
V - As instituições federais de ensino superior, devem proporcionar aos alunos surdos os serviços de tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa em sala de aula e em outros espaços educacionais.
Pode-se afirmar que
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Muitas vezes, ao se fazer referências à cultura surda, ganham destaque a língua de sinais e o uso de mecanismos tecnológicos de comunicação ou de interação com o mundo ouvinte. Porém, sabe-se que há mais questões identitárias que podem ser descritas como parte da cultura surda. São marcas identitárias exclusivas da cultura surda, portanto,
I - Adaptações de tecnologias para que se adaptem às necessidades da pessoa surda;
II - O uso da língua de sinais;
III - As experiências visuais: nomes visuais, metáforas, humor visual, estratégias de ensino visual;
IV - Uso de celulares;
V - Uso de gírias, palavrões e jargões.
Pode-se afirmar que
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Ao lermos textos que discutem questões da identidade e cultura surda, podemos nos deparar com duas expressões: "comunidade surda" e "povo surdo". Em relação a estas expressões, podemos afirmar que
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